Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Nos termos do art. 147, a prática de crime contra a Administração Pública é caso de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Trabalhando durante 2 dias, 4 máquinas produzem 320 peças para tratores. Quantas peças serão produzidas por 10 máquinas iguais às primeiras em 6 dias?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1418217 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
Provas:
Na atividade da área da saúde, há exposição a uma multiplicidade de riscos, como os riscos físicos, químicos, biológicos, psicossociais, ergonômicos, mecânicos e de acidentes. Sobre as normas de biossegurança, considere as afirmativas a seguir:
I- Derramamentos ou acidentes não devem ser notificados à chefia imediata do setor;
Il- Os sacos de lixo de cor branca, no ambiente hospitalar, acondicionam materiais recicláveis;
Ill- Os materiais perfuro cortantes são considerados infectantes e devem ser descartados em recipiente rígido e impermeável;
IV - A higienização das mãos não pode ser substituída pelo uso de luvas.
Assinale a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O ninho não mais vazio

Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a Rola —, fizera seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.

Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. “Ela gostou daqui”, ele disse. “Val voltar para fazer ia outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?

Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.

E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.

Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia, Só as iniciais: Janio de Freitas,

(CASTRO, Ruy, À arte de querer bem. 1. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p.21/ 22)

“Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar”.

A colocação do pronome em próclise, na primeira oração, deve-se:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Colocando R$ 10.000,00 à taxa de juros compostos de 3% ao mês, durante 2 meses, qual o montante?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O ninho não mais vazio

Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a Rola —, fizera seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.

Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. “Ela gostou daqui”, ele disse. “Val voltar para fazer ia outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?

Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.

E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.

Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia, Só as iniciais: Janio de Freitas,

(CASTRO, Ruy, À arte de querer bem. 1. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p.21/ 22)

Sobre o texto, não se pode afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1370345 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
Provas:
Um paciente, sexo masculino, 45 anos, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) apresentando dor torácica, | sudorese intensa, hipotenso, dispnéico, náuseas, taquicardia e ansioso. Esses sinais e sintomas são característicos de qual distúrbio do sistema cardiovascular?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O ninho não mais vazio

Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a Rola —, fizera seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.

Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. “Ela gostou daqui”, ele disse. “Val voltar para fazer ia outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?

Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.

E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.

Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia, Só as iniciais: Janio de Freitas,

(CASTRO, Ruy, À arte de querer bem. 1. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p.21/ 22)

Marque a alternativa em que a mudança na ordem das palavras muda o sentido do texto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O ninho não mais vazio

Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a Rola —, fizera seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.

Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. “Ela gostou daqui”, ele disse. “Val voltar para fazer ia outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?

Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.

E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.

Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia, Só as iniciais: Janio de Freitas,

(CASTRO, Ruy, À arte de querer bem. 1. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p.21/ 22)

A oração que apresenta verbo impessoal ocorre em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Nos termos do art. 200, “Para todos os efeitos previstos nesta lei e em leis do Município, os exames de sanidade física e mental serão obrigatoriamente realizados por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas