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Foram encontradas 40 questões.

1539010 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
O Café do Próximo
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem(B). Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes(C). Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”(E). Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós(A). Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada(D). Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Ao mesmo tempo em que demonstra aceitação ao esquema adotado no estabelecimento, a autora da crônica antecipa um possível argumento contrário ao seu ponto de vista. Indique-o:
 

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“Há muitos anos ouvimos falar da degradação ambiental, do excesso de poluição na natureza causado pelo mau comportamento dos homens, do mundo consumista. Isso acontece em razão da pouca conscientização que temos de que é fundamental preservar a natureza para continuarmos recebendo tudo que ela nos oferece de melhor, a começar pelo ar que respiramos”
(FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/educacao/ajudando-meio-ambiente.htm. Acesso em 28/04/19 às 22:45 horas)
Com base nas informações que norteiam o texto acima, analise as proposições a seguir:
I- A maioria das cidades brasileiras possui aterros sanitários suficientes para abrigar materiais descartáveis que são utilizados pela população.
II- Fábricas e pessoas têm jogado detritos poluentes em rios, lagos e mares, prejudicando as populações ribeirinhas, bem como a fauna e a flora que vivem nesse ambiente.
III- Falar de sustentabilidade é adotar princípios de preservação do meio ambiente e manter atitudes que promovam a justiça social, atitudes que sejam culturalmente aceitas e economicamente viáveis para todos.
Indique a alternativa que responde CORRETAMENTE:
 

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A modernização social tem transformado a vida humana desde o advento da revolução industrial gerando uma sociedade individualista e consumista.
Após ler o texto, analise as proposições a seguir:
I- O desenvolvimento sem um projeto voltado para a sustentabilidade ampliada e progressiva aumenta a degradação do meio ambiente, a pobreza e as desigualdades.
II- A produção de bens de consumo e serviços provocou expressivas e rápidas transformações nos centros urbanos.
III- A principal característica de uma sociedade de consumo é a preservação do meio ambiente aliado a um desenvolvimento sustentável.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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946233 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
O Café do Próximo
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)

No trecho “ , talvez não seja Realmente uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala”, identifique o nome das classes das palavras destacadas, nestes contextos, e em seguida responda ao que se pede.
A sequência CORRETA de classificação gramatical das palavras sublinhadas no texto é:
 

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584418 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
O povo brasileiro é formado por uma variedade de composição étnica. A partir desta informação e em relação à diversidade étnica do Brasil, analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A diversidade étnica da população brasileira é resultado de pelo menos 500 anos de História, por meio da qual aconteceu a mistura de vários grupos étnicos, entre as quais podemos destacar os índios, os brancos e os negros.
( ) Os únicos povos europeus que vieram para o Brasil se formaram de populações portuguesas e configuraram a matriz étnica
predominante no país.
( ) Os negros africanos compõem o grupo dos povos que foram trazidos à força da África e, que, aqui foram escravizados, sustentando a economia do país durante vários anos por meio de seu trabalho. Boa parte de nossa cultura, práticas sociais, religiões, tradições e costumes está associada a valores oriundos desses povos.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
 

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1871402 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Deseja-se colocar grama sintética em um jardim representado pela figura abaixo,
Enunciado 1871402-1
sendo a figura composta pelas áreas determinadas por um triângulo equilátero de lado medindo quatro metros e três semicírculos. Se um metro quadrado de grama sintética custa R$ 30,00, quanto irá gastar aproximadamente uma pessoa para colocar grama nessa parte do jardim, representada pela figura, adotando os valores de !$ \sqrt{3} \cong 1,73 !$ e !$ \pi \cong 3,14 !$ (Aqui o símbolo !$ \cong !$ significa valor aproximado)
Questão Anulada

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1871399 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Uma empresa de materiais didáticos constrói um dominó de modo que as peças possam ser de uma ou duas cores. O objetivo deste dominó é motivar os estudantes a praticarem expressões numéricas, de modo que, a empresa estabelece as seguintes regras:
(i) Quando a peça for de uma só cor, soma os valores das partes do dominó e depois multiplica o resultado por dois.
(ii) Quando as partes das peças são de cores diferente, subtrai o valor da parte maior do da parte menor e multiplica o resultado por três.
Se um estudante a partir das três peças abaixo, aplicar as regras (i) e (ii) a cada peça do dominó e montar uma expressão numérica, somando os resultados obtidos à partir de cada peça, encontrará qual resultado?
Enunciado 1871399-1
Questão Anulada

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1871397 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Um gerente de uma construtora nota que seis pedreiros constroem um muro em 18 dias, trabalhando oito horas por dia. Sabendo que uma diária de um pedreiro é de R$ 150,00, quanto a construtora gastará se construir o mesmo muro com nove pedreiros, trabalhando oito horas por dia?
Questão Anulada

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1181928 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Leia com atenção o texto que segue para responder à questão.
Enunciado 1181928-1
(<https://br.images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=AwrJ7J nExcVcWZ8ApwPz6Qt.;_ylu=X3oDMTByMjB0aG5zBGNvbG8 ?p=charge+dona+isauraTira_Dona_Isaura_00124_juniao_27_agos to_2014_72.jpg&action=click> Data da consulta 23/01/19)
As duas ocorrências do vocabulário “bonde” têm orientações distintas em cada quadrinho. Ou seja, no primeiro remete à(a) ___________, e no segundo a(ao) .
Questão Anulada

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633679 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Leia com atenção o texto que segue para responder à questão.
Enunciado 633679-1
(<https://br.images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=AwrJ7J nExcVcWZ8ApwPz6Qt.;_ylu=X3oDMTByMjB0aG5zBGNvbG8 ?p=charge+dona+isauraTira_Dona_Isaura_00124_juniao_27_agos to_2014_72.jpg&action=click> Data da consulta 23/01/19)
Comprar bonde(I)
1 Bras. Gír. Ser enganado em negócio; cair no conto do vigário.
Pegar o bonde andando(I)
1 Bras. Pop. Entrar em conversa sem saber o que se falou antes, chegar em algum evento depois de este ter começado.
Tocar o bonde
1 Bras. Pop. Seguir com o trabalho, programa, projeto, atividade etc.
Tomar o bonde errado
1 Bras. Gír. Enganar-se (por ter mal avaliado) ao entrar em negócio, atividade etc., e com isso ter mau resultado.
(Disponível em <http://www.aulete.com.br/bonde> Data da consulta 21/01/19)
Com relação ao emprego das expressões em destaques acima, é CORRETO afirmar que
I- as expressões “comprar bonde”, “pegar o bonde andando”, “tocar o bonde” e “tomar o bonde errado” são expressões resultantes de variação linguística, empregadas pelos falantes em situações do dia a dia, marcadas por uma época e pelo grupo social de que fazem parte.
II- as expressões em destaque são gírias que devem ser evitadas em qualquer situação comunicativa.
III- as expressões em destaque marcam a língua coloquial, ou seja, trata-se de uma variante formal, utilizada nas relações cotidianas entre os falantes.
IV- o emprego de gírias só é aceitável entre falantes sem escolarização.
A proposição que completa o enunciado está indicada na alternativa:
Questão Anulada

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