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“A segurança do paciente envolve a implementação
sistemática de práticas que reduzam riscos e danos
evitáveis nos serviços de saúde.”
(Ministério da Saúde. Portaria nº 529/2013).
Leia atentamente o estudo de caso abaixo.
Ana P., 34 anos, puérpera tardia (12º dia pós-parto cesáreo), foi admitida em hospital regional com febre persistente, dor abdominal e secreção purulenta em ferida operatória. Evoluiu com sepse de foco abdominal, sendo encaminhada à UTI para antibioticoterapia de amplo espectro e monitorização hemodinâmica. Durante a internação, identificou-se atraso na administração da segunda dose do antibiótico por falha na comunicação entre plantões.
A paciente apresentou rebaixamento do nível de consciência e necessitou suporte ventilatório não invasivo. O prontuário evidenciou lacunas no registro de balanço hídrico e inconsistências na checagem de prescrição. O Núcleo de Segurança do Paciente iniciou investigação do evento, enquanto a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar analisava possível relação com técnica asséptica no centro cirúrgico. Paralelamente, o recém-nascido permanecia em acompanhamento na Atenção Primária.
A equipe da Estratégia Saúde da Família relatou dificuldades de comunicação com a maternidade quanto às intercorrências maternas. O caso foi encaminhado para auditoria interna, com discussão sobre responsabilidade técnica do enfermeiro, supervisão da equipe, educação permanente e articulação da Rede de Atenção à Saúde.
Analise as assertivas abaixo e, a seguir, indique a alternativa CORRETA.
I. O atraso na administração de antibiótico configura incidente relacionado à assistência e deve ser analisado sob abordagem sistêmica, com foco na melhoria de processos.
II. A ausência de registros completos no prontuário compromete a continuidade do cuidado e pode implicar responsabilidade ética e legal do enfermeiro.
III. A investigação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar deve restringir-se à conduta médica, não abrangendo processos multiprofissionais.
IV. A articulação entre maternidade e Atenção Primária é expressão da integralidade e da organização em Rede de Atenção à Saúde, conforme princípios do SUS.
V. A responsabilidade técnica do enfermeiro limita-se à execução direta de procedimentos invasivos, não incluindo supervisão e gestão do cuidado.
(Ministério da Saúde. Portaria nº 529/2013).
Leia atentamente o estudo de caso abaixo.
Ana P., 34 anos, puérpera tardia (12º dia pós-parto cesáreo), foi admitida em hospital regional com febre persistente, dor abdominal e secreção purulenta em ferida operatória. Evoluiu com sepse de foco abdominal, sendo encaminhada à UTI para antibioticoterapia de amplo espectro e monitorização hemodinâmica. Durante a internação, identificou-se atraso na administração da segunda dose do antibiótico por falha na comunicação entre plantões.
A paciente apresentou rebaixamento do nível de consciência e necessitou suporte ventilatório não invasivo. O prontuário evidenciou lacunas no registro de balanço hídrico e inconsistências na checagem de prescrição. O Núcleo de Segurança do Paciente iniciou investigação do evento, enquanto a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar analisava possível relação com técnica asséptica no centro cirúrgico. Paralelamente, o recém-nascido permanecia em acompanhamento na Atenção Primária.
A equipe da Estratégia Saúde da Família relatou dificuldades de comunicação com a maternidade quanto às intercorrências maternas. O caso foi encaminhado para auditoria interna, com discussão sobre responsabilidade técnica do enfermeiro, supervisão da equipe, educação permanente e articulação da Rede de Atenção à Saúde.
Analise as assertivas abaixo e, a seguir, indique a alternativa CORRETA.
I. O atraso na administração de antibiótico configura incidente relacionado à assistência e deve ser analisado sob abordagem sistêmica, com foco na melhoria de processos.
II. A ausência de registros completos no prontuário compromete a continuidade do cuidado e pode implicar responsabilidade ética e legal do enfermeiro.
