Foram encontradas 230 questões.
3844237
Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
Disciplina: Informática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
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Escolha, entre as alternativas abaixo, a que melhor
define uma forma, no Excel do Office 365, de usar a
função MÉDIA combinada com a função SEERRO em um
conjunto de células que inclui alguns erros.
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3844236
Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
Disciplina: Informática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
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Escolha, entre as alternativas abaixo, a que melhor
define a forma padrão com que o Excel do Office 365
trata a cópia de uma célula com a fórmula
=SOMA(A1:A3) para outra célula, em outra coluna na
mesma linha.
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3844235
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
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Um aplicativo de jogos móveis possui uma biblioteca de
600 jogos. Dentre eles, 250 são classificados como
"aventura", 180 como "quebra-cabeça" e 170 como
"ação". Se um jogo é selecionado aleatoriamente, qual
é a probabilidade de que seja um jogo do gênero
"aventura"?
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3844234
Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
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Um investidor está aplicando em um fundo de renda fixa
que oferece um retorno mensal constante. No primeiro
mês, ele investiu R$ 1000,00. Ele decidiu aumentar seu
investimento colocando R$ 200,00 a cada mês. Qual
será o valor total do investimento no sexto mês?
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3844233
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
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Observe abaixo um objeto cujo formato é popularmente
conhecido como ´´casquinha sorvete´´, o qual possui o
formato de um cone:
Sabendo que seu raio igual a r= 3cm e altura igual a h= 9 cm. O volume desse objeto é:
Sabendo que seu raio igual a r= 3cm e altura igual a h= 9 cm. O volume desse objeto é:
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3844232
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
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Um lojista comprou uma certa quantidade de camisetas
por R$ 450,0. Se ele vender cada camiseta por R$ 15,00,
ele obterá um lucro total de R$ 150,00. Quantas
camisetas o lojista comprou?
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3844231
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Graças-PR
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Considerando-se as raízes da equação polinomial x² +
2x - 3 = 0, analise os itens abaixo:
I. A soma de suas raízes é igual a -2.
II. O produto obtido pelas suas raízes é igual a -3.
III. O conjunto solução é {-3; 1}.
Está(ão) CORRETO(S):
I. A soma de suas raízes é igual a -2.
II. O produto obtido pelas suas raízes é igual a -3.
III. O conjunto solução é {-3; 1}.
Está(ão) CORRETO(S):
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FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS
PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA
Um trabalho importante da meteorologia é
antecipar fenômenos climáticos – especialmente
aqueles que podem ser ameaças à população. No caso
de furacões, existe uma classificação para estimar
possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala
de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um
furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de
seus ventos.
Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De
119 a 153 km/h, um furacão é considerado de
“categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar
alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores,
arrancar árvores de raízes superficiais do chão,
danificar alguns telhados, e causar quedas de energia
por alguns dias.
De 252 km/h para cima são os furacões mais
perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são
catastróficos, causando destruição completa de casas,
quedas de árvores e falhas de energia que duram por
meses. A área afetada pode ficar inabitável por
semanas ou meses.
Graças ao aquecimento global, essa
categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla
de pesquisadores defende a criação de novas
categorias na escala, a fim de englobar a intensificação
recente das tempestades causadas pelo aquecimento
do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico
PNAS.
Na última década, cinco furacões registraram
velocidades de vento tão altas que, segundo os autores,
deveriam ter sido classificadas como tempestades de
“categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar
no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto
de termos tempestades de “categoria 7”.
Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson
funciona, não existem furacões de categoria 6 ou
categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5.
Segundo a dupla, essa classificação atual falha em
transmitir os riscos representados pelas tempestades
mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir
de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria
entrar na categoria 6.
Fonte: Adaptado de:
https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficandofortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
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FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS
PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA
Um trabalho importante da meteorologia é
antecipar fenômenos climáticos – especialmente
aqueles que podem ser ameaças à população. No caso
de furacões, existe uma classificação para estimar
possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala
de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um
furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de
seus ventos.
Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De
119 a 153 km/h, um furacão é considerado de
“categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar
alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores,
arrancar árvores de raízes superficiais do chão,
danificar alguns telhados, e causar quedas de energia
por alguns dias.
De 252 km/h para cima são os furacões mais
perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são
catastróficos, causando destruição completa de casas,
quedas de árvores e falhas de energia que duram por
meses. A área afetada pode ficar inabitável por
semanas ou meses.
Graças ao aquecimento global, essa
categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla
de pesquisadores defende a criação de novas
categorias na escala, a fim de englobar a intensificação
recente das tempestades causadas pelo aquecimento
do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico
PNAS.
Na última década, cinco furacões registraram
velocidades de vento tão altas que, segundo os autores,
deveriam ter sido classificadas como tempestades de
“categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar
no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto
de termos tempestades de “categoria 7”.
Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson
funciona, não existem furacões de categoria 6 ou
categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5.
Segundo a dupla, essa classificação atual falha em
transmitir os riscos representados pelas tempestades
mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir
de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria
entrar na categoria 6.
Fonte: Adaptado de:
https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficandofortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
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FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS
PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA
Um trabalho importante da meteorologia é
antecipar fenômenos climáticos – especialmente
aqueles que podem ser ameaças à população. No caso
de furacões, existe uma classificação para estimar
possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala
de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um
furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de
seus ventos.
Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De
119 a 153 km/h, um furacão é considerado de
“categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar
alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores,
arrancar árvores de raízes superficiais do chão,
danificar alguns telhados, e causar quedas de energia
por alguns dias.
De 252 km/h para cima são os furacões mais
perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são
catastróficos, causando destruição completa de casas,
quedas de árvores e falhas de energia que duram por
meses. A área afetada pode ficar inabitável por
semanas ou meses.
Graças ao aquecimento global, essa
categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla
de pesquisadores defende a criação de novas
categorias na escala, a fim de englobar a intensificação
recente das tempestades causadas pelo aquecimento
do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico
PNAS.
Na última década, cinco furacões registraram
velocidades de vento tão altas que, segundo os autores,
deveriam ter sido classificadas como tempestades de
“categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar
no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto
de termos tempestades de “categoria 7”.
Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson
funciona, não existem furacões de categoria 6 ou
categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5.
Segundo a dupla, essa classificação atual falha em
transmitir os riscos representados pelas tempestades
mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir
de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria
entrar na categoria 6.
Fonte: Adaptado de:
https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficandofortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
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