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Leia a tirinha e, em seguida, responda ao que se pede.

(<https://www.google.com/search?rlz=1C1PRFI_enBR830BR830&biw=1242&bih=568&tbm=isch&sa=1&ei=px3LXKDwAqjH5OUPnuiYqAs q=figuras+de+li nguagem+%22> Data de consulta 13/01/19).
O humor do texto é construído por meio do jogo da linguagem. O principal recurso de sentido usado, portanto, foi:
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Um prefeito deseja construir uma praça, em forma de um triângulo ABC, cuja maquete é apresentada na figura abaixo.

Sabendo que as medidas dos ângulos !$ \sphericalangle \left ( OAC \right) = 120^\circ !$ e que !$ \sphericalangle \left ( CBD \right) = 130^\circ !$ , podemos AFIRMAR que !$ \sphericalangle \left ( ACB \right) !$ é igual a:
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O Café do Próximo
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta(1). Esperar alguma atitude vinda de Brasília?(3) Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.(2)
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Feita a leitura das sentenças abaixo, analise as afirmações em torno da sua organização sintática.
Excerto 01
“Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta.”
“Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta.”
Excerto 02
“Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.”
“Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.”
Excerto 03
Esperar alguma atitude vinda de Brasília?
Esperar alguma atitude vinda de Brasília?
I- O uso do verbo “estende” no singular está em harmonia com o sujeito “a gente”.
II- O verbo “vai”, nas duas ocorrências, apresenta o mesmo sujeito.
III- O sujeito do verbo “mexe” tanto quanto do verbo “esperar” é indeterminado conforme a tradição gramatical.
IV- Todos os sujeitos que aparecem nas sentenças acima são compostos.
II- O verbo “vai”, nas duas ocorrências, apresenta o mesmo sujeito.
III- O sujeito do verbo “mexe” tanto quanto do verbo “esperar” é indeterminado conforme a tradição gramatical.
IV- Todos os sujeitos que aparecem nas sentenças acima são compostos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O Café do Próximo
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Com relação ao vocabulário do texto, é CORRETO afirmar que a expressão café do próximo passa a ser vista, no texto de Martha, como
I- um ato específico do dono da livraria.
II- qualquer ação altruísta.
III- um exemplo de bondade para com os mendigos.
IV- um ato de gentileza e altruísmo para com as pessoas.
V- uma ideia genial que vai mudar o comportamento de todos os brasileiros.
II- qualquer ação altruísta.
III- um exemplo de bondade para com os mendigos.
IV- um ato de gentileza e altruísmo para com as pessoas.
V- uma ideia genial que vai mudar o comportamento de todos os brasileiros.
A alternativa que apresenta a informação complementar é:
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O Café do Próximo
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
A autora inicia a crônica nos contando que foi em Praga que surgiu o hábito do café “pendente”, que consiste em:
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Leia com atenção os textos abaixo, em seguida, responda ao que se pede.
Texto 01
Se você é daqueles que não desgruda das redes sociais, cuidado: pode estar viciado. De acordo com uma pesquisa feita na Universidade
de Chicago sobre autocontrole e desejo, é mais difícil resistir ao Twitter e Facebook do que ao cigarro e álcool [...].
Se você é daqueles que não desgruda das redes sociais, cuidado: pode estar viciado. De acordo com uma pesquisa feita na Universidade
de Chicago sobre autocontrole e desejo, é mais difícil resistir ao Twitter e Facebook do que ao cigarro e álcool [...].
( Disponível em < http: // revista galileu. globo. com / Revista / Common/ 0,, EM I293747 - 17770, 00 TWITTER+E+FACEBOOK+VICIAM+MAIS+DO+QUE+ALCOOL+E+CIGARRO+DIZ+ESTUDO.html> Data da consulta 03/03/19).
Texto 02

