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Lactente, sexo feminino, com 8 meses, pesando 7 kg, é
levada ao pronto-socorro com história de diarreia aquosa
volumosa e vômitos persistentes há 2 dias. A mãe relata
que a bebê está “quietinha”, não aceita líquidos e não
urina há 12 horas. Ao exame físico, apresenta-se prostrada, letárgica, com olhos muito encovados, ausência de
lágrimas e mucosa oral muito seca. A prega cutânea se
desfaz em mais de 2 segundos. Os pulsos periféricos
estão fracos; a frequência cardíaca é de 160 bpm.
O enchimento capilar é de 4 segundos e as extremidades
estão frias. A fontanela anterior está deprimida.
Considerando as diretrizes atuais do Ministério da Saúde para o manejo da diarreia em crianças, qual é a conduta inicial de hidratação intravenosa mais apropriada?
Considerando as diretrizes atuais do Ministério da Saúde para o manejo da diarreia em crianças, qual é a conduta inicial de hidratação intravenosa mais apropriada?
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4029100
Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Provas:
Adolescente de 15 anos, sexo feminino, é trazida ao
pronto-socorro por sua mãe, cerca de 80 horas após
relatar ter sido sexualmente agredida por um conhecido
familiar. A paciente mostra-se calada, com o olhar baixo,
e responde às perguntas da equipe de forma monossilábica, muitas vezes olhando para a mãe antes de falar.
Nega dor geniturinária específica, mas refere desconforto abdominal leve e insônia desde o ocorrido. A mãe
está visivelmente abalada, mas expressa preocupação
com o impacto social do evento e a “honra da família”,
demonstrando relutância em permitir um exame físico
completo na filha, “para não traumatizá-la mais”. Ao
exame físico, não há lesões externas agudas visíveis na
região genital ou corporal, e o teste rápido de gravidez
urinário é negativo.
Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa adolescente?
Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa adolescente?
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Uma mulher de 43 anos, previamente saudável, procura
o pronto atendimento após início súbito de falta de ar,
enquanto subia escadas em seu trabalho. Ela relata que
a dispneia não melhorou com repouso e está acompanhada de dor torácica lateral, que piora com a inspiração
profunda. Há três semanas, fraturou o tornozelo e tem
permanecido com imobilização e mobilidade limitada.
Não faz uso de anticoagulantes e nega febre, tosse
produtiva ou sintomas gripais. Na admissão, encontra-se
ansiosa, taquipneica e pálida; FR: 26 irpm, SpO2: 90%;
FC: 18 bpm, PA: 118 x 76 mmHg. A ausculta cardíaca
mostra taquicardia sem sopros, e a ausculta pulmonar
apresenta murmúrio vesicular preservado, porém com
dor à palpação torácica lateral direita. Alguns exames
rápidos são realizados no setor: ECG: taquicardia sinusal;
Gasometria: leve hipoxemia e hipocapnia; D-dímero:
elevado. A paciente mantém-se hemodinamicamente
estável, porém bastante dispneica. Não há sinais de
pneumotórax ou infecção.
A partir do exposto, qual o próximo passo apropriado na condução desse caso?
A partir do exposto, qual o próximo passo apropriado na condução desse caso?
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Um homem de 46 anos, sem doenças conhecidas, é
trazido pelo resgate após tentar conter um incêndio
doméstico. Ao entrar no ambiente fechado para retirar
um familiar, permaneceu exposto à chama direta e
grande quantidade de fumaça por aproximadamente
cinco minutos. Na chegada ao pronto atendimento, está
consciente, porém agitado e com queixas de dor intensa
no tórax e nos membros superiores. A pele do tórax
anterior apresenta áreas extensas com aspecto esbranquiçado e perda de sensibilidade ao toque, intercaladas
com regiões de eritema e bolhas rotas. Os antebraços
mostram áreas circulares de escurecimento e rigidez,
com pulsos radiais palpáveis, porém diminuídos em
comparação ao membro inferior. Há fuligem ao redor da
boca e no interior das narinas, além de ela apresentar
rouquidão desde o momento do acidente. Sinais vitais:
PA: 118 x 72 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 28 irpm; SpO2:
92% em O2
por cateter nasal. Ele apresenta respiração
ruidosa, com esforço evidente, e relata sensação de
“aperto na garganta”. Não há outras lesões traumáticas
evidentes. A equipe prepara acesso venoso periférico e
mede pressão no compartimento do antebraço, encontrada discretamente elevada, porém sem sinais imediatos
de síndrome compartimental instalada. A oximetria de
pulso mostra oscilação entre 88% e 92%, sem melhora
consistente com aumento do fluxo de oxigênio no cateter.
De acordo com o quadro descrito, qual é a intervenção prioritária nesse momento?
De acordo com o quadro descrito, qual é a intervenção prioritária nesse momento?
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Homem, 59 anos, hipertenso e obeso, procura o pronto
atendimento após desenvolver dor intensa no pé direito
há cerca de 24 horas. Ele relata que a dor começou
de forma abrupta, durante a madrugada, a ponto de acordá-lo, e evoluiu rapidamente com aumento de volume no
local e leve hiperemia. Está com dificuldade para caminhar e refere que até o toque do lençol causa desconforto
importante. Há três semanas, iniciou tratamento com um
diurético tiazídico para controle da pressão arterial. Há
1 dia, participou de um almoço com consumo maior de
carne vermelha e bebidas alcoólicas. Não usa outros
medicamentos e não tem história de trauma no pé. No
exame físico, apresenta calor, edema e rubor importantes
na região da articulação metatarsofalangeana do hálux
direito, extremamente dolorosa à palpação. Temperatura
corporal: 37,2 ºC; PA: 132 x 82 mmHg e não há linfangite
ou ferida aparente. Ele consegue mover o pé, mas com
dor exacerbada. Foram colhidos alguns exames na avaliação inicial: Leucócitos discretamente elevados; PCR
moderadamente aumentada e ácido úrico: 8,9 mg/dL.
