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Julgue as proposições a seguir sobre o ensino religioso na Educação Básica:
I – Conforme o Art. 33 da Lei nº 9.394/1996, o ensino religioso, de matrícula obrigatória, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina fora dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
II – A Resolução CNE/CEB nº 2/1998, estabelece a garantia para todos os estudantes cursarem uma base nacional comum, de maneira a legitimar a unidade e a qualidade da ação pedagógica na diversidade nacional. Entre as áreas do conhecimento que compõem a base nacional comum, destacadas no corpo do texto desta resolução, está a Educação Religiosa, na forma do Art. 33 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
III - Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas para a habilitação e admissão dos professores.
Identifique a alternativa correta a seguir:
 

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2242798 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Provas:
Escola da Família Agrícola de Garibaldi enfrenta dificuldades
Após um ano da inauguração, direção luta para
manter instituição em funcionamento e atender aos
27 alunos de nove municípios.
No dia 27 de maio de 2014, a Escola da Família Agrícola de Garibaldi completou um ano de funcionamento. Atualmente, 27 alunos, de nove
municípios (2 de Barão, 1 de Boa Vista do Sul, 4 de Caxias do Sul, 2 de Farroupilha, 4 de Coronel Pilar, 7 de Garibaldi, 3 de Ipê, 2 de Bento Gonçalves e 2 de Carlos Barbosa) frequentam a instituição que trabalha com a pedagogia de alternância, na qual permanecem uma semana na escola, em regime de internato, e outra em casa com a família, aplicando na prática os conhecimentos. São duas turmas: uma de primeiro ano, com 13 alunos que ingressaram em 2014; e outra de segundo ano, com 14 matriculados desde 2013. Os estudantes são acompanhados por oito professores com pós-graduação, mestrado ou doutorado, sendo que quatro são monitores e dormem na escola.
A EFA Serra Gaúcha foi a realização do sonho de um grupo de agricultores que, em 2011, se reuniu com a intenção de criar uma escola de ensino médio e técnico agrícola para estimular a permanência dos jovens na propriedade rural. Depois de dois anos de pesquisas, entrevistas com cerca de 500 famílias de agricultores e visitas a instituições semelhantes, a ideia foi concretizada e as aulas iniciaram. Na época, além de investimentos federais, estaduais e da iniciativa privada, a promessa era que os municípios que tivessem alunos matriculados na escola contribuíssem com uma verba mensal para ajudar nas despesas dos mesmos, já que cada um custa em média R$ 1,2 mil por mês, considerando gastos com alojamento, transporte e estudos.
Porém, um ano após o início das aulas, a EFA Serra Gaúcha passa por dificuldades financeiras. Conforme a coordenadora geral e uma das fundadoras, Ivone Möllmann Manica, hoje apenas Garibaldi, Boa Vista do Sul e Coronel Pilar estão contribuindo com R$ 500 por aluno dos municípios, um total de R$ 6 mil. O restante da renda provém dos pais que contribuem com R$ 200 por mês, além de R$ 200 que cada aluno recebe em virtude da participação deles no programa federal do Pronatec Campo. A cada três meses, a escola também recebe uma quantia por aluno, por meio do Fundeb, do governo do Estado. As parcerias com as instituições privadas, firmadas no primeiro ano, ainda não foram renovadas em 2014.
Dificuldades para equilibrar as contas
Em virtude da falta de recursos, Ivone destaca que tem sido difícil equilibrar as contas mensais com aluguel do prédio (R$ 3.180), almoço, transporte dos alunos e salário dos professores. Segundo ela, os estudantes estão trazendo de casa os alimentos que consomem durante a semana, no café da manhã e na janta. “Para não fechar a escola, algumas vezes os administradores já tiraram dinheiro do próprio bolso. A nossa situação está bem complicada”, aponta.
Ivone, que também leciona na EFA, salienta que diversas vezes os professores já tiveram os salários atrasados por mais de três meses. “Nesse ano, tivemos dificuldades para contratar professores, pois eles não queriam trabalhar aqui porque não tinham a certeza que iriam receber no final do mês. No ano passado, a situação era essa. Contudo, nesse ano, não atrasamos nem um dia os salários. Estamos conseguindo pagar em dia”, conta.
Ela comenta que as dificuldades estão sendo superadas, pois a direção e os professores da EFA Serra Gaúcha acreditam que o projeto dará certo no futuro. “A EFASC, de Santa Cruz do Sul, é um exemplo de que essa ideia pode dar certo. No começo, eles também tiveram muitas dificuldades, mas não desistiram e hoje estão muito bem. Nesse momento, estamos focados em conseguir ajuda de todos os municípios que possuem alunos aqui. Isso resolveria a nossa situação”, pontua.
Ivone frisa que os pais são os maiores incentivadores da escola, já que os alunos se mostram interessados e aplicam o que aprendem em aula nas propriedades, melhorando os negócios das famílias.
