Foram encontradas 859 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado.
Conjugando os verbos destacados no pretérito imperfeito do subjuntivo e no futuro do pretérito do indicativo, a alternativa CORRETA é: (considere as alterações, caso ache necessário.)
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Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
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Analise a classificação gramatical e assinale a alternativa CORRETA.
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Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
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Analise os termos acessórios presentes na oração e assinale a alternativa CORRETA.
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Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
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Analise a organização sintática do período e assinale a alternativa CORRETA.
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Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado.
Analise os termos que compõem a oração e assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao emprego do sinal indicativo de crase nos trechos destacados.
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Questão presente nas seguintes provas
Syntactic complexity in English is achieved through
coordination and subordination, with specific focus on the
distinction between restrictive and non-restrictive relative
clauses. Based on the rules of punctuation and the use of
relative pronouns in formal English, choose the
CORRECT alternative.
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Questão presente nas seguintes provas
Passive constructions in formal English often involve
complex transformations such as the "personal passive"
and the use of deponents or pseudo-passives. Analyze
the following statements regarding the transformation of
active clauses into formal passive structures:
I. The sentence "They believe he is a genius" can be formally transformed into "He is believed to be a genius."
II. In the impersonal passive construction "It is said that...", the dummy subject "it" refers back to a specific preceding noun in the text.
III. The "get-passive" is considered more formal than the "be-passive" and is preferred in high-level legal and academic publications.
Which of the following are CORRECT:
I. The sentence "They believe he is a genius" can be formally transformed into "He is believed to be a genius."
II. In the impersonal passive construction "It is said that...", the dummy subject "it" refers back to a specific preceding noun in the text.
III. The "get-passive" is considered more formal than the "be-passive" and is preferred in high-level legal and academic publications.
Which of the following are CORRECT:
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Questão presente nas seguintes provas
Prepositions in English can be simple or complex, the
latter consisting of two or three-word phrases that
function as a single unit. Based on the syntactic and
semantic properties of complex prepositions in formal
discourse, choose the CORRECT alternative.
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Questão presente nas seguintes provas
The distinction between text types (sequences) and genres is fundamental for understanding how
communicative purposes are institutionalized in English.
Analyze the following statements regarding the
classification of texts in the Common European
Framework of Reference for Languages (CEFR):
I. A genre is a socially recognized communicative event, such as a business letter or a scientific article, with specific structural conventions.
II. A text type refers to internal rhetorical structures, such as narration or description, which may coexist within a single textual genre.
III. The primary difference between genre and type is that types are determined by social function, while genres are defined by linguistic internalities.
Which of the following are CORRECT:
I. A genre is a socially recognized communicative event, such as a business letter or a scientific article, with specific structural conventions.
II. A text type refers to internal rhetorical structures, such as narration or description, which may coexist within a single textual genre.
III. The primary difference between genre and type is that types are determined by social function, while genres are defined by linguistic internalities.
Which of the following are CORRECT:
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Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container