Foram encontradas 40 questões.
Abaixo é possível se observar uma matriz que fora colocada
em uma lista de exercícios proposto a uma turma de
estudantes como preparação para uma avaliação:
A matriz acima possui um determinado determinante X. Caso sejam trocados os elementos da primeira coluna pelos elementos da segunda coluna, mantendo as mesmas linhas consideradas, e vice-versa, se obterá o determinante Y. Qual das alternativas apresenta o resultado da expressão Y – X?
A matriz acima possui um determinado determinante X. Caso sejam trocados os elementos da primeira coluna pelos elementos da segunda coluna, mantendo as mesmas linhas consideradas, e vice-versa, se obterá o determinante Y. Qual das alternativas apresenta o resultado da expressão Y – X?
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3442249
Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Bernardino-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. São Bernardino-SC
Provas:
Um jovem aplicou um capital de R$ 15.000,00 durante um
ano e meio, considerando regime de juros simples, obtendo um
montante de R$ 16.350,00. O jovem se esqueceu de qual era a
taxa de aplicação mensal. Entretanto, com os dados que ele
possuía, conseguir chegar à conclusão de que a taxa mensal
dessa aplicação seria de:
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Determinado departamento de um órgão autárquico possui
5 servidores, e resolvem realizar um amigo oculto. São
colocados os nomes dos servidores em 5 diferentes papeis, os
quais são dobrados. O primeiro servidor a sortear o nome do
seu amigo oculto deseja retirar o nome de uma servidora em
específico, sua amiga. Qual a probabilidade desse servidor
conseguir sortear sua amiga?
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Dois colegas servidores, antes de chegarem à Secretaria na
qual trabalham, passam por uma padaria e compram dois pães-de-queijo. No primeiro mês, verificaram que sempre custa R$
6,20 os dois pães-de-queijo de mesmo preço. No segundo mês,
passou a custar R$ 6,30; e no terceiro, R$ 6,40. Nos meses
seguintes, o valor continuou crescendo seguindo o mesmo
crescimento dos três primeiros meses. Nesse sentido, pode-se
afirmar que o aumento do preço de um pão-de-queijo de forma
mensal, forma uma progressão de qual natureza, e qual é sua
razão?
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Foi solicitado a um servidor que realizasse um processo de
dispensa de licitação. Para isso, esse servidor enviou solicitação
de orçamento para quatro diferentes fornecedores, os quais
responderam que poderiam fornecer o solicitado pelos
seguintes valores:
Considerando que o superior imediato do servidor solicitou a mediana dos valores orçados, ele responde corretamente, sendo o seguinte valor:
Considerando que o superior imediato do servidor solicitou a mediana dos valores orçados, ele responde corretamente, sendo o seguinte valor:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
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Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Nossos pais retornaram da roça e encontraram minha avó
desorientada, com nossas cabeças mergulhadas numa tina de
água, gritando: «Ela perdeu a língua, ela cortou a língua.» Repetia
tanto que, certamente, naqueles primeiros momentos, Zeca
Chapéu Grande e Salustiana Nicolau acharam que as duas filhas
haviam se mutilado num ritual misterioso que, nas suas crenças,
precisaria de muita imaginação para explicar. A tina era uma poça
vermelha e nós duas chorávamos. Quanto mais chorávamos
abraçadas, querendo pedir desculpas, mais ficava difícil saber
quem tinha perdido a língua, quem teria que ir para o hospital a
léguas de Água Negra. O gerente da fazenda chegou numa Ford
Rural branca e verde para nos conduzir ao hospital. Essa Rural,
como chamávamos, servia aos proprietários quando estavam na
fazenda, servia a Sutério para os trabalhos como gerente, se
deslocando entre a cidade e Água Negra, ou percorrendo as
distâncias na própria fazenda, quando não queria fazer a cavalo.
Minha mãe se muniu de colchas e toalhas que recobriam as
camas e a mesa, para tentar estancar o sangue. Ela gritava para
meu pai, que colhia com as mãos trêmulas ervas nos canteiros
próximos à casa, impaciente, transmitindo seu desespero na voz,
que se tornou mais aguda, além do olhar espantado. As ervas
eram para ser usadas no caminho até o hospital, em rezas e
encantos. Os olhos de Belonísia estavam vermelhos de tanto
choro, os meus eu não conseguia sequer sentir, e minha mãe
perguntava perplexa o que havia acontecido, com o que
brincávamos, mas nossas respostas eram longos gemidos difíceis
de interpretar. Meu pai segurava a língua envolta numa de suas
poucas camisas. Mesmo naquelas horas, meu medo era que o
órgão em arrebatamento se dispusesse a falar sozinho no colo
dele sobre o que havíamos feito. Que falasse sobre nossa
curiosidade, nossa teimosia, nossa transgressão, nossa falta de
zelo e respeito por Donana e por suas coisas. Mais ainda, sobre a
nossa irresponsabilidade de colocar uma faca na boca, sabendo
que facas sangram caças, sangram as crias do quintal e matam
homens.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
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