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Foram encontradas 40 questões.

2735449 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.

Seja f: ℝ → ℝ a função real definida por f(x) = 3x − 18. Para qual valor do domínio a imagem de f é nula?

 

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2735448 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.

O satélite Cheops da Agência Espacial Europeia teve um encontro inesperado: ao explorar dois exoplanetas próximos à estrela Nu2 Lupi, ele detectou um terceiro, raro e "sem nenhum equivalente conhecido". Os cientistas notaram que a medida do raio desse planeta é 2,5 vezes maior que o raio da Terra e 8,8 vezes mais pesado (Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia. Acesso em: 26 de jun. 2021 – adaptado).

Considerando as informações apresentadas e que o diâmetro da Terra seja 12.750 quilômetros, o raio do exoplaneta encontrado pelo satélite da ESA é, em quilômetros, igual a:

 

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2735447 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.

Segundo dados do IBGE, os estados brasileiros com menos de um milhão de habitantes são Roraima, Amapá e Acre. O estado de Roraima apresenta 224,9 mil habitantes a menos que o estado do Amapá, enquanto o estado do Acre apresenta 29,3 mil habitantes a mais que o estado do Amapá. Nessas condições, é correto afirmar que a população do estado do Acre supera a população do estado de Roraima, em números de habitantes, igual a:

 

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2735446 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Note e adote a lista de símbolos: ∧ Conector “e” ; ∨ Conector “ou”; Conector “ou” exclusivo; → Conector “Se...então...” ; ↔ Conector “Se e somente se”; ~ Negação de uma proposição.

O euro (símbolo: €) é a moeda oficial da Zona do Euro, a qual é constituída por 19 dos 27 estados-membro da União Europeia. Cássio foi à casa de câmbio e efetuou a troca de dinheiro, saindo de lá com as cédulas de euro apresentadas abaixo:

Enunciado 2955595-1

Sabendo que a taxa de conversão empregada na transação foi de 0,15 € = R$ 1, o valor que Cássio usou para efetuar a troca foi:

 

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2735409 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A Psicologia dos Reality Shows

Por Rafael Battaglia

  1. Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
  2. uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
  3. diretora da escola.
  4. Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
  5. que os participantes ficam em competição constante.
  6. Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
  7. ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
  8. entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
  9. Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
  10. do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
  11. todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
  12. com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. Todos nós buscamos, de
  13. alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social, diz Marcelo Santos, professor de
  14. psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
  15. Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
  16. produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
  17. um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
  18. dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
  19. sentir desconfortável.
  20. Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
  21. comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
  22. e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
  23. lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
  24. cima.
  25. “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
  26. explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
  27. tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
  28. facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
  29. transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
  30. “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
  31. sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
  32. Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
  33. consumiam esse tipo de entretenimento.
  34. A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
  35. humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
  36. outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
  37. sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
  38. Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
  39. psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
  40. a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
  41. a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
  42. brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
  43. sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
  44. alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do período a seguir, mantendo-se as mesmas relações de referência e de sentido.

“Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro” (l. 06).

 

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2735408 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A Psicologia dos Reality Shows

Por Rafael Battaglia

  1. Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
  2. uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
  3. diretora da escola.
  4. Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
  5. que os participantes ficam em competição constante.
  6. Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
  7. ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
  8. entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
  9. Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
  10. do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
  11. todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
  12. com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. Todos nós buscamos, de
  13. alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social, diz Marcelo Santos, professor de
  14. psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
  15. Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
  16. produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
  17. um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
  18. dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
  19. sentir desconfortável.
  20. Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
  21. comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
  22. e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
  23. lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
  24. cima.
  25. “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
  26. explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
  27. tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
  28. facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
  29. transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
  30. “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
  31. sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
  32. Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
  33. consumiam esse tipo de entretenimento.
  34. A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
  35. humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
  36. outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
  37. sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
  38. Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
  39. psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
  40. a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
  41. a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
  42. brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
  43. sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
  44. alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:

I. Nas linhas 12-13, o emprego das aspas deve-se à marcação de discurso direto.

II. Na linha 18, os dois pontos indicam a introdução de uma fala de terceiros em discurso direto.

III. Na linha 34, a dupla vírgula marca a separação de um aposto.

Quais estão corretas?

 

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2735407 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A Psicologia dos Reality Shows

Por Rafael Battaglia

  1. Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
  2. uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
  3. diretora da escola.
  4. Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
  5. que os participantes ficam em competição constante.
  6. Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
  7. ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
  8. entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
  9. Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
  10. do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
  11. todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
  12. com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. Todos nós buscamos, de
  13. alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social, diz Marcelo Santos, professor de
  14. psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
  15. Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
  16. produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
  17. um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
  18. dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
  19. sentir desconfortável.
  20. Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
  21. comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
  22. e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
  23. lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
  24. cima.
  25. “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
  26. explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
  27. tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
  28. facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
  29. transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
  30. “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
  31. sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
  32. Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
  33. consumiam esse tipo de entretenimento.
  34. A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
  35. humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
  36. outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
  37. sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
  38. Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
  39. psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
  40. a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
  41. a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
  42. brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
  43. sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
  44. alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa na qual a palavra “se” NÃO seja um indicador de ação reflexiva.

