Foram encontradas 20 questões.
Sobre o processo de educação inclusiva, analise as afirmações com V para verdadeiro e F para falso e assinale a alternativa que apresenta a sequencia correta de cima para baixo:
( ) A implementação da inclusão escolar não deve ignorar o funcionamento das famílias com crianças deficientes. O fato de crianças com necessidades educativas especiais frequentarem uma escola regular pode ser uma fonte geradora de stress para essas famílias,
( ) Num envolvimento normal, as pessoas com deficiência podem ter um suporte social e/ ou um suporte instruidor. A convivência com colegas, o apoio destes nas atividades da escola contribui para um suporte social. O suporte instruidor deriva da aprendizagem cooperativa, da aprendizagem por imitação, etc. Estes suportes são bastante importantes no desenvolvimento dos alunos com deficiência mental acentuada;
( ) Deve reconhecer-se que o contato e o convívio, formal e informal, entre os diversos alunos, com e sem deficiências, é um meio para que os comportamentos, típicos de cada um e/ou de cada deficiência se normalizem. É uma oportunidade para a construção de relações afetivas, que podem vir a revelar-se, ao longo dos anos, como um suporte emocional fundamental na construção da personalidade dos alunos com deficiência;
( ) Uma boa organização na sala de aula exige a presença de regras claras, quer no que respeita ao comportamento, como na forma de execução das tarefas e atividades de aprendizagem. No entanto, todo esse processo de organização e funcionamento deve passar pelo respeito mútuo, pela aceitação e compreensão das necessidades do outro, por um processo aberto e dinâmico de negociação onde o aluno se sente responsável e participante;
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70 Million People Shared Their Prayers for
Paris on Instagram This Weekend
People in more than 200 countries participated In the 24 hours following the terror attacks that claimed the lives of 129 people in Paris, more than 70 million people took to Instagram to share their support and prayers for the French capital, according to the social network.
In total 430 million interactions–that’s posts, likes and comments–were created in these first 24 hours, with people in more than 200 countries participating. Jean Julien’s “Peace for Paris” logo became a symbol in this wave of support, especially after Instagram shared the drawing on its official account, which has 114 million followers.
Users also embraced hashtags, which were trending for most of the weekend. They were:
1. #prayforparis
2. #paris
3. #jesuisparis
4. #france
5. #prayersforparis
6. #peace
7. #pray
8. #prayfortheworld
9. #love
10. #peaceforparis Emojis expressing grief (from sad faces to broken hearts) were also among the most used hashtags, topped by the French flag and prayer hands emojis.
The high number of interactions comes a few weeks after Instagram announced it had 400 million unique users and that it was putting more resources on curating content. “We believe you can see the world happening in real time through Instagram,” Instagram’s co-founder Kevin Systrom told TIME.
(Fonte: http://time.com/4114288/paris-instagram/)
Sobre os pedidos expressos pelas hashtags, pode-se afirmar que:
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Conheça os diferentes tipos de escola e de
educação
As escolas são bem diferentes umas das outras. Não apenas porque uma tem campinho de futebol e a outra não tem, ou porque uma oferece aulas de balé e, a outra, de capoeira. A principal diferença está na linha pedagógica que cada uma segue.
Isso significa que são os projetos educativos que direcionam toda a metodologia da escola: desde a maneira como os professores agem e se relacionam com os alunos, até a forma como o conteúdo vai ser transmitido na sala de aula.
A seguir, você vai conhecer as principais linhas pedagógicas e poder identificar qual é a da sua escola. Confira:
Tradicional
O professor é a figura central, que ensina as matérias e cobra a resposta dos alunos, geralmente por meio de avaliações. Essa linha tem grande foco no conteúdo (dever de casa, provas, etc) e privilegia a preparação para o vestibular desde o início do currículo escolar. Seus defensores enfatizam que uma sólida base de informação é fundamental para formar alunos críticos e questionadores.
Construtivista
O saber não é transmitido apenas pelo professor, os estudantes são incentivados a serem independentes e pró-ativos no processo de aprendizagem e também constroem o próprio conhecimento, formulando hipóteses, perguntas e resolvendo problemas.
Montessoriana
Essa metodologia, criada pela educadora italiana Maria Montessori, prevê que o aluno utilize o conhecimento que já tem para assimilar novos conceitos. As atividades são sugeridas e orientadas pelo professor, que deixa que a própria criança se corrija para adquirir maior autoconfiança. Os alunos devem cumprir os módulos obrigatórios para avançar os estudos.
