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A lama que ainda suja o Brasil
Fabíola Perez (fabiola.perez@istoe.com.br)
A maior tragédia ambiental da história do País escancarou um dos principais gargalos da conjuntura política e econômica brasileira: a negligência do setor privado e dos órgãos públicos diante de um desastre de repercussão mundial.
Confirmada a morte do Rio Doce, o governo federal ainda não apresentou um plano de recuperação efetivo para a área (apenas uma carta de intenções). Tampouco a mineradora Samarco, controlada pela brasileira Vale e pela angloaustraliana BHP Billiton. A única medida concreta foi a aplicação da multa de R$ 250 milhões – sendo que não há garantias de que ela será usada no local. “O leito do rio se perdeu e a calha profunda e larga se transformou num córrego raso”, diz Malu Ribeiro, coordenadora da rede de águas da Fundação SOS Mata Atlântica, sobre o desastre em Mariana, Minas Gerais. “O volume de rejeitos se tornou uma bomba relógio na região.”
Para agravar a tragédia, a empresa declarou que existem riscos de rompimento nas barragens de Germano e de Santarém. Segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral, pelo menos 16 barragens de mineração em todo o País apresentam condições de insegurança. “O governo perdeu sua capacidade de aparelhar órgãos técnicos para fiscalização”, diz Malu. Na direção oposta
Ao caminho da segurança, está o projeto de lei 654/2015, do senador Romero Jucá (PMDB-RR) que prevê licença única em um tempo exíguo para obras consideradas estratégicas. O novo marco regulatório da mineração, por sua vez, também concede prioridade à ação de mineradoras.
“Ocorrerá um aumento dos conflitos judiciais, o que não será interessante para o setor empresarial”, diz Maurício Guetta, advogado do Instituto Sócio Ambiental (ISA). Com o avanço dessa legislação outros danos irreversíveis podem ocorrer.
http://www.istoe.com.br/reportagens/441106_A+LA MA+QUE+AINDA+SUJA+O+BRASIL,
acesso em 27 de novembro de 2015.
A tipologia textual PREDOMINANTE no texto é:
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2237023
Ano: 2015
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Palmeira-PR
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Uma indústria de chocolate localizada na região sul, visando à redução com transporte e a expansão dos negócios implantou duas novas fábricas, uma na região nordeste e outra na região centro-oeste do país. Para avaliar se os chocolates em barra produzidos nas filiais apresentavam o mesmo padrão de qualidade do chocolate da matriz um teste de diferença do controle foi aplicado. Participaram do teste 40 julgadores que receberam três amostras codificadas e uma amostra padrão e foram solicitados a responder quanto cada amostra diferia do padrão utilizando uma escala que varia de zero (nenhuma diferença do padrão) a 6 (extremamente diferente do padrão). O tratamento estatístico dos dados foi realizado através da análise de variância (ANOVA) e teste de médias de Dunnett e os resultados estão apresentados na tabela abaixo:
| Matriz | Filial A | Filial B | |
| Médias | 1,1a | 1,2a | 3,8b |
Letras diferentes (a b) indicam diferenças significativas entre as amostras avaliadas (p<0,05) entre as amostras.
Com base nas respostas apresentadas avalie as afirmações a seguir:
I - O chocolate da Filial A foi significativamente diferente do produzido pela Matriz.
II - O chocolate da Filial B foi significativamente diferente do produzido pela Matriz.
III - O chocolate da Filial B não foi significativamente diferente do produzido pela Matriz.
IV - O controle de qualidade da empresa deverá realizar um estudo para que o chocolate produzido na Filial B venha a ser fabricado com o mesmo padrão de qualidade que o chocolate produzido pela Matriz.
É correto apenas o que se afirma em:
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A lama que ainda suja o Brasil
Fabíola Perez (fabiola.perez@istoe.com.br)
A maior tragédia ambiental da história do País escancarou um dos principais gargalos da conjuntura política e econômica brasileira: a negligência do setor privado e dos órgãos públicos diante de um desastre de repercussão mundial.
