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Foram encontradas 70 questões.

230490 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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O Programa de Desenvolvimento dos Cerrados (POLOCENTRO) foi criado por meio do Decreto Federal n. 75.370, janeiro de 1975 com vigência até 1982. Com esse programa, objetivou-se a
 

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230489 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Observe a imagem a seguir.

enunciado 230489-1

O elemento em destaque na imagem resulta da ação de agentes físicos, químicos e biológicos. O primeiro agente tem papel preponderante, favorecido pela associação entre o vento e o tipo de rocha. Considerando as características do tipo de rocha, verifica-se que a baixa resistência dela ao intemperismo ocorre em virtude de ela
 

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230488 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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A Geografia mobiliza diferentes categorias para a análise do espaço geográfico, dentre as quais destaca-se o território. Raffestin e Souza são exemplos de autores que contribuem com o debate sobre essa categoria. Como elementos comuns à problemática apresentada por esses autores está a compreensão de território como
 

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230487 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Os cursos d´água, que se configuraram ao longo da história como apoio à sedentarização da sociedade, têm sido objeto de diversas intervenções do poder público no espaço geográfico. Nas áreas urbanas, as canalizações dos corpos hídricos têm favorecido
 

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230486 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia, um dos eixos temáticos a serem trabalhados no terceiro ciclo do ensino fundamental é
 

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230485 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o texto a seguir.

O problema é que os geógrafos sempre tiveram dificuldade para fazer teoria e a Geografia sempre foi, de modo geral, uma disciplina que se contentou com uma abordagem empírica. Assim, a discussão do objeto não se dava com a extensão, a profundidade e a força que deveria ter.

SANTOS, Milton. Testamento intelectual. Entrevistado por Jesus de Paula Assis; colaboração de Maria Encarnação Sposito. São Paulo: Editora UNESP, 2004

Nesse trecho, Milton Santos reforça a

 

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230484 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Ao longo do desenvolvimento da Geografia, vislumbrou-se uma diversidade de objetos de análise, com vistas ao alcance de cientificidade dessa área do conhecimento. Considerando o contexto atual, uma das principais defesas que tem balizado o debate teórico-metodológico dessa área de conhecimento é o de que essa ciência objetiva
 

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230483 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Pesquisas atuais que versam sobre o ensino de Geografia no Brasil, têm comprovado que o livro didático é um material utilizado pela maioria dos professores da educação básica para encaminhar o processo de ensino e aprendizagem. Em paralelo, essas pesquisas têm constatado que esse material tem sido usado como
 

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230433 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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A segurança pública tem sido um dos pontos problemáticos no estado de Goiás nas últimas décadas, especialmente em função do número de crimes violentos, como os homicídios. Dentre as 500 cidades mais violentas do Brasil no ano de 2012, conforme a lista publicada no Mapa da Violência (Waiselfisz, 2014), com base nos dados do Sistema de Informações de Mortalidade, do Ministério da Saúde, aparecem cidades goianas como Luziânia (15ª), Planaltina (75ª), Cocalzinho de Goiás (99ª), Santo Antônio do Descoberto (108ª), Formosa (111ª), Valparaíso de Goiás (115ª) e Águas Lindas de Goiás (129ª). Uma característica geográfica que aglutina tais cidades é o fato de que elas fazem parte da
 

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230331 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Texto 1

Objetivo de princesas da Disney não é mais o casamento, revela estudo

Maria Clara Moreira

Quando Walt Disney trouxe para as telas a versão animada de "Branca de Neve" (1937), clássico alemão imortalizado pelos irmãos Grimm, lançou as bases para o que se tornaria um ícone cultural infantil.

Desde então, sucessoras como Ariel, de "A Pequena Sereia", e Tiana, de "A Princesa e o Sapo", colaboram para a formação do ideal de feminilidade de milhares de meninas mundo afora. Em suas histórias, carregam papéis e ideais que pautam, ainda na infância, os valores sociais.

Foi essa ideia que levou as pesquisadoras americanas Carmen Fought, do Pitzer College, e Karen Eisenhauer, da North Carolina State University, a aplicarem princípios da linguística para analisar como os filmes da Disney expressam as diferenças entre homens e mulheres e como essa abordagem mudou nos últimos anos.

"A feminilidade não vem do nascimento, é algo desenvolvido a partir de interações com a ideologia da nossa sociedade, e os filmes da Disney atuam como uma fonte de ideias sobre o que é ser mulher", defende Carmen.

