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Leia o trecho a seguir.
“A partir de 1990, intensificou-se no Brasil o processo de desconcentração industrial, ou seja, muitas indústrias deixaram áreas tradicionais e instalaram unidades fabris em novos espaços na busca de vantagens econômicas, como incentivos fiscais, menores custos de produção, mão de obra mais barata, mercado consumidor significativo e atuação sindical fraca. ”
Fonte: TERRA, L.; ARAÚJO. R. e GUIMARÃES, R.B. Conexões –
Estudos de Geografia Geral e do Brasil. Volume único. São Paulo: Moderna, 2008. p. 484
O processo de desconcentração industrial no Brasil proporcionou o crescimento do setor secundário em regiões que antes possuíam uma pequena participação na produção fabril. Entretanto, houve uma exceção nesse processo de desconcentração industrial, ou seja, houve empresas que reforçaram a concentração industrial na Região Sudeste. Essas empresas estão ligadas a setores de:
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Veiga afirma, em “Projeto Político Pedagógico: uma Construção possível”, que o tempo é um dos elementos constitutivos da organização do trabalho pedagógico. Sobre este aspecto, é correto afirmar:
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A divisão do território brasileiro em domínios morfoclimáticos foi proposta por Aziz Nacib Ab’Saber na década de 1970. Esses domínios caracterizam as diversas paisagens brasileiras a partir da relação entre relevo, clima, vegetação, hidrologia e solos. O domínio que possui a segunda maior extensão territorial no país, vegetação adaptada à escassez de nutrientes no solo, com caules e ramos tortuosos, cascas e folhas grossas e raízes profundas, onde as queimadas são frequentes no seco inverno, com relevo marcado por chapadas é o domínio:
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A Geografia consolidou-se como disciplina fundamental para a compreensão do espaço e do mundo contemporâneo em diferentes escalas, como: a produção e o consumo, a questão ambiental, o caos urbano, as crises financeiras, entre tantos outros temas. A concepção de espaço como lugar de reprodução das relações sociais de produção influenciou geógrafos do mundo todo. Essa concepção foi desenvolvida:
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O Brasil entrou na década de 1940, em plena Segunda Guerra Mundial, com uma organização do espaço econômico que ficou conhecida como “Economia de arquipélago”, conforme a figura a seguir.

Uma das causas para essa organização do espaço é a:
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A Bacia Sedimentar do Paraná abrange, no Brasil, cerca de 1 milhão de km2. Nela são encontrados os solos vermelho-escuros de elevada fertilidade natural, conhecidos como terra roxa. Esses solos têm sua origem relacionada:
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Leia o trecho a seguir.
O espaço que é a base da reprodução da vida, podendo ser analisado pelo habitante e por sua identidade. Revela-se no plano da vida e do indivíduo. A relação que os indivíduos mantêm com os espaços habitados se exprimem todos os dias nos modos de usos, nas condições mais banais, no secundário, no acidental. É o espaço passível de ser entendido, pensado, apropriado e vivido através do corpo.
Fonte: Adaptado de CARLOS, Ana Fani Alessandri in ALBUQUERQUE, M.A.M.; BIGOTTO, J.F.; VITIELLO, M.A. Geografi a - Sociedade e cotidiano. Ensino Médio - Volume único. São Paulo: Escala Educacional, 2010.p.33
O conceito da geografia discutido no trecho anterior refere-se a:
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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES
Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.
A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.
Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum(a). A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.
Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos(b). Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.
Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.
Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.
A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.
Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício(c). O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade(d). Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.
A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo(e). Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.
Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.
Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)
A frase que melhor sintetiza a primeira grande transformação apresentada pelo autor é:
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De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2009, 17% dos lares brasileiros eram formados por casais sem filhos. Obedecendo à tendência encontrada em países que já completaram sua transição demográfica, as taxas de fecundidade e de natalidade brasileiras devem continuar em declínio nas próximas décadas.

Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/
De acordo com os dados anteriores, a diminuição das taxas de fecundidade e de natalidade no Brasil podem ser explicados por uma série de fatores, dos quais pode-se destacar:
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Zabala tem afirmado que, se a realidade, como objeto de estudo, é o nexo comum dos métodos globalizadores, também o é a necessidade de criar as condições que permitam que o aluno esteja motivado para a aprendizagem e que seja capaz de compreender e aplicar os conhecimentos adquiridos. Assim, os conteúdos são funcionais e significativos se:
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