Foram encontradas 192 questões.
A carta é um gênero textual usado na correspondência e
tem como objetivo estabelecer uma comunicação direta
entre os interlocutores, permitindo a transmissão de
diferentes tipos de mensagens. Com base nisso, analise
as estruturas a seguir, relacionadas a esse gênero, e
marque (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas:
(__)Cabeçalho: normalmente, indica-se a cidade e a data em que a carta foi escrita, posicionadas no canto superior do texto.
(__)Corpo da carta: parte onde a mensagem é realmente transmitida. No caso das cartas pessoais, seu tamanho e organização podem variar de acordo com características individuais.
(__)Desfecho: parte final do texto, podendo estar integrado ao corpo ou destacado logo abaixo. Nele, o autor conclui sua mensagem, expressa cordialidade e realiza a despedida.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
(__)Cabeçalho: normalmente, indica-se a cidade e a data em que a carta foi escrita, posicionadas no canto superior do texto.
(__)Corpo da carta: parte onde a mensagem é realmente transmitida. No caso das cartas pessoais, seu tamanho e organização podem variar de acordo com características individuais.
(__)Desfecho: parte final do texto, podendo estar integrado ao corpo ou destacado logo abaixo. Nele, o autor conclui sua mensagem, expressa cordialidade e realiza a despedida.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
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Tecnologias digitais na educação com alunos
autistas
O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/25/28/tecnologia-digital-c
omo-apoio-pedagogico-para-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista
" O coletivo é um substantivo comum, que, mesmo estando no singular, indica vários seres de uma mesma espécie. O vocábulo 'turma', por exemplo, é o substantivo que representa um conjunto de 'alunos'.
A seguir, identifique a alternativa que não apresenta um substantivo coletivo. A seguir, identifique a alternativa em que não há um substantivo coletivo.
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Tecnologias digitais na educação com alunos
autistas
O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/25/28/tecnologia-digital-c
omo-apoio-pedagogico-para-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista
Com base na acentuação dos vocábulos presentes no trecho, identifique a alternativa INCORRETA.
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autistas
O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
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Identifique a alternativa em que os vocábulos estão todos grafados corretamente com hífen, assim como o vocábulo 'ensino-aprendizagem'.
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do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
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Identifique a alternativa que classifica INCORRETAMENTE o vocábulo quanto à classe gramatical.
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O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
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omo-apoio-pedagogico-para-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista
I.Ele precisou enchugar os gastos da empresa para evitar prejuízos.
II.Depois de perder o jogo, ele ficou muito chateado e preferiu ficar sozinho.
III.A população ficou revoltada e tentou linchar o criminoso que havia cometido o roubo.
IV.Não gosto que mecham nas minhas coisas sem permissão.
O dígrafo 'ch' está corretamente empregado em:
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O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/25/28/tecnologia-digital-c
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Quanto à divisão silábica dos vocábulos presentes no texto, analise a afirmativa INCORRETA.
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O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
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omo-apoio-pedagogico-para-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista
Com base na separação silábica, na classificação dos tipos de sílabas e na ortografia dos vocábulos presentes no trecho, marque a alternativa INCORRETA.
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O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/25/28/tecnologia-digital-c
omo-apoio-pedagogico-para-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista
Identifique em qual alternativa os vocábulos destacados pertencem a mesma classe gramatical do destacado no trecho acima.
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Tecnologias digitais na educação com alunos
autistas
O século XX intensificou as pesquisas sobre o transtorno
do espectro autista e sobre as tecnologias. No decorrer
dos anos, os estudos avançaram, mas ainda existem
grandes desafios pela frente. Portanto, cabe pensar no
reflexo que a tecnologia trouxe, principalmente no que
diz respeito às pesquisas sobre o TEA, de modo que
ajuda as crianças a superarem algumas dificuldades
(Silva; Artuso; Tortato, 2020).
As novas tecnologias digitais apresentam grandes
mudanças estruturais na sociedade, pois o acesso a elas
facilitou muito a aquisição de novos conhecimentos e a
diminuição da exclusão social, trazendo mais informação
e autonomia para todos (Rego et al., 2022).
Segundo Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia
globalizou o mundo, e hoje não é possível viver em
sociedade sem os recursos tecnológicos. Sendo assim,
torna-se necessário refletir sobre o uso da tecnologia. A
ciência e a tecnologia podem servir como meios
adequados no processo de ensino-aprendizagem, desde
que os recursos tecnológicos sejam efetivamente
desenvolvidos, auxiliando as habilidades dos alunos
autistas.
Logo, o professor deve se adequar a novas
metodologias para ajudar os alunos autistas na sala de
aula, desenvolvendo os conteúdos de forma
diferenciada, de modo que o aluno com transtornos
possa aprender o conteúdo proposto (Oliveira; Tomaz;
Silva, 2021).
Para Silva, Artuso e Tortato (2020), a tecnologia pode
contribuir para melhorar a sociedade como um todo,
promovendo uma educação mais alinhada, humana e
atenta às particularidades de cada aluno, não apenas
dos alunos autistas, mas de todos que necessitam de
apoio para se desenvolver em diversos aspectos. Assim,
a utilização de novos recursos digitais na aprendizagem
tem como objetivo o desenvolvimento dos alunos e de
suas habilidades.
No mundo em que vivemos hoje, necessitamos das
tecnologias digitais e da internet para quase tudo. O uso
de tecnologias na educação inclusiva de alunos com
Transtorno do Espectro Autista deve fazer parte de uma
proposta pedagógica baseada no bom senso, conforme
discutido nesta proposta. Essa iniciativa precisa ser
ampliada de forma cada vez mais ativa, a fim de alcançar
o maior número possível de autistas e também outros
alunos com diferentes transtornos que necessitam de
ajuda para desenvolver habilidades e absorver novos
conhecimentos (Silva; Artuso; Tortato, 2020).
Os efeitos positivos da tecnologia digital aplicam-se
quando utilizados com boas intenções, visando alcançar
os objetivos propostos. O autista pode apresentar
diversos enigmas, visto que não há um diagnóstico
absolutamente preciso, nem uma cura para o transtorno.
Desse modo, o tratamento ideal é iniciado o mais cedo
possível, na infância, para que o aluno seja estimulado e
tenha melhores chances de desenvolvimento (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
As tecnologias digitais no processo de
ensino-aprendizagem com alunos diagnosticados com
TEA trazem práticas com bons resultados, promovendo o
desenvolvimento cognitivo, aperfeiçoando o
relacionamento afetivo e auxiliando no processo de
tomada de decisões, entre outros benefícios (Silva;
Artuso; Tortato, 2020).
Não se pode considerar que a tecnologia digital seja a
solução para tudo, mas ela pode auxiliar. As escolas
precisam estar preparadas para lidar com alunos com
transtornos, compreendendo suas limitações e
habilidades. Sendo assim, a tecnologia será um
instrumento de alta relevância no processo de inclusão
escolar, complementando o aprendizado.
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/25/28/tecnologia-digital-c
omo-apoio-pedagogico-para-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista
I.O adjetivo 'positivos' está no plural para concordar com o substantivo 'efeitos', que também está no plural.
II.O adjetivo 'utilizados' está concordando adequadamente com o vocábulo 'tecnologia digital'.
III.O adjetivo 'preciso' está no singular concordando adequadamente com o substantivo 'transtorno' , que também está no singular.
IV.O adjetivo 'diversos' está concordando adequadamente com o substantivo 'enigmas'.
É correto o que se afirma em:
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