Foram encontradas 50 questões.
Felipe sai do serviço às 18h30 e vai até o clube fazer
aula de natação, que dura uma hora e meia, e termina
às 22h20. Considerando exatamente esses horários, o
tempo gasto entre a saída do serviço e o início da aula
de natação é de
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Um projetista fez um desenho de tal modo que 6 cm desse desenho representam 32 km da medida real. Se esse
projetista precisar destacar 8 km nesse desenho, mantida a escala, deverá destacar
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Um mecânico realizou testes em condições semelhantes
para analisar o consumo de gasolina de três veículos. A
tabela a seguir aponta a distância percorrida e a quantidade de gasolina consumida para cada veículo.
Ao calcular a média de quilômetros rodados com um litro de gasolina para cada veículo, tem-se que o valor obtido é
Ao calcular a média de quilômetros rodados com um litro de gasolina para cada veículo, tem-se que o valor obtido é
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Um coordenador de telemarketing recebeu o relatório de vendas referente ao ano de 2018. O gráfico a seguir mostra o número de vendas realizadas por equipe.

Ao considerar que as vendas mensais são constantes, de acordo com o gráfico, a equipe D apresentou um número de vendas mensal igual a
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Uma empresa está desenvolvendo quatro novos tipos
de peças. Essas peças são finalizadas em uma máquina
de alta temperatura e, devido ao aquecimento, algumas
quebraram-se nos testes iniciais. A tabela a seguir mostra
o número de peças que entraram na máquina e o número
de peças que não quebraram na máquina.
A razão entre o número de peças que não quebraram e o número de peças que entraram na máquina é a mesma para as peças do tipo
A razão entre o número de peças que não quebraram e o número de peças que entraram na máquina é a mesma para as peças do tipo
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Carros precisam de renovação para oferecer
mais segurança aos ocupantes
Há temas que são tabu no conjunto de regulamentações
de trânsito no Brasil. Falar em renovação da frota é como
cercear o direito de ir e vir de quem não pode adquirir um
automóvel atual. A gritaria também é geral quando se fala em
restringir a circulação de veículos de carga em períodos de
grande movimento nas rodovias, como os feriados.
O problema ocorre quando os mundos se cruzam: carros
e caminhões mal conservados dividindo espaço no tráfego
congestionado. O resultado aparece em estatísticas: 103
mortos em acidentes nas estradas no período do último Carnaval. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal. Houve
queda de 31% no número de óbitos em relação a 2017, fato
que, apesar do alívio, não dá motivos para comemorações.
Caso as evoluções propostas há mais de 20 anos, época
em que o atual Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor,
tivessem se tornado realidade, a quantidade de vítimas seria
certamente menor.
A idade média da frota de caminhões é superior a 10
anos, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes
Terrestres) e o Sindipeças. São veículos com milhões de quilômetros rodados e manutenção nem sempre em dia.
Carros incapazes de proteger ocupantes em colisões circulam na contramão da modernidade. Muitos donos teriam
interesse em se livrar desses veículos se lhes fossem oferecidos benefícios para adquirir um modelo mais novo, mesmo
que seja um usado em melhores condições.
Mas as propostas de renovação não seguem adiante,
sempre preteridas nos incentivos governamentais ou nos
pedidos de socorro feitos pelas montadoras em crise.
Com as novas exigências de segurança e redução de
emissões de poluentes que devem surgir com o programa
Rota 2030, é o momento de retornar ao tema, sem medo de
chamar carro velho de sucata. A legislação que virá e a retomada nas vendas precisam gerar também um ciclo de renovação mais amplo que a simples troca de um carro seminovo
por um zero-quilômetro.
(Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo. 18.02.2018. Adaptado)
• Falar em renovação da frota é como cercear o direito de ir e vir... • A gritaria também é geral quando se fala em restringir a circulação de veículos...
