Foram encontradas 1.359 questões.
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Uma partícula se movimenta ao longo do eixo das abscissas a partir do ponto (–3,0), mantendo seu movimento sempre ao longo do eixo, variando sua posição apenas na horizontal, ora para a direita ora para a esquerda. O ponto de partida e os pontos de inversão do movimento em relação ao eixo são os termos da PG (–3; 6; –12; 24; –48; 96; ...). Se a partícula interromper seu movimento no 10º termo da PG, irá percorrer uma distância total equivalente a:
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Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
As informações a seguir contextualizam as questões 20 e 21. Leia-as atentamente.
João comprou um terreno em um novo bairro de loteamentos da cidade; no entanto, é necessário fazer uma cerca em torno do terreno. Sabe-se que ele usará arame farpado e colocará três fios na cerca. João, conhecendo perímetro do terreno, foi à loja de materiais de construção para comprar o arame. O preço do metro de arame farpado é R$ 1,25.

Considerando que João usará três fios para a confecção da cerca, qual o valor total gasto na compra do arame?
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Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
As informações a seguir contextualizam as questões 20 e 21. Leia-as atentamente.
João comprou um terreno em um novo bairro de loteamentos da cidade; no entanto, é necessário fazer uma cerca em torno do terreno. Sabe-se que ele usará arame farpado e colocará três fios na cerca. João, conhecendo perímetro do terreno, foi à loja de materiais de construção para comprar o arame. O preço do metro de arame farpado é R$ 1,25.

Tendo em vista que o terreno tem o tamanho igual à figura anterior, quantos metros de arame farpado João irá gastar em torno do terreno?
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Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
No setor de processos de uma repartição pública, trabalham 5 advogados e 3 fiscais. A partir desses profissionais, um grupo de 3 pessoas deve ser formado para dar um treinamento. Se este grupo precisa ter, no mínimo, um advogado e, ao menos, um fiscal, de quantas formas distintas o grupo poderá ser formado?
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Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Com o objetivo de retratar o impacto do descarte de óleo usado na pia da cozinha, a professora Cibele colocou em uma jarra vazia, sequencialmente:
1. 200 ml de água;
2. 100 ml de óleo;
3. 100 ml de uma mistura com 40% de óleo e o restante água; e,
4. 100 ml de uma mistura com 80% de óleo e o restante água.
Considerando todo o líquido despejado nesta jarra, a quantidade de óleo representa:
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Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Uma famosa cervejaria convidou um grupo de degustadores para provarem dois de seus novos sabores (A e B) em um evento. Sabe-se que 10 degustadores aprovaram os dois sabores, 27 degustadores aprovaram apenas um sabor, 25 degustadores aprovaram o sabor A e 23 degustadores não aprovaram o sabor B. Quantos degustadores participaram do evento?
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Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Certo profissional de tecnologia da informação escolhe apenas um dia por semana (de segunda a sexta-feira) para atualizar o sistema da empresa onde trabalha. Qual o número mínimo de atualizações no sistema deverão ser feitas de forma a garantir que, pelo menos, 7 atualizações sejam realizadas em um mesmo dia da semana?
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
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Vergonha e vexame
Tem muita gente aí que gostaria de ter um controle remoto para desligar o Brasil com um simples clique. Chega, arre! Vocês viram outro dia a pesquisa Datafolha com a meninada do vestibular: 44% deles pensam em ir embora. Dos que têm mais de 21 anos, 63%, se pudessem, davam no pé. E ainda eram capazes de fazer aquele gesto 100% nacionalista que o Collor, um privatista, publicou para todo mundo ver. É isso mesmo, a banana.
Agora vem o Lula e diz em Belo Horizonte que ser brasileiro virou uma vergonha. Como bom brasileiro, tal qual o maior de nossos patrícios, que é Deus, o Lula recomendou mais fé. Disse ele: “Comprar mais velas, rezar mais e acreditar no sobrenatural”. Duas indústrias progridem hoje entre nós: a de grades e a de velas, ou seja, queremos segurança aqui e lá em cima, no Céu.
Outro dia me deu uma bruta saudade do Henriquinho. O Henriquinho é o nome familiar do Henfil. A família dele ganhou agora na Justiça o direito a uma indenização. Ainda bem. O Henfil morreu de Aids contraída numa transfusão de sangue. Também dá vergonha, não dá? Um cara com aquela chispa genial morrer na flor dos anos. Brasileiro indignado, o Henfil tinha um senso de humor fantástico. Quando ele veio para o Rio, me confessou muito encabulado que não sabia crasear e até me pediu umas aulas. Como se eu pudesse ensinar.
Fique tranquilo, disse-lhe eu. Ninguém sabe. Os que sabiam morreram ou preferem fingir que não sabem. Pega mal e fica até feio. Nessa época, o Henfil, 20 anos, supunha que “vexame” era francês. Tinha uma dúvida sobre a pronúncia: seria “vechame” ou “vecsame’’? Resultado: como bom mineiro, riscou a palavra do seu vocabulário (o oral pelo menos). Um dia ele resolveu pronunciar “vexame” e caprichou como se fosse francês. Claro, foi um vexame. E todo mundo riu.
Muito pior do que essa história pitoresca do Henfil é essa mania de “a nível de”. Eu não aguento mais: a nível de é a mãe, xingo logo. Em 1900, o conde Afonso Celso publicou “Por que me ufano do meu país” e daí veio o ufanismo. Será que cem anos depois vamos escrever “Por que me envergonho do meu país”? Se eu “sabisse” disto, como diz a minha amiga Teresa, seis anos de idade, não tinha nascido brasileiro. Aí a Teresa para e, na dúvida, me pergunta: é “sabisse” ou “sabesse”? Tanto faz, respondo. Com o vexame que grassa no Brasil, qualquer coisa tá certa.
(RESENDE, Otto Lara. Bom dia para nascer: crônicas publicadas na Folha de S. Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
Considere a frase que finaliza o texto “Com o vexame que grassa no Brasil, qualquer coisa tá certa.” (5º§) A alternativa que corretamente apresenta um sinônimo que substitui o termo destacado e, assim, propõe uma reescrita sem alteração de sentido para a frase é:
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Texto I
Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização.
Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade na jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!”
Mas você pode ter uma surpresa.
- Porta aberta!
- O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
(Luís Fernando Veríssimo. In: O suicida e o computador. Porto Alegre: L&PM, 1992.)
Texto II

(Disponível em: https://www.motonline.com.br/noticia/gibi-da-turma-da-monica-em-prol-da-seguranca-no-transito/. Acesso em: 17/12/2023.)
Uma das formas de conferir efeito humorístico a um texto se dá pela quebra de expectativa. No texto II, esse recurso é utilizado de forma que o leitor é levado a pensar que:
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Disciplina: Português
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Texto I
Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização.
Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade na jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!”
Mas você pode ter uma surpresa.
- Porta aberta!
- O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
(Luís Fernando Veríssimo. In: O suicida e o computador. Porto Alegre: L&PM, 1992.)
Texto II

(Disponível em: https://www.motonline.com.br/noticia/gibi-da-turma-da-monica-em-prol-da-seguranca-no-transito/. Acesso em: 17/12/2023.)
Considere as palavras retiradas do texto II e dispostas nas alternativas a seguir. É correto afirmar que, segundo os padrões normativos da língua portuguesa, todas elas podem flexionar-se em grau (aumentativo e diminutivo), EXCETO:
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