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Foram encontradas 50 questões.

1332281 Ano: 2012
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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O Estatuto da Criança e do Adolescente surge em 1990, quando o Brasil se recuperava do período de ditadura e os movimentos sociais se articulavam na construção de um sistema de direitos. Com essa lei, a criança e o adolescente, muitas vezes chamados de delinquentes, “di menor”, trombadinhas, meninos carentes, vadios, menores abandonados etc., passam a ser sujeitos e não objetos, com direitos e deveres expressos. Nesse sentido, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) considera
 

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1332021 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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A educação infantil vive um intenso processo de revisão de concepções sobre a educação de crianças em espaços coletivos, e de seleção e fortalecimento de práticas pedagógicas mediadoras de aprendizagens e do desenvolvimento das crianças. É com essa preocupação que o Ministério da Educação, por meio do Conselho Nacional de Educação, fez a revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil que
 

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1331798 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Os pequenos príncipes

Nos EUA, viajo de trem todas as semanas. Pode ser a melhor viagem do mundo. Ou a pior. Depende das crianças. Da existência delas.

Quando não há crianças a bordo, são três horas de puro hedonismo pessoal. Entro na carruagem, desligo o celular, sento-me. Descalço os sapatos. Leio um pouco, escrevo um pouco, escuto música e durmo, são 30 minutos de meditação profunda, só para restaurar a minha beleza natural.

Quando chego ao destino, sinto-me tão relaxado que a minha vontade é comprar uma passagem de volta e repetir o spa ferroviário.

São as crianças que estragam tudo. Minto. São os pais das crianças. Existem dois grupos nas minhas experiências ambulantes.

O primeiro é composto por múmias deslumbradas com os filhos. Não se mexem. Contemplam. E contemplam com orgulho a forma como a descendência berra, suja e destrói a carruagem. O amor dos pais-múmia não se manifesta por ação, mas por omissão.

O segundo grupo é tão pernicioso quanto o primeiro. Mas onde antes havia déficit de disciplina, agora há excesso. Um gesto brusco dos filhos é mimetizado por um gesto brusco dos pais. Os filhos levantam-se subitamente, os pais levantam-se logo a seguir. Os filhos destroem a carruagem, os pais destroem os filhos.

Seja como for, o resultado é sempre o mesmo: uma viagem arruinada para terceiros.

Deus meu, serei um monstro por pensar assim?

Pamela Druckerman diz que não. A sra. Druckerman é uma escritora americana a viver em França, mãe de três crianças e admiradora confessa das crianças dos outros. Crianças francesas, entenda-se.

Como explicar a educação esmerada dos pequenos gauleses [franceses] por oposição à rebeldia incontrolável dos pequenos americanos?

O segredo, conta a autora, não está no excesso de disciplina; muito menos na escassez dela. Está na forma adulta como os adultos normalmente lidam com as crianças. Ou descem ao nível mental delas; ou, pior, procuram elevá-las violentamente ao nível mental deles.

Que cada um tenha um papel específico na relação (a saber: educar e ser educado), eis um pensamento simplório que não passa pela cabeça dos pais modernos.

E, no entanto, é precisamente esse papel que os pais franceses tentam imprimir nos filhos. Como? Mostrando-lhes, de preferência sem berrar ou bater, que “não” é simplesmente “não”; que a frustração e o tédio fazem parte da existência humana; e que, às vezes, é preciso adiar uma gratificação.

Tudo isso é comunicado sem violência ou sentimentalismo; apenas com respeito e firmeza.

O resultado, escreve Druckerman, é visível: paz na hora das refeições; paz nas compras cotidianas; paz na aprendizagem
escolar; e paz, também, para amigos ou convidados da família.

Moral da história? Da próxima vez que tomar meu trem, prometo levar na mala alguns exemplares do livro da sra. Druckerman. Para oferecer em caso de emergência.

(João Pereira Coutinho, Folha de S. Paulo, 07.02.2012. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a conjunção em destaque estabelece entre as orações a relação de consequência.

 

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1331787 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Os pequenos príncipes

Nos EUA, viajo de trem todas as semanas. Pode ser a melhor viagem do mundo. Ou a pior. Depende das crianças. Da existência delas.