Waldorf
O professor Gilberto Lacerda explica que a pedagogia Waldorf prioriza o desenvolvimento físico, social e individual das crianças e estimula as atividades práticas, como marcenaria e culinária. É contra o uso da televisão e de brinquedos industrializados, prefere dar aos alunos pedaços de madeira para que eles os transformem em brinquedos. A trajetória do aluno é composta por ciclos de sete anos, nos quais cada criança tem um tutor.
(Fonte: http://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2015/04/conheca-os-diferentes-tipos-de-escola-e-de-educacao)

A charge acima representa o modelo de educação:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), o ensino deverá ser ministrado com base nos seguintes princípios, EXCETO:
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Alckmin recua em fechamento de escolas em SP: para onde vai o movimento dos estudantes agora
Apesar de o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ter anunciado a suspensão da reorganização das escolas estaduais – medida que incluía o fechamento de 93 delas -, os alunos responsáveis pelo movimento que ocupou quase 200 escolas no último mês decidiram, por enquanto, manter as ocupações e a mobilização nos próximos dias.
"Consideramos essa suspensão uma meia vitória. Mas vemos isso como uma manobra do governador. Não vamos recuar. Vamos manter as ocupações porque queremos a revogação total do decreto dessa reorganização", disse à BBC Brasil Othilia Balades, aluna do terceiro ano do ensino médio do colégio Fernão Dias, na zona oeste de São Paulo, um dos primeiros a serem ocupados pelos estudantes.
Havia também uma comemoração em frente à escola nesta sexta-feira, mas era por outro motivo: os alunos que haviam sido presos nos protestos dos últimos dias foram liberados e estavam prestes a voltar para o prédio.
"ÔÔÔ, a liberdade voltou", cantavam os estudantes, fazendo questão de reforçarem logo em seguida para jornalistas que estavam por ali: "Não estamos comemorando a suspensão do plano pelo governador, estamos comemorando que os nossos amigos foram liberados”.
Nesta sexta-feira, após uma semana intensa de protestos em todas as regiões da capital, Geraldo Alckmin convocou uma coletiva para anunciar a suspensão da reorganização das escolas. Ele defendeu o modelo proposto de reorganizar as escolas por ciclo, alegando que as unidades de ciclo único têm resultados melhores. Mas agregou que "o ano de 2016 será para será começaremos a aprofundarmos o diálogo”.
“Vamos dialogar escola por escola. Os alunos continuarão nas escolas em que já estudam e nós começaremos a aprofundar esse debate, escola por escola, especialmente com estudantes e pais de alunos”.
No entanto, os estudantes disseram que que não aceitam debater a proposta em seu formato atual. "Essa reorganização é para corte de gastos. Ela propõe fechar as escolas e nós não vamos aceitar isso", disseram os alunos da ocupação E.E. Fernão Dias.
"A proposta que a gente aceitaria é, primeiro de tudo, não fechar as escolas. É melhorar ensino, valorizar professor, melhorar a infraestrutura. E nada disso se consegue fechando escolas", disseram alguns alunos. "Queremos mudança, mas mudança conjunta, com diálogo. Primeiro de tudo, ele (Alckmin) tem que falar com todo mundo, pais, professores e alunos”.
Mudanças e reivindicações
Os próximos passos do movimento foram definidos em assembleias com representantes de várias escolas do movimento. A decisão inicial é de permanecer nas ocupações e manter a resistência: "A gente não quer suspensão da reorganização, a gente quer que ela seja extinta”.
"Apesar do recuo do governo, não tivemos uma resposta concreta. Dito isso, nós estudantes secundaristas em luta exigimos uma oficialização da proposta do governo, deixando clara sua intenção", afirmaram os estudantes na noite desta sexta-feira.
Eles querem que o governo publique no Diário Oficial a revogação do decreto da reorganização e que dê garantias que não vai punir alunos que participaram das ocupações. Além disso, pedem audiências públicas para debater o sistema de ensino e a punição dos policiais que reprimiram os manifestantes.
Apesar de serem cautelosos para comemorar o anúncio de Alckmin sobre a suspensão do plano do governo, os alunos não esconderam a alegria ao verem a notícia de que o secretário estadual de Educação, Herman Voorwald, havia deixado o cargo.
"A gente está conseguindo", diziam em meio a abraços e comemorações, para depois seguirem com os cantos: "Não tem arrego, você fecha minha escola e eu tiro seu sossego!"
Com a suspensão da reorganização, o governo de São Paulo garantiu que nenhuma escola será fechada, mas ressaltou que ainda considera muito importante a separação dos alunos por idade.
