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As principais empresas produtoras de calçado do país tiveram cerca de 49% da sua força de trabalho parada nos últimos dias de maio [de 2018] devido ao desabastecimento gerado pela paralisação dos caminhoneiros. Em Nova Serrana, empresas tiveram que parar o serviço pelo mesmo motivo. Cerca de 32% dos embarques de calçados já prontos para o comércio estavam parados no depósito das fábricas, aguardando condições favoráveis para serem transportados. Algumas empresas tiveram que parar o serviço de produção e programar férias coletivas devido ao grande número de produtos parados nas fábricas e à falta de matéria-prima. O Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (Sindinova) estima que existam cerca de 20 mil trabalhadores diretos e outros 22 mil profissionais indiretos, que produzem todo ano cerca de 105 milhões de pares. Destes, 90% são destinados ao mercado interno, com produtos sendo vendidos nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste do país. Disponível em: <https://goo.gl/Exr1uE>. Acesso em: 22 out. 2018 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir, relativas à paralisação dos caminhoneiros, ocorrida em maio de 2018, e seus reflexos no setor calçadista de Nova Serrana.
I. A paralisação impediu que os calçados produzidos em Nova Serrana chegassem aos portos brasileiros, o que gerou uma queda de 10% no PIB nacional. II. Os produtores de calçados de Nova Serrana decidiram programar férias coletivas para os seus funcionários, com o objetivo de amenizar os prejuízos gerados pela paralização. III. Em Minas Gerais, o setor calçadista foi o mais atingido pela paralisação, levando o antigo governador do estado, Fernando Pimentel, a decretar moratória por 90 dias.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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A Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, instituiu um Estado Democrático destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade,a segurança,o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias.
Com base no que é apresentado na Carta Magna, analise as afirmativas a seguir.
I. A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito por cento, e os estados, o Distrito Federal e os municípios, vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino. II. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da iniciativa privada, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o ambiente acadêmico. III. As universidades gozam de autonomia didáticocientífica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

Estão corretas as afirmativas
 

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Leia o trecho a seguir.
Trata-se da constituição que detalha suas normas, traçando uma multiplicidade de regras sobre todos os assuntos que considera relevantes e não apenas sobre os princípios e normas gerais de regência da estrutura e do funcionamento do Estado.
O trecho anterior refere-se à característica presente na vigente constituição brasileira, que determina sua classificação como uma constituição
 

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São características do contrato administrativo, exceto:
 

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Segundo o que prevê a Lei Orgânica do município de Nova Serrana, se o cargo ocupado por um servidor público estável for extinto ou declarado desnecessário, o servidor será
 

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Leia o texto a seguir.
“Tempo. Inesperadamente, inventei uma máquina do” (Alan Moore)
Quanto à tipologia, é correto afirmar que se trata de um texto
 

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Analise a letra de música a seguir.
“Desfazer é árduo Esperar é sábio Refazer é ótimo Amar é profundo E nele sempre cabem de vez Todos os verbos do mundo”
(Todos os verbos – Zélia Ducan).Disponível em: <https://www. letras.mus.br/zelia-duncan/1499012/>. Acesso em: 1º ago. 2019
Sobre os aspectos morfossintáticos desse texto, analise as afirmativas a seguir.
I. “Ser” funciona como um verbo de ligação que atribui uma característica ao sujeito. II. “Desfazer”; “esperar”; “refazer” e “amar” são verbos substantivados na letra de Zélia Duncan. III. “Árduo”; “sábio”; “ótimo” e “profundo” são adjetivos que caracterizam o sujeito.
Está correto o que se afirma em
 

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160916 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Provas:
Em relação ao conceito apresentado no fragmento, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( )Os referentes são entidades dinâmicas, ou objetos de discurso, em contínuo processo de reelaboração em todo contexto enunciativo. ( )O que define uma expressão referencial anafórica é seu caráter de retomada de alguma construção de objeto de discurso. ( )O processo de referenciação é atividade textual de reconstrução de referentes. ( )O leitor unicamente reelabora os referentes que devem estar realizados no contexto por expressões referenciais.
Assinale a sequência correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos remédios demais, e para tratar gente que passaria bem sem eles. Frances é professor emérito da Universidade Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e 1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e faz recomendações de como tratá-los. A equipe que ele liderou foi a responsável por incluir problemas como Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual, achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis foram consideradas doentes – e passaram a receber medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele. Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365 páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele, desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia provocada por problemas alheios a nossa vontade – como o desemprego ou a instabilidade política em um país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os males da medicalização excessiva, a influência da indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer de um transtorno mental questionável: o transtorno da compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM, que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o que é um comportamento normal e o que é um transtorno mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma fronteira clara que separe essas duas condições, o que é normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos severos. Temos tratamentos para esses males, como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes, mas que recebem pouco financiamento no mundo. De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo quase virtualmente impossível. E, comumente, essa tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos. Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis. Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por muitos problemas econômicos e políticos recentemente. Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar. Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo. Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida, quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade, aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
Releia o trecho a seguir.
“Medicalizar problemas sociais frequentemente leva a negligenciar esses problemas sociais.”
A palavra destacada poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
 

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Leia o trecho a seguir.
“Desde a infância, Dalí demonstrou interesse pelas artes plásticas. Iniciou sua educação artística na Escola de Desenho Municipal. Em 1916, durante férias de verão em Cadaquès, descobriu a pintura impressionista. Suas primeiras obras, como “Moça à janela”, enquadradas numa linha naturalista e minuciosa, já produziam uma ambígua sensação de irrealidade, que se acentuaria posteriormente. Em 1921, entra para a Escola de Belas Artes de São Fernando, em Madri, mas acaba por ser expulso da instituição em 1926, pois afirmava que ninguém ali era suficientemente competente para o avaliar.” Disponível em: <https://www.escritoriodearte.com/artista/ salvador-dali>. Acesso em: 29 jul. 2019.

Assinale a alternativa em que os pares de palavras destacadas acentuam-se devido à mesma regra de acentuação.
 

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