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3458898 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Analise a frase abaixo para responder à questão.

“Além do tremendo mau gosto é uma questão nitidamente racista porque é de mau gosto você colocar uma obra identificada como ‘escravos’ e com preço” afirmou Paulo Cruz.

(msn.com. Adaptado).

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.

 

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De fato, pessoas que dizem que melhores dias _____ de vir, mas como é difícil acreditar!

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

 

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Tenho muita sorte, minha cidade é conhecida pelos espaços e pela ausência de .

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

 

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Leia o texto abaixo para responder a questão.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem- -nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise a frase abaixo para responder à questão.

A menina, “porém”, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis.

Assinale a alternativa em que o termo destacado desempenha o mesmo papel coesivo que a palavra “porém” na frase acima.

 

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Leia o texto abaixo para responder a questão.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem- -nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que os termos destacados constituem uma locução adverbial.

 

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Leia o texto abaixo para responder a questão.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem- -nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise a frase abaixo.

“Nessa noite, recusavam ‘a tela onde os seus olhares se confundiam’”.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação e ao uso dos pronomes, assinale a alternativa em que a expressão destacada é corretamente substituída por um pronome pessoal.

 

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Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem- -nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “álibis”, considerando o contexto em que aparece no texto.

 

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Leia o texto abaixo para responder a questão.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem- -nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise o trecho abaixo.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no ‘fim da carreira’, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

Considerando a polissemia da palavra “carreira” e o contexto em que ela é utilizada no texto, a construção “fim da carreira” está sendo usada em sentido

 

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Leia o texto abaixo para responder a questão.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem- -nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

De acordo com o texto, é correto afirmar que

 

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3458889 Ano: 2022
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Via é a superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais. Assim, a via caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível é denominada via

 

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