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A queda do céu
Mito gavião-ikolen
O céu já caiu uma vez, era para ser o fim do mundo. Trovejou, trovejou, foi um estrondo, o céu foi caindo no chão.
Vinha devagarzinho, devagarzinho. Na terra, todos choravam apavorados. Fugiram para debaixo do mamoeiro.
Antes de cair o céu, apareceram sinais. Caiu o cupim da árvore, prenúncio do desastre. Em pouco tempo o céu, que ficava altíssimo, muito longe da terra, começou a tremer.
O céu já estava bem baixinho, roçando um coqueiro, quando um menino pequeno, de uns 5 anos, tentou impedir a queda.
Fez flechas de penas de mawir, uma espécie de nambum, que criança pequena não pode comer, senão fica aleijada, não consegue andar. É um nambu bem redondinho, não tem penas no rabo, parece um favo de mel. Tanto os favos como o pássaro mawir são redondos, à semelhança da abóbada celeste.
O menino flechou o céu, que era duríssimo. Atirou flechas enfeitadas com plumas de mawir. O céu começou a voltar para cima só porque a criança deu uma flechada com penas de mawir no céu. O céu subia devagarzinho, descia outra vez, subia com mais vigor. O menino jogou as flechas três vezes até o céu subir.
O coqueiro e o mamoeiro é que seguraram o céu. Quando o menino flechou, o céu resolveu voltar para cima. Retomou seu lugar nas alturas, ninguém morreu,
(MINDLIN, Betty. Mitos indígenas. São Paulo: Ática, 2006, p.13.)
Assinale a alternativa em que a palavra não apresenta plural metafônico.
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A queda do céu
Mito gavião-ikolen
O céu já caiu uma vez, era para ser o fim do mundo. Trovejou, trovejou, foi um estrondo, o céu foi caindo no chão.
Vinha devagarzinho, devagarzinho. Na terra, todos choravam apavorados. Fugiram para debaixo do mamoeiro.
Antes de cair o céu, apareceram sinais. Caiu o cupim da árvore, prenúncio do desastre. Em pouco tempo o céu, que ficava altíssimo, muito longe da terra, começou a tremer.
O céu já estava bem baixinho, roçando um coqueiro, quando um menino pequeno, de uns 5 anos, tentou impedir a queda.
Fez flechas de penas de mawir, uma espécie de nambum, que criança pequena não pode comer, senão fica aleijada, não consegue andar. É um nambu bem redondinho, não tem penas no rabo, parece um favo de mel. Tanto os favos como o pássaro mawir são redondos, à semelhança da abóbada celeste.
O menino flechou o céu, que era duríssimo. Atirou flechas enfeitadas com plumas de mawir. O céu começou a voltar para cima só porque a criança deu uma flechada com penas de mawir no céu. O céu subia devagarzinho, descia outra vez, subia com mais vigor. O menino jogou as flechas três vezes até o céu subir.
O coqueiro e o mamoeiro é que seguraram o céu. Quando o menino flechou, o céu resolveu voltar para cima. Retomou seu lugar nas alturas, ninguém morreu,
(MINDLIN, Betty. Mitos indígenas. São Paulo: Ática, 2006, p.13.)
Assinale a alternativa em que há consoante classificada como lateral.
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A queda do céu
Mito gavião-ikolen
O céu já caiu uma vez, era para ser o fim do mundo. Trovejou, trovejou, foi um estrondo, o céu foi caindo no chão.
Vinha devagarzinho, devagarzinho. Na terra, todos choravam apavorados. Fugiram para debaixo do mamoeiro.
Antes de cair o céu, apareceram sinais. Caiu o cupim da árvore, prenúncio do desastre. Em pouco tempo o céu, que ficava altíssimo, muito longe da terra, começou a tremer.
O céu já estava bem baixinho, roçando um coqueiro, quando um menino pequeno, de uns 5 anos, tentou impedir a queda.
Fez flechas de penas de mawir, uma espécie de nambum, que criança pequena não pode comer, senão fica aleijada, não consegue andar. É um nambu bem redondinho, não tem penas no rabo, parece um favo de mel. Tanto os favos como o pássaro mawir são redondos, à semelhança da abóbada celeste.
O menino flechou o céu, que era duríssimo. Atirou flechas enfeitadas com plumas de mawir. O céu começou a voltar para cima só porque a criança deu uma flechada com penas de mawir no céu. O céu subia devagarzinho, descia outra vez, subia com mais vigor. O menino jogou as flechas três vezes até o céu subir.
O coqueiro e o mamoeiro é que seguraram o céu. Quando o menino flechou, o céu resolveu voltar para cima. Retomou seu lugar nas alturas, ninguém morreu,
(MINDLIN, Betty. Mitos indígenas. São Paulo: Ática, 2006, p.13.)
Assinale a alternativa em que há palavra composta por encontro consonantal e dígrafo.
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A queda do céu
Mito gavião-ikolen
O céu já caiu uma vez, era para ser o fim do mundo. Trovejou, trovejou, foi um estrondo, o céu foi caindo no chão.
Vinha devagarzinho, devagarzinho. Na terra, todos choravam apavorados. Fugiram para debaixo do mamoeiro.
