Foram encontradas 39 questões.
Encontre uma palavra formada por derivação regressiva:
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Marque a alternativa CORRETA:
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As têm um papel muito importante a cumprir. Pedagogicamente – e – elas existem para oferecer atendimento educacional especializado, e não educação especial.
E o atendimento educacional especializado tem garantir aos alunos com deficiências especiais a possibilidade de aprenderem
o que é diferente do ensino comum e desenvolver de que necessitam para poderem ultrapassar as barreiras impostas pela deficiência. Mas, para que o processo de inclusão realmente aconteça, precisamos abandonar decorrente de nossas práticas , paternalistas e corporativistas.
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima.
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Com relação ao processo inclusivo, analise as afirmativas a seguir.
I. No modelo organizacional que se construiu sob a influência do princípio da integração, os alunos deveriam adaptar-se às exigências da escola e,no da inclusão, a escola é que deve se adaptar-se às necessidades dos alunos.
II. A palavra épora está sendo usado para definir a concepção essencial da inclusão escolar, isto é, a possibilidade de ver, de refletir, de analisar a escola sob todos os seus aspectos.
III. À luz de sua fundamentação axiológica, a educação inclusiva não pode ser considerada como em processo que permite colocar valores em prática, sem preguismos, caridade, filantropia, pois está alicerçada em princípios que conferem igualdade de valor a todas as pessoas.
Assinale a opção correta.
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Novamente recorremos ao crítico Alfredo Bosi que, nas reflexões adiante transcritas, discorre sobre a Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo, no início do século passado.
“À medida que nos aproximamos da Semana, são as inovações formais que nos vão atraindo, isto é, aquele espírito modernista, strictu sensu, que iria polarizar em torno de uma nova expressão artistas como Anita Malfatti, Victor Brecheret, Di Cavalcanti, Vila-Lobos, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Sérgio Milliet, Guilherme de Almeida, Manuel Bandeira. E é em face desse clima de vanguarda que se constata uma viragem na literatura brasileira já nos anos da I Guerra Mundial.”
“A afirmação de novos ideais estéticos não veio de chofre. Às vésperas do conflito alguns escritores brasileiros traziam da Europa notícias de uma literatura em crise. Oswald de Andrade conheceu em Paris o futurismo que Marinetti, em 1909, lançara pelas páginas do Figaro no famoso Manifesto-Fundação; e trouxera de lá a maravilha de ver um poeta de versos livres, Paul Fort, coroado príncipe dos poetas franceses; Manuel Bandeira trava contatos com Paul Éluard, na Suíça, e viera marcado por um neo-simbolismo de cuja dissolução nasceria o seu modo de ser modernista; Ronald de Carvalho, embora pouco tivesse de revolucionário, ajudara em 1915 a fundação de uma revista de vanguarda futurista portuguesa, Orfeu, centro irradiador da poesia de Fernando Pessoa e de Sá Carneiro; Tristão de Ataíde e o próprio Graça Aranha conheceram igualmente as vanguardas europeias centradas em Paris; e da Paris de Apollinaire, Max Jacob e Blaise Cendrars vinha a poesia moderníssima de Sérgio Milliet.”
“O termo futurismo, com todas as conotações de “extravagância”, “desvario” e “barbarismo”, começa a circular nos jornais brasileiros a partir de 1914 e vira ídolo polêmico na boca dos puristas.”
“Nesse clima, só um grupo fixado na ponta de lança da burguesia culta, paulista e carioca, isto é, só um grupo cuja curiosidade intelectual pudesse gozar de condições especiais como viagens à Europa, leitura dos derniers cris, concertos e exposições de arte, poderia renovar efetivamente o quadro literário no país.”
“A Semana de Arte Moderna foi o ponto de encontro desse grupo, e muitos dos seus traços menores, hoje caducos e só reexumáveis por leitores ingênuos (pose, irracionalismo, inconsequência ideológica) devem-se, no fundo, ao contexto social de onde proveio.”
Dentre os artistas abaixo identificados, apenas um deles NÃO se destacou pela pintura, mas por outra modalidade artística diversa. Aponte esse artista:
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“Existe um conflito insuperável entre o ideal de uniformidade de um sistema ortográfico e a realidade oral de uma língua, caracterizada pela variação social tanto quanto regional. Por mais que se busque retratar por meio deles a pronúncia das palavras – por exemplo, fazendo que um dado sinal (uma letra, um acento) tenha uma relação biunívoca com um elemento sonoro qualquer -, esse sistema jamais conseguirá realizar tal correspondência com perfeição. Com efeito, uma mesma palavra pode ser diferentemente pronunciada pela mesma pessoa quando esta se dirige a uma plateia ou quando conversa informalmente (cf., p. ex., pronúncias para abóbora, fósforo, ferrugem); além disso, essa diferença pode ser ainda maior quando ‘a mesma palavra’ é pronunciada por indivíduos naturais de diferentes regiões (cf., p. ex., as pronúncias de porta na fala dos gaúchos, de cariocas, de mineiros ou de paulistas) ou pertencentes a diferentes níveis socioculturais (p. ex.: problema, poblema, pobrema). Por outro lado, uma palavra pode apresentar diferentes realizações fonéticas ao ser dita sozinha ou seguida de outra (cf. a pronúncia de fez quando seguida de silêncio e quando seguida de outra palavra começada por vogal, p. ex. ‘fez isso’).”