Ela e Karen categorizaram os filmes em três eras cronológicas: Clássica, de "Branca de Neve" (1937) a "A Bela Adormecida" (1959); Renascentista, de "A Pequena Sereia" (1989) a "Mulan" (1998); e a Nova Era, de "A Princesa e o Sapo" (2009) a "Frozen" (2013) − este último não é reconhecido pela Disney como parte da franquia, mas também foi considerado pela pesquisa.

Fora "Aladdin" (1992), todos os longas da franquia das princesas são protagonizados por mulheres, embora dominados por personagens masculinos. O número de homens foi superior ao de mulheres em quase todos os exemplos, com o empate em "Cinderela" (1950), única exceção.

Carmen não acredita que povoar os longas com homens seja uma escolha consciente por parte dos produtores. Ao contrário, explica o fenômeno como uma decisão automática e inconsciente de assumir o masculino como norma.

"Nossa imagem de médicos e advogados, por exemplo, costuma ser masculina, mesmo com muitas mulheres nessas profissões. Nos filmes analisados, quase todos os papéis além da protagonista vão automaticamente para homens. Acho que é automático [para eles] colocar personagens homens como o braço direito engraçadinho e em funções menores, que passam batido", argumenta.

DIFERENÇA GERACIONAL?

Entre as eras Clássica e Renascentista, há uma diferença geracional. Os 30 anos entre "A Bela Adormecida" e "A Pequena Sereia" viram desde a luta pelos direitos civis dos negros nos EUA à morte de Walt Disney, passando pela segunda onda do feminismo.

As mudanças culturais levaram a uma princesa supostamente diferente. A sereia Ariel foi recebida pela crítica como uma rebelde, cuja independência em muito diferia da submissão das predecessoras.

O estudo de Carmen e Karen, no entanto, prova o contrário. Se desde "Branca de Neve" a quantidade de palavras ditas por personagens femininas vinha crescendo (passando de 50% para 71% em 1959), Ariel e suas sucessoras da era Renascentista reverteram a tendência de forma drástica. Todos os cinco filmes do período viram dominância masculina, cujo ápice foi "Aladdin" (90%).

"Os filmes mais recentes mostram evolução em algumas áreas. Em geral, as ideias estão sendo atualizadas. A ideia de ser salva por um homem parece ter mudado, e o casamento como meta única também. Um exemplo é Tiana, de 'A Princesa e o Sapo', cujo sonho é ter um restaurante", explica Carmen. "É possível argumentar que se esforçaram ao incluir duas princesas que salvam a si mesmas em 'Frozen'. Ao mesmo tempo, a maioria de seus personagens é masculina, e os homens ganham a maior parte do diálogo (59%)."

BELEZA NÃO É TUDO

Instigadas não apenas pela soberania do discurso, mas também por seu conteúdo, as americanas catalogaram os elogios distribuídos ao longo dos 12 filmes, buscando descobrir se as personagens mulheres são mais elogiadas por sua aparência que por suas habilidades, e se o padrão se opõe à tendência masculina.

Aqui, "A Pequena Sereia" se mostrou progressista. O filme deu início à era Disney que reduziu de 55% para 38% a quantidade de elogios à beleza das personagens. No lugar, as princesas passaram a ser celebradas por suas habilidades (um aumento de 12 pontos percentuais em relação aos filmes clássicos) e personalidades. A tendência se manteve durante a Nova Era.

Na contramão da diminuição dos elogios à aparência das personagens femininas, a pesquisa descobriu que personagens masculinos cada vez mais têm a beleza, e não as habilidades, elogiada.

Os números refletem a inclusão de profissionais mulheres em seu processo de criação. Entre os exemplos notáveis estão "A Bela e a Fera" e "Valente". Idealizados por mulheres (Linda Woolverton e Brenda Chapman, respectivamente), os dois têm heroínas criadas para serem novos modelos para meninas, desta vez baseados em força de vontade e independência.

"Torço para que façam filmes mais representativos. É algo que necessitamos em toda a mídia, não só na Disney", opina Carmen. "Se nós não tomarmos a decisão de incluir maior diversidade étnica, etária e de gênero na mídia, continuaremos a escolher automaticamente a maioria, ou seja, homens brancos."

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/02/1734943-objetivo-de-princesas-da-disney-nao-e-mais-o-casamento-revela-estudo.shtml> . Acesso em: 13 abr. 2016. [Adaptado].

O texto deixa entrever que o trabalho feito pelas americanas Carmen Fought e Karen Eisenhauer, pautando-se na aplicação de princípios da linguística na análise de filmes, trata-se de
 

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