Foram encontradas 136 questões.
Rogério, jogador de futebol da Escolinha Preparatória de Craques, estava treinando cobrança de pênaltis
em preparação para a partida final do campeonato municipal do qual sua equipe está participando. Em 18
cobranças, Rogério teve sucesso 12 vezes. A razão entre o número de acertos e o número total de cobranças
foi de:
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Beatriz, uma ciclista profissional, está se preparando para uma competição nacional. Ela pedala 45 km
de segunda a sexta-feira. No sábado, pedala 60 km e no domingo, 80 km. Se nessa preparação ela treinou
três semanas seguidas, o total de quilômetros percorridos foi de:
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O valor do pote de sorvete de 2 litros, vendido em um mercado, é apresentado na tabela seguir. Mara está
interessada em levar um pote de cada sabor. Se ela dispõe de R$ 100,00 e comprar apenas um pote de cada
sabor, qual será o valor que lhe sobrará?


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TEXTO 2
Nunca consigo deixar de dar esmola. Quando vejo uma pessoa na miséria absoluta, meto a mão no bolso
e dou uma ajuda. Naquele momento em que recebe uma ajuda, a pessoa excluída de um processo social injusto
pode comer alguma coisa. Em tese, pode ser correta a ideia de que “dar esmolas não é bom nem para quem dá
nem para quem recebe”. Mas, na prática, a realidade é outra. Quem pede esmola está ou deve estar com fome.
Vivo em contradição, e acho que é a mesma que, no fundo, todo mundo vive. O ideal seria um mundo sem
esmola em que todos tivessem emprego, ganhassem o seu salário, tivessem a sua dignidade, sua cidadania
resguardada. Mas, infelizmente, nós vivemos em um país onde 20% da população vive na indigência.
Com tanta miséria, o que eu vou fazer no momento em que um menino, com fome, descalço,
visivelmente fraco, me pede uma esmola? Vou dizer para ele: Não, vá trabalhar! Não posso dizer isso. Estas
campanhas como “não dê esmolas” só terão validade se antes for criada uma alternativa verdadeira. Se não,
tornam-se perversas. Na situação atual, negar uma esmola a um excluído é um ato de insensibilidade. Não é
difícil acabar com a miséria no Brasil, mas não basta apenas o discurso. A comparação entre o que se faz na
área social com o que se faz para salvar bancos é válida, porque, para algumas coisas no Brasil, somos rápidos
e eficientes, mas, para outras, somos lentos e ineficientes, como no trato da questão social.
A miséria é uma vergonha para todos nós e, às vezes, chegamos a nos sentir cúmplices. Em alguma
medida, podemos ter responsabilidade, uns muito mais do que a maioria. A esmola não é alienante, a não ser
quando é a única ação contra a miséria. Eu posso, ao ver uma pessoa cair na rua, dizer, comodamente: um
médico é que deve atender você. Acho que contemplar ou passar por cima é a pior coisa que uma pessoa pode
fazer.
Fonte: SOUZA, Herbert de. Deve-se dar esmolas? IstoÉ, São Paulo, 19 jun. 1996.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
TEXTO 2
Nunca consigo deixar de dar esmola. Quando vejo uma pessoa na miséria absoluta, meto a mão no bolso
e dou uma ajuda. Naquele momento em que recebe uma ajuda, a pessoa excluída de um processo social injusto
pode comer alguma coisa. Em tese, pode ser correta a ideia de que “dar esmolas não é bom nem para quem dá
nem para quem recebe”. Mas, na prática, a realidade é outra. Quem pede esmola está ou deve estar com fome.
Vivo em contradição, e acho que é a mesma que, no fundo, todo mundo vive. O ideal seria um mundo sem
esmola em que todos tivessem emprego, ganhassem o seu salário, tivessem a sua dignidade, sua cidadania
resguardada. Mas, infelizmente, nós vivemos em um país onde 20% da população vive na indigência.
Com tanta miséria, o que eu vou fazer no momento em que um menino, com fome, descalço,
visivelmente fraco, me pede uma esmola? Vou dizer para ele: Não, vá trabalhar! Não posso dizer isso. Estas
campanhas como “não dê esmolas” só terão validade se antes for criada uma alternativa verdadeira. Se não,
tornam-se perversas. Na situação atual, negar uma esmola a um excluído é um ato de insensibilidade. Não é
difícil acabar com a miséria no Brasil, mas não basta apenas o discurso. A comparação entre o que se faz na
área social com o que se faz para salvar bancos é válida, porque, para algumas coisas no Brasil, somos rápidos
e eficientes, mas, para outras, somos lentos e ineficientes, como no trato da questão social.