"Essas escolas de ciclo único, que já são hoje 1.500, têm resultado melhor que o universo (da rede de ensino paulista), geralmente quase 15% acima da média. São mais focadas e não misturam crianças de 6 anos com aluno de 17 anos de idade", disse Alckmin. "Por isso (temos) convicção dos benefícios que a reorganização traz para a qualidade da escola pública de São Paulo”.
Para implementar esse novo sistema, Alckmin anunciou que irá conversar com as escolas ao longo do próximo ano. Se isso acontecer, ao menos no Fernão Dias, os alunos já têm uma lista de reivindicações para passar ao governador.
"Queremos mais cultura, mais saídas com a escola, aulas diferentes. Estudo aqui desde a oitava série (do fundamental) e fui usar o laboratório só no meu terceiro ano (do ensino médio). Tem uma sala só de vídeo, que é uma disputa para os professores conseguirem usar e passar uma coisa diferente", opinou Othilia.
"Queremos aulas de política, de feminismo, de movimento negro…", pediu Lucas dos Santos, outro estudante da Fernão Dias.
"O que vai diminuir as salas é construção de escolas, não é colocar aluno em outra escola. Salas ociosas que eles falam é as que têm 20 alunos, e isso seria o ideal."
Aprendizado
Durante a tarde desta sexta, muita gente que passava pela rua onde fica a Fernão Dias, parava em frente à escola para falar com os estudantes e demonstrar apoio. Outros levavam comida para os alunos e outros mantimentos. Segundo eles, isso tem acontecido todos os dias. "Temos tido bastante apoio dos moradores da região".
Agora, após 26 dias de ocupação, os alunos do colégio já planejam dias diferentes em 2016.
"Vai ser bem diferente. A partir de agora, a gente vai perguntar por que temos que sentar e ver uma aula maçante por 50 minutos. Nós vamos questionar, porque não está bom assim", disse uma das alunas.
"A primeira coisa que a gente vai exigir é liberdade de expressão. O aluno não tem voz, não tem diálogo na escola. Elas (escolas) impõem um medo nos alunos, dão suspensão para quem não concorda com o sistema", afirmou outro.
Mais do que isso, eles contam terem aprendido um "senso de comunidade" que não tinham antes desses 20 e poucos dias de convivência no colégio. Desde o primeiro dia, os alunos se dividiram em comissões – de comida, de limpeza, etc – e garantem que "todo mundo colabora".
"Aprendemos a nos ajudar, a viver em comunidade, dividir as tarefas, cumprir as responsabilidades", contou Othilia em meio ao "mutirão da limpeza" que começou a acontecer justamente na tarde desta sexta-feira. "A gente passou a semana nos atos, ficamos fora e não deu tempo de limpar. Hoje estamos dando uma geral."
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151204_alckimin_estudantes_movimento_rm
Na reportagem, os alunos narram o aprendizado com o processo de ocupação das escolas. Sobre esse aprendizado, assinale a alternativa INCORRETA:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
“O relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta quarta-feira (25) que há “um perigoso canal de vazamento” de informações sigilosas das investigações do esquema de corrupção da Petrobras para beneficiar pessoas poderosas”.
(Trecho extraído do Jornal Folha de São Paulo, 25/11/2015)
O atual relator da lava jato é o ministro:
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Alckmin recua em fechamento de escolas em SP: para onde vai o movimento dos estudantes agora
Apesar de o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ter anunciado a suspensão da reorganização das escolas estaduais – medida que incluía o fechamento de 93 delas -, os alunos responsáveis pelo movimento que ocupou quase 200 escolas no último mês decidiram, por enquanto, manter as ocupações e a mobilização nos próximos dias.
"Consideramos essa suspensão uma meia vitória. Mas vemos isso como uma manobra do governador. Não vamos recuar. Vamos manter as ocupações porque queremos a revogação total do decreto dessa reorganização", disse à BBC Brasil Othilia Balades, aluna do terceiro ano do ensino médio do colégio Fernão Dias, na zona oeste de São Paulo, um dos primeiros a serem ocupados pelos estudantes.
Havia também uma comemoração em frente à escola nesta sexta-feira, mas era por outro motivo: os alunos que haviam sido presos nos protestos dos últimos dias foram liberados e estavam prestes a voltar para o prédio.
"ÔÔÔ, a liberdade voltou", cantavam os estudantes, fazendo questão de reforçarem logo em seguida para jornalistas que estavam por ali: "Não estamos comemorando a suspensão do plano pelo governador, estamos comemorando que os nossos amigos foram liberados”.