Confirmada a morte do Rio Doce, o governo federal ainda não apresentou um plano de recuperação efetivo para a área (apenas uma carta de intenções). Tampouco a mineradora Samarco, controlada pela brasileira Vale e pela angloaustraliana BHP Billiton. A única medida concreta foi a aplicação da multa de R$ 250 milhões – sendo que não há garantias de que ela será usada no local. “O leito do rio se perdeu e a calha profunda e larga se transformou num córrego raso”, diz Malu Ribeiro, coordenadora da rede de águas da Fundação SOS Mata Atlântica, sobre o desastre em Mariana, Minas Gerais. “O volume de rejeitos se tornou uma bomba relógio na região.”
Para agravar a tragédia, a empresa declarou que existem riscos de rompimento nas barragens de Germano e de Santarém. Segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral, pelo menos 16 barragens de mineração em todo o País apresentam condições de insegurança. “O governo perdeu sua capacidade de aparelhar órgãos técnicos para fiscalização”, diz Malu. Na direção oposta
Ao caminho da segurança, está o projeto de lei 654/2015, do senador Romero Jucá (PMDB-RR) que prevê licença única em um tempo exíguo para obras consideradas estratégicas. O novo marco regulatório da mineração, por sua vez, também concede prioridade à ação de mineradoras.
“Ocorrerá um aumento dos conflitos judiciais, o que não será interessante para o setor empresarial”, diz Maurício Guetta, advogado do Instituto Sócio Ambiental (ISA). Com o avanço dessa legislação outros danos irreversíveis podem ocorrer.
http://www.istoe.com.br/reportagens/441106_A+LA MA+QUE+AINDA+SUJA+O+BRASIL,
acesso em 27 de novembro de 2015.
Assinale a alternativa em que TODAS AS PALAVRAS têm o acento justificado como “Santarém”
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2237001
Ano: 2015
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Palmeira-PR
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De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 275, DE 21 DE OUTUBRO DE 2002 avalie as sentenças abaixo sobre o “Monitoramento, avaliação e registro dos procedimentos operacionais padronizados”:
I - A implementação dos POPs deve ser monitorada periodicamente de forma a garantir a finalidade pretendida, sendo adotadas medidas corretivas em casos de desvios destes procedimentos. As ações corretivas devem contemplar o destino do produto, a restauração das condições sanitárias e a reavaliação dos Procedimentos Operacionais Padronizados.
II - Deve-se prever registros periódicos suficientes para documentar a execução e o monitoramento dos Procedimentos Operacionais Padronizados, bem como a adoção de medidas corretivas. Esses registros consistem de anotação em planilhas e ou documentos e não devem ser datados, assinados pelo responsável pela execução da operação e mantidos por um período superior ao tempo de vida de prateleira do produto.
III - Deve-se avaliar, regularmente, a efetividade dos POPs implementados pelo estabelecimento e, de acordo com os resultados, deve-se fazer os ajustes necessários.
IV - Os Procedimentos Operacionais Padronizados não devem ser revistos em caso de modificação que implique em alterações nas operações documentadas.
É correto apenas o que se afirma em:
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Comprei um produto que custou R$ 2530,00 como paguei a vista tive um desconto de 12%.
Quanto paguei no produto?
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O ponto máximo de uma função do segundo grau é 8 e seu par ordenado é 2. Sendo a lei que define esta função f(x)= ax² + bx + c. Assim, podemos afirmar que:
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Sabendo que um determinado número é o triplo de quatro quintos mais dois terços igual a este número. Quanto é este número?
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Um grupo de estudantes está dividido em os que estudam inglês e espanhol. Os que estudam inglês 105 alunos e espanhol 78 alunos.
Sabendo que o total de alunos é 1150 quantos estudantes estudam inglês e espanhol ao mesmo tempo?
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A lama que ainda suja o Brasil
Fabíola Perez (fabiola.perez@istoe.com.br)
A maior tragédia ambiental da história do País escancarou um dos principais gargalos da conjuntura política e econômica brasileira: a negligência do setor privado e dos órgãos públicos diante de um desastre de repercussão mundial.