III. A investigação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar deve restringir-se à conduta médica, não abrangendo processos multiprofissionais.
IV. A articulação entre maternidade e Atenção Primária é expressão da integralidade e da organização em Rede de Atenção à Saúde, conforme princípios do SUS.
V. A responsabilidade técnica do enfermeiro limita-se à execução direta de procedimentos invasivos, não incluindo supervisão e gestão do cuidado.
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Em hospital de médio porte, a unidade de clínica
médica apresenta 28 leitos ocupados, com pacientes
classificados predominantemente como cuidados
intermediários e semi-intensivos, segundo sistema de
classificação institucional. A enfermeira responsável
identifica aumento de absenteísmo e sobrecarga da
equipe, refletindo em elevação de indicadores de
queda e lesão por pressão.
Considerando os princípios do dimensionamento de pessoal de enfermagem e sua relação com qualidade assistencial, indique a alternativa CORRETA.
Considerando os princípios do dimensionamento de pessoal de enfermagem e sua relação com qualidade assistencial, indique a alternativa CORRETA.
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Em uma Unidade de Terapia Intensiva, após aumento
inesperado da taxa de eventos adversos relacionados
à administração de medicamentos, a enfermeira
coordenadora identificou falhas na comunicação entre
turnos e ausência de padronização na passagem de
plantão.
Diante do cenário, instituiu protocolo estruturado de comunicação, promoveu reuniões sistemáticas com a equipe multiprofissional e adotou modelo participativo de tomada de decisão, incentivando feedback e corresponsabilização.
À luz das teorias contemporâneas de liderança e do processo decisório em enfermagem, analise as assertivas abaixo:
I. A liderança transformacional favorece o engajamento da equipe ao estimular visão compartilhada, autonomia e responsabilização coletiva pelos resultados assistenciais.
II. A comunicação estruturada, como ferramentas padronizadas de passagem de plantão, contribui para redução de eventos adversos e qualificação da tomada de decisão clínica.
III. O processo decisório em ambientes críticos deve ser exclusivamente centralizado no enfermeiro gestor, a fim de evitar conflitos operacionais.
Diante do cenário, instituiu protocolo estruturado de comunicação, promoveu reuniões sistemáticas com a equipe multiprofissional e adotou modelo participativo de tomada de decisão, incentivando feedback e corresponsabilização.
À luz das teorias contemporâneas de liderança e do processo decisório em enfermagem, analise as assertivas abaixo:
I. A liderança transformacional favorece o engajamento da equipe ao estimular visão compartilhada, autonomia e responsabilização coletiva pelos resultados assistenciais.
II. A comunicação estruturada, como ferramentas padronizadas de passagem de plantão, contribui para redução de eventos adversos e qualificação da tomada de decisão clínica.
III. O processo decisório em ambientes críticos deve ser exclusivamente centralizado no enfermeiro gestor, a fim de evitar conflitos operacionais.
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Paciente do sexo masculino, 41 anos, vivendo com
HIV há oito anos, em uso irregular de terapia
antirretroviral, procura unidade básica de saúde com
tosse produtiva há quatro semanas, sudorese noturna
e perda ponderal significativa.
O enfermeiro solicita baciloscopia de escarro, teste rápido molecular para tuberculose e avalia adesão ao tratamento do HIV. O teste confirma tuberculose pulmonar sensível.
À luz das diretrizes nacionais para manejo integrado de HIV e tuberculose, analise as assertivas abaixo:
I. A coinfecção TB/HIV exige início oportuno da terapia antituberculose, com posterior ajuste ou reinício da terapia antirretroviral, considerando risco de síndrome inflamatória de reconstituição imune.
II. Em pacientes com HIV, a apresentação clínica da tuberculose pode ser atípica, exigindo maior vigilância diagnóstica por parte da equipe de enfermagem.
Marque a alternativa CORRETA.