“A ortografia de uma língua consiste na padronização da forma gráfica de suas palavras para o fim de uma intercomunicação social universalista, e só em casos excepcionais são admitidas duas grafias para uma mesma palavra. Pela tradição brasileira, as normas ortográficas, ordinariamente propostas por comissões de especialistas e aprovadas pelo Congresso Nacional, entram em vigor por ato do Poder Executivo federal. Portanto, compete ao poder público oficializar mudanças nas convenções ortográficas, mas tais alterações não significam mudanças linguísticas, já que, por mais que se possam refletir em parte os sistemas de sons da língua, a ortografia não faz parte desse sistema. Unificação ortográfica nada tem a ver com uniformização da língua. As línguas são como são em virtude do uso que seus falantes fazem delas, e não de acordos de grupos ou de decretos do governo.”
Escrevendo pela nova ortografia: como usar as regras do novo
acordo ortográfico da língua portuguesa / Instituto Antônio
Houaiss / coordenação e assistência de José Carlos Azeredo. –
São Paulo: Publifolha, 2013.
Aponte o tema central focalizado pelo texto:
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2511968
Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Novamente recorremos ao crítico Alfredo Bosi que, nas reflexões adiante transcritas, discorre sobre a Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo, no início do século passado.
“À medida que nos aproximamos da Semana, são as inovações formais que nos vão atraindo, isto é, aquele espírito modernista, strictu sensu, que iria polarizar em torno de uma nova expressão artistas como Anita Malfatti, Victor Brecheret, Di Cavalcanti, Vila-Lobos, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Sérgio Milliet, Guilherme de Almeida, Manuel Bandeira. E é em face desse clima de vanguarda que se constata uma viragem na literatura brasileira já nos anos da I Guerra Mundial.”
“A afirmação de novos ideais estéticos não veio de chofre. Às vésperas do conflito alguns escritores brasileiros traziam da Europa notícias de uma literatura em crise. Oswald de Andrade conheceu em Paris o futurismo que Marinetti, em 1909, lançara pelas páginas do Figaro no famoso Manifesto-Fundação; e trouxera de lá a maravilha de ver um poeta de versos livres, Paul Fort, coroado príncipe dos poetas franceses; Manuel Bandeira trava contatos com Paul Éluard, na Suíça, e viera marcado por um neo-simbolismo de cuja dissolução nasceria o seu modo de ser modernista; Ronald de Carvalho, embora pouco tivesse de revolucionário, ajudara em 1915 a fundação de uma revista de vanguarda futurista portuguesa, Orfeu, centro irradiador da poesia de Fernando Pessoa e de Sá Carneiro; Tristão de Ataíde e o próprio Graça Aranha conheceram igualmente as vanguardas europeias centradas em Paris; e da Paris de Apollinaire, Max Jacob e Blaise Cendrars vinha a poesia moderníssima de Sérgio Milliet.”
“O termo futurismo, com todas as conotações de “extravagância”, “desvario” e “barbarismo”, começa a circular nos jornais brasileiros a partir de 1914 e vira ídolo polêmico na boca dos puristas.”
“Nesse clima, só um grupo fixado na ponta de lança da burguesia culta, paulista e carioca, isto é, só um grupo cuja curiosidade intelectual pudesse gozar de condições especiais como viagens à Europa, leitura dos derniers cris, concertos e exposições de arte, poderia renovar efetivamente o quadro literário no país.”
“A Semana de Arte Moderna foi o ponto de encontro desse grupo, e muitos dos seus traços menores, hoje caducos e só reexumáveis por leitores ingênuos (pose, irracionalismo, inconsequência ideológica) devem-se, no fundo, ao contexto social de onde proveio.”
Marque a opção CORRETA, de acordo com o texto:
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Acerca da educação inclusiva, a imagem a seguir, representa:

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2525163
Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Com relação a LDB, as diretrizes gerais do MEC para a Educação Infantil estão centrados nos seguintes grandes eixos, analise as afirmativas a seguir.
I. A Educação infantil é a primeira etapa da Educação Básica e destina-se à criança de zero a seis anos de idade, não sendo obrigatória, mas um direito a que o Estado tem obrigação de atender;
II. As instituições que oferecem Educação infantil, integrantes dos sistemas de ensino, são as creches e pré-escola, dividindo-se a clientela entre elas pelo critério exclusivo da faixa etária ( zero a três anos na creche e quatro a seis na pré-escola);
III. A Educação Infantil é oferecida para, em complementação à ação da família, proporcionar condições adequadas de desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social da criança e promover a ampliação de suas experiências e conhecimentos, estimulando seu interesse pelo processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade;
IV. As ações de educação, na creche e na pré-escola, devem ser complementadas pelas de saúde e assistência, realizadas de forma articulada com os setores competentes;
V. O currículo da Educação Infantil deve levar em conta, na sua concepção e administração, o grau de desenvolvimento da criança, a diversidade social e cultural das populações infantis e os conhecimentos que pretendam universalizar.
Assinale a proposição correta.
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