100% de aproveitamento
Ao final de três anos e meio, o aluno recebe o certificado de conclusão do ensino médio e a habilitação para atuar como técnico agrícola. As aulas teóricas são ministradas na própria EFA Serra Gaúcha e na Faculdade de Integração do Ensino Superior do Cone Sul (FISUL) de Garibaldi.
As aulas práticas são feitas na escola e na propriedade rural da família do aluno. A coordenadora geral da EFASG, Ivone Möllmann Manica, explica que o desenvolvimento dos alunos nesse primeiro ano tem sido notável, com diversas mudanças positivas, inclusive no convívio com as pessoas. “Eles estão muito satisfeitos e percebemos que 70% deles irão mesmo permanecer em suas propriedades rurais, o que é o nosso grande objetivo”. Porém, a coordenadora destaca que a vontade de permanecer na propriedade rural não é um quesito obrigatório para quem deseja ingressar na EFA. “Eles podem estudar aqui para ter uma formação técnica em agricultura. Muitos querem ser veterinários, por exemplo. Aqui eles têm um aprendizado específico e solidificado para que também possam competir em boas universidades”, destaca.
Esse é o caso da estudante Jenifer dos Santos Stumm, 16 anos. Ela iria cursar o segundo ano do ensino médio em uma escola regular quando decidiu que queria ingressar na EFA Serra Gaúcha. Em 2014, ela matriculou-se na instituição e voltou para o primeiro ano. A jovem mora na cidade de Garibaldi e sua família não trabalha com agricultura. Porém, ela conta que seu sonho é se formar em Medicina Veterinária. “Fiquei sabendo da escola e pesquisei mais na internet. Gostei da metodologia de ensino, pois temos áreas voltadas para o que desejo fazer no futuro”, conta ela, frisando o quanto está satisfeita com a escolha. “Estou aprendendo muita coisa que nunca havia me interessado antes e está sendo muito melhor do que eu esperava. Certamente essa formação irá agregar muito para a minha carreira”, completa.
Fonte: http://www.avindima.com.br/?p=6249
“Esse é o caso da estudante Jenifer dos Santos Stumm, 16 anos. Ela iria cursar o segundo ano do ensino médio em uma escola regular quando decidiu que queria ingressar na EFA Serra Gaúcha. Em 2014, ela matriculou-se na instituição e voltou para o primeiro ano”. Com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN – n° 9.394/1996 – julgue as posições a seguir sobre o fato de Jenifer dos
Santos Stumm ter voltado a cursar novamente 1º ano do ensino médio:
I – A atitude da escola atende aos princípios da Lei, pois se um estudante cursou o ensino médio regular e opta por ingressar em um curso de ensino médio integrado à educação profissional, mesmo que esteja apto a cursar o último ano do ensino médio, terá de voltar obrigatoriamente a cursar o primeiro ano.
II – A escola poderia ter aplicado o disposto no Art. 23, § 1º, que possibilita a reclassificação dos alunos, inclusive quando se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais. Desse modo, a estudante poderia ter cursado normalmente o segundo ano, caso a escola verificasse tal possibilidade a partir da análise e comparação criteriosa da organização curricular de ambas as instituições de ensino.
III – Caso a escola anterior fosse privada e situada em área urbana, a estudante deveria ter sido mantida no 2º ano do ensino médio. Provavelmente ela foi encaminhada ao 1º por ter sido oriunda de uma escola rural, cujo o ensino é precário e, por esta razão, respaldada na Lei, a escola obrigou o refazimento do 1º ano do ensino médio.
Está(ão) correta(s):
 

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2242791 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
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Escola da Família Agrícola de Garibaldi enfrenta dificuldades
Após um ano da inauguração, direção luta para
manter instituição em funcionamento e atender aos
27 alunos de nove municípios.
No dia 27 de maio de 2014, a Escola da Família Agrícola de Garibaldi completou um ano de funcionamento. Atualmente, 27 alunos, de nove
municípios (2 de Barão, 1 de Boa Vista do Sul, 4 de Caxias do Sul, 2 de Farroupilha, 4 de Coronel Pilar, 7 de Garibaldi, 3 de Ipê, 2 de Bento Gonçalves e 2 de Carlos Barbosa) frequentam a instituição que trabalha com a pedagogia de alternância, na qual permanecem uma semana na escola, em regime de internato, e outra em casa com a família, aplicando na prática os conhecimentos. São duas turmas: uma de primeiro ano, com 13 alunos que ingressaram em 2014; e outra de segundo ano, com 14 matriculados desde 2013. Os estudantes são acompanhados por oito professores com pós-graduação, mestrado ou doutorado, sendo que quatro são monitores e dormem na escola.