O enfermeiro solicita baciloscopia de escarro, teste rápido molecular para tuberculose e avalia adesão ao tratamento do HIV. O teste confirma tuberculose pulmonar sensível.
À luz das diretrizes nacionais para manejo integrado de HIV e tuberculose, analise as assertivas abaixo:
I. A coinfecção TB/HIV exige início oportuno da terapia antituberculose, com posterior ajuste ou reinício da terapia antirretroviral, considerando risco de síndrome inflamatória de reconstituição imune.
II. Em pacientes com HIV, a apresentação clínica da tuberculose pode ser atípica, exigindo maior vigilância diagnóstica por parte da equipe de enfermagem.
Marque a alternativa CORRETA.
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4103420
Ano: 2026
Disciplina: Direito Processual do Trabalho
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
Disciplina: Direito Processual do Trabalho
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
Provas:
Em um município da região Norte, a vigilância
epidemiológica identificou aumento progressivo de
casos de síndrome febril aguda associados a
exantema e artralgia.
A equipe de enfermagem da Atenção Primária passou a realizar busca ativa de sintomáticos, notificação imediata no sistema oficial, investigação de contatos e educação em saúde comunitária.
Paralelamente, foram intensificadas ações intersetoriais para controle vetorial e monitoramento de indicadores epidemiológicos.
Considerando os princípios da vigilância em saúde no controle de doenças infecciosas, analise as assertivas abaixo:
I. A notificação oportuna e a investigação epidemiológica constituem etapas fundamentais para interrupção da cadeia de transmissão e planejamento de medidas de controle.
II. A vigilância epidemiológica limita-se à coleta e consolidação de dados estatísticos, não incluindo ações educativas ou medidas de intervenção direta na comunidade.
A alternativa CORRETA é?
A equipe de enfermagem da Atenção Primária passou a realizar busca ativa de sintomáticos, notificação imediata no sistema oficial, investigação de contatos e educação em saúde comunitária.
Paralelamente, foram intensificadas ações intersetoriais para controle vetorial e monitoramento de indicadores epidemiológicos.
Considerando os princípios da vigilância em saúde no controle de doenças infecciosas, analise as assertivas abaixo:
I. A notificação oportuna e a investigação epidemiológica constituem etapas fundamentais para interrupção da cadeia de transmissão e planejamento de medidas de controle.
II. A vigilância epidemiológica limita-se à coleta e consolidação de dados estatísticos, não incluindo ações educativas ou medidas de intervenção direta na comunidade.
A alternativa CORRETA é?
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ESTUDO DE CASO INTEGRALIZADO
Um paciente do sexo masculino, 32 anos, vítima de
colisão automobilística em rodovia federal é admitido
no pronto-socorro de hospital terciário às 19h40min,
trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência.
À admissão, apresenta-se inconsciente (Escala de
Coma de Glasgow = 7), com respiração irregular,
frequência respiratória de 10 irpm, saturação de O₂ de
86% em ar ambiente, pressão arterial de 80x50 mmHg
e frequência cardíaca de 132 bpm. Observa-se trauma
cranioencefálico com laceração frontal, tórax com
expansibilidade reduzida à direita, fratura exposta de
fêmur esquerdo e abdome distendido.
A equipe inicia atendimento conforme protocolo
sistematizado, priorizando a avaliação primária
baseada no ABCDE do trauma. Realiza-se
estabilização cervical com colar rígido, oferta de
oxigênio suplementar e preparo para via aérea
avançada. Durante a avaliação, identifica-se murmúrio
vesicular abolido à direita, sugerindo pneumotórax
hipertensivo, sendo indicada toracocentese de alívio
imediata.
Simultaneamente, são obtidos dois acessos venosos
calibrosos para reposição volêmica com cristaloides
aquecidos e hemoderivados, considerando hipótese
de choque hipovolêmico hemorrágico. O paciente é
encaminhado para sala de emergência, onde se
procede à intubação orotraqueal sob sequência rápida,
monitorização multiparamétrica e coleta de exames
laboratoriais.
