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Foram encontradas 40 questões.

São características da linguagem simbolista, no Brasil, EXCETO:

 

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Leia o seguinte trecho do poema de abertura de Alguma poesia, a primeira obra publicada por Carlos Drummond de Andrade.

Poema de sete faces

[...] As casas espiam os homens

que correm atrás de mulheres.

A tarde talvez fosse azul,

não houvesse tantos desejos.

O bonde passa cheio de pernas:

pernas brancas pretas amarelas.

Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu

coração.

Porém meus olhos

não perguntam nada. [...]

Na segunda geração modernista, esse poema representou a seguinte fase:

 

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Marque a opção que apresenta a CORRETA periodização da literatura brasileira.

 

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A fim de prevenir os incêndios no Pantanal, os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estudam a realização do programa que consiste na notificação aos produtores das áreas de maior risco, para que assim sejam adotadas medidas preventivas minimizando os impactos e problemas ambientais. O texto acima se refere ao programa:

 

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2121483 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Leia estes versos do poeta Paulo Leminski.

[...] passe o que nasce

passe o que nem

passe o que faz

passe o que faz-se

que tudo passe e passe

muito bem

[...].

Como se observa, a repetição da expressão “passe o que” caracteriza a presença de:

 

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2121482 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Espero que você já tenha feito boas leituras dos poemas de Leminski. A expressão destacada exerce a função sintática de:

 

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A Literatura Brasileira possui grandes escritores e obras. Assinale a alternativa com a associação INCORRETA.

 

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2121480 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Na frase “Nosso hino é belíssimo!”, ocorre o seguinte vício de linguagem:

 

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Com a revolução de 1930, chegou ao poder Getúlio Vargas, nome muito importante na História do Brasil. O governo de Getúlio Vargas durou até o ano de:

 

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2120894 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

A mudança linguística e as normas

Dizer que a língua muda com o tempo já não parece novidade para ninguém. Basta uma breve comparação entre textos de épocas diferentes para constatar isso.

É claro que, ao cotejar textos de momentos distantes no tempo, fica mais fácil perceber as diferenças. Difícil, porém, é lidar com a fluidez da língua, com a sua natural instabilidade. Afinal, quando se constata que a mudança se efetivou?

Dada a grande dificuldade, se não a impossibilidade, de determinar com precisão o que já é e o que deixou de ser, ou seja, aquilo que é novo e veio para ficar e aquilo que não serve mais, parece mais fácil continuar ensinando a velha norma-padrão, que, não sendo ela própria a língua, mas uma espécie de fotograma dentro de um continuum, se deixa pegar, segurar e pode ser apresentada como se constituísse um todo logicamente organizado.

Talvez por isso é que exista tanta resistência não à mudança em si, mas antes ao seu reconhecimento. Daí certa concessão, mesmo entre professores, a um suposto “falar cotidiano”, que seria diferente da “norma culta” e, portanto, “permitido” em situações de informalidade. O problema, porém, é mais complexo que isso.

O professor Carlos Alberto Faraco, da UFPR, tem uma explicação: “Em primeiro lugar, é importante ter claro que oralidade não se confunde com informalidade. As modalidades da língua podem ser mais formais e mais informais. De resto, os falantes tendem a achar que falam sempre a mesma língua no correr de toda a sua vida. São raras as situações em que se dão conta de que mudam sua fala. Vive-se sob a ilusão do permanente e não se capta o movimento contínuo”, afirma.

No campo lexical, as coisas parecem menos problemáticas. É fácil perceber a chegada de uma palavra nova e dificilmente alguém, em sã consciência, lamenta o desaparecimento de uma antiga. Embora os neologismos (e os empréstimos linguísticos) à primeira vista dividam opiniões, sendo rechaçados por uns e acolhidos por outros, a tendência é que, tendo utilidade na comunicação, ganhem seu lugar no léxico da língua. Já os termos que perdem relevância (por diversos motivos) vão sendo esquecidos, saem do uso e são reconhecíveis nos dicionários e nos textos de outras épocas.

Palavras também podem mudar de significado.

Permanecem na língua, mas usadas em diferentes contextos. Quem hoje diria que “formidável” já quis dizer “terrível” e que “roxo” já foi “vermelho”? Esse processo também ocorre em outros domínios da língua, nos quais, todavia, é frequentemente visto como deterioração. “Quando algum fenômeno de mudança é percebido, ele é logo classificado de erro. Há aí qualquer coisa na psicologia humana que nós, linguistas, não sabemos explicar. O fato é que a língua em uso muda e muda inexoravelmente”, diz Faraco.[...]

*Thaís Nicoleti, consultora de língua portuguesa da Folha.Adaptado https://thaisnicoleti.blogfolha.uol.com.br

São etapas do processo de leitura desse texto, EXCETO:

 

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