Considerando o quadro clínico, o momento atual e que não há contraindicações formais para nenhum medicamento, qual a conduta apropriada?
Considerando o quadro clínico, o momento atual e que não há contraindicações formais para nenhum medicamento, qual a conduta apropriada?
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Mulher de 54 anos, previamente saudável, procura o
pronto atendimento após três dias de febre alta, calafrios
intensos, prostração e queda acentuada do estado geral.
Ela relata dor abdominal difusa, desde a manhã, e náuseas persistentes. Na admissão, Temperatura: 39,4 ºC;
FC: 122 bpm; PA: 98 x 62 mmHg e perfusão periférica
lenta. A respiração está acelerada, com 24 incursões por
minuto. O exame físico mostra paciente bastante comprometida, com mucosas secas, sensibilidade abdominal difusa sem sinais de irritação peritoneal e ausculta
pulmonar sem alterações relevantes. Não há rigidez de
nuca nem sinais de foco evidente. A glicemia capilar é
114 mg/dL.
Além da coleta de culturas, a conduta inicial apropriada, nesse momento, é
Além da coleta de culturas, a conduta inicial apropriada, nesse momento, é
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Uma mulher de 69 anos, hipertensa e com diagnóstico
conhecido de doença renal crônica estágio 3, procura o
pronto atendimento após dois dias de vômitos frequentes e redução importante do volume urinário. Refere que
mal conseguiu se alimentar e manteve baixa ingestão de
líquidos. Encontra-se sonolenta, com mucosas secas e
PA: de 92 x 58 mmHg. Exame de triagem laboratorial:
Creatinina: 3,1 mg/dL (prévia: 1,6 mg/dL); ureia elevada. Não há febre nem sinais de infecção.
Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta inicial apropriada é
Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta inicial apropriada é
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Homem, 61 anos, com antecedente de insuficiência cardíaca e tabagismo, é encontrado caído no quintal de casa pela
esposa. Ela relata que ele estava cortando madeira quando, subitamente, deixou cair as ferramentas e caiu de joelhos
antes de desabar completamente. Ao chegar ao lado dele, percebeu que estava inconsciente e não respondia a estímulos.
A equipe de atendimento pré-hospitalar chega em seis minutos. O paciente está inconsciente, sem movimentos respiratórios visíveis e sem pulso central palpável. A pele está fria e há episódios esparsos de respiração irregular e ofegante.
O monitor cardíaco mostra ritmo irregular com complexos ventriculares desorganizados, variando de ondas rápidas a
traçados de baixa amplitude. São iniciadas compressões torácicas de alta qualidade. Após cerca de dois minutos de RCP,
o ritmo é reavaliado e permanece desorganizado, sem complexos identificáveis. A equipe dispõe de desfibrilador, acesso
venoso periférico e materiais básicos para via aérea, além de adrenalina.
Diante desse cenário, qual a intervenção imediata apropriada?
Diante desse cenário, qual a intervenção imediata apropriada?
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Um homem de 74 anos, hipertenso e coronariopata, é levado ao pronto atendimento após episódio de tontura intensa
seguido de queda ao tentar levantar-se da cama pela manhã. A família relata que ele vinha se queixando de fadiga
incomum, nos últimos dois dias, e que, na noite anterior, apresentou breve mal-estar indiscriminado, mas recusou
atendimento. Ele usa betabloqueador e nitrato diariamente e nega mudanças recentes na dosagem. Na chegada, encontra-se pálido, com sudorese fria e ligeiramente confuso. PA: 82 x 58 mmHg e respiração regular. Não há sinais de trauma
decorrente da queda. A ausculta cardíaca revela ritmo bradicárdico, sem sopros evidentes. Os pulsos são fracos, porém
palpáveis, e a perfusão periférica está reduzida. A glicemia capilar está normal. Potássio: 4,2 mEq/L, colhido rapidamente
na triagem. O paciente mantém-se hipotenso, apesar de reposição volêmica inicial com cristaloide. O eletrocardiograma a
seguir foi solicitado:
Diante dos dados e da imagem apresentados, é correto afirmar que a intervenção inicial apropriada é
Diante dos dados e da imagem apresentados, é correto afirmar que a intervenção inicial apropriada é
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Uma mulher de 68 anos, portadora de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida e doença pulmonar
obstrutiva crônica avançada, é trazida ao pronto atendimento pela filha devido a perda progressiva de peso
nos últimos três meses. Segundo a filha, a paciente “está
minguando”, perdeu mais de 10 kg, no período, e tem
comido muito pouco, afirmando sentir-se sem apetite e
cansada até para mastigar. Ela refere fraqueza intensa ao
se levantar da cama, episódios frequentes de tontura ao
caminhar e incapacidade de realizar tarefas simples, como
tomar banho sem ajuda. Nos últimos dias, passou a ficar
grande parte do tempo na cama, despertando em geral
prostrada. No exame físico, está muito emagrecida, com
musculatura temporal visivelmente atrófica, clavículas
proeminentes e perda de massa muscular em membros
inferiores. PA: 96 x 62 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 22 irpm
e SpO2: 94% em repouso. A mucosa oral encontra-se
seca, e há discreto edema maleolar bilateral. Está consciente, mas responde de forma lenta e monotônica.
A filha relata que não há febre, diarreia ou vômitos. Não
há sinais de processo infeccioso ativo no exame.
Considerando esse cenário, qual a conduta inicial apropriada?
Considerando esse cenário, qual a conduta inicial apropriada?
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