No decorrer da assistência, a Comissão de Controle de
Infecção Hospitalar (CCIH) é acionada para orientação
quanto às medidas de precaução padrão e específicas,
considerando fratura exposta e necessidade de
procedimento invasivo. A equipe reforça higienização
das mãos, uso adequado de Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) e técnica asséptica rigorosa
na manipulação de dispositivos invasivos.
Após estabilização inicial, o paciente é encaminhado
ao centro cirúrgico para abordagem das lesões
internas. A vigilância epidemiológica hospitalar registra
o caso como trauma de causa externa, notificando
conforme protocolo institucional e diretrizes do
Ministério da Saúde.
A assistência de enfermagem se mantém
fundamentada nas diretrizes do Suporte Avançado de
Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support –
ATLS) e nas recomendações de controle de infecção
relacionadas à prevenção de Infecções Relacionadas.
Com base neste estudo de caso integralizado
responda as próxima questão.
I. Os casos de trauma por acidentes de trânsito devem ser registrados para fins de vigilância em saúde.
II. A notificação hospitalar contribui para formulação de políticas públicas e estratégias preventivas.
III. A vigilância epidemiológica limita-se à coleta de dados, não interferindo na organização da assistência.
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ESTUDO DE CASO INTEGRALIZADO
Um paciente do sexo masculino, 32 anos, vítima de
colisão automobilística em rodovia federal é admitido
no pronto-socorro de hospital terciário às 19h40min,
trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência.
À admissão, apresenta-se inconsciente (Escala de
Coma de Glasgow = 7), com respiração irregular,
frequência respiratória de 10 irpm, saturação de O₂ de
86% em ar ambiente, pressão arterial de 80x50 mmHg
e frequência cardíaca de 132 bpm. Observa-se trauma
cranioencefálico com laceração frontal, tórax com
expansibilidade reduzida à direita, fratura exposta de
fêmur esquerdo e abdome distendido.
A equipe inicia atendimento conforme protocolo
sistematizado, priorizando a avaliação primária
baseada no ABCDE do trauma. Realiza-se
estabilização cervical com colar rígido, oferta de
oxigênio suplementar e preparo para via aérea
avançada. Durante a avaliação, identifica-se murmúrio
vesicular abolido à direita, sugerindo pneumotórax
hipertensivo, sendo indicada toracocentese de alívio
imediata.
Simultaneamente, são obtidos dois acessos venosos
calibrosos para reposição volêmica com cristaloides
aquecidos e hemoderivados, considerando hipótese
de choque hipovolêmico hemorrágico. O paciente é
encaminhado para sala de emergência, onde se
procede à intubação orotraqueal sob sequência rápida,
monitorização multiparamétrica e coleta de exames
laboratoriais.
No decorrer da assistência, a Comissão de Controle de
Infecção Hospitalar (CCIH) é acionada para orientação
quanto às medidas de precaução padrão e específicas,
considerando fratura exposta e necessidade de
procedimento invasivo. A equipe reforça higienização
das mãos, uso adequado de Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) e técnica asséptica rigorosa
na manipulação de dispositivos invasivos.
Após estabilização inicial, o paciente é encaminhado
ao centro cirúrgico para abordagem das lesões
internas. A vigilância epidemiológica hospitalar registra
o caso como trauma de causa externa, notificando
conforme protocolo institucional e diretrizes do
Ministério da Saúde.
A assistência de enfermagem se mantém
fundamentada nas diretrizes do Suporte Avançado de
Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support –
ATLS) e nas recomendações de controle de infecção
relacionadas à prevenção de Infecções Relacionadas.
Com base neste estudo de caso integralizado
responda as próxima questão.
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ESTUDO DE CASO INTEGRALIZADO
Um paciente do sexo masculino, 32 anos, vítima de
colisão automobilística em rodovia federal é admitido
no pronto-socorro de hospital terciário às 19h40min,
trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência.