 

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2735406 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A Psicologia dos Reality Shows

Por Rafael Battaglia

  1. Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
  2. uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
  3. diretora da escola.
  4. Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
  5. que os participantes ficam em competição constante.
  6. Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
  7. ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
  8. entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
  9. Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
  10. do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
  11. todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
  12. com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. Todos nós buscamos, de
  13. alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social, diz Marcelo Santos, professor de
  14. psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
  15. Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
  16. produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
  17. um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
  18. dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
  19. sentir desconfortável.
  20. Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
  21. comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
  22. e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
  23. lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
  24. cima.
  25. “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
  26. explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
  27. tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
  28. facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
  29. transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
  30. “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
  31. sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
  32. Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
  33. consumiam esse tipo de entretenimento.
  34. A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
  35. humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
  36. outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
  37. sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
  38. Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
  39. psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
  40. a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
  41. a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
  42. brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
  43. sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
  44. alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que NÃO indica uma palavra que tenha significado semelhante ao do vocábulo “homéricas” (l. 29).

 

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2735405 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A Psicologia dos Reality Shows

Por Rafael Battaglia

  1. Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
  2. uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
  3. diretora da escola.
  4. Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
  5. que os participantes ficam em competição constante.
  6. Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
  7. ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
  8. entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
  9. Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
  10. do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
  11. todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
  12. com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. Todos nós buscamos, de
  13. alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social, diz Marcelo Santos, professor de
  14. psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
  15. Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
  16. produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
  17. um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
  18. dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
  19. sentir desconfortável.
  20. Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
  21. comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
  22. e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
  23. lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
  24. cima.
  25. “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
  26. explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
  27. tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
  28. facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
  29. transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
  30. “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
  31. sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
  32. Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
  33. consumiam esse tipo de entretenimento.
  34. A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
  35. humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
  36. outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
  37. sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
  38. Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
  39. psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
  40. a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
  41. a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
  42. brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
  43. sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
  44. alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa na qual haja o emprego da linguagem denotativa.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2735404 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São José Ausentes-RS

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A Psicologia dos Reality Shows

Por Rafael Battaglia

  1. Na vida normal, é fácil escapar de situações que gerem algum problema, e sempre há
  2. uma autoridade quem invocar em caso de conflito: o síndico do prédio, o RH da empresa, a
  3. diretora da escola.
  4. Num BBB, não. Você precisa resolver tudo na raça. E o ambiente estimula os conflitos, já
  5. que os participantes ficam em competição constante.
  6. Quando o pessoal entra na casa, tudo é novidade, claro. É como o primeiro dia da escola
  7. ou um novo emprego: nossa atitude é analisar o ambiente. Depois, procuramos semelhanças
  8. entre as pessoas, e ficamos amigos de quem despertou nossa empatia. Normal.
  9. Então começa a análise política. O jogo ali é equilibrar o desafio de eliminar participantes
  10. do jogo e evitar que você seja esse eliminado. Dessa forma, não há como fazer amizade com
  11. todo mundo e ficar por isso mesmo. Os participantes precisam detectar quem tende a colaborar
  12. com eles, e identificar possíveis traidores. E aí criam-se as panelas. Todos nós buscamos, de
  13. alguma maneira, posicionamentos dentro da vida social, diz Marcelo Santos, professor de
  14. psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
  15. Dentro da casa, alguns participantes são submetidos a castigos, tipo o do “monstro”: a
  16. produção escolhe uma fantasia e, em alguns momentos aleatórios do dia, são obrigados a pagar
  17. um mico, como uma dancinha. Essa brincadeira, assim como as da vida real, é uma via de mão
  18. dupla: quem não liga para o ve...ame se diverte; mas pode e vai deixar vulnerável quem se
  19. sentir desconfortável.
  20. Algumas dinâmicas dentro da casa são feitas para turbinar certos tipos de
  21. comportamento. As festas, regadas bebidas alcoólicas, servem para que as pessoas se
  22. e...ponham. Já as provas de liderança e outras atividades com prêmios funcionam como um
  23. lembrete de que aquilo é uma competição, e mantêm o nível de rivalidade, e de estresse, lá em
  24. cima.
  25. “Em situações de estresse, o nosso organismo se prepara para dois modos: lutar ou fugir”,
  26. explica Cláudia Oshiro, professora de psicologia da USP. No Big Brother, não há como fugir – e
  27. tentar conviver num ambiente aversivo causa alterações de humor. Os participantes se tornam
  28. facilmente irritáveis. Então coisas banais, como uma cama desarrumada ou uma louça suja, se
  29. transformam em brigas homéricas – que são uma delícia de assistir.
  30. “Existe a crença de que, em uma situação de grande pressão, as ‘máscaras vão cair’, e o
  31. sujeito vai revelar quem realmente é”, diz Bruno Campanella, professor de comunicação da
  32. Universidade Federal Fluminense (UFF), que, na década passada, estudou como fãs brasileiros
  33. consumiam esse tipo de entretenimento.
  34. A chave é que nós, humanos, somos animais sociais. Sentimos prazer quando outro
  35. humano “revela sua personalidade” – já que isso nos dá ferramentas para conviver com esse
  36. outro humano. Não importa que o outro esteja atrá... de uma tela de TV: temos o instinto de
  37. sentir prazer ao ver as máscaras caindo.
  38. Outro ponto essencial num reality é o conceito de “aversão perda”, identificado pelo
  39. psicólogo americano e Nobel de Economia Daniel Kahneman. Seus experimentos mostram que
  40. a dor por uma perda é maior que a alegria por uma vitória. Traduzindo isso em termos de BBB:
  41. a dor de ser indicado para o paredão é maior do que a alegria de sobreviver ao paredão. Os
  42. brothers, então, farão de tudo para não passar por tal constrangimento. Como somos animais
  43. sociais, isso significa que não mediremos esforços para tecer as melhores alianças – o que
  44. alimenta o estresse geral, e a atratividade do programa.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-psicologia-dos-reality-shows/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 18, 22 e 36.

 

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