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No Brasil, as instituições de longa permanência para pessoas com deficiência compuseram o cenário de assistência a essa população, sendo um modelo presente ainda hoje. Sobre a institucionalização de pessoas com deficiência, a Lei Brasileira de Inclusão defende que
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A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, sobre a tecnologia assistiva,
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Estudos epidemiológicos têm mostrado que doenças e limitações não são conseqüências inevitáveis do envelhecimento, e que é possível proporcionar um envelhecimento saudável. Parte expressiva das causas de mortalidade entre idosos no Brasil poderia ser reduzida com a implementação de programas de prevenção e tratamento adequados. As doenças cardiovasculares constituem o principal grupo de causas de mortalidade entre idosos, em países como os Estados Unidos da América e o Brasil. Assinale a alternativa que melhor expressa as medidas que contribuem com a mudança desse cenário.
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O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima o surgimento de 40 990 novos casos de câncer colorretal por ano, para o triênio 2020/2022, sendo 20 520 em homens e 20 470 em mulheres. Os números correspondem a um risco estimado de 19,64 casos novos a cada 100 mil homens e 19,03 a cada 100 mil mulheres. Assinale a alternativa que contém ações, normalmente preconizadas, que visam à prevenção da doença.
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Sobre o tabagismo, é correto afirmar:
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Para ler ao som de Vinicius de Moraes
Conheci o Rio de Janeiro em 1968. Tarde demais, pensei na época. Já não havia o Cassino da Urca, estrelas de cinema deixando o decote cair nos bailes do Copa ou reuniões de bossa nova na rua Nascimento e Silva cento e sete cantadas por Vinicius de Moraes.
O que eu não sabia nem poderia saber – em parte porque aos 20 anos a gente pouco sabe além da própria fome, em parte porque não podia, nem posso ou podemos, prever o futuro – é que embora parecesse tarde, era ainda cedo. Que paraíso aquela cidade maravilhosa, quando era possível passar noites a fio bebendo chope no Zeppelin vendo entrar Leila Diniz, nossa, como ela é baixinha, olha, meu Deus, a Nara Leão! E quem chegou de jipe com Betty Faria não será o Arduíno Colassanti? Possível sentar à noite no murinho da Alberto de Campos fumando com Isabel Câmara, varar madrugada nas galerias de Copacabana com meu primo e guru Francisco Bittencourt, largar roupas e dinheiro na areia para mergulhar nas ondas verdes – e limpas – do Leblon. Era possível sim, tudo de bom lá naquele tempo e naquela cidade.
Foi nessa mesma época que Gilberto Gil enviou aquele abraço pra todo mundo, garantindo que o Rio de Janeiro continuava lindo. Era cedo, portanto, e eu não sabia. Ninguém sabia. Afinal, estávamos ainda mergulhados na poetização da miséria pelo cinema novo deflagrada por Orfeu negro, no charme da lata d’água na cabeça que dera lugar ao cantinho, ao violão, garotas de Ipanema ondulantes e Brigitte Bardot tomando água de coco em Búzios. Ó Deus, como é triste lembrar do bonito que algo ou alguém foram quando esse bonito começa a deteriorar-se irremediavelmente.
Irremediável – eu sei que é uma palavra terrível, mas é a que me vem quando comparo aquele Rio a este de agora, e isso me dói tanto quanto uma doença fatal – irremediável irremediável repito sem vírgula sentindo saudade prévia do Rio como de um amigo em fase terminal.
(Caio Fernando de Abreu, Pequenas epifanias. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão.
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Para ler ao som de Vinicius de Moraes
Conheci o Rio de Janeiro em 1968. Tarde demais, pensei na época. Já não havia o Cassino da Urca, estrelas de cinema deixando o decote cair nos bailes do Copa ou reuniões de bossa nova na rua Nascimento e Silva cento e sete cantadas por Vinicius de Moraes.
O que eu não sabia nem poderia saber – em parte porque aos 20 anos a gente pouco sabe além da própria fome, em parte porque não podia, nem posso ou podemos, prever o futuro – é que embora parecesse tarde, era ainda cedo. Que paraíso aquela cidade maravilhosa, quando era possível passar noites a fio bebendo chope no Zeppelin vendo entrar Leila Diniz, nossa, como ela é baixinha, olha, meu Deus, a Nara Leão! E quem chegou de jipe com Betty Faria não será o Arduíno Colassanti? Possível sentar à noite no murinho da Alberto de Campos fumando com Isabel Câmara, varar madrugada nas galerias de Copacabana com meu primo e guru Francisco Bittencourt, largar roupas e dinheiro na areia para mergulhar nas ondas verdes – e limpas – do Leblon. Era possível sim, tudo de bom lá naquele tempo e naquela cidade.