Quando não há crianças a bordo, são três horas de puro hedonismo pessoal. Entro na carruagem, desligo o celular, sento-me. Descalço os sapatos. Leio um pouco, escrevo um pouco, escuto música e durmo, são 30 minutos de meditação profunda, só para restaurar a minha beleza natural.

Quando chego ao destino, sinto-me tão relaxado que a minha vontade é comprar uma passagem de volta e repetir o spa ferroviário.

São as crianças que estragam tudo. Minto. São os pais das crianças. Existem dois grupos nas minhas experiências ambulantes.

O primeiro é composto por múmias deslumbradas com os filhos. Não se mexem. Contemplam. E contemplam com orgulho a forma como a descendência berra, suja e destrói a carruagem. O amor dos pais-múmia não se manifesta por ação, mas por omissão.

O segundo grupo é tão pernicioso quanto o primeiro. Mas onde antes havia déficit de disciplina, agora há excesso. Um gesto brusco dos filhos é mimetizado por um gesto brusco dos pais. Os filhos levantam-se subitamente, os pais levantam-se logo a seguir. Os filhos destroem a carruagem, os pais destroem os filhos.

Seja como for, o resultado é sempre o mesmo: uma viagem arruinada para terceiros.

Deus meu, serei um monstro por pensar assim?

Pamela Druckerman diz que não. A sra. Druckerman é uma escritora americana a viver em França, mãe de três crianças e admiradora confessa das crianças dos outros. Crianças francesas, entenda-se.

Como explicar a educação esmerada dos pequenos gauleses [franceses] por oposição à rebeldia incontrolável dos pequenos americanos?

O segredo, conta a autora, não está no excesso de disciplina; muito menos na escassez dela. Está na forma adulta como os adultos normalmente lidam com as crianças. Ou descem ao nível mental delas; ou, pior, procuram elevá-las violentamente ao nível mental deles.

Que cada um tenha um papel específico na relação (a saber: educar e ser educado), eis um pensamento simplório que não passa pela cabeça dos pais modernos.

E, no entanto, é precisamente esse papel que os pais franceses tentam imprimir nos filhos. Como? Mostrando-lhes, de preferência sem berrar ou bater, que “não” é simplesmente “não”; que a frustração e o tédio fazem parte da existência humana; e que, às vezes, é preciso adiar uma gratificação.

Tudo isso é comunicado sem violência ou sentimentalismo; apenas com respeito e firmeza.

O resultado, escreve Druckerman, é visível: paz na hora das refeições; paz nas compras cotidianas; paz na aprendizagem
escolar; e paz, também, para amigos ou convidados da família.

Moral da história? Da próxima vez que tomar meu trem, prometo levar na mala alguns exemplares do livro da sra. Druckerman. Para oferecer em caso de emergência.

(João Pereira Coutinho, Folha de S. Paulo, 07.02.2012. Adaptado)

Assinale a alternativa cujas preposições completam, correta e respectivamente, o texto a seguir.

São um grande erro as gratificações ___________ que alguns pais se servem para agradar, constantemente e por qualquer motivo, a seus filhos, pois essas crianças se tornam aquelas ____________ quem cumprir um dever ou agir corretamente não são obrigações, mas sim atitudes excepcionais.

 

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1331697 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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A função das instituições de educação infantil, como o primeiro espaço de educação coletiva fora do contexto familiar, inscreve-se no projeto de sociedade democrática estabelecido pela Constituição Federal de 1988, com responsabilidades no desempenho de um papel ativo na construção de uma sociedade livre, justa, solidária e socioambientalmente orientada. Segundo o Parecer CNE/CEB n.° 20/2009, cumprir tal função implica, entre outras, em:
I. fazer com que as creches e pré-escolas constituam-se em estratégia de promoção de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres;
II. fazer com que as creches e pré-escolas assumam a responsabilidade de se tornarem espaços privilegiados de convivência, de construção de identidades coletivas e de ampliação de saberes;
III. oferecer as melhores condições e recursos construídos histórica e culturalmente para que as crianças usufruam de seus direitos;
IV. considerar as creches e pré-escolas na produção de novas formas de sociabilidade e de subjetividades comprometidas com a democracia e a cidadania.
São verdadeiras as afirmações contidas em
 

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1331361 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Considere a tirinha para responder à questão.