A EFA Serra Gaúcha foi a realização do sonho de um grupo de agricultores que, em 2011, se reuniu com a intenção de criar uma escola de ensino médio e técnico agrícola para estimular a permanência dos jovens na propriedade rural. Depois de dois anos de pesquisas, entrevistas com cerca de 500 famílias de agricultores e visitas a instituições semelhantes, a ideia foi concretizada e as aulas iniciaram. Na época, além de investimentos federais, estaduais e da iniciativa privada, a promessa era que os municípios que tivessem alunos matriculados na escola contribuíssem com uma verba mensal para ajudar nas despesas dos mesmos, já que cada um custa em média R$ 1,2 mil por mês, considerando gastos com alojamento, transporte e estudos.
Porém, um ano após o início das aulas, a EFA Serra Gaúcha passa por dificuldades financeiras. Conforme a coordenadora geral e uma das fundadoras, Ivone Möllmann Manica, hoje apenas Garibaldi, Boa Vista do Sul e Coronel Pilar estão contribuindo com R$ 500 por aluno dos municípios, um total de R$ 6 mil. O restante da renda provém dos pais que contribuem com R$ 200 por mês, além de R$ 200 que cada aluno recebe em virtude da participação deles no programa federal do Pronatec Campo. A cada três meses, a escola também recebe uma quantia por aluno, por meio do Fundeb, do governo do Estado. As parcerias com as instituições privadas, firmadas no primeiro ano, ainda não foram renovadas em 2014.
Dificuldades para equilibrar as contas
Em virtude da falta de recursos, Ivone destaca que tem sido difícil equilibrar as contas mensais com aluguel do prédio (R$ 3.180), almoço, transporte dos alunos e salário dos professores. Segundo ela, os estudantes estão trazendo de casa os alimentos que consomem durante a semana, no café da manhã e na janta. “Para não fechar a escola, algumas vezes os administradores já tiraram dinheiro do próprio bolso. A nossa situação está bem complicada”, aponta.
Ivone, que também leciona na EFA, salienta que diversas vezes os professores já tiveram os salários atrasados por mais de três meses. “Nesse ano, tivemos dificuldades para contratar professores, pois eles não queriam trabalhar aqui porque não tinham a certeza que iriam receber no final do mês. No ano passado, a situação era essa. Contudo, nesse ano, não atrasamos nem um dia os salários. Estamos conseguindo pagar em dia”, conta.
Ela comenta que as dificuldades estão sendo superadas, pois a direção e os professores da EFA Serra Gaúcha acreditam que o projeto dará certo no futuro. “A EFASC, de Santa Cruz do Sul, é um exemplo de que essa ideia pode dar certo. No começo, eles também tiveram muitas dificuldades, mas não desistiram e hoje estão muito bem. Nesse momento, estamos focados em conseguir ajuda de todos os municípios que possuem alunos aqui. Isso resolveria a nossa situação”, pontua.
Ivone frisa que os pais são os maiores incentivadores da escola, já que os alunos se mostram interessados e aplicam o que aprendem em aula nas propriedades, melhorando os negócios das famílias.
100% de aproveitamento
Ao final de três anos e meio, o aluno recebe o certificado de conclusão do ensino médio e a habilitação para atuar como técnico agrícola. As aulas teóricas são ministradas na própria EFA Serra Gaúcha e na Faculdade de Integração do Ensino Superior do Cone Sul (FISUL) de Garibaldi.
As aulas práticas são feitas na escola e na propriedade rural da família do aluno. A coordenadora geral da EFASG, Ivone Möllmann Manica, explica que o desenvolvimento dos alunos nesse primeiro ano tem sido notável, com diversas mudanças positivas, inclusive no convívio com as pessoas. “Eles estão muito satisfeitos e percebemos que 70% deles irão mesmo permanecer em suas propriedades rurais, o que é o nosso grande objetivo”. Porém, a coordenadora destaca que a vontade de permanecer na propriedade rural não é um quesito obrigatório para quem deseja ingressar na EFA. “Eles podem estudar aqui para ter uma formação técnica em agricultura. Muitos querem ser veterinários, por exemplo. Aqui eles têm um aprendizado específico e solidificado para que também possam competir em boas universidades”, destaca.
Esse é o caso da estudante Jenifer dos Santos Stumm, 16 anos. Ela iria cursar o segundo ano do ensino médio em uma escola regular quando decidiu que queria ingressar na EFA Serra Gaúcha. Em 2014, ela matriculou-se na instituição e voltou para o primeiro ano. A jovem mora na cidade de Garibaldi e sua família não trabalha com agricultura. Porém, ela conta que seu sonho é se formar em Medicina Veterinária. “Fiquei sabendo da escola e pesquisei mais na internet. Gostei da metodologia de ensino, pois temos áreas voltadas para o que desejo fazer no futuro”, conta ela, frisando o quanto está satisfeita com a escolha. “Estou aprendendo muita coisa que nunca havia me interessado antes e está sendo muito melhor do que eu esperava. Certamente essa formação irá agregar muito para a minha carreira”, completa.
