Foram encontradas 40 questões.
- Educação InfantilConcepções de Educação Infantil
- Educação InfantilO Cuidar na Educação Infantil
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagem
- O Processo de Socialização
Sobre a influência da Educação Infantil e a capacidade
de poder influenciar na fase adulta, analise os itens a
seguir:
I. É nesta fase que começa a construção das quatro áreas do desenvolvimento de uma criança – a física, a cognitiva, a emocional e a social – que são os esteios da formação do caráter, da identidade, do desenvolvimento físico e psicológico.
II. A Educação Infantil é uma das fases mais importantes na vida da criança. Alguns pais não dão o devido valor que esse momento merece e, muitas vezes por falta de conhecimento, acabam negligenciando esse período fundamental para a formação dos pequenos, que tem total impacto na fase adulta.
III. É nessa etapa que as crianças começam a existir fora do convívio familiar, o que envolve lidar com diferenças, desenvolvimento da personalidade e da autonomia, a criação de laços de amizade e as descobertas em diferentes áreas do conhecimento.
IV. A Educação Infantil, além de funcionar como uma base para as demais etapas da educação formal e o seu correto aproveitamento, permite que os pequenos cresçam com mais autonomia e tenham mais sucesso em sua vida escolar e individual.
Estão CORRETOS:
I. É nesta fase que começa a construção das quatro áreas do desenvolvimento de uma criança – a física, a cognitiva, a emocional e a social – que são os esteios da formação do caráter, da identidade, do desenvolvimento físico e psicológico.
II. A Educação Infantil é uma das fases mais importantes na vida da criança. Alguns pais não dão o devido valor que esse momento merece e, muitas vezes por falta de conhecimento, acabam negligenciando esse período fundamental para a formação dos pequenos, que tem total impacto na fase adulta.
III. É nessa etapa que as crianças começam a existir fora do convívio familiar, o que envolve lidar com diferenças, desenvolvimento da personalidade e da autonomia, a criação de laços de amizade e as descobertas em diferentes áreas do conhecimento.
IV. A Educação Infantil, além de funcionar como uma base para as demais etapas da educação formal e o seu correto aproveitamento, permite que os pequenos cresçam com mais autonomia e tenham mais sucesso em sua vida escolar e individual.
Estão CORRETOS:
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O município de Juru surgiu com a criação de uma
Distrito no município de:
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O município de Juru teve seu primeiro nome
denominado de:
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O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi
criado para retratar o nível de desenvolvimento
humano de um país. Índice de Desenvolvimento
Humano municipal do de Juru – IBGE 2010, era:
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Guterres alerta que o planeta está "à beira do
abismo"
O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou, esta
quinta-feira, a alertar que o planeta está "à beira do
abismo" devido às crises ambientais, durante a VI
Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente (UNEA6).
"O nosso planeta está à beira do precipício. Os
ecossistemas estão em colapso", disse António Guterres
num vídeo apresentado na abertura da cimeira ambiental
de alto nível da UNEA-6, o principal órgão de tomada de
decisões ambientais do mundo, realizado em Nairobi, no
Quénia.
António Guterres sublinhou que o clima "está a implodir"
e que "a culpa é da humanidade".
"As consequências, desde rios envenenados até à subida
dos mares, afetam-nos a todos", alertou o secretário-geral
da ONU, sublinhando que "os menos responsáveis são os
que mais sofrem".
Para combater esta crise, apelou a um trabalho "em
conjunto (...) para colocar o mundo no caminho da
sustentabilidade e acelerar o desenvolvimento
sustentável".
"Isto significa tomar medidas urgentes para acelerar uma
transição justa dos combustíveis fósseis para as energias
renováveis, adaptar-se a fenômenos meteorológicos
extremos, proporcionar justiça climática, controlar a
poluição e proteger e restaurar os ecossistemas", realçou.
