Foram encontradas 35 questões.
A sequência a seguir obedece a uma determinada regra lógica:
2, 3, 4, 6, 6, 9, 8, 12, 10, 15, 12 ?.
Seguindo essa mesma regra lógica, o próximo número da sequência, que substituirá a interrogação, é:
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A idade de Maria está para 5 assim como a idade de Ana está para 2. Se a soma das duas idades é 49 anos, a idade de Ana, em anos, é:
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Um código secreto é formado por três letras diferentes e, sobre esse código, temos as seguintes informações:
I. ABC não apresenta nenhuma letra correta desse código;
II. DEF só apresenta uma letra correta e que está na posição correta;
III. FAB apresenta uma só letra correta, mas na posição errada;
IV. EDG apresenta uma só letra correta, mas na posição errada;
V. HDC apresenta uma só letra correta e na posição correta.
II. DEF só apresenta uma letra correta e que está na posição correta;
III. FAB apresenta uma só letra correta, mas na posição errada;
IV. EDG apresenta uma só letra correta, mas na posição errada;
V. HDC apresenta uma só letra correta e na posição correta.
Logo, esse código secreto é:
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Segundo a análise de Schellenberg, a administração dos arquivos correntes assume importância para o governo e sua eficácia pode ser comprovada pela eficiênca na organização e administração dos documentos. Ainda, segundo o autor, o aperfeiçoamento na administração e organização da documentação influi na:
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Quando um trabalhador - que contribui regularmente para a Previdência Social – encontra-se, por motivo de saúde, impossibilitado de exercer suas atividades profissionais por mais de 15 (quinze dias) consecutivos – a Legislação Previdenciária possibilita que este trabalhador receba o:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O JOVEM NÃO TEM MAIS O MESMO MEDO DO HIV
Na última semana, participei em Brasília de um grupo de trabalho no Ministério da Saúde para definir o “briefing” (informações, orientações) para que as agências de publicidade desenvolvam o esboço das campanhas do Dia Mundial da Aids (10 de dezembro) e do Carnaval 2012.
Especialistas e representantes de diversos setores da sociedade foram discutir qual será o foco dessas campanhas. Já há alguns anos o Brasil vive uma situação de “epidemia concentrada”, ou seja, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial.
Neste ano, os jovens continuam como um foco importante de cuidado. Entre os jovens, dois grupos chamam atenção: as meninas, com suas dificuldades em negociar o uso do preservativo e sua confiança cega nos jovens companheiros; e os garotos que fazem sexo com outros garotos e têm se descuidado com frequência em suas novas experiências.
Dados sugerem que, em 35% dos casos novos em jovens, a transmissão se deu entre dois homens.
Discutir a valorização da autoestima e da vida e o combate ao estigma, ao preconceito e à violência é parte dos objetivos da campanha do Ministério da Saúde.
Outro foco é mostrar a importância, mesmo nos dias de hoje, do cuidado, da prevenção e da administração dos riscos no caso da Aids.
Hoje, o jovem não vê o vírus HIV como sendo aquele mesmo bicho de sete cabeças que as gerações anteriores enxergavam.
Houve uma banalização da doença, talvez por um afastamento dos períodos mais críticos da epidemia, da chegada de tratamentos mais eficazes ou, ainda, do uso de profilaxia (prevenção) com remédios em alguns casos especiais.
Mas a história está longe de ser resolvida. O vírus está aí, as pessoas continuam a se infectar em velocidade semelhante à dos últimos anos, e os jovens que têm uma longa vida sexual pela frente não gerenciam bem os seus riscos.
O que fazer? Trabalhar a informação mais e melhor! Tentar mexer nas ideias e nas emoções é um caminho!
(BOUER, Jairo. Folha de São Paulo, 17/10/11.)
A leitura integral do texto permite ao leitor depreender as ideias abaixo, EXCETO:
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Segundo a Constituição da República Federativa do Brasil em vigor, a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem:
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De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil em vigor, a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá a determinados princípios. Dentre estes princípios, pode-se destacar:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O JOVEM NÃO TEM MAIS O MESMO MEDO DO HIV
Na última semana, participei em Brasília de um grupo de trabalho no Ministério da Saúde para definir o “briefing” (informações, orientações) para que as agências de publicidade desenvolvam o esboço das campanhas do Dia Mundial da Aids (10 de dezembro) e do Carnaval 2012.
Especialistas e representantes de diversos setores da sociedade foram discutir qual será o foco dessas campanhas. Já há alguns anos o Brasil vive uma situação de “epidemia concentrada”, ou seja, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial.
Neste ano, os jovens continuam como um foco importante de cuidado. Entre os jovens, dois grupos chamam atenção: as meninas, com suas dificuldades em negociar o uso do preservativo e sua confiança cega nos jovens companheiros; e os garotos que fazem sexo com outros garotos e têm se descuidado com frequência em suas novas experiências.
Dados sugerem que, em 35% dos casos novos em jovens, a transmissão se deu entre dois homens.
Discutir a valorização da autoestima e da vida e o combate ao estigma, ao preconceito e à violência é parte dos objetivos da campanha do Ministério da Saúde.
Outro foco é mostrar a importância, mesmo nos dias de hoje, do cuidado, da prevenção e da administração dos riscos no caso da Aids.
Hoje, o jovem não vê o vírus HIV como sendo aquele mesmo bicho de sete cabeças que as gerações anteriores enxergavam.
Houve uma banalização da doença, talvez por um afastamento dos períodos mais críticos da epidemia, da chegada de tratamentos mais eficazes ou, ainda, do uso de profilaxia (prevenção) com remédios em alguns casos especiais.
Mas a história está longe de ser resolvida. O vírus está aí, as pessoas continuam a se infectar em velocidade semelhante à dos últimos anos, e os jovens que têm uma longa vida sexual pela frente não gerenciam bem os seus riscos.
O que fazer? Trabalhar a informação mais e melhor! Tentar mexer nas ideias e nas emoções é um caminho!
(BOUER, Jairo. Folha de São Paulo, 17/10/11.)
Na conclusão do texto, podem ser depreendidas as ideias abaixo, EXCETO:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O JOVEM NÃO TEM MAIS O MESMO MEDO DO HIV
Na última semana, participei em Brasília de um grupo de trabalho no Ministério da Saúde para definir o “briefing” (informações, orientações) para que as agências de publicidade desenvolvam o esboço das campanhas do Dia Mundial da Aids (10 de dezembro) e do Carnaval 2012.
Especialistas e representantes de diversos setores da sociedade foram discutir qual será o foco dessas campanhas. Já há alguns anos o Brasil vive uma situação de “epidemia concentrada”, ou seja, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial.
Neste ano, os jovens continuam como um foco importante de cuidado. Entre os jovens, dois grupos chamam atenção: as meninas, com suas dificuldades em negociar o uso do preservativo e sua confiança cega nos jovens companheiros; e os garotos que fazem sexo com outros garotos e têm se descuidado com frequência em suas novas experiências.
Dados sugerem que, em 35% dos casos novos em jovens, a transmissão se deu entre dois homens.
Discutir a valorização da autoestima e da vida e o combate ao estigma, ao preconceito e à violência é parte dos objetivos da campanha do Ministério da Saúde.
Outro foco é mostrar a importância, mesmo nos dias de hoje, do cuidado, da prevenção e da administração dos riscos no caso da Aids.
Hoje, o jovem não vê o vírus HIV como sendo aquele mesmo bicho de sete cabeças que as gerações anteriores enxergavam.
Houve uma banalização da doença, talvez por um afastamento dos períodos mais críticos da epidemia, da chegada de tratamentos mais eficazes ou, ainda, do uso de profilaxia (prevenção) com remédios em alguns casos especiais.
Mas a história está longe de ser resolvida. O vírus está aí, as pessoas continuam a se infectar em velocidade semelhante à dos últimos anos, e os jovens que têm uma longa vida sexual pela frente não gerenciam bem os seus riscos.
O que fazer? Trabalhar a informação mais e melhor! Tentar mexer nas ideias e nas emoções é um caminho!
(BOUER, Jairo. Folha de São Paulo, 17/10/11.)
O verbo em caixa alta no trecho “com suas dificuldades em NEGOCIAR o uso do preservativo” faz parte de um grupo de verbos, alguns dos quais, ao se flexionar, podem apresentar ditongação no radical. Por erro de flexão verbal, está INCORRETA a seguinte frase:
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