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Assinale a opção que apresenta um exemplo de hardware.
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Um biólogo observou o crescimento de um determinado inseto e o registrou na seguinte tabela:
| T | 0 | 0,8 | 1,4 | 1,8 | 2 |
| S | 0 | 1 | 2 | 3 | 4 |
Sabendo que, na tabela, o tamanho T do inseto (em centímetros) está em função do tempo S (em semanas), o crescimento médio semanal desse inseto nessas quatro semanas registradas foi de:
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Sabe-se que cada termo da P.A. (x− 1, x + y, 2x + 1)
representa a medida de cada um dos lados de um triângulo,
em centímetros. Se o perímetro desse triângulo é igual a 45
cm, então o menor lado desse triângulo mede:
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Suponha que em uma praça semicircular com raio
medindo 16 metros será plantada 1 árvore por metro
quadrado. Dessa maneira, o número máximo de árvores que
poderão ser plantadas nessa praça será de, aproximadamente:
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3306963
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Referência
Orgão: Pref. Rio Bonito-RJ
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Referência
Orgão: Pref. Rio Bonito-RJ
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Dos 500 funcionários de uma empresa, 60% são homens.
Entre esses homens, 35% usam óculos. Logo, o número total
de funcionários dessa empresa que são homens e usam óculos
é de:
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Se um terreno retangular possuir 60 m de perímetro, sua
área poderá ser, no máximo, de:
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O ASSALTO
Carlos Drummond de Andrade
Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o
preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém,
correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua
inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de
comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando
um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela
rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser
assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a
exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando
a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes
era como a própria sirena policial, documentando, por seu
uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria
consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém
pudesse evitá-la. Moleques de carrinho corriam em todas as
direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as
mercadorias que transportavam. Não era o instinto de
propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo
transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se,
melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se
a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um,
inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é
que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros
ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O
motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:
— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa.
Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de
bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem
movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do
módulo lunar. Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas.
Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando!
— Já sei. A tal dondoca loira.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!
— Vai ver que está caçando é marido.
— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue escorrendo!
— Sangue nada, é tomate.
Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma
joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia
joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não
levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular.
Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam
gravemente feridas. Barracas derrubadas assinalavam o
ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo
custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para
escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes
trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem
queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de
apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o
primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo
tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões
apinhados de moradores, que gritavam:
— Pega! Pega! Correu pra lá!
— Olha ela ali!
— É um mascarado! Não, são dois mascarados!
Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a
pequena distância. Foi um deitar-no-chão geral, e como não
havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído.
Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido,
confuso?
— Olha, um menino tocando matraca! E a gente com dor-de-barriga, pensando que era
metralhadora!
Caíram em cima do garoto, que sorveteu na multidão. A
senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando
sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro
assalto!
No fragmento acima, o termo sublinhado apresenta efeito de sentido:
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O ASSALTO
Carlos Drummond de Andrade
Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o
preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém,
correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua
inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de
comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando
um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela
rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser
assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a
exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando
a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes
era como a própria sirena policial, documentando, por seu
uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria
consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém
pudesse evitá-la. Moleques de carrinho corriam em todas as
direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as
mercadorias que transportavam. Não era o instinto de
propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo
transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se,
melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se
a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um,
inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é
que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros
ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O
motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:
— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa.
Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de
bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem
movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do
módulo lunar. Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas.
Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando!
— Já sei. A tal dondoca loira.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!
— Vai ver que está caçando é marido.
— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue escorrendo!
— Sangue nada, é tomate.
Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma
joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia
joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não
levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular.
Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam
gravemente feridas. Barracas derrubadas assinalavam o
ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo
custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para
escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes
trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem
queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de
apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o
primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo
tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões
apinhados de moradores, que gritavam:
— Pega! Pega! Correu pra lá!
— Olha ela ali!
— É um mascarado! Não, são dois mascarados!
Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a
pequena distância. Foi um deitar-no-chão geral, e como não
havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído.
Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido,
confuso?
— Olha, um menino tocando matraca! E a gente com dor-de-barriga, pensando que era
metralhadora!
Caíram em cima do garoto, que sorveteu na multidão. A
senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando
sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro
assalto!
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O ASSALTO
Carlos Drummond de Andrade
Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o
preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém,
correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua
inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de
comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando
um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela
rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser
assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a
exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando
a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes
era como a própria sirena policial, documentando, por seu
uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria
consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém
pudesse evitá-la. Moleques de carrinho corriam em todas as
direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as
mercadorias que transportavam. Não era o instinto de
propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo
transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se,
melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se
a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um,
inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é
que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros
ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O
motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:
— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa.
Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de
bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem
movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do
módulo lunar. Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas.
Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando!
— Já sei. A tal dondoca loira.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!
— Vai ver que está caçando é marido.
— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue escorrendo!
— Sangue nada, é tomate.
Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma
joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia
joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não
levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular.
Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam
gravemente feridas. Barracas derrubadas assinalavam o
ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo
custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para
escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes
trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem
queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de
apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o
primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo
tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões
apinhados de moradores, que gritavam:
— Pega! Pega! Correu pra lá!
— Olha ela ali!
— É um mascarado! Não, são dois mascarados!
Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a
pequena distância. Foi um deitar-no-chão geral, e como não
havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído.
Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido,
confuso?
— Olha, um menino tocando matraca! E a gente com dor-de-barriga, pensando que era
metralhadora!
Caíram em cima do garoto, que sorveteu na multidão. A
senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando
sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro
assalto!
“Foi um deitar-no-chão geral”
“E a gente com dor-de-barriga”
Conforme o Acordo Ortográfico vigente:
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O ASSALTO
Carlos Drummond de Andrade
Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o
preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém,
correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua
inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de
comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando
um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela
rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser
assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a
exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando
a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes
era como a própria sirena policial, documentando, por seu
uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria
consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém
pudesse evitá-la. Moleques de carrinho corriam em todas as
direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as
mercadorias que transportavam. Não era o instinto de
propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo
transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se,
melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se
a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um,
inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é
que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros
ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O
motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:
— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa.
Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de
bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem
movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do
módulo lunar. Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas.
Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando!
— Já sei. A tal dondoca loira.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!
— Vai ver que está caçando é marido.
— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue escorrendo!
— Sangue nada, é tomate.
Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma
joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia
joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não
levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular.
Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam
gravemente feridas. Barracas derrubadas assinalavam o
ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo
custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para
escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes
trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem
queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de
apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o
primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo
tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões
apinhados de moradores, que gritavam:
— Pega! Pega! Correu pra lá!
— Olha ela ali!
— É um mascarado! Não, são dois mascarados!
Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a
pequena distância. Foi um deitar-no-chão geral, e como não
havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído.
Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido,
confuso?
— Olha, um menino tocando matraca! E a gente com dor-de-barriga, pensando que era
metralhadora!
Caíram em cima do garoto, que sorveteu na multidão. A
senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando
sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro
assalto!
I - “Houve um rebuliço.”
II - “Havia banco naquela rua?”
III - “O assalto fora a uma joalheria”
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