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Com relação às propriedades linguísticas do texto anterior, julgue os itens a seguir.
Na linha 5, o termo “uma queixa recorrente dos professores” é complemento da forma verbal “Há”.
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Catar feijão
1 Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
4 e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
7 pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
10 Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
13 um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
16 obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue os próximos itens.
No verso 16, os termos “fluviante” e “flutual” são neologismos formados por prefixação.
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Catar feijão
1 Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
4 e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
7 pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
10 Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
13 um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
16 obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue os próximos itens.
No verso 11, o vocábulo “entre”, em suas duas ocorrências, classifica-se como preposição.
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Catar feijão
1 Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
4 e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
7 pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
10 Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
13 um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
16 obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue os próximos itens.
No primeiro verso, o verbo limitar está empregado como sinônimo de contentar.
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Catar feijão
1 Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
4 e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
7 pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
10 Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
13 um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
16 obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue os próximos itens.
A conjunção “Ora” (v.10) indica que entre a primeira e a segunda estrofes é estabelecida uma relação de causa e consequência.
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Catar feijão
1 Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
4 e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
7 pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
10 Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
13 um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
16 obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue os próximos itens.
No verso 13, o termo “imastigável” funciona como complemento nominal de “grão”.
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Catar feijão
1 Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
4 e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
7 pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
10 Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
13 um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
16 obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue os próximos itens.
Na segunda estrofe, nos versos 12 e 15, a palavra “pedra” exprime uma metáfora.
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Catar feijão
1 Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
4 e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
7 pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
10 Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
13 um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
16 obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue os próximos itens.
Haja vista as situações apresentadas no poema, a expressão “catar feijão” tem tanto sentido denotativo quanto conotativo.
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A respeito da cultura sergipana e do município de São Cristóvão, julgue os itens que se seguem.
O local em que hoje está situada a Praça São Francisco, em São Cristóvão, foi o cenário da morte de Lampião, o mais célebre representante do cangaço.
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A respeito da cultura sergipana e do município de São Cristóvão, julgue os itens que se seguem.
O Monastério de São Francisco e as igrejas da Misericórdia e do Senhor dos Passos são exemplos exponenciais da arte arquitetônica de São Cristóvão.
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