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Foram encontradas 218 questões.

331152 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Analise as sentenças a seguir.
I. Não gosto de ir à festas com tantas pessoas. II. Refiro-me àqueles garotos que estudaram com Fernanda. III. Quero que você se sinta à vontade em nossa companhia.
A crase foi corretamente empregada, de acordo com a norma-padrão, na(s) sentença(s)
 

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331151 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Saiba por que o canudinho, vilão ecológico da vez, não merece a má reputação



O canudo de plástico é o vilão da vez. Em defesa do meio ambiente, alguns restaurantes estão substituindo o objeto por opções duráveis, ou até mesmo retirandoos de circulação. No Legislativo, porém, estão surgindo propostas sem meio-termo: querem banir o objeto de cidades inteiras, com sanções a estabelecimentos que desrespeitarem a norma, como em Curitiba e no Rio de Janeiro. Essas iniciativas que começam a se multiplicar no Brasil fazem parte de uma onda global contra o pequeno artefato, que ganhou impulso após as imagens chocantes de uma tartaruga marinha com um canudo preso no nariz, em um vídeo que circula desde 2015.

A quantidade de plásticos que vai parar nos oceanos é um problema ambiental mundial, e o canudo é um dos principais itens jogados na costa litorânea, mas a guerra declarada contra um único produto está banalizando o debate e escondendo o principal: o responsável pela poluição não é um objeto e nem o conjunto deles, mas sim o ser humano, que não sabe dar a destinação correta aos seus resíduos.

O canudinho é, de fato, desnecessário na maioria dos casos, e por isso sua demonização ganhou terreno tão facilmente. Mas a campanha contra é tão forte que já foi contaminada até por fake news, como as que dizem que o objeto não é fácil de se reciclar e que, mesmo quando ele é corretamente jogado fora, pode ser levado pelo vento, sem dados que embasem essas afirmações. Mas o canudo, formado basicamente por polipropileno, um derivado do petróleo, é um item reciclável, e na economia circular serve de matéria-prima para vários outros itens de plástico.

Segundo o economista Christian Luiz da Silva, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campanhas como a essa contra o canudo são movimentadas por um interesse comercial que tem respaldo na defesa do meio ambiente. “Um bar que deixa de usar canudo passa a ter redução de custos, e isso cabe bem dentro de um discurso ambiental. Não que esteja errado, mas é uma gota no oceano”, observa ele, que realiza pesquisas referentes à gestão dos resíduos sólidos.

[...]

De todo modo, o uso consciente do canudo e de qualquer plástico é defendido pelos especialistas. “Precisamos replicar o comportamento. Se não fixarmos, vira moda, e só voltaremos a nos preocupar com isso até que apareça outra tartaruga que nos choque”, opina Cláudio Gonçalves Tiago, do Cebimar. Ele diz que a educação é fundamental, no seu sentido amplo, não só nas questões ambientais. Para Silvia Rolim, o canudo é um símbolo emblemático, mas só ele não resolve.

“Você pode reduzir o uso de todos os produtos, e com isso sim, se todos tivermos essa consciência, vai ter menos lixo no mundo”. Mas todos criticam a proibição e as penalidades impostas.

Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/ saiba-por-que-o-canudinho-vilao-ecologico-da-vez-naomerece-a-ma-reputacao-1xkl89fgu33gzffofghbw7nbq/>. Acesso em: 22 jul. 2019.

No título do texto, os canudos plásticos são denominados de “vilão ecológico da vez”. Assinale a alternativa que apresenta o trecho do texto que reitera essa nomenclatura.
 

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331149 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Leia o texto a seguir.

Americanah – Chimamanda Ngozi Adichie

Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo que se destaca no meio acadêmico, ela depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra.

Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num país muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência. Principal autora nigeriana de sua geração e uma das mais destacadas da cena literária internacional, Chimamanda Ngozi Adichie, em Americanah, parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero. [...]

Disponível em: <https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13525>. Acesso em: 17 jul. 2019 (Adaptação).

