Foram encontradas 225 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Sobre o desenvolvimento sustentável, analise as afirmativas abaixo.
I- O desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.
II- O desenvolvimento sustentável sugere, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.
III- A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações.
IV- O desenvolvimento econômico é vital para os países mais ricos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Os poemas de Paulo Leminski estão associados ao seguinte movimento literário:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
A Poesia de 30 representa um conjunto de obras poéticas produzidas no Brasil durante a segunda geração modernista. São suas características, EXCETO:
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Na tentativa de resguardar a posse do território brasileiro, Portugal iniciou, a partir da década de 1530, a colonização do Brasil por meio da iniciativa privada, as chamadas “capitanias hereditárias”. Outrossim, à exceção das capitanias de São Vicente e de Pernambuco, as demais se mostraram um fracasso retumbante. Entre os aspectos em comum que são atribuídos ao frustrante projeto de português, temos a resistência indígena, recusando-se a entregar um território que sabia ser seus. Além da questão dos povos autóctones, podemos citar também:
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- História do BrasilEra VargasO Estado Novo (1937-1945): a Guinada Autoritária e a Constituição de 1937
A chamada “Era Vargas” (1930-1945) pode ser dividida em três períodos: o Governo Provisório (1930-1945), o Governo Constitucional (1930-1937) e o Estado Novo (1937-1945). Esse último uma espécie de “autogolpe”, que culminou com o fechamento do Congresso e a suspenção da Constituição vigente. Como justificativa para tal rompimento democrático, Vargas se baseou em um documento divulgado pela imprensa, que alegava uma suposta tomada do poder pelos comunistas. Esse documento foi batizado de:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Sobre acontecimentos no ano de 2021, marque (V) para verdadeira e (F) para falso e assinale a alternativa correspondente.
( ) Em fevereiro de 2021 foi lançado para o espaço o primeiro satélite de observação da Terra totalmente desenvolvido pelo Brasil, o Amazonia 1, que foi projetado, integrado, testado e operado pelo País.
( ) Prefeitos e vereadores eleitos em 2020 tomaram posse em mais de 5 mil municípios brasileiros.
( ) A Câmara de Vereadores de São Paulo protocolou uma CEI para investigar a prestadora de serviços médicos Prevent Senior.
( ) O Senado Federal abriu uma CPI para investigar gastos e omissões do Governo Federal em relação a pandemia de coronavírus.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
O Grupo dos 20, conhecido como G20, é uma organização que reúne ministros da Economia e presidentes dos Bancos Centrais de 19 países e da União Europeia. Juntas, essas nações representam cerca de 80% de toda a economia global. O mais completo relatório anual sobre ações climáticas do G20 revelou:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
No Brasil a intolerância tem aumentado largamente em vários campos. Analise as afirmativas.
I - Não só a intolerância racial ou sexual, mas a intolerância religiosa tem crescido no País.
II – De acordo com a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), o número de denúncias relacionadas à intolerância religiosa aumentou.
III - Xenofobia é o medo, aversão ou a profunda antipatia em relação aos estrangeiros, a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do seu país com uma cultura, hábito, etnias ou religião diferente.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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A mudança linguística e as normas
Dizer que a língua muda com o tempo já não parece novidade para ninguém. Basta uma breve comparação entre textos de épocas diferentes para constatar isso.
É claro que, ao cotejar textos de momentos distantes no tempo, fica mais fácil perceber as diferenças. Difícil, porém, é lidar com a fluidez da língua, com a sua natural instabilidade. Afinal, quando se constata que a mudança se efetivou?
Dada a grande dificuldade, se não a impossibilidade, de determinar com precisão o que já é e o que deixou de ser, ou seja, aquilo que é novo e veio para ficar e aquilo que não serve mais, parece mais fácil continuar ensinando a velha norma-padrão, que, não sendo ela própria a língua, mas uma espécie de fotograma dentro de um continuum, se deixa pegar, segurar e pode ser apresentada como se constituísse um todo logicamente organizado.
Talvez por isso é que exista tanta resistência não à mudança em si, mas antes ao seu reconhecimento. Daí certa concessão, mesmo entre professores, a um suposto “falar cotidiano”, que seria diferente da “norma culta” e, portanto, “permitido” em situações de informalidade. O problema, porém, é mais complexo que isso.
O professor Carlos Alberto Faraco, da UFPR, tem uma explicação: “Em primeiro lugar, é importante ter claro que oralidade não se confunde com informalidade. As modalidades da língua podem ser mais formais e mais informais. De resto, os falantes tendem a achar que falam sempre a mesma língua no correr de toda a sua vida. São raras as situações em que se dão conta de que mudam sua fala. Vive-se sob a ilusão do permanente e não se capta o movimento contínuo”, afirma.