Fonte: http://www.avindima.com.br/?p=6249
A pedagogia da alternância como organizadora da prática pedagógica pressupõe uma construção e prática curricular que supere a fragmentação das disciplinas escolares. Para se sustentar curricularmente, uma escola que oferte formação com a pedagogia da alternância não pode se servir dos modelos curriculares das escolas urbanas. Com isso, podem conceber o seu currículo a partir de um eixo articulador e eixos temáticos, que são interligados e se articulam com as áreas do saber e com a qualificação social e profissional. A literatura educacional nomeia esta concepção e prática curricular de:
 

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2242743 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
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Escola da Família Agrícola de Garibaldi enfrenta dificuldades
Após um ano da inauguração, direção luta para
manter instituição em funcionamento e atender aos
27 alunos de nove municípios.
No dia 27 de maio de 2014, a Escola da Família Agrícola de Garibaldi completou um ano de funcionamento. Atualmente, 27 alunos, de nove
municípios (2 de Barão, 1 de Boa Vista do Sul, 4 de Caxias do Sul, 2 de Farroupilha, 4 de Coronel Pilar, 7 de Garibaldi, 3 de Ipê, 2 de Bento Gonçalves e 2 de Carlos Barbosa) frequentam a instituição que trabalha com a pedagogia de alternância, na qual permanecem uma semana na escola, em regime de internato, e outra em casa com a família, aplicando na prática os conhecimentos. São duas turmas: uma de primeiro ano, com 13 alunos que ingressaram em 2014; e outra de segundo ano, com 14 matriculados desde 2013. Os estudantes são acompanhados por oito professores com pós-graduação, mestrado ou doutorado, sendo que quatro são monitores e dormem na escola.
A EFA Serra Gaúcha foi a realização do sonho de um grupo de agricultores que, em 2011, se reuniu com a intenção de criar uma escola de ensino médio e técnico agrícola para estimular a permanência dos jovens na propriedade rural. Depois de dois anos de pesquisas, entrevistas com cerca de 500 famílias de agricultores e visitas a instituições semelhantes, a ideia foi concretizada e as aulas iniciaram. Na época, além de investimentos federais, estaduais e da iniciativa privada, a promessa era que os municípios que tivessem alunos matriculados na escola contribuíssem com uma verba mensal para ajudar nas despesas dos mesmos, já que cada um custa em média R$ 1,2 mil por mês, considerando gastos com alojamento, transporte e estudos.
Porém, um ano após o início das aulas, a EFA Serra Gaúcha passa por dificuldades financeiras. Conforme a coordenadora geral e uma das fundadoras, Ivone Möllmann Manica, hoje apenas Garibaldi, Boa Vista do Sul e Coronel Pilar estão contribuindo com R$ 500 por aluno dos municípios, um total de R$ 6 mil. O restante da renda provém dos pais que contribuem com R$ 200 por mês, além de R$ 200 que cada aluno recebe em virtude da participação deles no programa federal do Pronatec Campo. A cada três meses, a escola também recebe uma quantia por aluno, por meio do Fundeb, do governo do Estado. As parcerias com as instituições privadas, firmadas no primeiro ano, ainda não foram renovadas em 2014.
Dificuldades para equilibrar as contas
Em virtude da falta de recursos, Ivone destaca que tem sido difícil equilibrar as contas mensais com aluguel do prédio (R$ 3.180), almoço, transporte dos alunos e salário dos professores. Segundo ela, os estudantes estão trazendo de casa os alimentos que consomem durante a semana, no café da manhã e na janta. “Para não fechar a escola, algumas vezes os administradores já tiraram dinheiro do próprio bolso. A nossa situação está bem complicada”, aponta.
Ivone, que também leciona na EFA, salienta que diversas vezes os professores já tiveram os salários atrasados por mais de três meses. “Nesse ano, tivemos dificuldades para contratar professores, pois eles não queriam trabalhar aqui porque não tinham a certeza que iriam receber no final do mês. No ano passado, a situação era essa. Contudo, nesse ano, não atrasamos nem um dia os salários. Estamos conseguindo pagar em dia”, conta.
Ela comenta que as dificuldades estão sendo superadas, pois a direção e os professores da EFA Serra Gaúcha acreditam que o projeto dará certo no futuro. “A EFASC, de Santa Cruz do Sul, é um exemplo de que essa ideia pode dar certo. No começo, eles também tiveram muitas dificuldades, mas não desistiram e hoje estão muito bem. Nesse momento, estamos focados em conseguir ajuda de todos os municípios que possuem alunos aqui. Isso resolveria a nossa situação”, pontua.
Ivone frisa que os pais são os maiores incentivadores da escola, já que os alunos se mostram interessados e aplicam o que aprendem em aula nas propriedades, melhorando os negócios das famílias.
100% de aproveitamento
Ao final de três anos e meio, o aluno recebe o certificado de conclusão do ensino médio e a habilitação para atuar como técnico agrícola. As aulas teóricas são ministradas na própria EFA Serra Gaúcha e na Faculdade de Integração do Ensino Superior do Cone Sul (FISUL) de Garibaldi.