Segundo António Guterres, os países "devem definir
objetivos nacionais para cumprir este quadro", ou seja,
"criar novas contribuições a nível nacional para toda a
economia antes de 2025 que estejam em linha com a
limitação do aumento da temperatura global a 1,5 graus
Celsius".
"Juntos, precisamos que os governos elaborem um novo
tratado sobre a poluição causada pelo plástico e aumentem
o financiamento para o desenvolvimento sustentável e para
ações climáticas e de biodiversidade nos países em
desenvolvimento", acrescentou.
Numa mensagem aos líderes da UNEA-6, que inclui o
presidente queniano, William Ruto, e outros chefes de
estado africanos, bem como vários ministros de todo o
mundo, Guterres instou os países a "cumprirem os
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da
ONU".
"Vocês têm muitas resoluções importantes diante de
vocês, então aproveitem esta oportunidade para pressionar
por soluções multilaterais. Vamos fazer o espírito de
Nairobi funcionar mais uma vez", concluiu.
A UNEA-6 reúne mais de cinco mil representantes de
governos, da sociedade civil e do setor privado no
complexo da ONU na capital queniana desde segunda-feira e até hoje.
Na sessão deste ano, a sexta desde o lançamento da
Assembleia em 2014, os países devem avaliar cerca de 19
resoluções que cobrem desafios como parar a
desertificação, combater a poluição atmosférica ou limitar
a poluição química.
https://www.jn.pt/8490102869/, 29/02/2024
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Guterres alerta que o planeta está "à beira do
abismo"
O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou, esta
quinta-feira, a alertar que o planeta está "à beira do
abismo" devido às crises ambientais, durante a VI
Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente (UNEA6).
"O nosso planeta está à beira do precipício. Os
ecossistemas estão em colapso", disse António Guterres
num vídeo apresentado na abertura da cimeira ambiental
de alto nível da UNEA-6, o principal órgão de tomada de
decisões ambientais do mundo, realizado em Nairobi, no
Quénia.
António Guterres sublinhou que o clima "está a implodir"
e que "a culpa é da humanidade".
"As consequências, desde rios envenenados até à subida
dos mares, afetam-nos a todos", alertou o secretário-geral
da ONU, sublinhando que "os menos responsáveis são os
que mais sofrem".
Para combater esta crise, apelou a um trabalho "em
conjunto (...) para colocar o mundo no caminho da
sustentabilidade e acelerar o desenvolvimento
sustentável".
"Isto significa tomar medidas urgentes para acelerar uma
transição justa dos combustíveis fósseis para as energias
renováveis, adaptar-se a fenômenos meteorológicos
extremos, proporcionar justiça climática, controlar a
poluição e proteger e restaurar os ecossistemas", realçou.
Segundo António Guterres, os países "devem definir
objetivos nacionais para cumprir este quadro", ou seja,
"criar novas contribuições a nível nacional para toda a
economia antes de 2025 que estejam em linha com a
limitação do aumento da temperatura global a 1,5 graus
Celsius".
"Juntos, precisamos que os governos elaborem um novo
tratado sobre a poluição causada pelo plástico e aumentem
o financiamento para o desenvolvimento sustentável e para
ações climáticas e de biodiversidade nos países em
desenvolvimento", acrescentou.
Numa mensagem aos líderes da UNEA-6, que inclui o
presidente queniano, William Ruto, e outros chefes de
estado africanos, bem como vários ministros de todo o
mundo, Guterres instou os países a "cumprirem os
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da
ONU".
"Vocês têm muitas resoluções importantes diante de
vocês, então aproveitem esta oportunidade para pressionar
por soluções multilaterais. Vamos fazer o espírito de
Nairobi funcionar mais uma vez", concluiu.
A UNEA-6 reúne mais de cinco mil representantes de
governos, da sociedade civil e do setor privado no
complexo da ONU na capital queniana desde segunda-feira e até hoje.