A miséria é uma vergonha para todos nós e, às vezes, chegamos a nos sentir cúmplices. Em alguma
medida, podemos ter responsabilidade, uns muito mais do que a maioria. A esmola não é alienante, a não ser
quando é a única ação contra a miséria. Eu posso, ao ver uma pessoa cair na rua, dizer, comodamente: um
médico é que deve atender você. Acho que contemplar ou passar por cima é a pior coisa que uma pessoa pode
fazer.
Fonte: SOUZA, Herbert de. Deve-se dar esmolas? IstoÉ, São Paulo, 19 jun. 1996.
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TEXTO 2
Nunca consigo deixar de dar esmola. Quando vejo uma pessoa na miséria absoluta, meto a mão no bolso
e dou uma ajuda. Naquele momento em que recebe uma ajuda, a pessoa excluída de um processo social injusto
pode comer alguma coisa. Em tese, pode ser correta a ideia de que “dar esmolas não é bom nem para quem dá
nem para quem recebe”. Mas, na prática, a realidade é outra. Quem pede esmola está ou deve estar com fome.
Vivo em contradição, e acho que é a mesma que, no fundo, todo mundo vive. O ideal seria um mundo sem
esmola em que todos tivessem emprego, ganhassem o seu salário, tivessem a sua dignidade, sua cidadania
resguardada. Mas, infelizmente, nós vivemos em um país onde 20% da população vive na indigência.
Com tanta miséria, o que eu vou fazer no momento em que um menino, com fome, descalço,
visivelmente fraco, me pede uma esmola? Vou dizer para ele: Não, vá trabalhar! Não posso dizer isso. Estas
campanhas como “não dê esmolas” só terão validade se antes for criada uma alternativa verdadeira. Se não,
tornam-se perversas. Na situação atual, negar uma esmola a um excluído é um ato de insensibilidade. Não é
difícil acabar com a miséria no Brasil, mas não basta apenas o discurso. A comparação entre o que se faz na
área social com o que se faz para salvar bancos é válida, porque, para algumas coisas no Brasil, somos rápidos
e eficientes, mas, para outras, somos lentos e ineficientes, como no trato da questão social.
A miséria é uma vergonha para todos nós e, às vezes, chegamos a nos sentir cúmplices. Em alguma
medida, podemos ter responsabilidade, uns muito mais do que a maioria. A esmola não é alienante, a não ser
quando é a única ação contra a miséria. Eu posso, ao ver uma pessoa cair na rua, dizer, comodamente: um
médico é que deve atender você. Acho que contemplar ou passar por cima é a pior coisa que uma pessoa pode
fazer.
Fonte: SOUZA, Herbert de. Deve-se dar esmolas? IstoÉ, São Paulo, 19 jun. 1996.
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TEXTO 2
Nunca consigo deixar de dar esmola. Quando vejo uma pessoa na miséria absoluta, meto a mão no bolso
e dou uma ajuda. Naquele momento em que recebe uma ajuda, a pessoa excluída de um processo social injusto
pode comer alguma coisa. Em tese, pode ser correta a ideia de que “dar esmolas não é bom nem para quem dá
nem para quem recebe”. Mas, na prática, a realidade é outra. Quem pede esmola está ou deve estar com fome.
Vivo em contradição, e acho que é a mesma que, no fundo, todo mundo vive. O ideal seria um mundo sem
esmola em que todos tivessem emprego, ganhassem o seu salário, tivessem a sua dignidade, sua cidadania
resguardada. Mas, infelizmente, nós vivemos em um país onde 20% da população vive na indigência.
Com tanta miséria, o que eu vou fazer no momento em que um menino, com fome, descalço,
visivelmente fraco, me pede uma esmola? Vou dizer para ele: Não, vá trabalhar! Não posso dizer isso. Estas
campanhas como “não dê esmolas” só terão validade se antes for criada uma alternativa verdadeira. Se não,
tornam-se perversas. Na situação atual, negar uma esmola a um excluído é um ato de insensibilidade. Não é
difícil acabar com a miséria no Brasil, mas não basta apenas o discurso. A comparação entre o que se faz na
área social com o que se faz para salvar bancos é válida, porque, para algumas coisas no Brasil, somos rápidos
e eficientes, mas, para outras, somos lentos e ineficientes, como no trato da questão social.
A miséria é uma vergonha para todos nós e, às vezes, chegamos a nos sentir cúmplices. Em alguma
medida, podemos ter responsabilidade, uns muito mais do que a maioria. A esmola não é alienante, a não ser
quando é a única ação contra a miséria. Eu posso, ao ver uma pessoa cair na rua, dizer, comodamente: um
médico é que deve atender você. Acho que contemplar ou passar por cima é a pior coisa que uma pessoa pode
fazer.
Fonte: SOUZA, Herbert de. Deve-se dar esmolas? IstoÉ, São Paulo, 19 jun. 1996.
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TEXTO 1
Quem dobrasse à esquerda encontraria logo o portão. Abrindo-o, estaria no jardim – modesto jardim,
onde outrora houvera uma roseira que morreu de solidão. Do jardim saía a alameda de samambaias que daria
acesso à varanda. Em dias de domingo – que os havia plenos de luz e de azul – já a meio caminho, entre as
samambaias, um ouvido mais familiarizado conosco, os de lá, poderia distinguir facilmente os risos da gente.
Ríamos muito, naquele tempo.
Da varanda, que dizer? Algumas cadeiras de vime, a mesinha que tinha um pé mais curto que os outros
e dois jarrões, um em cada canto, cujas plantas (nunca lhes soubemos o nome) davam umas florzinhas amarelas
e cheirosas no mês de abril, para contrariar o outono.
A entrada era uma apenas, pela direita, subindo-se a escada de mármore de três degraus. O resto da
varanda era rodeado pelo patamar onde havia, no centro, uma jardineira. Depois que o último de nós ficou mais
crescido e menos travesso, ali floriram gerânios [...].
Fonte: PORTO, Sérgio. A moça e a varanda. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (org.). As cem melhores
crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
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TEXTO 1
Quem dobrasse à esquerda encontraria logo o portão. Abrindo-o, estaria no jardim – modesto jardim,
onde outrora houvera uma roseira que morreu de solidão. Do jardim saía a alameda de samambaias que daria
acesso à varanda. Em dias de domingo – que os havia plenos de luz e de azul – já a meio caminho, entre as
samambaias, um ouvido mais familiarizado conosco, os de lá, poderia distinguir facilmente os risos da gente.
Ríamos muito, naquele tempo.
Da varanda, que dizer? Algumas cadeiras de vime, a mesinha que tinha um pé mais curto que os outros
e dois jarrões, um em cada canto, cujas plantas (nunca lhes soubemos o nome) davam umas florzinhas amarelas
e cheirosas no mês de abril, para contrariar o outono.
A entrada era uma apenas, pela direita, subindo-se a escada de mármore de três degraus. O resto da
varanda era rodeado pelo patamar onde havia, no centro, uma jardineira. Depois que o último de nós ficou mais
crescido e menos travesso, ali floriram gerânios [...].
Fonte: PORTO, Sérgio. A moça e a varanda. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (org.). As cem melhores
crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
I – “Já” e “lá” são acentuadas pela mesma regra: monossílabos tônicos terminados em A devem ser acentuados.
II – A mesma regra que explica a acentuação de “mês” explica a acentuação de “três”.
III – A palavra “mármore” é acentuada por ser proparoxítona, mesmo caso da palavra “ríamos”.
IV – A palavra “saía” é acentuada para diferenciar-se da palavra “saia”, constituindo-se um caso de acento diferencial, o que também ocorre nas formas verbais “pode” e “pôde”.
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TEXTO 1
Quem dobrasse à esquerda encontraria logo o portão. Abrindo-o, estaria no jardim – modesto jardim,
onde outrora houvera uma roseira que morreu de solidão. Do jardim saía a alameda de samambaias que daria
acesso à varanda. Em dias de domingo – que os havia plenos de luz e de azul – já a meio caminho, entre as
samambaias, um ouvido mais familiarizado conosco, os de lá, poderia distinguir facilmente os risos da gente.
Ríamos muito, naquele tempo.
Da varanda, que dizer? Algumas cadeiras de vime, a mesinha que tinha um pé mais curto que os outros
e dois jarrões, um em cada canto, cujas plantas (nunca lhes soubemos o nome) davam umas florzinhas amarelas
e cheirosas no mês de abril, para contrariar o outono.
A entrada era uma apenas, pela direita, subindo-se a escada de mármore de três degraus. O resto da
varanda era rodeado pelo patamar onde havia, no centro, uma jardineira. Depois que o último de nós ficou mais
crescido e menos travesso, ali floriram gerânios [...].
Fonte: PORTO, Sérgio. A moça e a varanda. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (org.). As cem melhores
crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
I – Na primeira ocorrência, o verbo dobrar “exige” a preposição A e a palavra “esquerda” é feminina, por isso ocorre a crase.
II – Na segunda ocorrência, o substantivo “acesso” deve ser seguido da preposição A e a palavra “varanda” é termo feminino que aceita o artigo definido feminino.
III – Nos dois casos, trata-se de uso facultativo da crase.
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