Quanto a seu gênero, o texto anterior é corretamente classificado como

 

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331148 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Alimentos apresentam agrotóxicos acima do recomendado
Você já se perguntou quantas vezes nossos avós ficaram doentes? Certamente, muito menos do que ficamos hoje. Na época deles, os alimentos não tinham agrotóxicos, bem diferente dos dias de hoje, quando grande parte das frutas, verduras e legumes é pulverizada com tais substâncias. O uso de aditivos agrícolas em alguns deles, como pimentão, pepino, morango e alface, é tão disseminado que o desafio é encontrar uma amostra livre de contaminação.
Há alguns anos, a forma mais comum de plantio era manual e em policultura, o que preservava a microflora e a fauna do solo. Assim, a terra mantinha-se rica em oxigênio e nutrientes, terreno ideal para os alimentos crescerem saudáveis e resistentes. Na agricultura moderna, faz-se arado do solo em monocultura, o que destrói o ecossistema do local. A cadeia alimentar fica desbalanceada e abre-se espaço para as pragas, tornando-se enfim necessário o uso de pesticidas.
O consumo frequente de produtos com agrotóxicos ao longo da vida pode trazer riscos graves à saúde. Nomeados de “disruptores endócrinos”, esse tipo de veneno tem substâncias que alteram o funcionamento dos hormônios e o DNA das células, provocando oxidação e inflamações no organismo. Segundo uma pesquisa feita pelo Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana, da Fiocruz, eles ainda facilitam o desenvolvimento de câncer, antecipam a primeira menstruação e podem diminuir a fertilidade.
Em geral, alimentos que sofreram ação de agrotóxicos são maiores, mas com pouco sabor e cheiro. Já os orgânicos têm cor mais viva, costumam ser menores e há presença marcante de aroma e sabor. A regra, porém, não pode ser seguida à risca.
[...]
Lavar bem folhas, legumes e frutas retira as impurezas, mas não diminui a quantidade de agrotóxico, porque o veneno penetra nas células do alimento. Naqueles de casca dura e grossa as substâncias nocivas podem ter mais dificuldade para chegar à polpa, mas ainda assim a contaminação do interior dos alimentos é frequente devido ao mau uso dos pesticidas. Infelizmente, a única forma de garantir que se está consumindo um produto isento de pesticidas é adquirir produtos certificados como orgânicos.

Disponível em: <https://drauziovarella.uol.com.br/cancer/alimentos-apresentam-agrotoxicos-acima-do-recomendado/>.
Acesso em: 22 jul. 2019
Como solução para o problema do consumo de alimentos com agrotóxicos, o texto propõe
 

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331147 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Assinale a alternativa em que, de acordo com a norma-padrão, a crase foi empregada incorretamente.
 

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331146 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Leia o texto a seguir.

enunciado 331146-1

Esse texto apresenta problemas no que diz respeito à sua

 

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331143 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Assinale a alternativa na qual as palavras são acentuadas seguindo a mesma regra de acentuação.
 

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331142 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
Leia o trecho a seguir.

“Quando fui ____ Bahia, fiquei hospedada ____ 500 metros da Praia de Itapuã, em Salvador. Em relação ___ atrações turísticas, gostei muito da cidade. Aproveitei para me exercitar e andar ___ pé pela orla.”

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores.
 

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331140 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Você pode mudar, mas o seu histórico da
internet não
Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.
Disponível em: <https://tinyurl.com/yyjh3wls>.
Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação).
Segundo o texto em questão, são causas da retratação do youtuber Júlio Cocielo a respeito do fato de ter feito uma piada racista, exceto:
 

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331139 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Você pode mudar, mas o seu histórico da
internet não
Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.
Disponível em: <https://tinyurl.com/yyjh3wls>.
Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação).
Releia este trecho. “Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse ‘sem intenção de ofender’.”
Analisando esse trecho e o contexto no qual ele se encontra, é correto afirmar que os termos em destaque fazem referência a
 

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