As aulas práticas são feitas na escola e na propriedade rural da família do aluno. A coordenadora geral da EFASG, Ivone Möllmann Manica, explica que o desenvolvimento dos alunos nesse primeiro ano tem sido notável, com diversas mudanças positivas, inclusive no convívio com as pessoas. “Eles estão muito satisfeitos e percebemos que 70% deles irão mesmo permanecer em suas propriedades rurais, o que é o nosso grande objetivo”. Porém, a coordenadora destaca que a vontade de permanecer na propriedade rural não é um quesito obrigatório para quem deseja ingressar na EFA. “Eles podem estudar aqui para ter uma formação técnica em agricultura. Muitos querem ser veterinários, por exemplo. Aqui eles têm um aprendizado específico e solidificado para que também possam competir em boas universidades”, destaca.
Esse é o caso da estudante Jenifer dos Santos Stumm, 16 anos. Ela iria cursar o segundo ano do ensino médio em uma escola regular quando decidiu que queria ingressar na EFA Serra Gaúcha. Em 2014, ela matriculou-se na instituição e voltou para o primeiro ano. A jovem mora na cidade de Garibaldi e sua família não trabalha com agricultura. Porém, ela conta que seu sonho é se formar em Medicina Veterinária. “Fiquei sabendo da escola e pesquisei mais na internet. Gostei da metodologia de ensino, pois temos áreas voltadas para o que desejo fazer no futuro”, conta ela, frisando o quanto está satisfeita com a escolha. “Estou aprendendo muita coisa que nunca havia me interessado antes e está sendo muito melhor do que eu esperava. Certamente essa formação irá agregar muito para a minha carreira”, completa.
Fonte: http://www.avindima.com.br/?p=6249
A pedagogia da alternância surgiu na França no ano de 1935, a partir das preocupações do Padre Granereau com a juventude e com o descaso das autoridades políticas frente aos problemas enfrentados pelos sujeitos do campo. A pedagogia da alternância ganhou força em todo o mundo e se capilarizou na Itália e em outros países da Europa, África e América Latina, às vezes vinculada à Igreja, em outros momentos como uma política de governo. No Brasil, a pedagogia da alternância chega em 1969, por meio da criação das escolas da família agrícola, através do Movimento de Educação Promocional do Espírito Santo – MEPES –, pertencente à Igreja Católica, que iniciou suas atividades no município de Anchieta e se espalhou por outras regiões deste estado. Experiências mais fecundas foram percebidas com a participação das organizações sociais e sindicais na oferta de cursos que utilizam a pedagogia da alternância, por iniciativas próprias ou articuladas com a igreja, partidos políticos ou o Estado. A pedagogia da Alternância se constitui na organização articulada de tempos educativos vivenciados na instituição escolar e na família/comunidade. Com efeito, esta formação corrobora o respeito à realidade e diversidade geográfica, produtiva, cultural, social, climática, de gênero, entre outras dos povos do campo. Aponte para a alternativa que contempla corretamente o posicionamento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN – no 9.394/1996 – sobre a Pedagogia da Alternância:
 

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2242732 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
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Escola da Família Agrícola de Garibaldi enfrenta dificuldades
Após um ano da inauguração, direção luta para
manter instituição em funcionamento e atender aos
27 alunos de nove municípios.
No dia 27 de maio de 2014, a Escola da Família Agrícola de Garibaldi completou um ano de funcionamento. Atualmente, 27 alunos, de nove
municípios (2 de Barão, 1 de Boa Vista do Sul, 4 de Caxias do Sul, 2 de Farroupilha, 4 de Coronel Pilar, 7 de Garibaldi, 3 de Ipê, 2 de Bento Gonçalves e 2 de Carlos Barbosa) frequentam a instituição que trabalha com a pedagogia de alternância, na qual permanecem uma semana na escola, em regime de internato, e outra em casa com a família, aplicando na prática os conhecimentos. São duas turmas: uma de primeiro ano, com 13 alunos que ingressaram em 2014; e outra de segundo ano, com 14 matriculados desde 2013. Os estudantes são acompanhados por oito professores com pós-graduação, mestrado ou doutorado, sendo que quatro são monitores e dormem na escola.
A EFA Serra Gaúcha foi a realização do sonho de um grupo de agricultores que, em 2011, se reuniu com a intenção de criar uma escola de ensino médio e técnico agrícola para estimular a permanência dos jovens na propriedade rural. Depois de dois anos de pesquisas, entrevistas com cerca de 500 famílias de agricultores e visitas a instituições semelhantes, a ideia foi concretizada e as aulas iniciaram. Na época, além de investimentos federais, estaduais e da iniciativa privada, a promessa era que os municípios que tivessem alunos matriculados na escola contribuíssem com uma verba mensal para ajudar nas despesas dos mesmos, já que cada um custa em média R$ 1,2 mil por mês, considerando gastos com alojamento, transporte e estudos.
