Foram encontradas 50 questões.
Ensinar Historia Implica um trabalho diario com temporalidade, tanto na delimitação da passagem do tempo como na contextualização dos acontecimentos. Considerando essa perspectiva, analise os Itens seguintes, numerados de I a III e, em seguida, assinale a alternativa correta:
I - O conceito de temporal Idade esta vinculado, as instancias humanas, psicológicas e politicas agregadas às sensações e percepçoes existentes em torno da passagem do tempo, permitindo ao historiador trabalhar com.a relação entre tempo, memona e a construçao da narrativa hlstor!ca.
II: O estudo da variedade de calendarios produzidos por diferentes povos, distintos entre si por sua origem, pelas referências usadas para denominar meses e dias e pelas festas e acontecimentos celebrados possibilita junto aos alunos a relativização dos períodos históricos tradicionais (Idade Antiga, Idade Media, Idade Moderna e Idade Contemporanea).
III- A simultaneidade é uma noção de tempo que pode ser trabalhada pelo professor nas séries iniciais, utilizando-se palavras chave como "enquanto" ou "ao mesmo tempo que".
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Ao abordar a "invenção" da África pelos navegadores e viajantes europeus, a historiadora Regina Claro (2012, p. 101) destaca que "monstros, terras inóspitas, seres humanos deformados, imoralidades, regiões e hábitos demoníacos continuariam a figurar nas descrições de viajantes, aventureiros e missionários nos séculos XV e XVI". Entretanto, essa representação europeia da África e o discurso elaborado acerca de seus povos sofreu algumas mudanças, especialmente a partir do século XV, quando dados obtidos entraram em conflito com as representações fantasiosas. Essas mudanças se devem:
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1740311
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
O que é o Sistema de Avaliação da Educação Básica - SAEB?
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Analise as assertivas sobre planejamento e avaliação em uma perspectiva construtiva (LUCKESI, 2011):
l-A avaliação retrata a qualidade dos resultados que estão sendo obtidos, cabe ao professor, com base nessa constatação, decidir e investir no alcance dos objetivos previstos.
II- A avaliação, na modalidade de acompanhamento, não trabalha com resultados intermediários e sucessivos, tendo em vista o resultado mais abrangente da ação pedagógica.
Marque a alternativa correta:
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"O que têm em comum um palacete barroco, uma festa paraense, um bairro paulistano, um terreiro de candomblé, um mapa setecentista, uma obra de arte e um queijo mineiro? Nos dias de hoje, todos eles podem ser considerados patrimônio cultural" (MARTINS, 2011, p. 281). Em consonância com a ampliação do conceito de patrimônio, os planejamentos escolares têm incorporado a educação patrimonial e os professores de História têm sido sensibilizados para essa tarefa. Em relação aos limites e possibilidades dos usos do patrimônio histórico nas aulas de História, considere os itens seguintes, numerados de I a lII e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I - A educação patrimonial deve ser norteada pelo pluralismo cultural, não evocando apenas fatos históricos "notáveis", alusivos a grupos sociais privilegiados, mas também fomentando a rememoração e preservação de patrimônios histórico-culturais significativos para as comunidades locais e regionais.
lI - Visitas guiadas a locais como o Arquivo Público do Estado do Pará, custodiador de mais de 4 milhões de documentos e o Cemitério da Soledade, uma das mais antigas necrópoles do município de Belém, podem subsidiar experiências pedagógicas concernentes à abordagem do patrimônio histórico- cultural material.
III- Ao incorporar a abordagem do patrimônio histórico nas aulas de História, é fundamental que o professor deixe claro aos alunos que o conceito de patrimônio na atualidade é uma construção social cujo significado tem diferentes conotações, sendo resultado de um processo histórico produzido na configuração dos Estados nacionais modernos, que defendiam a existência de uma herança pública a ser preservada para o futuro.
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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.
Para acabar com a pressão.
Cresce o interesse por uma operação com bons resultados contra as lancinantes dores causadas pela enxaqueca. O problema: faltam ainda comprovações mais amplas de sua eficácia.
Letícia passos
A enxaqueca é uma das grandes dores de cabeça da humanidade. Ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, das quais 30 milhões no Brasil. Associada na Antiguidade a "espiritos ruins", foi recentemente classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das seis doenças mais incapacitantes, comparável à tetraplegia, à psicose e à demência. Há poucas buscas mais constantes na medicina do que a da descoberta de algum conforto para aquilo que o poeta João Cabral de Melo Neto chamou de "aniagem da alma". Em 2018, o mundo celebrou a aprovação de uma droga, o erenumabe, que desliga uma substância química cerebral atrelada ao desconforto. É um paliativo, apenas. Há pouco tempo, deu-se a popularização de uma técnica cirúrgica. Ela começou a ser aplicada nos Estados Unidos há menos de uma década, e agora, em 2019, invadiu também consultórios brasileiros.