Nesta sexta-feira, após uma semana intensa de protestos em todas as regiões da capital, Geraldo Alckmin convocou uma coletiva para anunciar a suspensão da reorganização das escolas. Ele defendeu o modelo proposto de reorganizar as escolas por ciclo, alegando que as unidades de ciclo único têm resultados melhores. Mas agregou que "o ano de 2016 será para será começaremos a aprofundarmos o diálogo”.
“Vamos dialogar escola por escola. Os alunos continuarão nas escolas em que já estudam e nós começaremos a aprofundar esse debate, escola por escola, especialmente com estudantes e pais de alunos”.
No entanto, os estudantes disseram que que não aceitam debater a proposta em seu formato atual. "Essa reorganização é para corte de gastos. Ela propõe fechar as escolas e nós não vamos aceitar isso", disseram os alunos da ocupação E.E. Fernão Dias.
"A proposta que a gente aceitaria é, primeiro de tudo, não fechar as escolas. É melhorar ensino, valorizar professor, melhorar a infraestrutura. E nada disso se consegue fechando escolas", disseram alguns alunos. "Queremos mudança, mas mudança conjunta, com diálogo. Primeiro de tudo, ele (Alckmin) tem que falar com todo mundo, pais, professores e alunos”.
Mudanças e reivindicações
Os próximos passos do movimento foram definidos em assembleias com representantes de várias escolas do movimento. A decisão inicial é de permanecer nas ocupações e manter a resistência: "A gente não quer suspensão da reorganização, a gente quer que ela seja extinta”.
"Apesar do recuo do governo, não tivemos uma resposta concreta. Dito isso, nós estudantes secundaristas em luta exigimos uma oficialização da proposta do governo, deixando clara sua intenção", afirmaram os estudantes na noite desta sexta-feira.
Eles querem que o governo publique no Diário Oficial a revogação do decreto da reorganização e que dê garantias que não vai punir alunos que participaram das ocupações. Além disso, pedem audiências públicas para debater o sistema de ensino e a punição dos policiais que reprimiram os manifestantes.
Apesar de serem cautelosos para comemorar o anúncio de Alckmin sobre a suspensão do plano do governo, os alunos não esconderam a alegria ao verem a notícia de que o secretário estadual de Educação, Herman Voorwald, havia deixado o cargo.
"A gente está conseguindo", diziam em meio a abraços e comemorações, para depois seguirem com os cantos: "Não tem arrego, você fecha minha escola e eu tiro seu sossego!"
Com a suspensão da reorganização, o governo de São Paulo garantiu que nenhuma escola será fechada, mas ressaltou que ainda considera muito importante a separação dos alunos por idade.
"Essas escolas de ciclo único, que já são hoje 1.500, têm resultado melhor que o universo (da rede de ensino paulista), geralmente quase 15% acima da média. São mais focadas e não misturam crianças de 6 anos com aluno de 17 anos de idade", disse Alckmin. "Por isso (temos) convicção dos benefícios que a reorganização traz para a qualidade da escola pública de São Paulo”.
Para implementar esse novo sistema, Alckmin anunciou que irá conversar com as escolas ao longo do próximo ano. Se isso acontecer, ao menos no Fernão Dias, os alunos já têm uma lista de reivindicações para passar ao governador.
"Queremos mais cultura, mais saídas com a escola, aulas diferentes. Estudo aqui desde a oitava série (do fundamental) e fui usar o laboratório só no meu terceiro ano (do ensino médio). Tem uma sala só de vídeo, que é uma disputa para os professores conseguirem usar e passar uma coisa diferente", opinou Othilia.
"Queremos aulas de política, de feminismo, de movimento negro…", pediu Lucas dos Santos, outro estudante da Fernão Dias.
"O que vai diminuir as salas é construção de escolas, não é colocar aluno em outra escola. Salas ociosas que eles falam é as que têm 20 alunos, e isso seria o ideal."
Aprendizado
Durante a tarde desta sexta, muita gente que passava pela rua onde fica a Fernão Dias, parava em frente à escola para falar com os estudantes e demonstrar apoio. Outros levavam comida para os alunos e outros mantimentos. Segundo eles, isso tem acontecido todos os dias. "Temos tido bastante apoio dos moradores da região".
Agora, após 26 dias de ocupação, os alunos do colégio já planejam dias diferentes em 2016.
"Vai ser bem diferente. A partir de agora, a gente vai perguntar por que temos que sentar e ver uma aula maçante por 50 minutos. Nós vamos questionar, porque não está bom assim", disse uma das alunas.