Porém, um ano após o início das aulas, a EFA Serra Gaúcha passa por dificuldades financeiras. Conforme a coordenadora geral e uma das fundadoras, Ivone Möllmann Manica, hoje apenas Garibaldi, Boa Vista do Sul e Coronel Pilar estão contribuindo com R$ 500 por aluno dos municípios, um total de R$ 6 mil. O restante da renda provém dos pais que contribuem com R$ 200 por mês, além de R$ 200 que cada aluno recebe em virtude da participação deles no programa federal do Pronatec Campo. A cada três meses, a escola também recebe uma quantia por aluno, por meio do Fundeb, do governo do Estado. As parcerias com as instituições privadas, firmadas no primeiro ano, ainda não foram renovadas em 2014.
Dificuldades para equilibrar as contas
Em virtude da falta de recursos, Ivone destaca que tem sido difícil equilibrar as contas mensais com aluguel do prédio (R$ 3.180), almoço, transporte dos alunos e salário dos professores. Segundo ela, os estudantes estão trazendo de casa os alimentos que consomem durante a semana, no café da manhã e na janta. “Para não fechar a escola, algumas vezes os administradores já tiraram dinheiro do próprio bolso. A nossa situação está bem complicada”, aponta.
Ivone, que também leciona na EFA, salienta que diversas vezes os professores já tiveram os salários atrasados por mais de três meses. “Nesse ano, tivemos dificuldades para contratar professores, pois eles não queriam trabalhar aqui porque não tinham a certeza que iriam receber no final do mês. No ano passado, a situação era essa. Contudo, nesse ano, não atrasamos nem um dia os salários. Estamos conseguindo pagar em dia”, conta.
Ela comenta que as dificuldades estão sendo superadas, pois a direção e os professores da EFA Serra Gaúcha acreditam que o projeto dará certo no futuro. “A EFASC, de Santa Cruz do Sul, é um exemplo de que essa ideia pode dar certo. No começo, eles também tiveram muitas dificuldades, mas não desistiram e hoje estão muito bem. Nesse momento, estamos focados em conseguir ajuda de todos os municípios que possuem alunos aqui. Isso resolveria a nossa situação”, pontua.
Ivone frisa que os pais são os maiores incentivadores da escola, já que os alunos se mostram interessados e aplicam o que aprendem em aula nas propriedades, melhorando os negócios das famílias.
100% de aproveitamento
Ao final de três anos e meio, o aluno recebe o certificado de conclusão do ensino médio e a habilitação para atuar como técnico agrícola. As aulas teóricas são ministradas na própria EFA Serra Gaúcha e na Faculdade de Integração do Ensino Superior do Cone Sul (FISUL) de Garibaldi.
As aulas práticas são feitas na escola e na propriedade rural da família do aluno. A coordenadora geral da EFASG, Ivone Möllmann Manica, explica que o desenvolvimento dos alunos nesse primeiro ano tem sido notável, com diversas mudanças positivas, inclusive no convívio com as pessoas. “Eles estão muito satisfeitos e percebemos que 70% deles irão mesmo permanecer em suas propriedades rurais, o que é o nosso grande objetivo”. Porém, a coordenadora destaca que a vontade de permanecer na propriedade rural não é um quesito obrigatório para quem deseja ingressar na EFA. “Eles podem estudar aqui para ter uma formação técnica em agricultura. Muitos querem ser veterinários, por exemplo. Aqui eles têm um aprendizado específico e solidificado para que também possam competir em boas universidades”, destaca.
Esse é o caso da estudante Jenifer dos Santos Stumm, 16 anos. Ela iria cursar o segundo ano do ensino médio em uma escola regular quando decidiu que queria ingressar na EFA Serra Gaúcha. Em 2014, ela matriculou-se na instituição e voltou para o primeiro ano. A jovem mora na cidade de Garibaldi e sua família não trabalha com agricultura. Porém, ela conta que seu sonho é se formar em Medicina Veterinária. “Fiquei sabendo da escola e pesquisei mais na internet. Gostei da metodologia de ensino, pois temos áreas voltadas para o que desejo fazer no futuro”, conta ela, frisando o quanto está satisfeita com a escolha. “Estou aprendendo muita coisa que nunca havia me interessado antes e está sendo muito melhor do que eu esperava. Certamente essa formação irá agregar muito para a minha carreira”, completa.