À admissão, apresenta-se inconsciente (Escala de
Coma de Glasgow = 7), com respiração irregular,
frequência respiratória de 10 irpm, saturação de O₂ de
86% em ar ambiente, pressão arterial de 80x50 mmHg
e frequência cardíaca de 132 bpm. Observa-se trauma
cranioencefálico com laceração frontal, tórax com
expansibilidade reduzida à direita, fratura exposta de
fêmur esquerdo e abdome distendido.
A equipe inicia atendimento conforme protocolo
sistematizado, priorizando a avaliação primária
baseada no ABCDE do trauma. Realiza-se
estabilização cervical com colar rígido, oferta de
oxigênio suplementar e preparo para via aérea
avançada. Durante a avaliação, identifica-se murmúrio
vesicular abolido à direita, sugerindo pneumotórax
hipertensivo, sendo indicada toracocentese de alívio
imediata.
Simultaneamente, são obtidos dois acessos venosos
calibrosos para reposição volêmica com cristaloides
aquecidos e hemoderivados, considerando hipótese
de choque hipovolêmico hemorrágico. O paciente é
encaminhado para sala de emergência, onde se
procede à intubação orotraqueal sob sequência rápida,
monitorização multiparamétrica e coleta de exames
laboratoriais.
No decorrer da assistência, a Comissão de Controle de
Infecção Hospitalar (CCIH) é acionada para orientação
quanto às medidas de precaução padrão e específicas,
considerando fratura exposta e necessidade de
procedimento invasivo. A equipe reforça higienização
das mãos, uso adequado de Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) e técnica asséptica rigorosa
na manipulação de dispositivos invasivos.
Após estabilização inicial, o paciente é encaminhado
ao centro cirúrgico para abordagem das lesões
internas. A vigilância epidemiológica hospitalar registra
o caso como trauma de causa externa, notificando
conforme protocolo institucional e diretrizes do
Ministério da Saúde.
A assistência de enfermagem se mantém
fundamentada nas diretrizes do Suporte Avançado de
Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support –
ATLS) e nas recomendações de controle de infecção
relacionadas à prevenção de Infecções Relacionadas.
Com base neste estudo de caso integralizado
responda as próxima questão.
I. A taquicardia e a hipotensão arterial são sinais clínicos compatíveis com choque hemorrágico.
II. A reposição volêmica deve ser iniciada preferencialmente por acessos venosos calibrosos periféricos.
III. A administração indiscriminada de grandes volumes de cristaloides, sem controle da fonte hemorrágica, pode agravar o quadro clínico.
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ESTUDO DE CASO INTEGRALIZADO
Um paciente do sexo masculino, 32 anos, vítima de
colisão automobilística em rodovia federal é admitido
no pronto-socorro de hospital terciário às 19h40min,
trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência.
À admissão, apresenta-se inconsciente (Escala de
Coma de Glasgow = 7), com respiração irregular,
frequência respiratória de 10 irpm, saturação de O₂ de
86% em ar ambiente, pressão arterial de 80x50 mmHg
e frequência cardíaca de 132 bpm. Observa-se trauma
cranioencefálico com laceração frontal, tórax com
expansibilidade reduzida à direita, fratura exposta de
fêmur esquerdo e abdome distendido.
A equipe inicia atendimento conforme protocolo
sistematizado, priorizando a avaliação primária
baseada no ABCDE do trauma. Realiza-se
estabilização cervical com colar rígido, oferta de
oxigênio suplementar e preparo para via aérea
avançada. Durante a avaliação, identifica-se murmúrio
vesicular abolido à direita, sugerindo pneumotórax
hipertensivo, sendo indicada toracocentese de alívio
imediata.
Simultaneamente, são obtidos dois acessos venosos
calibrosos para reposição volêmica com cristaloides
aquecidos e hemoderivados, considerando hipótese
de choque hipovolêmico hemorrágico. O paciente é
encaminhado para sala de emergência, onde se
procede à intubação orotraqueal sob sequência rápida,
monitorização multiparamétrica e coleta de exames
laboratoriais.