Na sessão deste ano, a sexta desde o lançamento da
Assembleia em 2014, os países devem avaliar cerca de 19
resoluções que cobrem desafios como parar a
desertificação, combater a poluição atmosférica ou limitar
a poluição química.
https://www.jn.pt/8490102869/, 29/02/2024
Assinale a alternativa que indica a relação de sentido estabelecida por “segundo” no trecho.
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Guterres alerta que o planeta está "à beira do
abismo"
O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou, esta
quinta-feira, a alertar que o planeta está "à beira do
abismo" devido às crises ambientais, durante a VI
Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente (UNEA6).
"O nosso planeta está à beira do precipício. Os
ecossistemas estão em colapso", disse António Guterres
num vídeo apresentado na abertura da cimeira ambiental
de alto nível da UNEA-6, o principal órgão de tomada de
decisões ambientais do mundo, realizado em Nairobi, no
Quénia.
António Guterres sublinhou que o clima "está a implodir"
e que "a culpa é da humanidade".
"As consequências, desde rios envenenados até à subida
dos mares, afetam-nos a todos", alertou o secretário-geral
da ONU, sublinhando que "os menos responsáveis são os
que mais sofrem".
Para combater esta crise, apelou a um trabalho "em
conjunto (...) para colocar o mundo no caminho da
sustentabilidade e acelerar o desenvolvimento
sustentável".
"Isto significa tomar medidas urgentes para acelerar uma
transição justa dos combustíveis fósseis para as energias
renováveis, adaptar-se a fenômenos meteorológicos
extremos, proporcionar justiça climática, controlar a
poluição e proteger e restaurar os ecossistemas", realçou.
Segundo António Guterres, os países "devem definir
objetivos nacionais para cumprir este quadro", ou seja,
"criar novas contribuições a nível nacional para toda a
economia antes de 2025 que estejam em linha com a
limitação do aumento da temperatura global a 1,5 graus
Celsius".
"Juntos, precisamos que os governos elaborem um novo
tratado sobre a poluição causada pelo plástico e aumentem
o financiamento para o desenvolvimento sustentável e para
ações climáticas e de biodiversidade nos países em
desenvolvimento", acrescentou.
Numa mensagem aos líderes da UNEA-6, que inclui o
presidente queniano, William Ruto, e outros chefes de
estado africanos, bem como vários ministros de todo o
mundo, Guterres instou os países a "cumprirem os
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da
ONU".
"Vocês têm muitas resoluções importantes diante de
vocês, então aproveitem esta oportunidade para pressionar
por soluções multilaterais. Vamos fazer o espírito de
Nairobi funcionar mais uma vez", concluiu.
A UNEA-6 reúne mais de cinco mil representantes de
governos, da sociedade civil e do setor privado no
complexo da ONU na capital queniana desde segunda-feira e até hoje.
Na sessão deste ano, a sexta desde o lançamento da
Assembleia em 2014, os países devem avaliar cerca de 19
resoluções que cobrem desafios como parar a
desertificação, combater a poluição atmosférica ou limitar
a poluição química.
https://www.jn.pt/8490102869/, 29/02/2024
Assinale a opção que contém a explicação ADEQUADA para o emprego das duas vírgulas no trecho.
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Guterres alerta que o planeta está "à beira do
abismo"
O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou, esta
quinta-feira, a alertar que o planeta está "à beira do
abismo" devido às crises ambientais, durante a VI
Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente (UNEA6).
"O nosso planeta está à beira do precipício. Os
ecossistemas estão em colapso", disse António Guterres
num vídeo apresentado na abertura da cimeira ambiental
de alto nível da UNEA-6, o principal órgão de tomada de
decisões ambientais do mundo, realizado em Nairobi, no
Quénia.
António Guterres sublinhou que o clima "está a implodir"
e que "a culpa é da humanidade".
"As consequências, desde rios envenenados até à subida
dos mares, afetam-nos a todos", alertou o secretário-geral
da ONU, sublinhando que "os menos responsáveis são os
que mais sofrem".
