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Foram encontradas 130 questões.

2252880 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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No PCNs de Ciências são apresentadas algumas orientações didáticas para o ensino de ciências e uma delas é a busca da informação em fontes variadas e ela está dividida em três modalidades: observação, experimento e leitura de texto informativo. Sobre essas modalidades, assinale V para verdadeiro e F para falso.
( ) A leitura de texto informativo na aula de ciências deve contemplar várias fontes como os jornais, revistas, enciclopédias, tecnologias da informação e comunicação e não apenas o livro didático.
( ) A observação pode ocorrer de forma direta ou indireta. Na forma direta o aluno entra em contato direto com o objeto de estudo. Já na forma indireta, o objeto de estudo é visto por meio de mediação através de fotos, gravuras, telescópio, microscópio ou filmes.
( ) A experimentação consiste em observar e acompanhar os resultados de um protocolo ou guia de experimento.
( ) O professor no processo de uso de um experimento, deve testar antes, para que o protocolo não saia com resultados diferentes do esperado, pois o resultado diferente prejudica o processo de aprendizagem.
As afirmações são respectivamente:

 

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2252879 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Uma escola pensando em incentivar a leitura etambém participação da comunidade escolar decidiuelaborar o Projeto de Intervenção Ler em Família.Uma das atividades desse projeto é que cada turmaleva um livro da biblioteca, uma vez na semana paraler em casa. Marilene, professora do 4º ano,incorporou o Projeto em sua rotina pedagógica ealém do empréstimo de livro, realizava uma vez nasemana uma Roda de Literária, na qual os alunosfazem uma avaliação oral do livro escolhido,expondo sua opinião sobre a obra e serecomendaria a leitura ou não para seus colegas. Aatividade da Roda literária é adequada para alcançaros objetivos abaixo, exceto:

 

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2252878 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Presença de Clarice

(Ferreira Gullar)

Meu primeiro encontro com Clarice Lispector foi numa tarde de domingo na casa da escultora Zélia Salgado, em Ipanema, creio que em 1956. Eu havia lido, quando ainda vivia em São Luís, o seu romance O lustre, que me deixara impressionado pela atmosfera estranha e envolvente, mas a impressão que me causou sua figura de mulher foi outra: achei-a linda e perturbadora. Nos dias que se seguiram, não conseguia esquecer seus olhos oblíquos, seu rosto de loba com pômulos salientes.
Voltei a encontrá-la, pouco tempo depois, no Jornal do Brasil, durante uma visita que fez à redação do “Suplemento Dominical”. Conversamos e rimos, mas não voltamos a nos ver num espaço de dez anos. De fato, só voltei a encontrá-la logo após voltar do exílio, em 1977. Ela ligou para minha casa: queria entrevistar-me para a revista Fatos e Fotos, para a qual colaborava naquela época.
Clarice já era então uma mulher de quase sessenta anos, marcada por acidente que resultara em várias queimaduras que lhe deixaram marcas na mão direita. Já quase nada tinha da jovialidade de antes, embora continuasse perturbadora em sua natural dramaticidade. Depois de ouvir dela algumas palavras carinhosas, decidi revelar-lhe como me fascinara em nosso primeiro encontro.
-Você era linda, tão linda que saí daliapaixonado.
-Quer dizer que eu “era” linda?
-E ainda é – apressei-me em afirmar...
Terminada a entrevista, despedimo-nos carinhosamente, mas no dia seguinte ela ligou de novo. Queria encontrar-me para conversar. Fui até sua casa, no Leme, e de lá fomos caminhando até a Fiorentina, que ficava perto.
Lembro-me de que Glauber Rocha, vendo-nos ali, veio sentar-se à nossa mesa e começou a elogiar o governo militar. Clarice me olhava com espanto, sem entender. Ele, depois daquele discurso fora de propósito, mudou de mesa.
-Ele veio provocar você – disse Clarice. – Comque intenção falou essas coisas?
-Glauber agora cismou de defender os milicos.É piração.
Depois dessa noite, voltei a vê-la num encontro que ela promoveu em sua casa com alguns amigos, entre os quais Fauzi Arap, José Rubem... Foi a última vez que a vi. A roda-viva daqueles tempos me arrastou para longe dela, em meio a problemas de toda ordem, crises na família, filhos drogados, clínicas psiquiátricas. De repente, soube que ela tinha sido internada num hospital em estado grave. Localizei o hospital, telefonei para o seu quarto e acertei com a pessoa que me atendeu ir visitá-la no dia seguinte. Mas, ao chegar à redação do jornal, antes de sair para a visita, a telefonista me passou um recado: “Clarice pede ao senhor que não vá vê-la no hospital. Deixe para visitá-la quando ela voltar para casa”. E se ela não voltasse mais para casa? Dobrei o papel com o recado e guardei-o no bolso, desapontado. Àquela noite, quando contei o ocorrido a minha mulher, ela explicou: “Clarice, vaidosa como era, não queria que você a visse no estado em que estava”. Pode ser, mas, de qualquer forma, até hoje lamento não ter podido vê-la uma última vez.
Dois ou três dias depois do recado, ela morria. Ao sair do banho, pela manhã, alguém me informou: “Clarice Lispector morreu”. De viagem marcada para São Paulo, entrei num táxi que me levou à Lagoa Rodrigo de Freitas. Não poderia ir a seu sepultamento. O táxi corria dentro de uma manhã luminosa, enquanto a brisa balançava alegremente os ramos das árvores. Clarice morrera e a natureza o ignorava. No avião, escrevi um poema falando nisso. Que mais poderia fazer?
Alguns meses atrás, quando aceitei fazer a curadoria da exposição sobre ela, no Museu da Língua Portuguesa, todas essas lembranças me acudiram. Ia ser bom voltar a pensar nela, reler seus livros, pois é neles e só neles que é possível reencontrá-la agora e nunca naquele saárico túmulo do Cemitério Israelita do Caju, aonde certo dia, sob sol escaldante, fui, com Cláudia Ahimsa, visitá-la. Não havia Clarice alguma sob aquela laje de pedra, sem flores. E não havia porque, de fato, o que Clarice efetivamente foi, o que fazia dela uma pessoa única e exasperada, era sua patética entrega ao insondável da existência – e a necessidade de escrever, de tentar incansavelmente dizer o indizível, mas certa de que, ao torná-lo dizível, não o dissiparia.
Não obstante, isso era tudo o que valia a pena fazer na vida, conforme afirmou: “Quando não escrevo, estou morta”.
Em compensação, quando a lemos, ressuscita.

Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.

Releia a passagem e responda: “Depois de ouvir dela algumas palavras carinhosas, decidi revelar-lhe como me fascinara em nosso primeiro encontro.” De acordo com a aplicação das regras de colocação pronominal, há nessa construção:

 

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2252877 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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A partir da compreensão de Libâneo (1991), assinale a alternativa correta sobre os conteúdos de ensino.

 

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2252876 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Consideremos o importante momento em que o professor está abordando um texto literário infantil em sala de aula. Marque a alternativa CORRETA:

 

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2252875 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Moreira (1999) apresenta três grandes enfoquesteóricos relativos à aprendizagem e ao ensino. Sãoeles:

 

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2252874 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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A Pedagogia Liberal subdivide-se nas tendências liberais:

 

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2252873 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Uma força aplicada em um determinado corpo tem intensidade de 12000 N, logo essa força é comparável ao peso de:

 

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2252872 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Leia o texto adiante transcrito e, em seguida, responda às questões a ele referentes:

O homem do Mediterrâneo

(Rubem Braga)

Uma tarde, em algum lugar da Grécia.
Curvada para o chão, a velha recolhe as azeitonas e as joga dentro de um cesto. Talvez não seja muito velha, e a fadiga do trabalho a faça parecer menor e mais lenta. Com uma longa vara, o homem de cabelos grisalhos bate os galhos da oliveira. Um burrico, ali perto, espera a hora de escurecer, de sentir um peso nas costas e de marchar lentamente de volta à casa: o homem lhe dará a ordem numa só palavra resmungada.
Talvez em português, talvez em italiano, talvez em grego. Muda pouco a paisagem, mudam pouco as rugas do camponês, as oliveiras têm esse mesmo verde prateado, desfalecido, seja ao pé de um convento manuelino, de um arco romano, de umas colunas dóricas abandonadas na planura. Novembro começa: e lentamente, como se o fizessem apenas nas horas de lazer, homens e mulheres começam a colher olivas, apenas de uma árvore ou outra, como na abertura de um rito. Sento-me no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. E podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; pensando que eu poderia ser, com esta mesma cara, aquele homem de cabelos grisalhos; e aquela mulher que se curva para a terra, de pano na cabeça, poderia ser minha mulher; e eu poderia estar repetindo lentamente, na mesma faina de sempre, o mesmo gesto de meu avô, meu bisavô, na mesma terra, junto, quem sabe, à mesma oliveira secular. Sinto que sou um europeu do Mediterrâneo, me reencarno na rude pele de qualquer antepassado.
Se eu ficasse louco nesse momento, e perdesse a memória, talvez acabasse a vida nesta aldeia; e, como seria um louco manso, talvez me admitissem lentamente a cuidar da terra, a pastorear as ovelhas, e limpar os vinhedos, a colher azeitonas. Dar-me-iam algum monte de feno onde dormir, ao abrigo do tempo; e, ao cabo, talvez me estimassem, sentindo em mim um dos seus.
Como o Brasil está longe, além dos mares, das gerações! (Mas, mesmo na minha loucura mansa, perdida toda a memória, talvez eu guardasse um certo nome de mulher – e o repetisse baixinho, comigo mesmo, quando, perante um desses mármores lavados pelas chuvas, dourados pelos sóis, eu me lembrasse vagamente da pele de seu corpo e sentisse, talvez uma confusa, violenta vontade de chorar.)
Atenas, novembro, 1961.

Braga, Rubem. A traição das elegantes / Rubem Braga. – 7ª Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2008.

Assinale a opção INCORRETA, de acordo com o texto:

 

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2252871 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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De acordo com a Lei 9.394/96, os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público:

I. Piso salarial profissional.

II. Condições adequadas de trabalho.

III. Período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho.

IV. Ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos.

Assinale a alternativa com o(s) item(s) correto(s):

 

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