Os termos destacados nas frases significam, correta e respectivamente:
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Carros precisam de renovação para oferecer
mais segurança aos ocupantes
Há temas que são tabu no conjunto de regulamentações
de trânsito no Brasil. Falar em renovação da frota é como
cercear o direito de ir e vir de quem não pode adquirir um
automóvel atual. A gritaria também é geral quando se fala em
restringir a circulação de veículos de carga em períodos de
grande movimento nas rodovias, como os feriados.
O problema ocorre quando os mundos se cruzam: carros
e caminhões mal conservados dividindo espaço no tráfego
congestionado. O resultado aparece em estatísticas: 103
mortos em acidentes nas estradas no período do último Carnaval. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal. Houve
queda de 31% no número de óbitos em relação a 2017, fato
que, apesar do alívio, não dá motivos para comemorações.
Caso as evoluções propostas há mais de 20 anos, época
em que o atual Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor,
tivessem se tornado realidade, a quantidade de vítimas seria
certamente menor.
A idade média da frota de caminhões é superior a 10
anos, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes
Terrestres) e o Sindipeças. São veículos com milhões de quilômetros rodados e manutenção nem sempre em dia.
Carros incapazes de proteger ocupantes em colisões circulam na contramão da modernidade. Muitos donos teriam
interesse em se livrar desses veículos se lhes fossem oferecidos benefícios para adquirir um modelo mais novo, mesmo
que seja um usado em melhores condições.
Mas as propostas de renovação não seguem adiante,
sempre preteridas nos incentivos governamentais ou nos
pedidos de socorro feitos pelas montadoras em crise.
Com as novas exigências de segurança e redução de
emissões de poluentes que devem surgir com o programa
Rota 2030, é o momento de retornar ao tema, sem medo de
chamar carro velho de sucata. A legislação que virá e a retomada nas vendas precisam gerar também um ciclo de renovação mais amplo que a simples troca de um carro seminovo
por um zero-quilômetro.
(Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo. 18.02.2018. Adaptado)
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Carros precisam de renovação para oferecer
mais segurança aos ocupantes
Há temas que são tabu no conjunto de regulamentações
de trânsito no Brasil. Falar em renovação da frota é como
cercear o direito de ir e vir de quem não pode adquirir um
automóvel atual. A gritaria também é geral quando se fala em
restringir a circulação de veículos de carga em períodos de
grande movimento nas rodovias, como os feriados.
O problema ocorre quando os mundos se cruzam: carros
e caminhões mal conservados dividindo espaço no tráfego
congestionado. O resultado aparece em estatísticas: 103
mortos em acidentes nas estradas no período do último Carnaval. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal. Houve
queda de 31% no número de óbitos em relação a 2017, fato
que, apesar do alívio, não dá motivos para comemorações.
Caso as evoluções propostas há mais de 20 anos, época
em que o atual Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor,
tivessem se tornado realidade, a quantidade de vítimas seria
certamente menor.
A idade média da frota de caminhões é superior a 10
anos, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes
Terrestres) e o Sindipeças. São veículos com milhões de quilômetros rodados e manutenção nem sempre em dia.
Carros incapazes de proteger ocupantes em colisões circulam na contramão da modernidade. Muitos donos teriam
interesse em se livrar desses veículos se lhes fossem oferecidos benefícios para adquirir um modelo mais novo, mesmo
que seja um usado em melhores condições.
Mas as propostas de renovação não seguem adiante,
sempre preteridas nos incentivos governamentais ou nos
pedidos de socorro feitos pelas montadoras em crise.
Com as novas exigências de segurança e redução de
emissões de poluentes que devem surgir com o programa
Rota 2030, é o momento de retornar ao tema, sem medo de
chamar carro velho de sucata. A legislação que virá e a retomada nas vendas precisam gerar também um ciclo de renovação mais amplo que a simples troca de um carro seminovo
por um zero-quilômetro.
(Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo. 18.02.2018. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Carros precisam de renovação para oferecer
mais segurança aos ocupantes
Há temas que são tabu no conjunto de regulamentações
de trânsito no Brasil. Falar em renovação da frota é como
cercear o direito de ir e vir de quem não pode adquirir um
automóvel atual. A gritaria também é geral quando se fala em
restringir a circulação de veículos de carga em períodos de
grande movimento nas rodovias, como os feriados.
O problema ocorre quando os mundos se cruzam: carros
e caminhões mal conservados dividindo espaço no tráfego
congestionado. O resultado aparece em estatísticas: 103
mortos em acidentes nas estradas no período do último Carnaval. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal. Houve
queda de 31% no número de óbitos em relação a 2017, fato
que, apesar do alívio, não dá motivos para comemorações.
Caso as evoluções propostas há mais de 20 anos, época
em que o atual Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor,
tivessem se tornado realidade, a quantidade de vítimas seria
certamente menor.
A idade média da frota de caminhões é superior a 10
anos, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes
Terrestres) e o Sindipeças. São veículos com milhões de quilômetros rodados e manutenção nem sempre em dia.
Carros incapazes de proteger ocupantes em colisões circulam na contramão da modernidade. Muitos donos teriam
interesse em se livrar desses veículos se lhes fossem oferecidos benefícios para adquirir um modelo mais novo, mesmo
que seja um usado em melhores condições.
Mas as propostas de renovação não seguem adiante,
sempre preteridas nos incentivos governamentais ou nos
pedidos de socorro feitos pelas montadoras em crise.
Com as novas exigências de segurança e redução de
emissões de poluentes que devem surgir com o programa
Rota 2030, é o momento de retornar ao tema, sem medo de
chamar carro velho de sucata. A legislação que virá e a retomada nas vendas precisam gerar também um ciclo de renovação mais amplo que a simples troca de um carro seminovo
por um zero-quilômetro.
(Eduardo Sodré. Folha de S.Paulo. 18.02.2018. Adaptado)
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Pelo fim das fronteiras
Imigração é um fenômeno estranho. Do ponto de vista
puramente racional, ela é a solução para vários problemas
globais. Mas, como o mundo é um lugar menos racional do
que deveria, pessoas que buscam refúgio em outros países
costumam ser recebidas com desconfiança quando não com
violência, o que diminui o valor da imigração como remédio
multiuso.
No plano econômico, a plena mobilidade da mão de obra
seria muito bem-vinda. Segundo algumas estimativas, ela
faria o PIB mundial aumentar em até 50%. Mesmo que esses
cálculos estejam inflados, só uma fração de 10% já significaria um incremento da ordem de US$ 10 trilhões (uns cinco
Brasis).
Uma das principais razões para o mundo ser mais pobre
do que poderia é que enormes contingentes de humanos
vivem sob sistemas que os impedem de ser produtivos. Um
estudo de 2016 de Clemens, Montenegro e Pritchett estimou
que só tirar um trabalhador macho sem qualificação de seu
país pobre de origem e transportá-lo para os EUA elevaria
sua renda anual em US$ 14 mil.
A imigração se torna ainda mais tentadora quando se
considera que é a resposta perfeita para países desenvolvidos que enfrentam o problema do envelhecimento populacional.
Não obstante tantas virtudes, imigrantes podem ser maltratados e até perseguidos quando cruzam a fronteira, especialmente se vêm em grandes números. Isso está acontecendo até no Brasil, que não tinha histórico de xenofobia.
Desconfio de que estão em operação aqui vieses da Idade da
Pedra, tempo em que membros de outras tribos eram muito
mais uma ameaça do que uma solução.
De todo modo, caberia às autoridades incentivar a imigração, tomando cuidado para evitar que a chegada dos
estrangeiros dê pretexto para cenas de barbárie. Isso exigiria
recebê-los com inteligência, minimizando choques culturais e
distribuindo as famílias por regiões e cidades em que podem
ser mais úteis. É tudo o que não estamos fazendo.
(Hélio Schwartsman. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/.28.08.2018. Adaptado)
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