Enunciado 1331361-1

(Bill Watterson, O mundo é mágico. São Paulo: Conrad Editor, 2007)

No segundo quadrinho, a resposta dada pela mãe revela

 

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1331333 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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O curso de Pedagogia, principal curso de formação de educadores, foi instituído no Brasil em 1939, tendo passado ao longo dos anos por várias alterações. Hoje, os profissionais da educação escolar básica são reconhecidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação como sendo aqueles que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são:
I. trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas;
II. trabalhadores que atuam na escola, em seus mais diversos setores, portadores de diploma de, no mínimo, ensino médio;
III. professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio;
IV. trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.
São verdadeiras as afirmações contidas em
 

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1330661 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Os segmentos de reta AC e DB dividem a circunferência com 2 metros de raio em 4 partes iguais, de acordo com a ilustração a seguir.
Enunciado 1330661-1
A distância entre os pontos A e B, em metros, é
 

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1330179 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Os pequenos príncipes

Nos EUA, viajo de trem todas as semanas. Pode ser a melhor viagem do mundo. Ou a pior. Depende das crianças. Da existência delas.

Quando não há crianças a bordo, são três horas de puro hedonismo pessoal. Entro na carruagem, desligo o celular, sento-me. Descalço os sapatos. Leio um pouco, escrevo um pouco, escuto música e durmo, são 30 minutos de meditação profunda, só para restaurar a minha beleza natural.

Quando chego ao destino, sinto-me tão relaxado que a minha vontade é comprar uma passagem de volta e repetir o spa ferroviário.

São as crianças que estragam tudo. Minto. São os pais das crianças. Existem dois grupos nas minhas experiências ambulantes.

O primeiro é composto por múmias deslumbradas com os filhos. Não se mexem. Contemplam. E contemplam com orgulho a forma como a descendência berra, suja e destrói a carruagem. O amor dos pais-múmia não se manifesta por ação, mas por omissão.

O segundo grupo é tão pernicioso quanto o primeiro. Mas onde antes havia déficit de disciplina, agora há excesso. Um gesto brusco dos filhos é mimetizado por um gesto brusco dos pais. Os filhos levantam-se subitamente, os pais levantam-se logo a seguir. Os filhos destroem a carruagem, os pais destroem os filhos.

Seja como for, o resultado é sempre o mesmo: uma viagem arruinada para terceiros.

Deus meu, serei um monstro por pensar assim?

Pamela Druckerman diz que não. A sra. Druckerman é uma escritora americana a viver em França, mãe de três crianças e admiradora confessa das crianças dos outros. Crianças francesas, entenda-se.

Como explicar a educação esmerada dos pequenos gauleses [franceses] por oposição à rebeldia incontrolável dos pequenos americanos?

O segredo, conta a autora, não está no excesso de disciplina; muito menos na escassez dela. Está na forma adulta como os adultos normalmente lidam com as crianças. Ou descem ao nível mental delas; ou, pior, procuram elevá-las violentamente ao nível mental deles.

Que cada um tenha um papel específico na relação (a saber: educar e ser educado), eis um pensamento simplório que não passa pela cabeça dos pais modernos.

E, no entanto, é precisamente esse papel que os pais franceses tentam imprimir nos filhos. Como? Mostrando-lhes, de preferência sem berrar ou bater, que “não” é simplesmente “não”; que a frustração e o tédio fazem parte da existência humana; e que, às vezes, é preciso adiar uma gratificação.

Tudo isso é comunicado sem violência ou sentimentalismo; apenas com respeito e firmeza.

O resultado, escreve Druckerman, é visível: paz na hora das refeições; paz nas compras cotidianas; paz na aprendizagem
escolar; e paz, também, para amigos ou convidados da família.

Moral da história? Da próxima vez que tomar meu trem, prometo levar na mala alguns exemplares do livro da sra. Druckerman. Para oferecer em caso de emergência.

(João Pereira Coutinho, Folha de S. Paulo, 07.02.2012. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que

 

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1329949 Ano: 2012
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Em um vestibular para 3 cursos, Arquitetura, Economia e Jornalismo, observou-se que:
  • Jornalismo tinha o mesmo número de vagas que Arquitetura;
  • Arquitetura foi tão disputado quanto Economia;
  • Economia foi menos disputado que Jornalismo;
  • Arquitetura tinha o mesmo número de candidatos que Economia.
A partir dessas informações, pode-se afirmar que o número de candidatos para o curso de Jornalismo era
 

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