"A primeira coisa que a gente vai exigir é liberdade de expressão. O aluno não tem voz, não tem diálogo na escola. Elas (escolas) impõem um medo nos alunos, dão suspensão para quem não concorda com o sistema", afirmou outro.
Mais do que isso, eles contam terem aprendido um "senso de comunidade" que não tinham antes desses 20 e poucos dias de convivência no colégio. Desde o primeiro dia, os alunos se dividiram em comissões – de comida, de limpeza, etc – e garantem que "todo mundo colabora".
"Aprendemos a nos ajudar, a viver em comunidade, dividir as tarefas, cumprir as responsabilidades", contou Othilia em meio ao "mutirão da limpeza" que começou a acontecer justamente na tarde desta sexta-feira. "A gente passou a semana nos atos, ficamos fora e não deu tempo de limpar. Hoje estamos dando uma geral."
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151204_alckimin_estudantes_movimento_rm
A partir da leitura do texto acima, assinale a alternativa correta:
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Estudantes brasileiros conversam com idosos americanos em projeto emocionante. Ação do curso de inglês CNA promove encontros virtuais entre alunos e moradores de casa de repouso nos EUA.
RIO - A equação é simples: estudantes brasileiros querem aprender inglês e idosos americanos querem ter alguém com quem conversar. O curso de inglês CNA e a agência FCB Brasil tiveram então a ideia de conectar estudantes de inglês com velhinhos que moram em asilos nos Estados Unidos pela internet. Como pode ser visto no vídeo acima, os jovens brasileiros e os idosos americanos podem conversar através de um programa de web chats. O projeto “Speaking exchange” (algo como “intercâmbio de conversa”, em português) foi concretizado pela agência de publicidade FCB Brasil. A intenção é que os alunos não apenas treinem a língua estrangeira como também troquem experiências e afeto com quem está no outro computador. O vídeo mostra que esses laços realmente foram desenvolvidos na primeira fase do projeto, e o resultado é emocionante. Tente não chorar quando uma das senhoras diz para a menina do outro lado da tela que ela é sua “nova netinha”. Ou quando um outro par troca um “eu te amo”, em inglês, claro.
O projeto-piloto foi implementado em uma unidade do CNA no bairro da Liberdade, em São Paulo, e na casa de repouso Windsor Park, em Chicago. Segundo o site “Adweek.com”, as conversas entre os estudantes e os idosos foram gravadas e publicadas no YouTube como vídeos privados para que os professores pudessem avaliar o desenvolvimento dos alunos.
“A ideia é simples e os dois lados saem ganhando, tanto os estudantes como os idosos americanos. É empolgante ver as reações e a alegria. A ação realmente beneficia os dois lados”, disse a diretora criativa da FCB Brasil, Joanna Monteiro, ao “Adweek”. Publicado nesta quarta-feira, o vídeo já se tornou um viral e tem quase 50 mil visualizações.
(Fonte: O Globo)
A partir da leitura do texto acima, assinale a alternativa INCORRETA:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
“A barragem que se rompeu no dia 05/11/2015, provocando um desastre ambiental histórico, que já chegou até o litoral capixaba, também tinha lama da Vale, maior mineradora do Brasil”.
(Trecho extraído do Jornal Folha de São Paulo, de 24/11/2015).
O trecho acima se refere ao desastre Ocorrido em:
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70 Million People Shared Their Prayers for
Paris on Instagram This Weekend
People in more than 200 countries participated In the 24 hours following the terror attacks that claimed the lives of 129 people in Paris, more than 70 million people took to Instagram to share their support and prayers for the French capital, according to the social network.
In total 430 million interactions–that’s posts, likes and comments–were created in these first 24 hours, with people in more than 200 countries participating. Jean Julien’s “Peace for Paris” logo became a symbol in this wave of support, especially after Instagram shared the drawing on its official account, which has 114 million followers.
Users also embraced hashtags, which were trending for most of the weekend. They were:
1. #prayforparis
2. #paris
3. #jesuisparis
4. #france
5. #prayersforparis
6. #peace
7. #pray
8. #prayfortheworld
9. #love
10. #peaceforparis Emojis expressing grief (from sad faces to broken hearts) were also among the most used hashtags, topped by the French flag and prayer hands emojis.
The high number of interactions comes a few weeks after Instagram announced it had 400 million unique users and that it was putting more resources on curating content. “We believe you can see the world happening in real time through Instagram,” Instagram’s co-founder Kevin Systrom told TIME.
(Fonte: http://time.com/4114288/paris-instagram/)
A partir da leitura do texto acima, pode-se afirmar que:
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