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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A Psicologia dos Reality Shows
Por Rafael Battaglia
- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02, 21 e 38.
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A Psicologia dos Reality Shows
Por Rafael Battaglia
- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Observe a charge a seguir e assinale a alternativa que indica sua correta relação com o texto anterior.

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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A Psicologia dos Reality Shows
Por Rafael Battaglia
- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que NÃO indica uma dinâmica promovida pela produção dos reality shows para induzir alguns tipos de comportamento.
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A Psicologia dos Reality Shows
Por Rafael Battaglia
- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Considerando-se o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Num reality show, tarefas, que podem ser inibitórias, acontecem em horários fixos para aumentar o nível de ansiedade dos participantes.
II. Nesse tipo de programa, o álcool é utilizado para que as pessoas se soltem e se coloquem em situações nas quais se sentem mais libertos.
III. Estar em um mesmo ambiente com pessoas que causam repugnância a alguém pode deixar esse alguém mal humorado.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS
Assinale a alternativa que corresponde a uma das versões da origem do nome do Município São José dos Ausentes.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
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Leia a seguinte matéria publicada no site https://noticias.uol.com.br/saude, de 19/11/2021:
“Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, a doença causada pelo Coronavírus deixou de ser a principal causa de morte no país desde a segunda quinzena de outubro, segundo dados dos cartórios de registro civil obtidos no portal da transparência da Arpen Brasil (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais).
Como ocorria antes da pandemia de Covid-19, as doenças cardiovasculares voltaram a ocupar o topo na lista das causas de morte dos brasileiros, sendo a principal delas é .”
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima, sabendo que se refere à doença que acontece quando vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS
A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), criada no contexto da Guerra Fria, em 1949, tem como um de seus pilares garantir a segurança de seus países-membros, que pode ocorrer de forma diplomática ou com o uso de forças militares. Em toda a sua história de defesa dos países do Atlântico Norte, a Otan já contou com vários aliados, e, atualmente, 30 países são membros dessa organização. Nesse contexto, assinale a alternativa do país que NÃO faz parte da Otan.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
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No dia 24 de março de 2022, a Guerra entre a Rússia e a Ucrânia completou um mês. Em março, o conflito concentrou-se nas cidades ucranianas com maior população, entre elas, a capital:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
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Queda do ministro do MEC: pediu exoneração do cargo de titular do Ministério da Educação (MEC) no dia 28 de março. Este é o quarto ministro do Governo Bolsonaro a cair da pasta em 3 anos e 3 meses.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS
Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; ∨ Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.
Um capital de R$ 50.000,00 foi aplicado no sistema de capitalização simples por 10 meses e rendeu juros de R$ 5.000,00. Nessas condições, o valor da taxa mensal de juros da aplicação foi de:
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