Para combater esta crise, apelou a um trabalho "em
conjunto (...) para colocar o mundo no caminho da
sustentabilidade e acelerar o desenvolvimento
sustentável".
"Isto significa tomar medidas urgentes para acelerar uma
transição justa dos combustíveis fósseis para as energias
renováveis, adaptar-se a fenômenos meteorológicos
extremos, proporcionar justiça climática, controlar a
poluição e proteger e restaurar os ecossistemas", realçou.
Segundo António Guterres, os países "devem definir
objetivos nacionais para cumprir este quadro", ou seja,
"criar novas contribuições a nível nacional para toda a
economia antes de 2025 que estejam em linha com a
limitação do aumento da temperatura global a 1,5 graus
Celsius".
"Juntos, precisamos que os governos elaborem um novo
tratado sobre a poluição causada pelo plástico e aumentem
o financiamento para o desenvolvimento sustentável e para
ações climáticas e de biodiversidade nos países em
desenvolvimento", acrescentou.
Numa mensagem aos líderes da UNEA-6, que inclui o
presidente queniano, William Ruto, e outros chefes de
estado africanos, bem como vários ministros de todo o
mundo, Guterres instou os países a "cumprirem os
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da
ONU".
"Vocês têm muitas resoluções importantes diante de
vocês, então aproveitem esta oportunidade para pressionar
por soluções multilaterais. Vamos fazer o espírito de
Nairobi funcionar mais uma vez", concluiu.
A UNEA-6 reúne mais de cinco mil representantes de
governos, da sociedade civil e do setor privado no
complexo da ONU na capital queniana desde segunda-feira e até hoje.
Na sessão deste ano, a sexta desde o lançamento da
Assembleia em 2014, os países devem avaliar cerca de 19
resoluções que cobrem desafios como parar a
desertificação, combater a poluição atmosférica ou limitar
a poluição química.
https://www.jn.pt/8490102869/, 29/02/2024
“.... Os países devem avaliar cerca de 19 resoluções que cobrem desafios...”
É correto afirmar que a palavra destacada
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Guterres alerta que o planeta está "à beira do
abismo"
O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou, esta
quinta-feira, a alertar que o planeta está "à beira do
abismo" devido às crises ambientais, durante a VI
Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente (UNEA6).
"O nosso planeta está à beira do precipício. Os
ecossistemas estão em colapso", disse António Guterres
num vídeo apresentado na abertura da cimeira ambiental
de alto nível da UNEA-6, o principal órgão de tomada de
decisões ambientais do mundo, realizado em Nairobi, no
Quénia.
António Guterres sublinhou que o clima "está a implodir"
e que "a culpa é da humanidade".
"As consequências, desde rios envenenados até à subida
dos mares, afetam-nos a todos", alertou o secretário-geral
da ONU, sublinhando que "os menos responsáveis são os
que mais sofrem".
Para combater esta crise, apelou a um trabalho "em
conjunto (...) para colocar o mundo no caminho da
sustentabilidade e acelerar o desenvolvimento
sustentável".
"Isto significa tomar medidas urgentes para acelerar uma
transição justa dos combustíveis fósseis para as energias
renováveis, adaptar-se a fenômenos meteorológicos
extremos, proporcionar justiça climática, controlar a
poluição e proteger e restaurar os ecossistemas", realçou.
Segundo António Guterres, os países "devem definir
objetivos nacionais para cumprir este quadro", ou seja,
"criar novas contribuições a nível nacional para toda a
economia antes de 2025 que estejam em linha com a
limitação do aumento da temperatura global a 1,5 graus
Celsius".
"Juntos, precisamos que os governos elaborem um novo
tratado sobre a poluição causada pelo plástico e aumentem
o financiamento para o desenvolvimento sustentável e para
ações climáticas e de biodiversidade nos países em
desenvolvimento", acrescentou.