No decorrer da assistência, a Comissão de Controle de
Infecção Hospitalar (CCIH) é acionada para orientação
quanto às medidas de precaução padrão e específicas,
considerando fratura exposta e necessidade de
procedimento invasivo. A equipe reforça higienização
das mãos, uso adequado de Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) e técnica asséptica rigorosa
na manipulação de dispositivos invasivos.
Após estabilização inicial, o paciente é encaminhado
ao centro cirúrgico para abordagem das lesões
internas. A vigilância epidemiológica hospitalar registra
o caso como trauma de causa externa, notificando
conforme protocolo institucional e diretrizes do
Ministério da Saúde.
A assistência de enfermagem se mantém
fundamentada nas diretrizes do Suporte Avançado de
Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support –
ATLS) e nas recomendações de controle de infecção
relacionadas à prevenção de Infecções Relacionadas.
Com base neste estudo de caso integralizado
responda as próxima questão.
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4103415
Ano: 2026
Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
Provas:
ESTUDO DE CASO INTEGRALIZADO
Um paciente do sexo masculino, 32 anos, vítima de
colisão automobilística em rodovia federal é admitido
no pronto-socorro de hospital terciário às 19h40min,
trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência.
À admissão, apresenta-se inconsciente (Escala de
Coma de Glasgow = 7), com respiração irregular,
frequência respiratória de 10 irpm, saturação de O₂ de
86% em ar ambiente, pressão arterial de 80x50 mmHg
e frequência cardíaca de 132 bpm. Observa-se trauma
cranioencefálico com laceração frontal, tórax com
expansibilidade reduzida à direita, fratura exposta de
fêmur esquerdo e abdome distendido.
A equipe inicia atendimento conforme protocolo
sistematizado, priorizando a avaliação primária
baseada no ABCDE do trauma. Realiza-se
estabilização cervical com colar rígido, oferta de
oxigênio suplementar e preparo para via aérea
avançada. Durante a avaliação, identifica-se murmúrio
vesicular abolido à direita, sugerindo pneumotórax
hipertensivo, sendo indicada toracocentese de alívio
imediata.
Simultaneamente, são obtidos dois acessos venosos
calibrosos para reposição volêmica com cristaloides
aquecidos e hemoderivados, considerando hipótese
de choque hipovolêmico hemorrágico. O paciente é
encaminhado para sala de emergência, onde se
procede à intubação orotraqueal sob sequência rápida,
monitorização multiparamétrica e coleta de exames
laboratoriais.
No decorrer da assistência, a Comissão de Controle de
Infecção Hospitalar (CCIH) é acionada para orientação
quanto às medidas de precaução padrão e específicas,
considerando fratura exposta e necessidade de
procedimento invasivo. A equipe reforça higienização
das mãos, uso adequado de Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) e técnica asséptica rigorosa
na manipulação de dispositivos invasivos.
Após estabilização inicial, o paciente é encaminhado
ao centro cirúrgico para abordagem das lesões
internas. A vigilância epidemiológica hospitalar registra
o caso como trauma de causa externa, notificando
conforme protocolo institucional e diretrizes do
Ministério da Saúde.
A assistência de enfermagem se mantém
fundamentada nas diretrizes do Suporte Avançado de
Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support –
ATLS) e nas recomendações de controle de infecção
relacionadas à prevenção de Infecções Relacionadas.
Com base neste estudo de caso integralizado
responda as próxima questão.
I. A avaliação primária no trauma deve seguir a sequência sistematizada do ABCDE, priorizando intervenções imediatas frente a ameaças à vida.
II. No pneumotórax hipertensivo, a confirmação radiológica deve preceder qualquer intervenção invasiva, mesmo diante de instabilidade hemodinâmica.
III. A proteção da coluna cervical deve ser mantida até exclusão de lesão, inclusive durante a realização de via aérea avançada.
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