Foi nessa mesma época que Gilberto Gil enviou aquele abraço pra todo mundo, garantindo que o Rio de Janeiro continuava lindo. Era cedo, portanto, e eu não sabia. Ninguém sabia. Afinal, estávamos ainda mergulhados na poetização da miséria pelo cinema novo deflagrada por Orfeu negro, no charme da lata d’água na cabeça que dera lugar ao cantinho, ao violão, garotas de Ipanema ondulantes e Brigitte Bardot tomando água de coco em Búzios. Ó Deus, como é triste lembrar do bonito que algo ou alguém foram quando esse bonito começa a deteriorar-se irremediavelmente.
Irremediável – eu sei que é uma palavra terrível, mas é a que me vem quando comparo aquele Rio a este de agora, e isso me dói tanto quanto uma doença fatal – irremediável irremediável repito sem vírgula sentindo saudade prévia do Rio como de um amigo em fase terminal.
(Caio Fernando de Abreu, Pequenas epifanias. Adaptado)
Identifica-se termo empregado em sentido figurado na passagem:
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Para ler ao som de Vinicius de Moraes
Conheci o Rio de Janeiro em 1968. Tarde demais, pensei na época. Já não havia o Cassino da Urca, estrelas de cinema deixando o decote cair nos bailes do Copa ou reuniões de bossa nova na rua Nascimento e Silva cento e sete cantadas por Vinicius de Moraes.
O que eu não sabia nem poderia saber – em parte porque aos 20 anos a gente pouco sabe além da própria fome, em parte porque não podia, nem posso ou podemos, prever o futuro – é que embora parecesse tarde, era ainda cedo. Que paraíso aquela cidade maravilhosa, quando era possível passar noites a fio bebendo chope no Zeppelin vendo entrar Leila Diniz, nossa, como ela é baixinha, olha, meu Deus, a Nara Leão! E quem chegou de jipe com Betty Faria não será o Arduíno Colassanti? Possível sentar à noite no murinho da Alberto de Campos fumando com Isabel Câmara, varar madrugada nas galerias de Copacabana com meu primo e guru Francisco Bittencourt, largar roupas e dinheiro na areia para mergulhar nas ondas verdes – e limpas – do Leblon. Era possível sim, tudo de bom lá naquele tempo e naquela cidade.
Foi nessa mesma época que Gilberto Gil enviou aquele abraço pra todo mundo, garantindo que o Rio de Janeiro continuava lindo. Era cedo, portanto, e eu não sabia. Ninguém sabia. Afinal, estávamos ainda mergulhados na poetização da miséria pelo cinema novo deflagrada por Orfeu negro, no charme da lata d’água na cabeça que dera lugar ao cantinho, ao violão, garotas de Ipanema ondulantes e Brigitte Bardot tomando água de coco em Búzios. Ó Deus, como é triste lembrar do bonito que algo ou alguém foram quando esse bonito começa a deteriorar-se irremediavelmente.
Irremediável – eu sei que é uma palavra terrível, mas é a que me vem quando comparo aquele Rio a este de agora, e isso me dói tanto quanto uma doença fatal – irremediável irremediável repito sem vírgula sentindo saudade prévia do Rio como de um amigo em fase terminal.
(Caio Fernando de Abreu, Pequenas epifanias. Adaptado)
Na passagem – Que paraíso aquela cidade maravilhosa, quando era possível passar noites a fio bebendo chope no Zeppelin vendo entrar Leila Diniz, nossa, como ela é baixinha, olha, meu Deus, a Nara Leão! –, a seleção vocabular e a pontuação indicam que o narrador relata a situação com
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Para ler ao som de Vinicius de Moraes
Conheci o Rio de Janeiro em 1968. Tarde demais, pensei na época. Já não havia o Cassino da Urca, estrelas de cinema deixando o decote cair nos bailes do Copa ou reuniões de bossa nova na rua Nascimento e Silva cento e sete cantadas por Vinicius de Moraes.