Numa mensagem aos líderes da UNEA-6, que inclui o
presidente queniano, William Ruto, e outros chefes de
estado africanos, bem como vários ministros de todo o
mundo, Guterres instou os países a "cumprirem os
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da
ONU".
"Vocês têm muitas resoluções importantes diante de
vocês, então aproveitem esta oportunidade para pressionar
por soluções multilaterais. Vamos fazer o espírito de
Nairobi funcionar mais uma vez", concluiu.
A UNEA-6 reúne mais de cinco mil representantes de
governos, da sociedade civil e do setor privado no
complexo da ONU na capital queniana desde segunda-feira e até hoje.
Na sessão deste ano, a sexta desde o lançamento da
Assembleia em 2014, os países devem avaliar cerca de 19
resoluções que cobrem desafios como parar a
desertificação, combater a poluição atmosférica ou limitar
a poluição química.
https://www.jn.pt/8490102869/, 29/02/2024
"os menos responsáveis são os que mais sofrem".
A figura de linguagem presente no trecho é:
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Guterres alerta que o planeta está "à beira do
abismo"
O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou, esta
quinta-feira, a alertar que o planeta está "à beira do
abismo" devido às crises ambientais, durante a VI
Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente (UNEA6).
"O nosso planeta está à beira do precipício. Os
ecossistemas estão em colapso", disse António Guterres
num vídeo apresentado na abertura da cimeira ambiental
de alto nível da UNEA-6, o principal órgão de tomada de
decisões ambientais do mundo, realizado em Nairobi, no
Quénia.
António Guterres sublinhou que o clima "está a implodir"
e que "a culpa é da humanidade".
"As consequências, desde rios envenenados até à subida
dos mares, afetam-nos a todos", alertou o secretário-geral
da ONU, sublinhando que "os menos responsáveis são os
que mais sofrem".
Para combater esta crise, apelou a um trabalho "em
conjunto (...) para colocar o mundo no caminho da
sustentabilidade e acelerar o desenvolvimento
sustentável".
"Isto significa tomar medidas urgentes para acelerar uma
transição justa dos combustíveis fósseis para as energias
renováveis, adaptar-se a fenômenos meteorológicos
extremos, proporcionar justiça climática, controlar a
poluição e proteger e restaurar os ecossistemas", realçou.
Segundo António Guterres, os países "devem definir
objetivos nacionais para cumprir este quadro", ou seja,
"criar novas contribuições a nível nacional para toda a
economia antes de 2025 que estejam em linha com a
limitação do aumento da temperatura global a 1,5 graus
Celsius".
"Juntos, precisamos que os governos elaborem um novo
tratado sobre a poluição causada pelo plástico e aumentem
o financiamento para o desenvolvimento sustentável e para
ações climáticas e de biodiversidade nos países em
desenvolvimento", acrescentou.
Numa mensagem aos líderes da UNEA-6, que inclui o
presidente queniano, William Ruto, e outros chefes de
estado africanos, bem como vários ministros de todo o
mundo, Guterres instou os países a "cumprirem os
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da
ONU".
"Vocês têm muitas resoluções importantes diante de
vocês, então aproveitem esta oportunidade para pressionar
por soluções multilaterais. Vamos fazer o espírito de
Nairobi funcionar mais uma vez", concluiu.
A UNEA-6 reúne mais de cinco mil representantes de
governos, da sociedade civil e do setor privado no
complexo da ONU na capital queniana desde segunda-feira e até hoje.
Na sessão deste ano, a sexta desde o lançamento da
Assembleia em 2014, os países devem avaliar cerca de 19
resoluções que cobrem desafios como parar a
desertificação, combater a poluição atmosférica ou limitar
a poluição química.
https://www.jn.pt/8490102869/, 29/02/2024
De acordo com o contexto, assinale a alternativa que pode substituir “instou” sem alterar o sentido do texto.
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