Foram encontradas 30 questões.
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsConceitos Avançados do WindowsBackup do Windows
Devido ao risco de perda de informações por falhas de hardware ou software, um dos procedimentos preventivos adotados para garantir a segurança das informações é comumente conhecido como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
889003
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Provas:
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoIntrodução ao Processo de Organização
A estrutura organizacional se apresenta de diferentes formas nas vias formais e informais, cuja prática e intensidade variam de acordo com o objetivo. De acordo com Cruz (1998), existem dois tipos de estruturas formais: virtual e orientada a processos; por sua vez as estruturas orientadas ao processo podem ser classificadas em físicas, lógicas, físicas e lógicas e parciais. Dentro da classificação orientada ao processo, assinale a alternativa correta quanto à estrutura lógica.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma promoção na pizzaria onde Artur é cliente oferece um bônus de 5% a cada pizza comprada. Artur pretende acumular os bônus até não precisar pagar pela pizza. Sendo assim, qual quantidade de pizzas ele terá que consumir para atingir seu objetivo?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
879776
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Provas:
Na era da informação, qualquer organização deve, de forma perene, manter armazenados dados de forma a se manter uma série temporal e contemporânea dos dados e informações necessárias para a prestação de contas, apresentação de resultados, sistemas financeiros de Recursos Humanos, entre tantos outros. Modernamente, as organizações mantêm grande quantidade de informações e para isso os Banco de Dados são cada vez maiores. O que são os Bancos de Dados?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
870838
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Provas:
Os processos administrativos são representados graficamente por formas que designam, visualmente, uma ação. A seguir há quatro figuras que representam processos. Assinale a alternativa que apresenta de forma cadenciada as quatro figuras.

Provas
Questão presente nas seguintes provas
UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
Por Antônio Luiz M. C. Costa
2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
“Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado [...]. No fragmento apresentado, a expressão “sua derrota”, refere-se
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nos últimos 3 meses, 70 dias tiveram chuva (considerar os meses com 30 dias). Qual das frações a seguir representa os dias em que choveu?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
Por Antônio Luiz M. C. Costa
2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
“A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco”, pois
Provas
Questão presente nas seguintes provas
UM ANO DE DESINTEGRAÇÃO
Por Antônio Luiz M. C. Costa
2015 foi caracterizado pelo agravamento de conflitos e dissolução de consensos no campo internacional.
Tentar abranger com um conceito só todos os acontecimentos internacionais de um ano só é um erro praticamente por definição. Ainda assim é tentador descrever 2015 como um ano de desintegração de alinhamentos e consensos.
Um deles é o consenso centrista na Europa, pelo qual só os partidos de centro-esquerda (socialdemocratas ou trabalhistas) ou centro-direita (liberais ou conservadores) tinham possibilidade de ser eleitos, formar maiorias parlamentares e governar. A eleição em janeiro do governo grego do partido Syriza, acrônico de “Coalizão de Esquerda Radical” e claramente à esquerda do tradicional Pasok, foi percebida como um marco. A União Europeia, capitaneada por Angela Merkel e seu ministro da Fazenda, Wolfgang Schäuble, dedicou metade do ano a vergar o governo de Alexis Tsipras e atingiu seu objetivo, obrigando-o a aceitar um acordo de resgate humilhante. Mesmo assim, Isipras foi reeleito. Embora sua derrota na queda de braço possa ter prejudicado as chances de seu aliado Podemos na Espanha, esquerda e extrema-direita continuaram em alta em grande parte do continente. A vitória na Polônia do partido ultraconservador e eurocético Lei e Justiça confirma a tendência, assim como o colapso do governo neoliberal português em favor do socialista António Costa, apoiado por comunistas ambientalistas e extrema-esquerda.
Essa quebra do consenso social-liberal é um efeito colateral da desintegração do próprio consenso europeu. Uma vez que os partidos tradicionais não contestam o funcionamento cada vez mais antidemocrático e socialmente injusto das instituições da União Europeia, voltadas para impor normas supostamente neutras e burocráticas, mas que apontam sistematicamente para uma agenda de redução de salários, direitos e benefícios sociais em favor do capital industrial e financeiro. Onde a esquerda tradicional deixa de acreditar em alternativas, a extrema-esquerda ou a direita populista estão prontas a assumir o negligenciado papel de “tribuno do povo”.
A não ser, talvez, no Reino Unido, onde o próprio Partido Conservador tomou a iniciativa de propor um plebiscito sobre a saída do país da organização. Essa promessa de campanha de David Cameron para a eleição parlamentar de maio de 2015, formalizada em projeto de lei logo após a vitória, pode ter colocado o país em um caminho sem volta. A expectativa aparente de Cameron era usar o referendo, a ser realizado provavelmente em 2017, como forma de pressionar por mudanças no tratado europeu, principalmente para aceitar restrições a migrações dentro da União e primazia das leis e tribunais nacionais sobre as europeias, inclusive, por exemplo, não submissão de Londres ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados. Apanhado pela palavra, Cameron pode se ver forçado ao passo indesejado de ser o primeiro a retirar um país da organização e isso pode, por sua vez, reabrir a reivindicação separatista da Escócia.
Adaptação do texto Um ano de desintegração – seção Nosso Mundo.
Revista Carta Capital. Edição Especial, nº 882, Confiança, p. 30 de
dezembro de 2015, Editora, p. 75-76.
Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação das palavras sublinhadas em variáveis e invariáveis, na ordem em que aparecem, considerando, também, a classe de palavras a que pertencem.
“É muito improvável, porém, que Merkel ou Bruxelas façam concessões significativas, até porque retomar o debate sobre o tratado abriria espaço para a contestação generalizada em um momento de agruras sociais e econômicas e desunião ante a crise dos refugiados”.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
835637
Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Rio Azul-PR
Provas:
Com base na sequência de letras J; F; M; A; M; ..., a próxima letra é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container