O que eu não sabia nem poderia saber – em parte porque aos 20 anos a gente pouco sabe além da própria fome, em parte porque não podia, nem posso ou podemos, prever o futuro – é que embora parecesse tarde, era ainda cedo. Que paraíso aquela cidade maravilhosa, quando era possível passar noites a fio bebendo chope no Zeppelin vendo entrar Leila Diniz, nossa, como ela é baixinha, olha, meu Deus, a Nara Leão! E quem chegou de jipe com Betty Faria não será o Arduíno Colassanti? Possível sentar à noite no murinho da Alberto de Campos fumando com Isabel Câmara, varar madrugada nas galerias de Copacabana com meu primo e guru Francisco Bittencourt, largar roupas e dinheiro na areia para mergulhar nas ondas verdes – e limpas – do Leblon. Era possível sim, tudo de bom lá naquele tempo e naquela cidade.
Foi nessa mesma época que Gilberto Gil enviou aquele abraço pra todo mundo, garantindo que o Rio de Janeiro continuava lindo. Era cedo, portanto, e eu não sabia. Ninguém sabia. Afinal, estávamos ainda mergulhados na poetização da miséria pelo cinema novo deflagrada por Orfeu negro, no charme da lata d’água na cabeça que dera lugar ao cantinho, ao violão, garotas de Ipanema ondulantes e Brigitte Bardot tomando água de coco em Búzios. Ó Deus, como é triste lembrar do bonito que algo ou alguém foram quando esse bonito começa a deteriorar-se irremediavelmente.
Irremediável – eu sei que é uma palavra terrível, mas é a que me vem quando comparo aquele Rio a este de agora, e isso me dói tanto quanto uma doença fatal – irremediável irremediável repito sem vírgula sentindo saudade prévia do Rio como de um amigo em fase terminal.
(Caio Fernando de Abreu, Pequenas epifanias. Adaptado)
O narrador procede a uma reflexão metalinguística, analisando o uso da linguagem, na seguinte passagem:
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Para ler ao som de Vinicius de Moraes
Conheci o Rio de Janeiro em 1968. Tarde demais, pensei na época. Já não havia o Cassino da Urca, estrelas de cinema deixando o decote cair nos bailes do Copa ou reuniões de bossa nova na rua Nascimento e Silva cento e sete cantadas por Vinicius de Moraes.
O que eu não sabia nem poderia saber – em parte porque aos 20 anos a gente pouco sabe além da própria fome, em parte porque não podia, nem posso ou podemos, prever o futuro – é que embora parecesse tarde, era ainda cedo. Que paraíso aquela cidade maravilhosa, quando era possível passar noites a fio bebendo chope no Zeppelin vendo entrar Leila Diniz, nossa, como ela é baixinha, olha, meu Deus, a Nara Leão! E quem chegou de jipe com Betty Faria não será o Arduíno Colassanti? Possível sentar à noite no murinho da Alberto de Campos fumando com Isabel Câmara, varar madrugada nas galerias de Copacabana com meu primo e guru Francisco Bittencourt, largar roupas e dinheiro na areia para mergulhar nas ondas verdes – e limpas – do Leblon. Era possível sim, tudo de bom lá naquele tempo e naquela cidade.
Foi nessa mesma época que Gilberto Gil enviou aquele abraço pra todo mundo, garantindo que o Rio de Janeiro continuava lindo. Era cedo, portanto, e eu não sabia. Ninguém sabia. Afinal, estávamos ainda mergulhados na poetização da miséria pelo cinema novo deflagrada por Orfeu negro, no charme da lata d’água na cabeça que dera lugar ao cantinho, ao violão, garotas de Ipanema ondulantes e Brigitte Bardot tomando água de coco em Búzios. Ó Deus, como é triste lembrar do bonito que algo ou alguém foram quando esse bonito começa a deteriorar-se irremediavelmente.
Irremediável – eu sei que é uma palavra terrível, mas é a que me vem quando comparo aquele Rio a este de agora, e isso me dói tanto quanto uma doença fatal – irremediável irremediável repito sem vírgula sentindo saudade prévia do Rio como de um amigo em fase terminal.
(Caio Fernando de Abreu, Pequenas epifanias. Adaptado)
Ao retratar o Rio de Janeiro dos seus 20 anos, o narrador enfatiza
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