No campo lexical, as coisas parecem menos problemáticas. É fácil perceber a chegada de uma palavra nova e dificilmente alguém, em sã consciência, lamenta o desaparecimento de uma antiga. Embora os neologismos (e os empréstimos linguísticos) à primeira vista dividam opiniões, sendo rechaçados por uns e acolhidos por outros, a tendência é que, tendo utilidade na comunicação, ganhem seu lugar no léxico da língua. Já os termos que perdem relevância (por diversos motivos) vão sendo esquecidos, saem do uso e são reconhecíveis nos dicionários e nos textos de outras épocas.
Palavras também podem mudar de significado.
Permanecem na língua, mas usadas em diferentes contextos. Quem hoje diria que “formidável” já quis dizer “terrível” e que “roxo” já foi “vermelho”? Esse processo também ocorre em outros domínios da língua, nos quais, todavia, é frequentemente visto como deterioração. “Quando algum fenômeno de mudança é percebido, ele é logo classificado de erro. Há aí qualquer coisa na psicologia humana que nós, linguistas, não sabemos explicar. O fato é que a língua em uso muda e muda inexoravelmente”, diz Faraco.[...]
*Thaís Nicoleti, consultora de língua portuguesa da Folha.Adaptado https://thaisnicoleti.blogfolha.uol.com.br
O texto lido deve ser classificado como predominantemente:
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A mudança linguística e as normas
Dizer que a língua muda com o tempo já não parece novidade para ninguém. Basta uma breve comparação entre textos de épocas diferentes para constatar isso.
É claro que, ao cotejar textos de momentos distantes no tempo, fica mais fácil perceber as diferenças. Difícil, porém, é lidar com a fluidez da língua, com a sua natural instabilidade. Afinal, quando se constata que a mudança se efetivou?
Dada a grande dificuldade, se não a impossibilidade, de determinar com precisão o que já é e o que deixou de ser, ou seja, aquilo que é novo e veio para ficar e aquilo que não serve mais, parece mais fácil continuar ensinando a velha norma-padrão, que, não sendo ela própria a língua, mas uma espécie de fotograma dentro de um continuum, se deixa pegar, segurar e pode ser apresentada como se constituísse um todo logicamente organizado.
Talvez por isso é que exista tanta resistência não à mudança em si, mas antes ao seu reconhecimento. Daí certa concessão, mesmo entre professores, a um suposto “falar cotidiano”, que seria diferente da “norma culta” e, portanto, “permitido” em situações de informalidade. O problema, porém, é mais complexo que isso.
O professor Carlos Alberto Faraco, da UFPR, tem uma explicação: “Em primeiro lugar, é importante ter claro que oralidade não se confunde com informalidade. As modalidades da língua podem ser mais formais e mais informais. De resto, os falantes tendem a achar que falam sempre a mesma língua no correr de toda a sua vida. São raras as situações em que se dão conta de que mudam sua fala. Vive-se sob a ilusão do permanente e não se capta o movimento contínuo”, afirma.
No campo lexical, as coisas parecem menos problemáticas. É fácil perceber a chegada de uma palavra nova e dificilmente alguém, em sã consciência, lamenta o desaparecimento de uma antiga. Embora os neologismos (e os empréstimos linguísticos) à primeira vista dividam opiniões, sendo rechaçados por uns e acolhidos por outros, a tendência é que, tendo utilidade na comunicação, ganhem seu lugar no léxico da língua. Já os termos que perdem relevância (por diversos motivos) vão sendo esquecidos, saem do uso e são reconhecíveis nos dicionários e nos textos de outras épocas.
Palavras também podem mudar de significado.
Permanecem na língua, mas usadas em diferentes contextos. Quem hoje diria que “formidável” já quis dizer “terrível” e que “roxo” já foi “vermelho”? Esse processo também ocorre em outros domínios da língua, nos quais, todavia, é frequentemente visto como deterioração. “Quando algum fenômeno de mudança é percebido, ele é logo classificado de erro. Há aí qualquer coisa na psicologia humana que nós, linguistas, não sabemos explicar. O fato é que a língua em uso muda e muda inexoravelmente”, diz Faraco.[...]
*Thaís Nicoleti, consultora de língua portuguesa da Folha.Adaptado https://thaisnicoleti.blogfolha.uol.com.br
“O fato é que a língua em uso muda e muda inexoravelmente”, diz Faraco.” 7º§ A palavra “inexorável” NÃO apresenta o seguinte sentido:
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