Confirmada a morte do Rio Doce, o governo federal ainda não apresentou um plano de recuperação efetivo para a área (apenas uma carta de intenções). Tampouco a mineradora Samarco, controlada pela brasileira Vale e pela angloaustraliana BHP Billiton. A única medida concreta foi a aplicação da multa de R$ 250 milhões – sendo que não há garantias de que ela será usada no local. “O leito do rio se perdeu e a calha profunda e larga se transformou num córrego raso”, diz Malu Ribeiro, coordenadora da rede de águas da Fundação SOS Mata Atlântica, sobre o desastre em Mariana, Minas Gerais. “O volume de rejeitos se tornou uma bomba relógio na região.”
Para agravar a tragédia, a empresa declarou que existem riscos de rompimento nas barragens de Germano e de Santarém. Segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral, pelo menos 16 barragens de mineração em todo o País apresentam condições de insegurança. “O governo perdeu sua capacidade de aparelhar órgãos técnicos para fiscalização”, diz Malu. Na direção oposta
Ao caminho da segurança, está o projeto de lei 654/2015, do senador Romero Jucá (PMDB-RR) que prevê licença única em um tempo exíguo para obras consideradas estratégicas. O novo marco regulatório da mineração, por sua vez, também concede prioridade à ação de mineradoras.
“Ocorrerá um aumento dos conflitos judiciais, o que não será interessante para o setor empresarial”, diz Maurício Guetta, advogado do Instituto Sócio Ambiental (ISA). Com o avanço dessa legislação outros danos irreversíveis podem ocorrer.
http://www.istoe.com.br/reportagens/441106_A+LA MA+QUE+AINDA+SUJA+O+BRASIL,
acesso em 27 de novembro de 2015.
DESSA LEGISLAÇÃO, sublinhada no período abaixo retoma:
“O novo marco regulatório da mineração, por sua vez, também concede prioridade à ação de mineradoras. “Ocorrerá um aumento dos conflitos judiciais, o que não será interessante para o setor empresarial”, diz Maurício Guetta, advogado do Instituto Sócio Ambiental (ISA).
Com o avanço dessa legislação outros danos irreversíveis podem ocorrer”.
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A lama que ainda suja o Brasil
Fabíola Perez (fabiola.perez@istoe.com.br)
A maior tragédia ambiental da história do País escancarou um dos principais gargalos da conjuntura política e econômica brasileira: a negligência do setor privado e dos órgãos públicos diante de um desastre de repercussão mundial.
Confirmada a morte do Rio Doce, o governo federal ainda não apresentou um plano de recuperação efetivo para a área (apenas uma carta de intenções). Tampouco a mineradora Samarco, controlada pela brasileira Vale e pela angloaustraliana BHP Billiton. A única medida concreta foi a aplicação da multa de R$ 250 milhões – sendo que não há garantias de que ela será usada no local. “O leito do rio se perdeu e a calha profunda e larga se transformou num córrego raso”, diz Malu Ribeiro, coordenadora da rede de águas da Fundação SOS Mata Atlântica, sobre o desastre em Mariana, Minas Gerais. “O volume de rejeitos se tornou uma bomba relógio na região.”
Para agravar a tragédia, a empresa declarou que existem riscos de rompimento nas barragens de Germano e de Santarém. Segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral, pelo menos 16 barragens de mineração em todo o País apresentam condições de insegurança. “O governo perdeu sua capacidade de aparelhar órgãos técnicos para fiscalização”, diz Malu. Na direção oposta
Ao caminho da segurança, está o projeto de lei 654/2015, do senador Romero Jucá (PMDB-RR) que prevê licença única em um tempo exíguo para obras consideradas estratégicas. O novo marco regulatório da mineração, por sua vez, também concede prioridade à ação de mineradoras.
“Ocorrerá um aumento dos conflitos judiciais, o que não será interessante para o setor empresarial”, diz Maurício Guetta, advogado do Instituto Sócio Ambiental (ISA). Com o avanço dessa legislação outros danos irreversíveis podem ocorrer.
http://www.istoe.com.br/reportagens/441106_A+LA MA+QUE+AINDA+SUJA+O+BRASIL,
acesso em 27 de novembro de 2015.
De acordo com o texto, qual (ou quais) são os maiores problemas que impedem de solucionar o problema das mineradoras brasileiras?
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