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Assinale a alternativa cujos termos entre parêntesis
substituam as palavras destacadas, em conformidade com
a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no
pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do
chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco
discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois,
duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha
têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
“Ontem de noite, vivenciando uma ‘potente’ imersão no ‘pujante’ polo de produção intelectual chamado caixinha do chaveiro”.
“Mas é aquele negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, ‘convém’ escovar os dentes”.
Assinale a alternativa cujas palavras substituam, respectivamente, os termos destacados, conservando o mesmo sentido.
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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no
pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do
chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco
discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois,
duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha
têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no
pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do
chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco
discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois,
duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha
têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no
pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do
chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco
discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois,
duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha
têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
“‘Mas se’ trouxerem pra roda família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o genérico masculino”.
É correto afirmar que os termos destacados possuem o sentido de
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duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha
têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
“Mas se trouxerem pra roda família e amigos, ‘possivelmente’ terão de se contentar com o genérico masculino”.
É correto afirmar que o termo destacado possui o sentido de
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duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
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têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
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