(Disponível em <https://www.facebook.com/photo.php?f
bid=10219390397620751&set=a.4820065589629&type=3&theater> Data da consulta 02/03/19)
Avalie como verdadeiro (V) ou falso (F) as proposições acerca dos dois textos.
( ) O texto 01 apresenta a tese de que as redes sociais (Twitter e Facebook) viciam mais que cigarro e álcool.
( ) O texto 02 condena as pessoas que se dedicam às redes sociais e esquecem a leitura de um livro.
( ) Os textos 01 e 02 concordam que as redes sociais são prejudiciais à saúde. É preferível o cigarro e o álcool.
( ) O texto 02 apresenta a tese de que as redes sociais têm primazia sobre as outras atividades das pessoas.
( ) O texto 01 tem sua tese ancorada numa pesquisa científica, o que invalida os seus argumentos.
( ) O texto 02 condena as pessoas que se dedicam às redes sociais e esquecem a leitura de um livro.
( ) Os textos 01 e 02 concordam que as redes sociais são prejudiciais à saúde. É preferível o cigarro e o álcool.
( ) O texto 02 apresenta a tese de que as redes sociais têm primazia sobre as outras atividades das pessoas.
( ) O texto 01 tem sua tese ancorada numa pesquisa científica, o que invalida os seus argumentos.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
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1627456
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Provas:
“Nosso comportamento no trânsito é regido por um conjunto de leis, formado pelo Código de Trânsito Brasileiro por Decretos, Resoluções Complementares e Portarias das Autoridades de Trânsito.”
(FONTE: http://www.educacaotransito.pr.gov.br/arquivo
s/File/arquivos/Comunidade/Cidadania%20e%20Transito.pdf. P.7. Acesso em 27 de abril de 2019 às 23: 43 minutos)
O bom cidadão, geralmente, é também um bom motorista, pois as qualidades para ambos são as mesmas. Entre estas qualidades, podemos destacar que ele:
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Leia os textos abaixo com atenção para o registro da língua (formal/informal).
Texto 01
Madrugadas...
Cá estou eu, em mais uma saga de pensamentos noturnos.
Madrugadas...
Cá estou eu, em mais uma saga de pensamentos noturnos.
Durante o dia é correria. Mal posso cumprir todas as obrigações. É horário pra isso, horário pra aquilo. Fora aquela vontade de ir dormir logo após o almoço (hoje eu acabei dormindo).
Chega a noite, últimos compromissos. Hora de colocar o corpo em preparo pra uma noite inteira de um sono profundo. Chega na hora H, o sono não vem. E tudo aquilo que eu sequer pensava, começo a pensar também.
É pensando em como deveria ser o dia, como deveria ser a vida, o que fazer no dia seguinte, o que não fazer também...
Na hora que o corpo mais pede descanso, o cérebro acorda a todo vapor.
Daqui a pouco eles entram em um acordo, e assim, corpo e cérebro vão enfim descansar.
Isso até a madrugada seguinte.
(Disponível em <https://poemasmentais.blogspot.com/>. Data da consulta 01/05/19)
Texto 02
Patrimônio
Providencial o artigo “Patrimônio histórico em decadência física”, mas o poder público precisa ser exemplo de atuação. E não se trata apenas de cuidar do acervo da região central. A história e seus marcos tombados estão também nos bairros em franca deterioração, como ocorre em Campos Elíseos. Que tal começar com um amplo levantamento e ir envolvendo as comunidades, a imprensa, proprietários, emprestando vigor e melhorando a sensibilidade política sobre o tema e provendo soluções?
Patrimônio
Providencial o artigo “Patrimônio histórico em decadência física”, mas o poder público precisa ser exemplo de atuação. E não se trata apenas de cuidar do acervo da região central. A história e seus marcos tombados estão também nos bairros em franca deterioração, como ocorre em Campos Elíseos. Que tal começar com um amplo levantamento e ir envolvendo as comunidades, a imprensa, proprietários, emprestando vigor e melhorando a sensibilidade política sobre o tema e provendo soluções?
Cicero dos Santos (São Paulo, SP)
(Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/painel
doleitor/2019/05/nunca-vi-tanto-desrespeito-com-a-educacao-e-a-ciencia-diz-leitor.shtml>. Data da consulta 01/05/19)
Sobre os textos 01 e 02, é VERDADE o que se afirma apenas em:
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Preencha as lacunas do texto estabelecendo a concordância.
Contagem manual de milhões de 272 pessoas e outras 1.878 na Indonésia [...]
Disponível em https://www.bol.uol.com.br/noticias/
2019/04/29/contagem-manual-votos-272-mortes-indonesia.htm?cmpid=copiaecola Data de acesso 29/04/19
Em sequência, as palavras que completam CORRETAMENTE essas lacunas são:
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1543716
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Guarabira-PB
Provas:
“O mundo do trabalho está passando por profundas mudanças, impulsionadas por inovações tecnológicas”
(FONTE: https://reader.revistasya.net/TZV9jzKgHOEW3Ym
CpeTLVZIH4F0ByhIRy986AHJ8Dg?page=73. Acesso em 01 de maio de 2019 às 13:00 horas)
Com base na relação entre mundo do trabalho e inovações tecnológicas, analise as proposições a seguir, conferindo-lhes a veracidade
das informações:
das informações:
I- Diversas funções estão perdendo importância, passando por profundas transformações ou sendo extintas, ao mesmo tempo que
outras são criadas.
outras são criadas.
II- A formação técnica será cada vez mais interdisciplinar, incluindo vários campos do conhecimento.
III- As inovações resultantes da revolução tecnológica digital impõem grandes desafios, mas também geram ótimas oportunidades.
Assim, é CORRETO o que se afirma em:
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