De acordo com a Lei Municipal n.º 1.416/2022, que trata do
Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de São
Gonçalo, das autarquias e das Fundações Públicas Municipais,
uma das hipóteses que configura a vacância do cargo público é a:
Em consonância com a Lei Municipal n.º 1.416/2022, que
trata do Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município
de São Gonçalo, das autarquias e das Fundações Públicas
Municipais, o servidor faz jus, no mês de dezembro, à percepção,
por mês de labor no respectivo ano, ao recebimento de 1/12 (um
doze avos) da remuneração correspondente ao/à:
De acordo com a Lei Municipal n.º 1.416/2022, que trata do
Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de São
Gonçalo, das autarquias e das Fundações Públicas Municipais, o
efetivo desempenho das atribuições do cargo público ao qual se
vincula um servidor público se traduz no/a:
O cidadão X pretende ingressar no serviço público do
município de São Gonçalo/RJ. Para tanto, cumpre a esse cidadão,
com base na Lei Municipal n.º 1.416/2022 (Regime Jurídico dos
Servidores Públicos do Município de São Gonçalo, das autarquias
e das Fundações Públicas Municipais), para fins de nomeação
em cargo público de provimento efetivo, obedecida a ordem de
classificação e sua validade, submeter-se à prévia habilitação em
concurso público:
De acordo com os marcos legais da educação brasileira,
torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e
indígena, em concordância com o princípio da consideração com
a diversidade étnico-racial, nos estabelecimentos de ensino:
A abordagem sociointeracionista de Vygotsky se contrapõe
aos postulados inatistas, que podem servir para justificar práticas
pedagógicas espontaneístas, pouco desafiadoras; bem como
aos postulados do ambientalismo, que podem legitimar o fazer
pedagógico assistencialista, que tenta compensar as “carências
sociais” das crianças provenientes das classes populares. Com
base nos pressupostos de Vygotsky, a qualidade do trabalho
pedagógico está associada à:
Alguns professores defendem o não planejar, usando o
discurso de que se permitem “ser criativos”. Segundo Celso
Vasconcellos (2012, p. 9), entretanto, agindo “na base do
improviso, da falta de um planejamento mais rigoroso, muito
provavelmente o que teremos em aula será mais do mesmo,
considerando o enorme peso das estruturas materiais da escola
e das estruturas mentais de professores e alunos”. Para o autor,
então, o ato de planejar – antecipar mentalmente uma ação a
ser realizada e agir de acordo com o previsto – é fundamental à
educação e se dá em diferentes níveis: enquanto o Planejamento
de Sistema de Ensino é o de maior abrangência, pois é feito
em âmbito nacional, estadual ou municipal, para enfrentar os
problemas de demanda, alocação e gerenciamento de recursos;
o Projeto de Ensino-Aprendizagem é o/a:
Quando uma rede de ensino adota os ciclos de formação
como modo de organizar os processos de ensino e aprendizagem,
surge a necessidade de revisão e mudança de determinadas
concepções de avaliação que se traduzem e se perpetuam
em práticas discriminatórias e redutoras das possibilidades de
aprender. Nesse sentido, ao repensar a concepção de avaliação
do ensino e da aprendizagem nos ciclos de formação, é preciso:
Joana, professora do ensino fundamental, compreende que
o papel da escola é o preparo intelectual e moral dos estudantes,
a fim de que possam assumir a sua posição na sociedade. Sendo
assim, segue alguns passos bem definidos em sua aula: a)
preparação do aluno, despertando seu interesse e recordando
a matéria anterior; b) apresentação do conteúdo, com destaque
para pontos-chave; c) associação do assunto novo com o que
já foi estudado; d) generalização ou sistematização do conteúdo;
e) aplicação, com resolução de exercícios. Analisando tais
elementos de sua prática, pode-se afirmar que Joana subsidia
seu fazer pedagógico na tendência:
Dentre as funções da Educação de Jovens e Adultos (EJA)
enumeradas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, há aquela que
constitui o próprio sentido da EJA, conhecida como: