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Foram encontradas 50 questões.

Samuel está construindo uma sequência de quadrados com palitos de fósforos conforme figura abaixo.
Enunciado 495004-1
Quantos palitos de fósforos são necessários para Samuel construir 133 quadrados?
 

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Suponha que a, b, c, d, e, f, g e h denotem, nesta ordem, 8 crianças que brincam em uma roda. A brincadeira consiste em cantarolar sequencialmente a contagem de 1 a 14, eliminando da brincadeira a criança que cantarolar o número 14. Sabendo que a contagem é feita sempre no sentido horário e que a criança eliminada na primeira rodada foi a criança b, podemos afirmar que o início da contagem começou pela
 

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Sejam A e B pontos de um plano cuja distância entre eles é 400 m. Um robô irá fazer o percurso em linha reta entre os referidos pontos, conforme a seguinte regra: de dia ele percorrerá a distância de 40 m no sentido de A para B e a noite ele percorrerá a distância de 30 m no sentido de B para A. Nessas condições, em quantos dias o robô chegará ao ponto B?
 

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Quatro amigos apostaram uma corrida de bicicleta. Manoel disse: Pedro ganhou e Fábio chegou em segundo lugar. Fábio disse: Pedro chegou em segundo lugar e Antônio em terceiro lugar. Pedro disse: Antônio foi o último e Manoel o segundo. Sabendo-se que cada um dos rapazes disse uma verdade e uma mentira, podemos afirmar que
 

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Observe o sólido vazado abaixo.
Enunciado 494987-1
Então, em relação ao número de faces deste sólido, podemos dizer que ele é
 

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O homem vive entre diversos tipos de temporalidade. Na realidade, há uma percepção intuitiva de que os múltiplos sentidos de tempo se entrecruzam na vida cotidiana. A percepção mecânica objetiva, definida pelos relógios e calendários orienta nossas atividades rotineiras. Estabelece ritmos e nos auxilia operacionalmente a definir prazos e compromissos. Em um sentido consensual geral, o tempo determinado espacialmente pelos cronômetros, pela periodicidade dos meses e das estações do ano ou pela delimitação de períodos ou eras é uma abstração. O homem ocidental subordina-se pragmaticamente às suas determinações – horas, minutos, segundos, meses, anos... – e orienta as ações de acordo com sua imagem de continuidade e progressão (KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 31).
O parecer sobre a temporalidade está centrado numa contradição, num paradoxo. Essa assertiva pode ser vista em:
 

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“Quis arrancá-lo dali, mas não pude; ele estava arraigado ao chão, e só continuou a andar quando a briga cessou inteiramente, e um dos cães, mordido e vencido, foi levar a sua fome a outra parte. Notei que ficara sinceramente alegre, posto contivesse a alegria, segundo convinha a um grande filósofo. Fez-me observar a beleza do espetáculo, relembrou o objeto da luta, concluiu que os cães tinham fome; mas a privação do alimento era nada para os efeitos gerais da filosofia. Nem deixou de recordar que em algumas partes do globo o espetáculo é mais grandioso: as criaturas humanas é que disputam aos cães os ossos e outros manjares menos apetecíveis; a luta que se complica muito, porque entra em ação a inteligência do homem, com todo o acúmulo de sagacidade que lhe deram os séculos” (Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas).
A briga de cães, como pretexto, passa a ser um argumento secundário,
 

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O homem vive entre diversos tipos de temporalidade. Na realidade, há uma percepção intuitiva de que os múltiplos sentidos de tempo se entrecruzam na vida cotidiana. A percepção mecânica objetiva, definida pelos relógios e calendários orienta nossas atividades rotineiras. Estabelece ritmos e nos auxilia operacionalmente a definir prazos e compromissos. Em um sentido consensual geral, o tempo determinado espacialmente pelos cronômetros, pela periodicidade dos meses e das estações do ano ou pela delimitação de períodos ou eras é uma abstração. O homem ocidental subordina-se pragmaticamente às suas determinações – horas, minutos, segundos, meses, anos... – e orienta as ações de acordo com sua imagem de continuidade e progressão (KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 31).
Para a autora, a percepção mecânica do tempo
 

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Como seriam as coisas e as pessoas antes que lhes tivéssemos dado o sentido de nossa esperança e visão humanas? Devia ser terrível. Chovia, as coisas se ensopavam sozinhas e secavam, e depois ardiam ao sol e se crestavam em poeira. Sem dar ao mundo o nosso sentido humano, como me assusto. Tenho medo da chuva, quando a separo da cidade e dos guarda-chuvas abertos, e dos campos se embebendo de água (Clarice Lispector).
O excerto “Chovia, as coisas se ensopavam sozinhas e secavam, e depois ardiam ao sol e se crestavam em poeira” pode ser reescrito sem desvio de sentido nem subversão da norma culta na opção:
 

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Assinale a opção incorreta quanto ao emprego do acento indicativo da crase.
 

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