Foram encontradas 30 questões.
Após a aplicação de um formulário de pesquisa para saber sobre a clientela e o tratamento de certa doença, o resultado foi tabulado conforme descrito abaixo:

Com base nesses dados, é correto afirmar que a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
628915
Ano: 2014
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
Provas:
As leishmanioses são doenças consideradas primariamente como zoonoses que podem acometer o homem quando este entra em contato com o ciclo de transmissão do parasito, transformando-se em uma antropozoonose. Atualmente, essa doença encontra-se entre as seis endemias consideradas prioritárias no mundo. Para evitar os riscos de transmissão, algumas medidas devem ser tomadas para combater os agentes transmissores, dentre as quais o(a)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para a questão a seguir, considere que uma gota equivale a 3 microgotas e que cada ml corresponde a 20 gotas.
Quatro mil e duzentos mililitros (4200ml) foram prescritos para serem aplicados, com microgotas, em 10 horas. Assim, a cada minuto serão aplicadas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A orientação da alimentação saudável em nível de Atenção à Saúde compõe o conjunto de ações como um recurso de promoção de saúde e, também, como tratamento para o controle e prevenção de agravos nas doenças crônicas como diabetes mellitus, hipertensão arterial entre outras. O Ministério da
Saúde elenca dez passos para uma alimentação saudável como subsídios importantes para a orientação nutricional às pessoas com doenças crônicas. Quanto a esses passos, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A amamentação é um ato que proporciona um desenvolvimento saudável e que se reflete na saúde bucal da criança. Crianças que mamam no peito têm melhor desenvolvimento da fala, da respiração e da formação da dentição. Ao abordar a mãe que amamenta seu filho, o agente comunitário de saúde deve
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No período de 2010 a 2014, os recursos do Governo Federal repassados para a Atenção Básica de Saúde encontram-se representados no gráfico abaixo.

Por esse gráfico, pode-se afirmar que o aumento de recursos no período foi de aproximadamente
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para a questão a seguir, considere que uma gota equivale a 3 microgotas e que cada ml corresponde a 20 gotas.
Uma solução medicamentosa foi prescrita para ser ministrada na dosagem de 100 gotas por minuto durante 12 horas. No total, portanto, foram prescritos
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo. (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas.
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
Em “por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?”, os parênteses são usados para
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O gráfico de uma pesquisa é exibido abaixo e mostra que o Programa Saúde da Família foi avaliado como Muito Bom ou Bom por 80,6% dos entrevistados, como Regular por 14% e como Ruim ou Muito Ruim por 5,4%.

O gráfico permite deduzir que,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão(a) de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão(b) de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões(c). A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos(d) no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo. (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas.
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
Em relação aos números citados no texto, é falsa a relação indicada em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container