Antes de cair o céu, apareceram sinais. Caiu o cupim da árvore, prenúncio do desastre. Em pouco tempo o céu, que ficava altíssimo, muito longe da terra, começou a tremer.
O céu já estava bem baixinho, roçando um coqueiro, quando um menino pequeno, de uns 5 anos, tentou impedir a queda.
Fez flechas de penas de mawir, uma espécie de nambum, que criança pequena não pode comer, senão fica aleijada, não consegue andar. É um nambu bem redondinho, não tem penas no rabo, parece um favo de mel. Tanto os favos como o pássaro mawir são redondos, à semelhança da abóbada celeste.
O menino flechou o céu, que era duríssimo. Atirou flechas enfeitadas com plumas de mawir. O céu começou a voltar para cima só porque a criança deu uma flechada com penas de mawir no céu. O céu subia devagarzinho, descia outra vez, subia com mais vigor. O menino jogou as flechas três vezes até o céu subir.
O coqueiro e o mamoeiro é que seguraram o céu. Quando o menino flechou, o céu resolveu voltar para cima. Retomou seu lugar nas alturas, ninguém morreu,
(MINDLIN, Betty. Mitos indígenas. São Paulo: Ática, 2006, p.13.)
Em “O céu subia devagarzinho, descia outra vez, subia com mais vigor”, há o sentido de
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A queda do céu
Mito gavião-ikolen
O céu já caiu uma vez, era para ser o fim do mundo. Trovejou, trovejou, foi um estrondo, o céu foi caindo no chão.
Vinha devagarzinho, devagarzinho. Na terra, todos choravam apavorados. Fugiram para debaixo do mamoeiro.
Antes de cair o céu, apareceram sinais. Caiu o cupim da árvore, prenúncio do desastre. Em pouco tempo o céu, que ficava altíssimo, muito longe da terra, começou a tremer.
O céu já estava bem baixinho, roçando um coqueiro, quando um menino pequeno, de uns 5 anos, tentou impedir a queda.
Fez flechas de penas de mawir, uma espécie de nambum, que criança pequena não pode comer, senão fica aleijada, não consegue andar. É um nambu bem redondinho, não tem penas no rabo, parece um favo de mel. Tanto os favos como o pássaro mawir são redondos, à semelhança da abóbada celeste.
O menino flechou o céu, que era duríssimo. Atirou flechas enfeitadas com plumas de mawir. O céu começou a voltar para cima só porque a criança deu uma flechada com penas de mawir no céu. O céu subia devagarzinho, descia outra vez, subia com mais vigor. O menino jogou as flechas três vezes até o céu subir.
O coqueiro e o mamoeiro é que seguraram o céu. Quando o menino flechou, o céu resolveu voltar para cima. Retomou seu lugar nas alturas, ninguém morreu,
(MINDLIN, Betty. Mitos indígenas. São Paulo: Ática, 2006, p.13.)
Em “O menino flechou o céu, que era duríssimo", há expressão.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: KLC
Orgão: Pref. Itanhangá-MT
Um estado brasileiro vive “atualmente uma crise de falta de energia elétrica (aproximadamente 85% da população) provocada por um incêndio que atingiu uma subestação de energia (03/11). Qual é esse estado?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: KLC
Orgão: Pref. Itanhangá-MT
Atual Ministro Chefe da Casa Civil do governo do presidente Jair Bolsonaro:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: KLC
Orgão: Pref. Itanhangá-MT
Naturalista inglês criador da “Teoria da Seleção Natural”, em que os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes.
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O poder-dever da Administração Pública que lhe possibilita punir infrações praticadas por particulares, é denominado de poder:
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A queda do céu
Mito gavião-ikolen
O céu já caiu uma vez, era para ser o fim do mundo. Trovejou, trovejou, foi um estrondo, o céu foi caindo no chão.
Vinha devagarzinho, devagarzinho. Na terra, todos choravam apavorados. Fugiram para debaixo do mamoeiro.
Antes de cair o céu, apareceram sinais. Caiu o cupim da árvore, prenúncio do desastre. Em pouco tempo o céu, que ficava altíssimo, muito longe da terra, começou a tremer.
O céu já estava bem baixinho, roçando um coqueiro, quando um menino pequeno, de uns 5 anos, tentou impedir a queda.
Fez flechas de penas de mawir, uma espécie de nambum, que criança pequena não pode comer, senão fica aleijada, não consegue andar. É um nambu bem redondinho, não tem penas no rabo, parece um favo de mel. Tanto os favos como o pássaro mawir são redondos, à semelhança da abóbada celeste.
O menino flechou o céu, que era duríssimo. Atirou flechas enfeitadas com plumas de mawir. O céu começou a voltar para cima só porque a criança deu uma flechada com penas de mawir no céu. O céu subia devagarzinho, descia outra vez, subia com mais vigor. O menino jogou as flechas três vezes até o céu subir.
O coqueiro e o mamoeiro é que seguraram o céu. Quando o menino flechou, o céu resolveu voltar para cima. Retomou seu lugar nas alturas, ninguém morreu,
(MINDLIN, Betty. Mitos indígenas. São Paulo: Ática, 2006, p.13.)
De acordo com o texto,
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