Trata-se de uma operação simples, que não costuma durar mais que duas horas, afeita a descomprimir um par de nervos periféricos da face, o trigêmeo, na área das bochechas nariz, maxilar e laterais da testa, e o occipital, na nuca e parte traseira do crânio. Eles estariam na origem das dores. A terapia foi descoberta por acaso, no início dos anos 2000, pelo cirurgião plástico Bahman Guyuron, do ~Ieveland Medicai Center, quando ele percebeu a redução do Incomodo craniano em pessoas que tinham sido submetidas a procedimentos estéticos na região dos olhos. Pacientes desesperados procuraram o recurso, apesar da inexistência de resultados conclusivos, que começam a aparecer: um estudo com 125 pacientes revelou que 92% conseguiram alguma redução na dor e 35% apresentaram eliminação completa dos sintomas. "É entusiasmante pelo fato de os efeitos serem definitivos", diz o cirurgião plástico Paolo Rubez, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Há esperança, e quem sofre de enxaqueca sabe o que ela representa.
Fonte: VEJA, 20/11/2019, p. 81
Falhou o sinônimo do vocábulo em:
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Em relação á produção historiográfica brasileira da segunda metade do século XX, seus recortes temáticos e teórico- metodológicos e suas tendências ideológicas e politicas, assinale a alternativa incorreta:
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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.
Para acabar com a pressão.
Cresce o interesse por uma operação com bons resultados contra as lancinantes dores causadas pela enxaqueca. O problema: faltam ainda comprovações mais amplas de sua eficácia.
Letícia passos
A enxaqueca é uma das grandes dores de cabeça da humanidade. Ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, das quais 30 milhões no Brasil. Associada na Antiguidade a "espiritos ruins", foi recentemente classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das seis doenças mais incapacitantes, comparável à tetraplegia, à psicose e à demência. Há poucas buscas mais constantes na medicina do que a da descoberta de algum conforto para aquilo que o poeta João Cabral de Melo Neto chamou de "aniagem da alma". Em 2018, o mundo celebrou a aprovação de uma droga, o erenumabe, que desliga uma substância química cerebral atrelada ao desconforto. É um paliativo, apenas. Há pouco tempo, deu-se a popularização de uma técnica cirúrgica. Ela começou a ser aplicada nos Estados Unidos há menos de uma década, e agora, em 2019, invadiu também consultórios brasileiros.
Trata-se de uma operação simples, que não costuma durar mais que duas horas, afeita a descomprimir um par de nervos periféricos da face, o trigêmeo, na área das bochechas nariz, maxilar e laterais da testa, e o occipital, na nuca e parte traseira do crânio. Eles estariam na origem das dores. A terapia foi descoberta por acaso, no início dos anos 2000, pelo cirurgião plástico Bahman Guyuron, do ~Ieveland Medicai Center, quando ele percebeu a redução do Incomodo craniano em pessoas que tinham sido submetidas a procedimentos estéticos na região dos olhos. Pacientes desesperados procuraram o recurso, apesar da inexistência de resultados conclusivos, que começam a aparecer: um estudo com 125 pacientes revelou que 92% conseguiram alguma redução na dor e 35% apresentaram eliminação completa dos sintomas. "É entusiasmante pelo fato de os efeitos serem definitivos", diz o cirurgião plástico Paolo Rubez, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Há esperança, e quem sofre de enxaqueca sabe o que ela representa.
Fonte: VEJA, 20/11/2019, p. 81
Em: "Eles estariam na origem das dores.", o pronome, usado anaforicamente no excerto, refere-se:
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Karnal e Tatsch (2011, p. 10-12), ao discorrer sobre a relação entre documento e História, recuperam a trajetória da carta de Pero Vaz de Caminha, que relata o "descobrimento" do Brasil. Os autores ressaltam que o documento, recebido com entusiasmo na corte portuguesa, em função das notícias da viagem que estabeleceria o comércio com as índias, ficou por mais de duzentos anos na Torre do Tombo, em Portugal, sem despertar o interesse de ninguém. Apenas em 1773, um funcionário mandou fazer cópia do texto. Já no século XVIII, no contexto da construção de uma identidade nacional, intelectuais ligados ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro passaram a publicar a carta com alguma frequência. E, desde o século XX, ela tem sido republicada sistematicamente, sobretudo nos livros didáticos. Glorificada, retornou ao Brasil nas comemorações dos 500 anos do "descobrimento", exposta em "vitrine hermética" e recebendo "visitas admiradas da multidão compungida". A partir do exemplo apresentado e, considerando as relações entre documento e história, bem como o trabalho com documentos históricos em sala de aula, assinale a alternativa incorreta:
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1673500
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
Parcela da complementação da União, a ser fixada anualmente pela Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade instituída na forma da Seção II do Capítulo 111 da Lei n.º 11.494/2007, limitada a até 10% (dez por cento) de seu valor anual, poderá ser distribuída para os Fundos por meio de programas direcionados para a melhoria da qualidade da educação básica, na forma do regulamento. Para a distribuição da parcela de recursos da complementação a que se refere o art. 7° desta Lei aos Fundos de âmbito estadual beneficiários da complementação nos termos do art. 4° desta Lei, levar-se-á em consideração, exceto:
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