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3879490 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma porção de pares, para revezar o máximo possível com as suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas, ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de 3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo, confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos. Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu salário com o fetiche, muito mais do que mulheres gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos. Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e 1970, com um monotemático, para simplesmente andar, permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão: querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a -maior-compulsao
No texto "Qual a maior compulsão?", de Fabrício Carpinejar, a pontuação contribui para o estilo marcante do autor, caracterizado pelo humor e pela crítica. Observe o trecho: "Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo, confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos mais complexos pisos."
A vírgula empregada no trecho destacado tem a função de:
 

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3879489 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma porção de pares, para revezar o máximo possível com as suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas, ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de 3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo, confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos. Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu salário com o fetiche, muito mais do que mulheres gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos. Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e 1970, com um monotemático, para simplesmente andar, permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão: querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a -maior-compulsao
No trecho "Não repetem o par na manhã seguinte.", a forma verbal "repetem" possui transitividade verbal:
 

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3879488 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma porção de pares, para revezar o máximo possível com as suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas, ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de 3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo, confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos. Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu salário com o fetiche, muito mais do que mulheres gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos. Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e 1970, com um monotemático, para simplesmente andar, permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão: querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a -maior-compulsao
Com base no texto "Qual a maior compulsão?", de Fabrício Carpinejar, analise o uso dos diferentes tipos textuais na construção do sentido. Assinale a alternativa correta que indica o tipo textual predominante no texto apresentado e sua justificativa.
 

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3879487 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma porção de pares, para revezar o máximo possível com as suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas, ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de 3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo, confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos. Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu salário com o fetiche, muito mais do que mulheres gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos. Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e 1970, com um monotemático, para simplesmente andar, permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão: querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a -maior-compulsao
Na frase "A diferença é que ele não procura os mais baratos.", retirada do texto "Qual a maior compulsão?", a oração destacada "que ele não procura os mais baratos" exerce qual função sintática no período?
 

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3879486 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma porção de pares, para revezar o máximo possível com as suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas, ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de 3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo, confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos. Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu salário com o fetiche, muito mais do que mulheres gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos. Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e 1970, com um monotemático, para simplesmente andar, permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão: querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a -maior-compulsao
No texto "Qual a maior compulsão?", observe o trecho: "Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo, confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos mais complexos pisos."
Com base na análise de vícios de linguagem, é correto afirmar que o trecho apresenta:
 

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De acordo com a Norma Regulamentadora n° 6 (NR-6), o equipamento de proteção individual (EPI) deve ser fornecido pelo empregador. Qual é o documento, emitido pelo órgão nacional competente, que garante que um EPI foi testado e aprovado para uso?
 

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3879484 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A manutenção preventiva de um conjunto motobomba em uma estação elevatória de água é fundamental para garantir sua operacionalidade e vida útil. Sobre os procedimentos de manutenção, analise as proposições:
I.A verificação do alinhamento entre o eixo do motor e o eixo da bomba é crucial, pois um desalinhamento causa vibração excessiva, desgaste prematuro de rolamentos e selos.
II.A lubrificação dos rolamentos deve seguir a recomendação do fabricante quanto ao tipo de graxa ou óleo e à periodicidade, evitando tanto a falta quanto o excesso de lubrificante.
III.O engaxetamento, quando existente, deve ser apertado ao máximo para garantir que não haja nenhum tipo de gotejamento, assegurando a vedação total.

Está correto o que se afirma em:
 

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A Norma Regulamentadora nº 33 (NR-33) estabelece os requisitos para trabalhos em espaços confinados. Um poço de visita ou uma câmara de válvulas subterrânea são exemplos de tais espaços. Sobre os procedimentos exigidos pela NR-33, analise as proposições:
I.Antes de qualquer trabalho, é obrigatória a emissão da Permissão de Entrada e Trabalho (PET), um documento que formaliza a análise de riscos e as medidas de controle.
II.É indispensável realizar a avaliação da atmosfera interna antes da entrada, medindo os níveis de oxigênio, gases inflamáveis e gases tóxicos.
III.A presença contínua de um Vigia do lado de fora do espaço confinado, em contato permanente com os trabalhadores autorizados, é um requisito obrigatório durante a realização do trabalho.

Está correto o que se afirma em:
 

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3879482 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Hidráulica
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A cavitação é um fenômeno hidráulico destrutivo que pode ocorrer em bombas centrífugas quando a pressão na entrada do rotor atinge um nível criticamente baixo. Assinale a alternativa que descreve corretamente uma condição que leva a este fenômeno.
 

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3879481 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Hidráulica
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A ABNT NBR 8160 estabelece requisitos para projeto e execução de sistemas prediais de esgoto sanitário, visando garantir seu perfeito funcionamento e a higiene ambiental. Sobre os componentes desse sistema, analise as proposições.
I.O ramal de descarga é a tubulação que recebe diretamente os efluentes dos aparelhos sanitários, enquanto o ramal de esgoto recebe os efluentes de um ou mais ramais de descarga.
II.O tubo de queda é a tubulação vertical que recebe os efluentes dos ramais de esgoto e de descarga de um ou mais pavimentos.
III.O tubo ventilador tem como uma de suas funções permitir a entrada de ar no sistema para proteger os fechos hídricos dos sifões contra o rompimento por sobrepressão ou por sucção.

Está correto o que se afirma em:
 

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