Fonte: http://www.avindima.com.br/?p=6249
A pedagogia da alternância como organizadora da prática pedagógica pressupõe uma construção e prática curricular que supere a fragmentação das disciplinas escolares. Para se sustentar curricularmente, uma escola que oferte formação com a pedagogia da alternância não pode se servir dos modelos curriculares das escolas urbanas. Com isso, podem conceber o seu currículo a partir de um eixo articulador e eixos temáticos, que são interligados e se articulam com as áreas do saber e com a qualificação social e profissional. A literatura educacional nomeia esta concepção e prática curricular de:
 

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Questão presente nas seguintes provas
2242721 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Se !$ x = { \large 3^{-2} + 2^{-1} \over \sqrt {1+5.4^{-1}}} + 5. { \large \sqrt {16/9} \over 6 } !$
Então o valor de X é:
 

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2242707 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Provas:
Escola da Família Agrícola de Garibaldi enfrenta dificuldades
Após um ano da inauguração, direção luta para
manter instituição em funcionamento e atender aos
27 alunos de nove municípios.
No dia 27 de maio de 2014, a Escola da Família Agrícola de Garibaldi completou um ano de funcionamento. Atualmente, 27 alunos, de nove
municípios (2 de Barão, 1 de Boa Vista do Sul, 4 de Caxias do Sul, 2 de Farroupilha, 4 de Coronel Pilar, 7 de Garibaldi, 3 de Ipê, 2 de Bento Gonçalves e 2 de Carlos Barbosa) frequentam a instituição que trabalha com a pedagogia de alternância, na qual permanecem uma semana na escola, em regime de internato, e outra em casa com a família, aplicando na prática os conhecimentos. São duas turmas: uma de primeiro ano, com 13 alunos que ingressaram em 2014; e outra de segundo ano, com 14 matriculados desde 2013. Os estudantes são acompanhados por oito professores com pós-graduação, mestrado ou doutorado, sendo que quatro são monitores e dormem na escola.
A EFA Serra Gaúcha foi a realização do sonho de um grupo de agricultores que, em 2011, se reuniu com a intenção de criar uma escola de ensino médio e técnico agrícola para estimular a permanência dos jovens na propriedade rural. Depois de dois anos de pesquisas, entrevistas com cerca de 500 famílias de agricultores e visitas a instituições semelhantes, a ideia foi concretizada e as aulas iniciaram. Na época, além de investimentos federais, estaduais e da iniciativa privada, a promessa era que os municípios que tivessem alunos matriculados na escola contribuíssem com uma verba mensal para ajudar nas despesas dos mesmos, já que cada um custa em média R$ 1,2 mil por mês, considerando gastos com alojamento, transporte e estudos.
Porém, um ano após o início das aulas, a EFA Serra Gaúcha passa por dificuldades financeiras. Conforme a coordenadora geral e uma das fundadoras, Ivone Möllmann Manica, hoje apenas Garibaldi, Boa Vista do Sul e Coronel Pilar estão contribuindo com R$ 500 por aluno dos municípios, um total de R$ 6 mil. O restante da renda provém dos pais que contribuem com R$ 200 por mês, além de R$ 200 que cada aluno recebe em virtude da participação deles no programa federal do Pronatec Campo. A cada três meses, a escola também recebe uma quantia por aluno, por meio do Fundeb, do governo do Estado. As parcerias com as instituições privadas, firmadas no primeiro ano, ainda não foram renovadas em 2014.
Dificuldades para equilibrar as contas
Em virtude da falta de recursos, Ivone destaca que tem sido difícil equilibrar as contas mensais com aluguel do prédio (R$ 3.180), almoço, transporte dos alunos e salário dos professores. Segundo ela, os estudantes estão trazendo de casa os alimentos que consomem durante a semana, no café da manhã e na janta. “Para não fechar a escola, algumas vezes os administradores já tiraram dinheiro do próprio bolso. A nossa situação está bem complicada”, aponta.
Ivone, que também leciona na EFA, salienta que diversas vezes os professores já tiveram os salários atrasados por mais de três meses. “Nesse ano, tivemos dificuldades para contratar professores, pois eles não queriam trabalhar aqui porque não tinham a certeza que iriam receber no final do mês. No ano passado, a situação era essa. Contudo, nesse ano, não atrasamos nem um dia os salários. Estamos conseguindo pagar em dia”, conta.
Ela comenta que as dificuldades estão sendo superadas, pois a direção e os professores da EFA Serra Gaúcha acreditam que o projeto dará certo no futuro. “A EFASC, de Santa Cruz do Sul, é um exemplo de que essa ideia pode dar certo. No começo, eles também tiveram muitas dificuldades, mas não desistiram e hoje estão muito bem. Nesse momento, estamos focados em conseguir ajuda de todos os municípios que possuem alunos aqui. Isso resolveria a nossa situação”, pontua.
Ivone frisa que os pais são os maiores incentivadores da escola, já que os alunos se mostram interessados e aplicam o que aprendem em aula nas propriedades, melhorando os negócios das famílias.
100% de aproveitamento
Ao final de três anos e meio, o aluno recebe o certificado de conclusão do ensino médio e a habilitação para atuar como técnico agrícola. As aulas teóricas são ministradas na própria EFA Serra Gaúcha e na Faculdade de Integração do Ensino Superior do Cone Sul (FISUL) de Garibaldi.
