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Texto 1
REVOLTAS Quilombo de Maricá

Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e
pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ –
CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em
https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.
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REVOLTAS Quilombo de Maricá

Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e
pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ –
CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em
https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.
“Houve muitas formas de resistir no Brasil, mas as fugas e a formação de comunidades pretas eram as que mais ameaçavam as autoridades locais.” (Linhas 10-13)
Assinale a opção em que a substituição do conectivo sublinhado – “mas” – ALTERA o sentido do enunciado.
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REVOLTAS Quilombo de Maricá

Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e
pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ –
CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em
https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.
“Houve muitas formas de resistir no Brasil, mas as fugas e a formação de comunidades pretas eram as que mais ameaçavam as autoridades locais.” (Linhas 10-13)
De acordo com a norma padrão, em “houve muitas formas de resistir no Brasil...”, o verbo está na 3ª pessoa do singular porque:
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REVOLTAS Quilombo de Maricá

Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e
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CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em
https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.
Leia o fragmento seguinte para responder à questão:
“No ano de 1814, são emitidas ordens para destruir o quilombo.” (Linhas 06-08)
Justifica-se o emprego da vírgula em “No ano de 1814, são emitidas ordens para destruir o quilombo” para:
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Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e
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CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em
https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.
Leia o fragmento seguinte para responder à questão:
“No ano de 1814, são emitidas ordens para destruir o quilombo.” (Linhas 06-08)
O enunciado em análise está na voz passiva analítica. Na voz passiva sintética, de acordo com a norma padrão, teria a seguinte estrutura:
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REVOLTAS Quilombo de Maricá

Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e
pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ –
CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em
https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revolta/quilombode-marica/. Acesso em: 11 mar. 2024.
I “No início do século XIX, escravizados fugitivos das fazendas próximas à Freguesia de Santa Maria de Maricá, atual cidade de Maricá, organizaram um quilombo nas matas da região.” (Linhas 01-04)
II “Os quilombos eram respostas às severas condições impostas aos escravizados. As incursões de tropas e de capitães-do-mato poderiam pôr fim a algumas comunidades, mas, enquanto o sistema escravocrata os explorasse, a resposta viria cada vez mais violenta.” (Linhas 26-32)
Quanto à estrutura, é correto afirmar que:
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REVOLTAS Quilombo de Maricá

Richard Enbel, graduando no curso de História da UFF e
pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ –
CNE/2018-2021). Adaptado. Disponível em
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(Daolio, Jocimar. "Consequências do conceito de cultura para a educação física escolar." Desafios da educação física: cultura e corpo em movimento. Dourados: UFGD, 2016, p. 57-73).
Sobre o desenvolvimento científico da Educação Física brasileira, Daólio (2004) afirma que
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1 Rui Barbosa deu seu parecer sobre o Projeto 224 — Reforma Leôncio de Carvalho, Decreto n. 7.247 da Instrução Pública —, no qual defendeu a inclusão da ginástica nas escolas e a equiparação dos professores de ginástica aos das outras disciplinas. Nesse parecer, ele destacou e explicitou sua ideia sobre a importância de se ter um corpo saudável para sustentar a atividade intelectual.
2 Com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, houve um amplo debate sobre o sistema de ensino brasileiro e ficou determinada a obrigatoriedade da Educação Física para o ensino primário e médio. Ocorre a introdução do Método Desportivo Generalizado, que significou uma contraposição aos antigos métodos de ginástica tradicional e uma tentativa de incorporar esporte, que já era uma instituição bastante independente, adequando-o a objetivos e práticas pedagógicas.
3 A partir do Decreto n. 69.450, considerou-se a Educação Física como “a atividade que, por seus meios, processos e técnicas, desenvolve e aprimora forças físicas, morais, cívicas, psíquicas e sociais do educando”. A falta de especificidade do decreto manteve a ênfase na aptidão física, tanto na organização das atividades como no seu controle e avaliação. A iniciação esportiva, a partir da quinta série, tornou-se um dos eixos fundamentais de ensino; buscava-se a descoberta de novos talentos que pudessem participar de competições internacionais, representando a pátria.
4 A Reforma Couto Ferraz tornou obrigatória a Educação Física nas escolas do município da Corte. De modo geral houve grande contrariedade por parte dos pais em ver seus filhos envolvidos em atividades que não tinham caráter intelectual. Em relação aos meninos, a tolerância era um pouco maior, já que a ideia de ginástica associava-se às instituições militares; mas, em relação às meninas, houve pais que proibiram a participação de suas filhas.
5 Pela primeira vez ocorre uma referência explícita à Educação Física em textos constitucionais federais, incluindo-a no currículo como prática educativa obrigatória (e não como disciplina curricular), junto com o ensino cívico e os trabalhos manuais, em todas as escolas brasileiras. Também havia um artigo naquela Constituição que citava o adestramento físico como maneira de preparar a juventude para a defesa da nação e para o cumprimento dos deveres com a economia.
6 A educação, de modo geral, sofria influências da tendência tecnicista. O ensino era visto como uma maneira de se formar mão-de-obra qualificada. Era a época da difusão dos cursos técnicos profissionalizantes. Nesse quadro, com a Lei n. 5.540, e com a 5.692, a Educação Física teve seu caráter instrumental reforçado: era considerada uma atividade prática, voltada para o desempenho técnico e físico do aluno.
A ordem cronológica correta dos tópicos apresentados acima é
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(Adaptado de Tenório, Kadja Michele Ramos, et al. "Organização dos saberes escolares na educação física à luz da perspectiva crítico-superadora." Ciências do Esporte, Educação Física e Produção do Conhecimento em 40 (2020): 57-76.)
As abordagens críticas ou progressistas da Educação Física,
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