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Foram encontradas 50 questões.

2240798 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Leia o trecho a seguir:

“Os transgênicos, ou organismos geneticamente modificados, são produtos de cruzamentos que jamais aconteceriam na natureza, como, por exemplo, arroz com bactéria. (...) O modelo agrícola baseado na utilização de sementes transgênicas é a trilha de um caminho insustentável. O aumento dramático no uso de agroquímicos decorrentes do plantio de transgênicos é exemplo de prática que coloca em cheque o futuro dos nossos solos e de nossa biodiversidade agrícola.”

Fonte:http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos

Atualmente, várias são as críticas feitas sobre o plantio de sementes transgênicas, como as exemplificadas no trecho. Outra crítica bastante recorrente sobre a produção de transgênicos é:

 

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Cipriano Luckesi, em “Avaliação da Aprendizagem”, afirma que, na escola brasileira nos últimos 40 anos, passou-se a utilizar o termo avaliação; contudo, as práticas escolares permaneceram predominantemente marcadas pelo ato de examinar. Para o autor, o ato de avaliar envolve necessariamente a adoção de uma dimensão:

 

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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES

Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.

A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.

Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.

Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.

Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.

Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.

Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.

A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.

Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.

A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.

Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.

Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)

Em “Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado”, observa-se a repetição de uma estrutura semelhante, com a substituição de uma palavra por outra. Essa substituição ressalta a seguinte ideia do parágrafo:

 

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2240751 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Nas últimas décadas, as grandes potências mundiais têm mantido uma atenção especial para o Oriente Médio e regiões vizinhas. Um país merece um olhar mais específico: o Irã. Essa preocupação se deve à posição estratégica que esse país tem na geopolítica regional e mundial, em função de:

 

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2240736 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Mesmo sabendo do perigo, milhões de pessoas vivem em áreas de elevado risco, como, por exemplo, na costa oeste dos Estados Unidos da América, nas cidades de São Francisco e de Los Angeles. Lá está localizada a falha de San Andreas, ou falha de Santo André, que é uma falha:

 

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2240735 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A imagem a seguir expressa um exemplo de regionalização do espaço mundial.

Enunciado 2897078-1

Fonte: Adaptado de Atlas geográfico escolar. 4.ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2007

Essa regionalização é conhecida como:

 

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Nos termos da Lei Orgânica Municipal, são símbolos do município de Saquarema:

 

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2240619 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Entre os municípios mais populosos do Brasil, 15 apresentaram população superior a 1 milhão de habitantes. Neste grupo de municípios, moravam 40,2 milhões de pessoas em 2010, o que corresponde a 21,1% da população total do país. Os três municípios mais populosos continuam sendo São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, conforme ilustrado na tabela:

POPULAÇÃO RESIDENTE NOS MUNICÍPIOS
MAIS POPULOSOS – 2000/2010

Municípios
mais populosos

População
2000

População 2010

São Paulo

10.434.252

11.253.503

Rio de Janeiro

5.857.904

6.320446

Salvador

2.443.107

2.675.656

Brasília

2.051.146

2.570.160

Fortaleza

2.141.402

2.452.185

Belo Horizonte

2.238.526

2.375.151

Manaus

1.405.835

1.802.014

Curitiba

1.587.315

1.751.907

Recife

1.422.905

1.537.704

Porto Alegre

1.360.590

1.409.351

Belém

1.280.614

1.393.399

Goiânia

1.092.607

1.302.001

Guarulhos

1.072.717

1.221.979

Campinas

969.396

1.080.113

São Luís

878.309

1.014.837

Fonte: IBGE

A urbanização brasileira gerou uma concentração econômica e populacional num número reduzido de cidades, o que caracterizou o processo de:

 

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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES

Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.

A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.

Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.

Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.

Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.

Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.

Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.

A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.

Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.

A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.

Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.

Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)

Em “Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro”, o emprego de “ainda” explicita o seguinte pressuposto:

 

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2240570 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Henri Ford aplicou ideias revolucionárias para a época em sua fábrica de automóveis, implementando novas maneiras de produzir. É daí que vem o nome fordismo, atribuído ao sistema de produção que possui como característica:

 

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