Foram encontradas 208 questões.
Dois colegas servidores, antes de chegarem à Secretaria na
qual trabalham, passam por uma padaria e compram dois pães-de-queijo. No primeiro mês, verificaram que sempre custa R$
6,20 os dois pães-de-queijo de mesmo preço. No segundo mês,
passou a custar R$ 6,30; e no terceiro, R$ 6,40. Nos meses
seguintes, o valor continuou crescendo seguindo o mesmo
crescimento dos três primeiros meses. Nesse sentido, pode-se
afirmar que o aumento do preço de um pão-de-queijo de forma
mensal, forma uma progressão de qual natureza, e qual é sua
razão?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Foi solicitado a um servidor que realizasse um processo de
dispensa de licitação. Para isso, esse servidor enviou solicitação
de orçamento para quatro diferentes fornecedores, os quais
responderam que poderiam fornecer o solicitado pelos
seguintes valores:
Considerando que o superior imediato do servidor solicitou a mediana dos valores orçados, ele responde corretamente, sendo o seguinte valor:
Considerando que o superior imediato do servidor solicitou a mediana dos valores orçados, ele responde corretamente, sendo o seguinte valor:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No contexto das urgências e emergências médicas, o
manejo adequado do trauma é fundamental. Sobre o
atendimento ao trauma, analise as assertivas:
I. A abordagem inicial do paciente politraumatizado segue o protocolo "ABCDE", priorizando vias aéreas e ventilação.
II. O controle de hemorragias externas é prioritário após garantir a perviedade das vias aéreas.
III. A imobilização de fraturas deve ser a primeira intervenção no paciente com múltiplas lesões.
Está correto o que se afirma em:
I. A abordagem inicial do paciente politraumatizado segue o protocolo "ABCDE", priorizando vias aéreas e ventilação.
II. O controle de hemorragias externas é prioritário após garantir a perviedade das vias aéreas.
III. A imobilização de fraturas deve ser a primeira intervenção no paciente com múltiplas lesões.
Está correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A cirrose hepática é uma condição patológica associada à
destruição progressiva do fígado e substituição do tecido
normal por fibrose. Entre as seguintes complicações, qual é
comumente encontrada em pacientes com cirrose avançada?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na patologia, a aterosclerose é uma doença crônica que
afeta as artérias. Ela resulta do acúmulo de lipídios e tecidos
fibrosos na camada íntima das artérias. O fator de risco mais
associado ao desenvolvimento de aterosclerose é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container