Foram encontradas 60 questões.
Sobre a fratura de Monteggia, é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre o Código de Ética médica, assinale a alternativa
correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os Conselhos de Saúde são órgãos colegiados compostos por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários. De acordo com a legislação que dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde – SUS, a proporção dos usuários em relação ao conjunto dos demais segmentos nesses conselhos deve ser de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a Constituição Federal, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Constituição Federal estabelece que as políticas que devem garantir que a saúde seja um direito de todos e dever do Estado são de natureza
Provas
Questão presente nas seguintes provas

O comentário de Mafalda à resposta de sua mãe revela que, para a menina,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano
John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante
uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados
Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de
livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade,
porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para
construir um programa de computador que saiba e, também,
conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição
que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma
narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava,
milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem,
feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média,
alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por
eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que
o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano
das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi
formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração
que se confunde com a história. No entanto, no momento em
que a humanidade parece estar perto de construir um robô
capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de
unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais
softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de
destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento
anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos.
Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a
soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos
próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais
afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana
McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas
como repetitivas serão automatizadas na próxima década.
Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores
serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado
da mecanização avançada será de até 800 milhões de
pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse
total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair
no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas
ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de
Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são
extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam
no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão
mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança
tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano
John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante
uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados
Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de
livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade,
porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para
construir um programa de computador que saiba e, também,
conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição
que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma
narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava,
milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem,
feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média,
alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por
eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que
o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano
das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi
formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração
que se confunde com a história. No entanto, no momento em
que a humanidade parece estar perto de construir um robô
capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de
unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais
softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de
destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento
anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos.
Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a
soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos
próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais
afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana
McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas
como repetitivas serão automatizadas na próxima década.
Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores
serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado
da mecanização avançada será de até 800 milhões de
pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse
total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair
no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas
ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de
Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são
extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam
no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão
mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança
tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho.
Empresas brasileiras estão ___ venda e vários grandes grupos já saíram ___ caça de bons alvos para aquisição. Em 16 de março foi anunciada ___ fusão da X com ___ Y, operação que deu origem ___ maior empresa de celulose do mundo.
Empresas brasileiras estão ___ venda e vários grandes grupos já saíram ___ caça de bons alvos para aquisição. Em 16 de março foi anunciada ___ fusão da X com ___ Y, operação que deu origem ___ maior empresa de celulose do mundo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano
John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante
uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados
Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de
livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade,
porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para
construir um programa de computador que saiba e, também,
conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição
que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma
narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava,
milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem,
feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média,
alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por
eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que
o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano
das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi
formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração
que se confunde com a história. No entanto, no momento em
que a humanidade parece estar perto de construir um robô
capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de
unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais
softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de
destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento
anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos.
Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a
soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos
próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais
afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana
McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas
como repetitivas serão automatizadas na próxima década.
Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores
serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado
da mecanização avançada será de até 800 milhões de
pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse
total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair
no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas
ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de
Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são
extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam
no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão
mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança
tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container