Foram encontradas 859 questões.
As práticas de resumir e sintetizar textos, no âmbito
acadêmico, colocam em tensão a exigência de fidelidade
ao conteúdo original e a necessidade de reformulação
discursiva, uma vez que o produtor do resumo deve
operar deslocamentos enunciativos e redefinir a
organização do dizer, sem alterar o núcleo de sentido do
texto-base, o que exige domínio interpretativo e
consciência das condições de produção do novo texto
(KOCH; ELIAS, 2018).
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
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No âmbito da linguística contemporânea, a mudança
linguística é concebida como fenômeno inerente ao
funcionamento da língua, articulado à variação e às
práticas sociais dos falantes, de modo que formas
inicialmente restritas a determinados contextos ou
grupos podem, ao longo do tempo, difundir-se e
reorganizar padrões estruturais do sistema, sem que isso
implique ruptura abrupta ou perda de coerência interna
(WEINREICH; LABOV; HERZOG, 2006).
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
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A crítica literária portuguesa recente tem enfatizado que
a constituição do cânone nacional resulta de processos
históricos de seleção e legitimação, nos quais critérios
estéticos, institucionais e pedagógicos interagem na
consolidação de determinadas obras como
representativas de uma identidade literária, evidenciando
que a tradição se constrói por meio de disputas
interpretativas e reconfigurações sucessivas (REIS,
2018).
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
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A reflexão contemporânea sobre os gêneros
problematiza a ideia de classificação meramente formal,
ao considerar que as formas de organização textual se
vinculam às esferas de atividade humana e às condições
sócio-históricas em que circulam, de modo que sua
estabilidade decorre de práticas reiteradas, e não de
modelos abstratos fixados previamente pelas teorias
literárias ou linguísticas (BAKHTIN, 2016).
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
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Nos estudos da Análise do Discurso, a leitura é
compreendida como processo que se realiza na relação
entre texto, sujeito e historicidade, de modo que os
sentidos não estão dados de forma transparente, mas se
constituem no interior de formações discursivas que
delimitam o dizível e orientam as possibilidades
interpretativas, exigindo do leitor atenção às condições
de produção do enunciado (ORLANDI, 2015).
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
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A proposta de sequências textuais formulada na
linguística textual contemporânea desloca o foco da
classificação estática para a análise da organização
interna do discurso, considerando que os textos se
estruturam por encadeamentos dominantes que orientam
a progressão temática, embora não eliminem a presença
de outras formas de organização, cuja integração
depende da função comunicativa assumida no conjunto
do texto (ADAM, 2011).
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto e com a perspectiva teórica apresentada, assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado.
Analise os termos essenciais da oração e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se
renova. Para além dos conteúdos previstos nos
currículos, acontecimentos do cenário nacional e
internacional passam a integrar debates e experiências
de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e
mudanças nas políticas educacionais oferecem
oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no
Canadá e no México, inaugura novo formato, com
ampliação do número de seleções e três países-sede. O
evento mobiliza investimentos em infraestrutura e
logística, ao mesmo tempo que expõe desafios
relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às
políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A
competição permite abordar questões de território, clima,
identidade cultural, racismo, estatística e história do
esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações
Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das
discussões globais. As negociações sobre redução do
uso de combustíveis fósseis e compromissos
internacionais criam condições para debates sobre
justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem
ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o
campo de discussão sobre democracia, representação e
funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por
desinformação e polarização, compreender os
mecanismos de votação, apuração e organização dos
poderes públicos fortalece a educação para a
participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial.
A expansão das tecnologias generativas intensifica
debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no
trabalho e na cultura. Cabe à escola promover
letramento digital e pensamento crítico, preparando
estudantes para analisar como essas ferramentas
interferem na produção de conhecimento e nas relações
sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional
de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e
estratégias para a educação básica na próxima década.
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de
acompanhamento e reforça a valorização docente,
inclusive quanto à formação em nível superior e à
estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação
previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se
obrigatório em toda a educação básica. Organizado em
torno do pensamento computacional, do mundo digital e
da cultura digital, o currículo busca desenvolver
resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética
sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente.
Pesquisas apontam que sete em cada dez professores
apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela
significativa declara esgotamento emocional diante de
jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve
alcançar também os estudantes, sobretudo diante de
situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento
contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente
para o ambiente digital responde à realidade de uma
infância amplamente conectada. O crescimento do
acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia
riscos de exposição e violência online, o que reforça a
responsabilidade das plataformas e da escola na
promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso
legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira
e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando
diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o
enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas
com deficiência, transtorno do espectro autista, altas
habilidades e superdotação. O crescimento das
matrículas na educação especial nos últimos anos
evidencia a necessidade de formação continuada e
fortalecimento do atendimento educacional
especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações
tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente
com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao
currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos
estudantes e reforça seu compromisso com a formação
integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à regência do verbo destacado.
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