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Foram encontradas 50 questões.

2459496 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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No que se refere aos serviços públicos, é CORRETO afirmar que:
 

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2459267 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Leia as afirmativas a seguir sobre segurança da informação:
I. Backdoor, conhecido por ser uma falha de segurança existente em um software ou sistema operacional, pode permitir a invasão do sistema computacional;
II. Malware é uma técnica que, juntamente com os sistemas antivírus, impede a instalação de programas maliciosos no computador;
III. A criptografia é uma técnica que gera uma cópia de segurança dos dados mediante ao uso de senhas conhecidas como chaves criptográficas.
Assinale a opção que corresponde à(s) afirmativa(s) CORRETA(S):
 

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2458861 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Admitindo-se que uma pessoa encontra-se presa por mais tempo do que determina a lei, o remédio constitucional para sanar essa situação é:

 

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2458577 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Constitui competência privativa da União:

 

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2458091 Ano: 2013
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Sobre a infração prevista no Código de Postura do município de Parnaíba, é CORRETO afirmar que:
 

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2457993 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Leia as afirmativas a seguir sobre Correio Eletrônico:
I. POP3, IMAP e SMTP são protocolos utilizados para troca de mensagens de correio eletrônico;
II. O campo CCO de uma mensagem eletrônica é geralmente utilizado para se colocar um destinatário que não poderá ser visualizado pelos demais destinatários;
III. O spam é uma mensagem indesejada, enviada em massa, geralmente com o intuito de fazer publicidade.
Assinale a opção que corresponde à(s) afirmativa(s) CORRETA(S):
 

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2456358 Ano: 2013
Disciplina: Direito Penal
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Sobre o uso de algemas, é CORRETO afirmar que:
 

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2456241 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Um quadrado de anagramas conhecido desde os tempos antigos é o chamado Quadrado de Sator, muito lembrado também devido à simetria dos anagramas inscritos nele. Samuel estava brincando com um “Quadrado de Sator”, quando, sem querer, derramou tinta preta no quadradinho de uma das letras do quadrado (vide figura abaixo), não conseguindo mais distinguir qual a letra que ali estava. A letra que ficou coberta de tinta era a letra:
Enunciado 2814041-1
 

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2455948 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independentemente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
LUFT, Lya. Degraus da ilusão. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/lya-luft-vejo-multidoes-consumindo-
estimuladas-a-consumir-como-se-isso-constituisse-um-bem-em-si-e-promovesse-real-crescimento-do-pais-isso-nao-e-subir-de-classe-social/.
Acesso em 01 de setembro de 2013.
Dentre os vocábulos abaixo, aquele que apresenta a mesma regra de acentuação de “econômico” é:
 

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2455788 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independentemente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
LUFT, Lya. Degraus da ilusão. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/lya-luft-vejo-multidoes-consumindo-
estimuladas-a-consumir-como-se-isso-constituisse-um-bem-em-si-e-promovesse-real-crescimento-do-pais-isso-nao-e-subir-de-classe-social/.
Acesso em 01 de setembro de 2013.
Quanto à regência verbal, pode-se afirmar, a partir do trecho “tudo de que precisam cidadãos decentes”, que
 

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