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Foram encontradas 375 questões.

Qual organismo internacional tem como principal finalidade promover a estabilidade do sistema monetário internacional, oferecendo assistência financeira e orientação econômica a países em dificuldades fiscais ou cambiais?
 

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Os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir do Censo Demográfico de 2022 revelaram informações sobre a frequência e a distribuição de nomes registrados no Brasil. Segundo o levantamento, o nome masculino mais popular do país é José, com mais de 5 milhões de registros. De acordo com as informações presentes no site do IBGE, a popularidade do nome está atrelada:
 

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Em 2026, o cenário energético internacional foi marcado pelo anúncio de saída ______________________ da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que justificou a decisão pela busca de maior autonomia estratégica na definição de metas de produção e na condução de acordos comerciais no mercado internacional de petróleo.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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As previsões climáticas divulgadas por centros meteorológicos internacionais e nacionais apontam para a possibilidade de formação de um novo episódio do fenômeno El Niño em 2026, com potencial de intensidade significativa e impactos climáticos em diversas regiões do Brasil. Sobre o El Niño e seus possíveis efeitos, assinale a alternativa correta.
 

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Em meados de 1935, a localidade que hoje corresponde a São Martinho passou a ser conhecida após a conclusão do estradão que ligava São Martinho a Boa Vista do Buricá. Como São Martinho era chamado nessa época?
 

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Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra

Por Pedro Zanrosso

As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir

para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto

Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.

O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas

propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano

até 2,5 toneladas por hectare.

Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das

14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido

a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,

que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira

por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em

2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a

nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.

Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.

O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do

sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio

precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.

Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,

quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita

não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois

anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto

a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de

floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.

Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de

hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira

para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão

ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.

O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode

chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada

ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o

produtor.

Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares

estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para

Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de

noz-pecã.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “‘Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante’, relata Arlindo”, qual é a figura de linguagem presente na expressão sublinhada?

 

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Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra

Por Pedro Zanrosso

As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir

para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto

Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.

O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas

propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano

até 2,5 toneladas por hectare.

Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das

14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido

a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,

que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira

por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em

2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a

nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.

Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.

O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do

sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio

precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.

Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,

quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita

não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois

anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto

a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de

floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.

Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de

hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira

para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão

ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.

O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode

chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada

ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o

produtor.

Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares

estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para

Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de

noz-pecã.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a oração subordinada adjetiva explicativa do trecho a seguir, retirado do texto:
“O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares”.

 

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Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra

Por Pedro Zanrosso

As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir

para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto

Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.

O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas

propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano

até 2,5 toneladas por hectare.

Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das

14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido

a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,

que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira

por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em

2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a

nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.

Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.

O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do

sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio

precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.

Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,

quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita

não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois

anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto

a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de

floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.

Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de

hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira

para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão

ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.

O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode

chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada

ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o

produtor.

Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares

estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para

Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de

noz-pecã.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os mecanismos de coesão textual às respectivas palavras sublinhadas nos trechos a seguir, retirados do texto.

Coluna 1 1. Conector adversativo. 2. Anáfora pronominal. 3. Marcador de coesão temporal.
Coluna 2 ( ) “No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas”. ( ) “O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas”. ( ) “Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra

Por Pedro Zanrosso

As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir

para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto

Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.

O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas

propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano

até 2,5 toneladas por hectare.

Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das

14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido

a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,

que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira

por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em

2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a

nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.

Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.

O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do

sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio

precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.

Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,

quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita

não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois

anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto

a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de

floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.

Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de

hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira

para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão

ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.

O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode

chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada

ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o

produtor.

Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares

estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para

Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de

noz-pecã.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz”, o emprego da vírgula tem a função específica de:

 

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Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra

Por Pedro Zanrosso

As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir

para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto

Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.

O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas

propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano

até 2,5 toneladas por hectare.

Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das

14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido

a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,

que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira

por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em

2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a

nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.

Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.

O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do

sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio

precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.

Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,

quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita

não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois

anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto

a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de

floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.

Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de

hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira

para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão

ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.

O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode

chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada

ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o

produtor.

Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares

estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para

Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de

noz-pecã.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre alguns vocábulos presentes no texto, analise as assertivas a seguir:

I. O vocábulo “noz-pecã” é uma palavra oxítona na qual o til marca a nasalização da letra “a”.
II. Em “colheita”, o grupo “lh” constitui um dígrafo consonantal, representando um único fonema na estrutura da palavra.
III. O vocábulo “produção” apresenta um ditongo nasal que ocorre na sílaba tônica da palavra.


Quais estão corretas?

 

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