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Foram encontradas 40 questões.

Quantos são os anagramas que se pode formar a partir das letras da palavra PATO?
 

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Assinale a alternativa CORRETA. São rios localizados no estado do Tocantins:

 

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734259 Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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A operação logística apresenta alto grau de complexidade, pois envolve várias atividades. Em relação às principais atividades indique a opção CORRETA.

 

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732906 Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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O transporte é uma atividade totalmente perceptível na logística e refere-se ao movimento de matérias-primas, produtos ou serviços de uma determinada origem até um destino final, bem como as movimentações destes realizadas nas diferentes instalações existentes em uma cadeia logística. Geralmente atua em conjunto com as áreas de marketing, produção e distribuição.

Sobre custo de velocidade do transporte é CORRETO afirmar.

 

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Remédio de Índio
Era comum morrer de malária na Europa do século 14. Ninguém sabia como curar esse mal súbito caracterizado por febre alta, calafrios, dores no corpo e na cabeça – tudo acompanhado por um cansaço extremo. Incapazes de encontrar uma solução para a doença, a que mais matou na história da humanidade, os europeus a levaram às novas terras do outro lado do Atlântico. A malária veio a bordo dos navios negreiros, segundo uma recente e extensa pesquisa. E nunca mais saiu do continente. No entanto, os europeus não esperavam encontrar nos índios a primeira arma minimamente útil contra o mal. Na América do Sul, os índios já usavam extrato da casca de cinchona para combater os sintomas. Funcionava. A ponto de jesuítas levarem mudas da planta à Europa. E depois, no século 18, dois químicos franceses, Joseph Pelletier e Joseph Caventou, isolaram a quinina, presente na cinchona. O feito proporcionou a popularização do remédio indígena e, de quebra, a invenção da água tônica, refrigerante de quinino, derivado da quinina.
Outros conhecimentos dos índios também viraram medicamentos de farmácia – e fazem parte, ainda hoje, da sua caixa de remédios. Mas antes é preciso saber que doença, para índio, é algo diferente. Não se cura apenas com remédio. Exige um ritual completo, com rezas e cantos. Qualquer problema de saúde envolve corpo, espírito e mente. A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium. Para eles, é resultado de um problema espiritual, uma praga jogada por um inimigo ou por espíritos da natureza que foram desrespeitados. Eles aprenderam o que é bom ou não com base em séculos de observação atenciosa do circo da natureza em ação – e por meio de testes empíricos.
Em uma briga entre lagarto e jararaca, a cobra leva a melhor. A picada dela o deixa fraco, perto da morte. Mas ele é esperto: foge da briga e corre atrás de remédio. Mastiga umas folhas e dias depois fica forte novamente. O índio, na espreita, acompanha todo aquele processo. Se alguém for picado por uma jararaca, ele corre em busca daquela mesma planta mastigada pelo lagarto. Primeiro, testa o remédio. Se der certo, a planta entra na lista de medicações daquela aldeia. Foi assim que, ao verem animais machucados roçando em uma árvore, os índios descobriram o poder cicatrizante do óleo de uma árvore chamada copaíba, por exemplo.
"As formas indígenas de classificar remédios naturais são sofisticadas", diz Maria Luiza Garnela, médica e antropóloga da Fundação Oswaldo Cruz na Amazônia. "Envolvem cheiros, identificação de resinas e semelhanças e diferenças entre plantas". O acúmulo de conhecimento se dá ao prestar atenção nas semelhanças entre formatos e cores das plantas e as doenças que elas combatem. Por exemplo, a madeira amarela de um tipo de abútua, uma trepadeira, e a seiva amarelada da caopiá, árvore também chamada de pau-de lacre, são usadas para curar doenças no fígado. Em casos de tosse com sangue, comem Boletus sanguineus, um tipo de cogumelo vermelho. Já a raiz em formato de serpente da parreira-brava serve para curar mordida de cobra. E se for picada daquela jararaca, dá para se livrar do veneno com o sumo da planta Dracontium polyphyllum – as cores do caule lembram a pele da cobra.
Claro que nem toda semelhança dava certo. Esther Jean Langdon, professora de antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em saúde indígena, diz que era assim que se aprendia. "Eles observam o que funciona. Fazem essa comparação com a natureza, mas testam para saber se dá certo", explica. "É nesse sentido que eles têm uma ciência, não com experimentos em laboratórios, mas na vida".
CASTRO, Carol. Remédio de Índio. Super Interessante, São Paulo, n. 316, março 2013, p.71-73. (Fragmento adaptado)
Indique a alternativa em que a alteração do trecho “A ponto de jesuítas levarem mudas da planta à Europa” não lhe prejudica o sentido nem a correção gramatical.
 

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Considerando o estabelecido no Regime Jurídico Único dos Servidores do município de Porto Nacional, indique a alternativa INCORRETA. A vacância do cargo ocorrerá em decorrência de

 

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Sobre a Bandeira oficial de Porto Nacional, considere os itens a seguir.

I. O amarelo intenso em toda extensão quadrilátera da Bandeira Oficial de Porto Nacional representa a cor dos grãos agrícolas cultivados nos campos do município e a exuberância aurífera, existente no rico subsolo do município portuense.

II. No centro da bandeira portuense, destaca-se o mapa do Tocantins, em cor marrom, representando as florestas, entrecortadas pelo rio Tocantins, que aparece em azul.

III. Na parte superior da bandeira, destaca-se um livro aberto e uma pena em posição de escrita, descrição que sustenta a condição ímpar deste município como polo de educação.

Indique a alternativa CORRETA.

 

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Assinale a alternativa CORRETA.

03 (três) das alternativas a seguir contemplam Objetivos fundamentais do município de Porto Nacional estabelecidos pela sua Lei Orgânica. Indique a alternativa que, de acordo com a mesma Lei, contém um Princípio do referido município.

 

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Remédio de Índio
Era comum morrer de malária na Europa do século 14. Ninguém sabia como curar esse mal súbito caracterizado por febre alta, calafrios, dores no corpo e na cabeça – tudo acompanhado por um cansaço extremo. Incapazes de encontrar uma solução para a doença, a que mais matou na história da humanidade, os europeus a levaram às novas terras do outro lado do Atlântico. A malária veio a bordo dos navios negreiros, segundo uma recente e extensa pesquisa. E nunca mais saiu do continente. No entanto, os europeus não esperavam encontrar nos índios a primeira arma minimamente útil contra o mal. Na América do Sul, os índios já usavam extrato da casca de cinchona para combater os sintomas. Funcionava. A ponto de jesuítas levarem mudas da planta à Europa. E depois, no século 18, dois químicos franceses, Joseph Pelletier e Joseph Caventou, isolaram a quinina, presente na cinchona. O feito proporcionou a popularização do remédio indígena e, de quebra, a invenção da água tônica, refrigerante de quinino, derivado da quinina.
Outros conhecimentos dos índios também viraram medicamentos de farmácia – e fazem parte, ainda hoje, da sua caixa de remédios. Mas antes é preciso saber que doença, para índio, é algo diferente. Não se cura apenas com remédio. Exige um ritual completo, com rezas e cantos. Qualquer problema de saúde envolve corpo, espírito e mente. A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium. Para eles, é resultado de um problema espiritual, uma praga jogada por um inimigo ou por espíritos da natureza que foram desrespeitados. Eles aprenderam o que é bom ou não com base em séculos de observação atenciosa do circo da natureza em ação – e por meio de testes empíricos.
Em uma briga entre lagarto e jararaca, a cobra leva a melhor. A picada dela o deixa fraco, perto da morte. Mas ele é esperto: foge da briga e corre atrás de remédio. Mastiga umas folhas e dias depois fica forte novamente. O índio, na espreita, acompanha todo aquele processo. Se alguém for picado por uma jararaca, ele corre em busca daquela mesma planta mastigada pelo lagarto. Primeiro, testa o remédio. Se der certo, a planta entra na lista de medicações daquela aldeia. Foi assim que, ao verem animais machucados roçando em uma árvore, os índios descobriram o poder cicatrizante do óleo de uma árvore chamada copaíba, por exemplo.
"As formas indígenas de classificar remédios naturais são sofisticadas", diz Maria Luiza Garnela, médica e antropóloga da Fundação Oswaldo Cruz na Amazônia. "Envolvem cheiros, identificação de resinas e semelhanças e diferenças entre plantas". O acúmulo de conhecimento se dá ao prestar atenção nas semelhanças entre formatos e cores das plantas e as doenças que elas combatem. Por exemplo, a madeira amarela de um tipo de abútua, uma trepadeira, e a seiva amarelada da caopiá, árvore também chamada de pau-de lacre, são usadas para curar doenças no fígado. Em casos de tosse com sangue, comem Boletus sanguineus, um tipo de cogumelo vermelho. Já a raiz em formato de serpente da parreira-brava serve para curar mordida de cobra. E se for picada daquela jararaca, dá para se livrar do veneno com o sumo da planta Dracontium polyphyllum – as cores do caule lembram a pele da cobra.
Claro que nem toda semelhança dava certo. Esther Jean Langdon, professora de antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em saúde indígena, diz que era assim que se aprendia. "Eles observam o que funciona. Fazem essa comparação com a natureza, mas testam para saber se dá certo", explica. "É nesse sentido que eles têm uma ciência, não com experimentos em laboratórios, mas na vida".
CASTRO, Carol. Remédio de Índio. Super Interessante, São Paulo, n. 316, março 2013, p.71-73. (Fragmento adaptado)
CONSIDERE A LEITURA DE TODO O SEGUNDO PARÁGRAFO.
No trecho “A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium.” , o mal emprego da conjunção “como” gerou uma interpretação equivocada: que a ciência tem a mesma leitura que o índio quanto à causa da malária. PARA CORRIGIR ESSE EQUÍVOCO sem alterar o sentido do fragmento e mantendo-se a correção gramatical, pode-se substituir a conjunção por:
 

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Considerando o software de edição de planilhas Microsoft Excel 2007, indique a alternativa que corresponde ao atalho que abre a caixa de diálogo Inserir Hiperlink (hiperligação) em documento que esteja sendo editado.
 

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