As aulas práticas são feitas na escola e na propriedade rural da família do aluno. A coordenadora geral da EFASG, Ivone Möllmann Manica, explica que o desenvolvimento dos alunos nesse primeiro ano tem sido notável, com diversas mudanças positivas, inclusive no convívio com as pessoas. “Eles estão muito satisfeitos e percebemos que 70% deles irão mesmo permanecer em suas propriedades rurais, o que é o nosso grande objetivo”. Porém, a coordenadora destaca que a vontade de permanecer na propriedade rural não é um quesito obrigatório para quem deseja ingressar na EFA. “Eles podem estudar aqui para ter uma formação técnica em agricultura. Muitos querem ser veterinários, por exemplo. Aqui eles têm um aprendizado específico e solidificado para que também possam competir em boas universidades”, destaca.
Esse é o caso da estudante Jenifer dos Santos Stumm, 16 anos. Ela iria cursar o segundo ano do ensino médio em uma escola regular quando decidiu que queria ingressar na EFA Serra Gaúcha. Em 2014, ela matriculou-se na instituição e voltou para o primeiro ano. A jovem mora na cidade de Garibaldi e sua família não trabalha com agricultura. Porém, ela conta que seu sonho é se formar em Medicina Veterinária. “Fiquei sabendo da escola e pesquisei mais na internet. Gostei da metodologia de ensino, pois temos áreas voltadas para o que desejo fazer no futuro”, conta ela, frisando o quanto está satisfeita com a escolha. “Estou aprendendo muita coisa que nunca havia me interessado antes e está sendo muito melhor do que eu esperava. Certamente essa formação irá agregar muito para a minha carreira”, completa.
Fonte: http://www.avindima.com.br/?p=6249
Caso a EFA Serra Gaúcha possua do seu sistema de ensino apenas ato autorizativo para funcionar com o ensino médio e necessite se conveniar a uma outra que detenha ato específico que a credencia para a oferta de cursos da educação profissional, para juntas formar estudantes, esta forma de oferta de educação profissional que integra ensino médio e educação profissional é enquadrada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN – n° 9.394/1996 – como:
 

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2242702 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Calcule o valor de p na equação !$ x^2 !$ – (p + 5)x + 36 = 0, de modo que as raízes reais sejam iguais. Para essa condição, o valor de !$ \Delta !$ precisa ser igual a 0.
Assinale a questão correta para esta resolução:
 

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2242682 Ano: 2015
Disciplina: Economia
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Hoje um dos grandes problemas do Brasil é o equilíbrio das contas públicas, ou seja, a diferença entre as receitas e as despesas do governo federal. São essas contas nacionais que oferecem indicadores da “saúde” da economia de modo geral.
E como esse equilíbrio é alcançado? O Estado arrecada dinheiro por meio da cobrança de impostos que incidem sobre a renda, a propriedade, serviços e produtos. Existe ainda a receita de dividendos oriundos de empresas públicas ou de alugueis do patrimônio público. Já as despesas incluem gastos com obras, previdência, educação, saúde, funcionários, pagamento da dívida pública, entre outros.
Quando o governo arrecada mais do que gasta, significa que houve superávit primário. Quando as despesas superam as receitas, ou seja, o governo gasta mais do que arrecada, temos um déficit primário.
Números recentes das contas públicas do Brasil mostram um país à beira de uma crise fiscal. Segundo dados do Tesouro Nacional, o ritmo de crescimento dos gastos do Estado é seis vezes maior que o das receitas.
Entre janeiro e novembro de 2014, o governo federal gastou R$ 933,1 bilhões. No mesmo período do ano anterior, o valor foi de R$ 827,7 bilhões. Ou seja, as despesas cresceram 12,72%, enquanto as receitas avançaram apenas 2,8% no mesmo período, passando de R$ 890,3 bilhões (2013) para R$ 914,7 bilhões.
A diferença entre as contas (receitas menos despesas, excluindo o pagamento da dívida pública) foi de R$ 18,3 bilhões, o pior resultado de janeiro a novembro desde 2001 (início da série histórica desse indicador).
Para especialistas esse resultado se deve ao aumento dos gastos do governo nas eleições, às concessões com desonerações de tributos e ao baixo crescimento da economia que derrubou a arrecadação.
Fonte: http://vestibular.uol.com.br/resumo-dasdisciplinas/
atualidades/economia-aumento-da-divida-publica-e-baixo-crescimentosao-
entraves-para-2015.htm
Quando falta dinheiro em caixa, o governo pode se endividar e recorrer a empréstimos junto a investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o dinheiro com alguma correção monetária.
Para isso, ele costuma emitir:
 

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Conforme o Decreto 6.094/2007, o apoio do Ministério da Educação, durante a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação será orientado a partir de eixos de ação específicos expressos nos programas educacionais do plano plurianual da União. Identifique a alternativa que contempla corretamente tais eixos de ação:
 

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