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Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; ∨ Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.
Seja f: ℝ → ℝ a função real definida por f(x) = 3x − 18. Para qual valor do domínio a imagem de f é nula?
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Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; ∨ Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.
O satélite Cheops da Agência Espacial Europeia teve um encontro inesperado: ao explorar dois exoplanetas próximos à estrela Nu2 Lupi, ele detectou um terceiro, raro e "sem nenhum equivalente conhecido". Os cientistas notaram que a medida do raio desse planeta é 2,5 vezes maior que o raio da Terra e 8,8 vezes mais pesado (Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia. Acesso em: 26 de jun. 2021 – adaptado).
Considerando as informações apresentadas e que o diâmetro da Terra seja 12.750 quilômetros, o raio do exoplaneta encontrado pelo satélite da ESA é, em quilômetros, igual a:
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Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; ∨ Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.
Segundo dados do IBGE, os estados brasileiros com menos de um milhão de habitantes são Roraima, Amapá e Acre. O estado de Roraima apresenta 224,9 mil habitantes a menos que o estado do Amapá, enquanto o estado do Acre apresenta 29,3 mil habitantes a mais que o estado do Amapá. Nessas condições, é correto afirmar que a população do estado do Acre supera a população do estado de Roraima, em números de habitantes, igual a:
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Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; ∨ Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.
O euro (símbolo: €) é a moeda oficial da Zona do Euro, a qual é constituída por 19 dos 27 estados-membro da União Europeia. Cássio foi à casa de câmbio e efetuou a troca de dinheiro, saindo de lá com as cédulas de euro apresentadas abaixo:

Sabendo que a taxa de conversão empregada na transação foi de 0,15 € = R$ 1, o valor que Cássio usou para efetuar a troca foi:
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A Psicologia dos Reality Shows
Por Rafael Battaglia
- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do período a seguir, mantendo-se as mesmas relações de referência e de sentido.
“Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro” (l. 06).
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A Psicologia dos Reality Shows
Por Rafael Battaglia
- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Considerando o emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:
I. Nas linhas 12-13, o emprego das aspas deve-se à marcação de discurso direto.
II. Na linha 18, os dois pontos indicam a introdução de uma fala de terceiros em discurso direto.
III. Na linha 34, a dupla vírgula marca a separação de um aposto.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A Psicologia dos Reality Shows
Por Rafael Battaglia
- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa na qual a palavra “se” NÃO seja um indicador de ação reflexiva.
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A Psicologia dos Reality Shows
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- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que NÃO indica uma palavra que tenha significado semelhante ao do vocábulo “homéricas” (l. 29).
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A Psicologia dos Reality Shows
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- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa na qual haja o emprego da linguagem denotativa.
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A Psicologia dos Reality Shows
Por Rafael Battaglia
- Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
- uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
- diretora da escola.
- Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
- que os participantes ficam em competição constante.
- Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
- ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
- entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
- Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
- do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
- todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
- com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. “Todos nós buscamos, de
- alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social”, diz Marcelo Santos, professor de
- psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
- Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
- produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
- um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
- dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
- sentir desconfortável.
- Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
- comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
- e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
- lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
- cima.
- “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
- explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
- tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
- facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
- transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
- “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
- sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
- Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
- consumiam esse tipo de entretenimento.
- A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
- humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
- outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
- sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
- Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
- psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
- a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
- a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
- brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
- sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
- alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 18, 22 e 36.
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