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Foram encontradas 39 questões.

1812774 Ano: 2018
Disciplina: Serviço Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Ao se falar em Exclusão Social, a imagem que surge no imaginário popular é a do morador de rua, do pobre, do marginal.
Sobre esse assunto, analise as afirmativas abaixo:
I. É necessário cuidado ao se tratar da exclusão social sob pena de tornar a exclusão ainda mais complexa, dificultando não só a compreensão do fenômeno mas prejudicando a formulação de estratégias contra a exclusão social.
II. Uma nova forma de exclusão popularizada por Hannah Arendt é aquela que defende que os excluídos são aqueles que “não têm direito a ter direitos”.
III. Diante do aumento da intolerância, é possível observar a degradação das relações sociais. De acordo com Durkheim, nessas situações, existe a ruptura dos vínculos de solidariedade. Logo, pode-se entender que da ruptura dos vínculos sociais é que surgirá a exclusão social.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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1812606 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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A partir de janeiro de 2018, o Ministério da Saúde passou a adotar novo formato de transferência de verbas federais. Os recursos foram unificados, fortalecendo a execução das ações em saúde em todo país, além de garantir o melhor acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Sobre isso, analise as assertivas abaixo:
I. Antes desse período, os repasses da saúde eram realizados por meio de seis blocos de financiamento temáticos.
II. Com a nova forma de financiamento, os municípios passam a ter maior flexibilidade financeira e orçamentária, desde que, ao final do ano, sejam cumpridos os objetos e compromissos assumidos.
III. O novo formato possibilita ao gestor mais agilidade e eficiência na destinação dos recursos disponíveis, com base na necessidade e realidade local. Com conta única, os gestores vão poder fazer remanejamento das verbas, ou seja, os recursos financeiros de cada bloco de financiamento poderão ser utilizados na execução de quaisquer ações e serviços públicos de saúde associados ao mesmo bloco.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
No enunciado: “É certo que ela virá.” (1º parágrafo), o autor quer dizer que a morte é
 

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1709507 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Sobre as políticas de saúde e os modelos de atenção à saúde no Brasil, analise as assertivas abaixo:
I. A década de 90 foi extremamente importante para a reorientação do modelo de saúde brasileiro. Nessa década, destaca-se a formulação das leis infraconstitucionais do SUS, editadas em dezembro de 1990, a promulgação da Constituição Federal e as “Diretas Já”, que reorientaram o pensamento sanitário do país.
II. As Leis Nº 8.080/90 e Nº 8.142/90 e as Normas Operacionais Básicas (NOB 91 e 92) não fazem qualquer referência ao desenho de modelo de atenção à saúde para nortear os municípios na estruturação dos seus sistemas de saúde e do papel dos estados nesse processo.
III. Do ponto de vista do modelo de atenção, é na NOB/96 que se encontram as primeiras citações sobre a necessidade de mudança do modelo de atenção à saúde, apontando o Programa Saúde da Família como alternativa estratégica para a organização dos serviços básicos.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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1709426 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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O planejamento regional integrado é elaborado no âmbito da região de saúde, com base nas necessidades de saúde expressas nos planos municipais de saúde e pactuado, monitorado e avaliado pela Comissão Intergestores Regional-CIR.
Sobre isso, analise as assertivas abaixo e assinale V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) O processo de planejamento regional integrado é coordenado pela gestão federal e envolve os três entes federados.
( ) A produção resultante do processo de planejamento regional integrado, realizado no âmbito da região de saúde, compõe o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) e expressa a identificação das necessidades de saúde da população da região e a análise da situação de saúde desse território.
( ) A produção resultante do processo de planejamento regional integrado, realizado no âmbito da região de saúde, compõe o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) e expressa as diretrizes, os objetivos plurianuais e as metas anuais para a região, bem como os prazos de execução, indicadores e responsabilidades dos entes federados.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
 

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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
Para melhor dialogar com seus leitores, o autor não se esqueceu de incluir no texto expressões amplamente conhecidas, muitas vezes oriundas de contextos de fala.
São exemplos dessa estratégia as expressões:
1. “infarto do miocárdio” (1º parágrafo).
2. “escondemos debaixo do tapete” (1º parágrafo).
3. “recado eloquente” (2º parágrafo).
4. “prato cheio” (3º parágrafo).
5. “sair do armário” (5º parágrafo).
Estão CORRETAS, apenas:
 

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1689809 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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A Estratégia Saúde da Família (ESF) busca promover a qualidade de vida da população brasileira e intervir nos fatores que colocam a saúde em risco. Sobre a ESF, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1683773 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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As Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados com o Trabalho (LER/DORT) são as patologias mais frequentes no conjunto dos adoecimentos relacionados ao trabalho, acometendo mulheres e homens em plena fase produtiva.
Sobre as LER/DORT, analise as afirmativas abaixo:
I. São conceituadas como uma síndrome clínica, caracterizada por dor crônica, acompanhada ou não por alterações objetivas.
II. Manifestam-se, principalmente, no pescoço, na cintura escapular e/ou nos membros superiores, em decorrência do trabalho, podendo afetar tendões, músculos e nervos periféricos.
III. Recorrer à fragilidade, à vulnerabilidade ou à predisposição psicológica para elucidar as descompensações é evidentemente insuficiente, afastando da investigação a análise específica sobre o papel do próprio trabalho, seja na saúde seja na doença mental. Pode-se, contudo, mostrar que o trabalho desempenha um papel protagonista tanto na construção da saúde como na construção da economia das relações na esfera privada.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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1681935 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Provas:
Saúde urbana é a área do conhecimento aninhado na saúde pública, que nos permite repensar o impacto na saúde das intervenções do setor público nas cidades, incluindo aquelas que não necessariamente têm origem no setor saúde.
Sobre isso, analise as afirmativas abaixo:
I. A saúde das populações que vivem em ambientes urbanos é função de influências globais, nacionais e locais e de uma rede de determinantes interligados.
II. O cerne fundamental dessa proposição é que os ambientes sociais e físicos definem o contexto urbano e são modulados por fatores (proximal e distal) e atores em vários níveis.
III. É um campo próspero para tradução do conhecimento, com fortes laços sociais e políticos, guiado por métricas inovadoras e estreita associação com a administração pública e as suas relações intersetoriais, incluindo a governança.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Em relação à Lei 8142/90, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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