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“[...] não há como garantir que ninguém, em
nenhuma circunstância, esteja definitivamente
incluído em qualquer lugar que seja. [...] “seria
utópico, irreal e ingênuo dizer isso”, posto que
“Não basta somente estar presente fisicamente
numa sala de aula, por exemplo, e não ter a
oportunidade de participar efetivamente do processo ensino-aprendizagem ali ocorrido, bem
como não ter reconhecida sua singularidade”
(p.55). Considerando o caráter processual e
dialético desse conceito inclusivo/excludente,
essa afirmação nos leva a pensar que a exclusão,
também não é definitiva, desde que estratégias
sejam pensadas para ampliar a participação de
todos, respeitando suas particularidades. A lógica
dialética do conceito inclusivo/excludente se
distancia da ideia de se pensar a inclusão como
normatização, homogeneização ou mera
adaptação e destaca a contrariedade e a
reversibilidade nesses processos dinâmicos.”
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
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Na BNCC, as práticas corporais
tematizadas estão organizadas em seis unidades
temáticas (esportes, brincadeiras e jogos, danças,
lutas, ginásticas e práticas corporais de aventura)
que são abordadas ao longo do Ensino
Fundamental.[...] Ao brincar, dançar, jogar,
praticar esportes, ginásticas ou atividades de
aventura, para além da ludicidade, os estudantes
se apropriam das lógicas intrínsecas (regras,
códigos, rituais, sistemáticas de funcionamento,
organização, táticas etc.) a essas manifestações,
assim como trocam entre si e com a sociedade as
representações e os significados que lhes são
atribuídos.
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/edu cacao-fisica. Acesso em: 20 mar. 2024.
Por essa razão, a delimitação das habilidades privilegia oito dimensões de conhecimento, quais sejam:
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/edu cacao-fisica. Acesso em: 20 mar. 2024.
Por essa razão, a delimitação das habilidades privilegia oito dimensões de conhecimento, quais sejam:
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A nossa área foi colonizada por discursos
higienistas, racistas, machistas e homofóbicos,
que foram forjados por conta de um projeto de
sociedade que pretendia embranquecer a raça,
colocar as mulheres em um lugar marginalizado,
inviabilizar a existência de todo e qualquer corpo
que fugisse do padrão binário e heteronormativo,
além de manter no poder as elites dirigentes. Sim.
A Educação Física, na sua hegemonia, é uma
área conservadora, racista, machista, homofóbica
e elitista. (Maldonado, 2023)
O trecho acima faz parte da fala do professor Daniel Maldonado, em palestra proferida na Mesa “Diálogos da Educação Libertadora de Paulo Freire com a Educação Física Escolar”, ocorrida em 2023.
Sobre a Educação Física libertadora é correto afirmar:
O trecho acima faz parte da fala do professor Daniel Maldonado, em palestra proferida na Mesa “Diálogos da Educação Libertadora de Paulo Freire com a Educação Física Escolar”, ocorrida em 2023.
Sobre a Educação Física libertadora é correto afirmar:
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Uma das tarefas do educador ou
educadora progressista, através da análise
política, séria e correta, é desvelar as
possibilidades, não importam os obstáculos, para
a esperança, sem a qual pouco podemos fazer
porque dificilmente lutamos, e quando lutamos,
enquanto desesperançados ou desesperados, a
nossa é uma luta suicida, é um corpo a corpo
puramente vingativo. O que há, porém, de
castigo, de pena, de correção, de punição na luta
que fazemos movidos pela esperança, pelo
fundamento ético-histórico de seu acerto, faz
parte da natureza pedagógica do processo
político de que a luta é expressão.
Não será equitativo que as injustiças, os abusos, as extorsões, os ganhos ilícitos, os tráficos de influência, o uso do cargo para a satisfação de interesses pessoais, que nada disso, por causa de que, com justa ira, lutamos agora no Brasil, não seja corrigido, como não será correto que todas e todos os que forem julgados culpados não sejam severamente, mas dentro da lei, punidos.
(Freire, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Editora Paz e Terra, 2014.)
Em consonância com as ideias progressistas de Paulo Freire, Soares et al (1992) defendem uma Educação Física crítico-superadora na qual
Não será equitativo que as injustiças, os abusos, as extorsões, os ganhos ilícitos, os tráficos de influência, o uso do cargo para a satisfação de interesses pessoais, que nada disso, por causa de que, com justa ira, lutamos agora no Brasil, não seja corrigido, como não será correto que todas e todos os que forem julgados culpados não sejam severamente, mas dentro da lei, punidos.
(Freire, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Editora Paz e Terra, 2014.)
Em consonância com as ideias progressistas de Paulo Freire, Soares et al (1992) defendem uma Educação Física crítico-superadora na qual
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“4,3 milhões de estudantes não-brancos da
rede pública – pretos, pardos e os indígenas–
ficaram sem atividades escolares durante a
pandemia, quase três vezes mais que os 1,5
milhões de estudantes brancos sem atividades.
Uma das razões é que, no Brasil, 39% dos
estudantes de escolas públicas não têm
computador, enquanto 91% dos estudantes de
escolas particulares possuem computador.”
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
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“Cabe aqui ressaltarmos o fato de que o
esforço de se lançar mão da Educação Física
como elemento educacional - ainda que de
conformidade com uma visão de saúde corporal,
saúde física, eugênica - enfrentava barreiras
arraigadas nos valores dominantes do período
colonial, sustentáculos do ordenamento social
escravocrata, que estigmatizaram a Educação
Física por vinculá-la ao trabalho manual, físico,
desprestigiadíssimo em relação ao trabalho
intelectual, este sim, afeto à classe dominante,
enquanto o outro se fazia pertinente única e tão
somente aos escravos”.
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
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“Também parece certo que, devido às
suas características, a Educação Física tem
sido utilizada politicamente como uma arma a
serviço de projetos que nem sempre apontam
na direção das conquistas de melhores
condições existenciais para todos, de
verdadeira democracia política, social e
econômica e de mais liberdade para que
vivamos nossa vida plenamente. Pelo
contrário, a Educação Física no Brasil muitas
vezes, tem servido de poderoso instrumento
ideológico e de manipulação para que as
pessoas continuem alienadas e impotentes
diante da necessidade de verdadeiras
transformações no seio da sociedade. Por
consequência escreve-se quase sempre uma
história que é o próprio reflexo dessa situação
de dominação que se pretende eterna.”
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
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3287607
Ano: 2024
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
Provas:
Um dos objetivos estabelecidos pelo art.
214 da Constituição Federal, conforme
redação dada pela Emenda Constitucional n° 59/2009, é
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Conforme o parágrafo 9 do art. 26 da Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(Lei n° 9.394/96), os currículos da educação
básica apontam para a(o)
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Para Carlos Libâneo, de acordo com o
livro Pedagogia e Pedagogos, o principal
propósito da pedagogia é:
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